Questões de Concurso Sobre português

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Q3396238 Português

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Em textos polissêmicos, a mudança de sentido pode provocar, também, mudança na classificação gramatical. Considerando o sentido e a morfologia da palavra “muda”, ela é classificada, a depender da interpretação, como

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Q3396236 Português

Leia o cartum a seguir.


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Na fala presente no cartum, as vírgulas foram usadas para

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Q3395519 Português
Leia o texto a seguir.
O paradigma da decadência de Goiás no passado, que conforme o sentir de alguns escritores iria desde a abrupta queda da mineração em 1780 até um variável fim (segundo uns até 1914 com a entrada da estrada de ferro), segundo outros até 1937, com o Estado Novo e a construção de Goiânia. Haja decadência! No caso extremo nada menos do que 157 anos de “decadência”. Em dois e meio séculos de história de Goiás quase que de todo ignora-se um século inteiro, o da “decadência”, justo quando em todos os quadrantes nasciam centenas de fazendas e dezenas de povoados!
BERTRAN, Paulo. A memória consúltil e a goianidade. Revista UFG, Goiânia, v. 8, n. 1, 2017, p. 66. [Adaptado]
Conforme o texto, o período conhecido como “Decadência de Goiás” foi marcado pela
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Q3395517 Português

Observe a imagem a seguir.


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O texto contradiz a ideia de que o

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Q3395516 Português
Leia o texto a seguir.
Conflitos por água aumentam no Brasil, aponta estudo
Estudo recente revela que conflitos por água aumentam no Brasil. O levantamento traz quase 3 mil ocorrências em 20 anos, com um aumento de 481% entre 2005 e 2021. No período analisado pelos pesquisadores, o maior causador de conflito pela água foram disputas entre grupos econômicos ou fazendeiros de um lado e povos tradicionais de outro: •em 19% dos casos, ribeirinhos; •em 17%, povos indígenas; •quilombolas respondem por 15%. "Na série histórica, os mais marcantes casos ocorreram em vilarejos, não exatamente no campo. É o caso de conflitos antes e após as mortes causadas pela mineração em Mariana e Brumadinho, pelo grande número de mortes. No campo, foco de nosso trabalho, destacamos os conflitos atuais na Amazônia”, pontua Gesmar Rosa dos Santos, vinculado ao Ipea.
Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/conflitos-por-água-aumentam-nobrasil-aponta-estudo/a-67368840. Acesso em: 27 nov. 2023.
Os conflitos apresentados no texto acontecem
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Q3395500 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1

A saga dos agrotóxicos

Impulsionado por ruralistas e rechaçado por ambientalistas, o projeto de lei que facilita autorizações para o comércio de agrotóxicos foi aprovado pelo Congresso, depois de mais de duas décadas de tramitação, e vai à sanção presidencial.
O ponto mais problemático se refere ao esvaziamento das atribuições da Anvisa e do Ibama, que assumem papel de consultores, enquanto as liberações se concentram no Ministério da Agricultura. [...] Deve-se considerar que, no primeiro semestre deste ano, foram liberados 231 produtos [...].
De todo modo, a estipulação no projeto de um período para liberações é sensata. O prazo máximo pode variar de 30 dias (para produtos destinados apenas à pesquisa) a dois anos (produtos novos). Os senadores demonstraram sobriedade ao aprovar o diploma com alterações e supressões.
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2023/12/a-novela-dos-agrotoxicos.shtml>. Acesso em: 02 dez. 2023.

No terceiro parágrafo do fragmento, há o termo “que”, em “Deve-se considerar que, no primeiro semestre deste ano, foram liberados 231 produtos”. Analisando-o morfossintaticamente, ele é classificado como
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Q3395497 Português

Leia o texto a seguir.


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Ao analisar o uso da palavra “caminha” usada pela mãe e por Mafalda, no primeiro quadrinho, tem-se interpretações diferentes para o termo. Assim, respectivamente, elas apresentam  

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Q3395422 Português
A preposição “de” pode assumir diversas relações semânticas, a depender do contexto em que é inserida. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual a preposição sublinhada assume valor de posse: 
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Q3395421 Português
A transitividade do verbo da frase “O vereador ofereceu ajuda aos necessitados.” é a mesma do verbo que está na alternativa:
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Q3395420 Português
Assinalar a alternativa na qual a concordância verbal foi realizada de maneira CORRETA:
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Q3395419 Português
Cometeu-se ERRO de regência verbal na alternativa:
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Q3395382 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes



Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering. Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.


Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doencas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Os estudos realizados com pessoas, ainda que em fase inicial, demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla.
(__) A vacina descrita no estudo atua de modo a criar uma tolerância imunológica específica, marcando proteínas que não devem ser atacadas pelo sistema imunológico.
(__) Uma das principais vantagens da vacina inversa, no que diz respeito às doenças autoimunes, é que não prejudicam o sistema imunológico, como fazem os atuais tratamentos.
(__) As chamadas vacinas inversas ainda apresentam um desafio: como existem distintos antígenos associados às doenças autoimunes, as vacinas precisam ser pensadas para cada um desses antígenos.
É correto o que se afirma em:
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Q3395025 Português
Sobre a flexão das palavras, assinalar a alternativa em que a frase possui um substantivo aumentativo: 
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Q3395024 Português
Em se tratando de palavras apenas do gênero masculino, assinalar a alternativa INCORRETA: 
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Q3395023 Português
Assinalar a alternativa em que os alimentos estão em ordem alfabética: 
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Q3395022 Português
De acordo com a norma-padrão, assinalar a alternativa com a pontuação INCORRETA:
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Q3395021 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

A palavra “variedade”, sublinhada no 1º parágrafo do texto, tem como antônimo a palavra: 
Alternativas
Q3395020 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

De acordo com as ideias do texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3395019 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

Na frase “Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.” (3º parágrafo), a palavra sublinhada retoma: 
Alternativas
Respostas
73521: B
73522: B
73523: A
73524: A
73525: B
73526: A
73527: A
73528: C
73529: B
73530: C
73531: B
73532: A
73533: C
73534: C
73535: C
73536: A
73537: B
73538: C
73539: B
73540: C