Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 267.740 questões

Q4092639 Português

Imagem associada para resolução da questão




CAZO. Negócios e oportunidades. Disponível em

<https://blogdoaftm.com.br/charge-negocios-eoportunidades-4/>.


O elemento "aqui", presente no enunciado "Anuncie aqui", utilizado na charge acima, estabelece referência:

Alternativas
Q4092637 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada apresenta natureza adjetiva, qualificando um ser mencionado na frase.
Alternativas
Q4092636 Português
Assinale a alternativa cujas formas verbais completam corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, de acordo com a norma-padrão.
-Vai dar certo se eles ______à reunião - Estarei aqui quando você se_____ -Quando _____para vocês, eu aceito o acordo. 
Alternativas
Q4092635 Português
Assinale a alternativa em que o sujeito correspondente à forma verbal destacada é indeterminado.
Alternativas
Q4092634 Português
"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante" (Hino Nacional Brasileiro)
Sabendo-se que a ordem direta dos versos acima é "As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico", qual é a figura de linguagem que corresponde a essa inversão dos termos?
Alternativas
Q4092633 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
"(...) uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar"
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à análise da locução destacada acima:
A locução pode ser substituída adequadamente por "___", e introduz uma oração de valor _____com o sentido de______
Alternativas
Q4092632 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.

"O problema sempre foi o superego, que (...) se escafedia no meio da sessão.

A expressão empregada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4092631 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
O narrador do texto “Não tenho medo de avião" se caracteriza por fazer a narração em:
Alternativas
Q4092475 Português
Observe a seguinte imagem:
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://bomjesusdotocantins.pa.gov.br/janeiro-branco/. Acesso em: 16 fev. 2026.
O texto em evidência trata-se de um anúncio publicitário institucional, o qual:
Alternativas
Q4092474 Português
Texto para a questão.

METROFOR TERÁ ESPAÇO PARA “DESABAFO” DE PASSAGEIROS

    Passageiros do Metrofor que passarem pela estação José de Alencar, nesta quinta-feira (24/3), a partir das 15h, encontrarão estrutura de atendimento para pessoas com algum sofrimento emocional. O Cantinho do Desabafo vai permitir que qualquer pessoa se sinta à vontade para se sentar e conversar com um dos voluntários, sobre alguma situação difícil que esteja enfrentando. Todos que acham que precisam são convidados e todo tema é aceito.

    A ação é resultado de parceria do Metrofor com o Projeto Help, visando alertar sobre questões emocionais e prevenir o adoecimento mental. Voluntários também farão abordagem de passageiros nas plataformas, convidando-os para conversar, oferecendo abraço e entregando cartas com palavras de confiança.

    A primeira edição do Cantinho do Desabafo no Metrofor ocorreu no dia 28 de janeiro. Tudo foi pensado para a campanha do Janeiro Branco, campanha de conscientização, iniciada em 2014, que visa alertar a população sobre a importância da saúde mental e emocional, incentivando a prevenção de doenças decorrentes do estresse, da ansiedade e da depressão.

Disponível em: https://www.blogdobernardes.com.br/2022/03/saude-mental-metrofor-tera-espaco-para.html. Acesso em: 15 fev.2026. Adaptado.
Acerca da estrutura mórfica das palavras realçadas em I e em II a seguir, é correto o que se afirma na alternativa:

I. “Tudo foi pensado para a campanha do Janeiro Branco [...]”
II. “Todos que acham que precisam são convidados e todo tema é aceito”.
Alternativas
Q4092473 Português
Texto para a questão.

METROFOR TERÁ ESPAÇO PARA “DESABAFO” DE PASSAGEIROS

    Passageiros do Metrofor que passarem pela estação José de Alencar, nesta quinta-feira (24/3), a partir das 15h, encontrarão estrutura de atendimento para pessoas com algum sofrimento emocional. O Cantinho do Desabafo vai permitir que qualquer pessoa se sinta à vontade para se sentar e conversar com um dos voluntários, sobre alguma situação difícil que esteja enfrentando. Todos que acham que precisam são convidados e todo tema é aceito.

    A ação é resultado de parceria do Metrofor com o Projeto Help, visando alertar sobre questões emocionais e prevenir o adoecimento mental. Voluntários também farão abordagem de passageiros nas plataformas, convidando-os para conversar, oferecendo abraço e entregando cartas com palavras de confiança.

    A primeira edição do Cantinho do Desabafo no Metrofor ocorreu no dia 28 de janeiro. Tudo foi pensado para a campanha do Janeiro Branco, campanha de conscientização, iniciada em 2014, que visa alertar a população sobre a importância da saúde mental e emocional, incentivando a prevenção de doenças decorrentes do estresse, da ansiedade e da depressão.

Disponível em: https://www.blogdobernardes.com.br/2022/03/saude-mental-metrofor-tera-espaco-para.html. Acesso em: 15 fev.2026. Adaptado.
Tendo por base o modo de organização do texto, é possível constatar que:
Alternativas
Q4092472 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“Além disso, a ‘não escuta’ leva a população à hiper individualização [...]”

Sobre a regência do verbo destacado, no período em análise, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4092471 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“Através da escuta ativa é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo.”

Em se tratando da formação das palavras a partir dos prefixos /pré/ e /pre/, a exemplo de “preconceito”, assinale a alternativa em que a palavra destacada esteja grafada conforme a ortografia oficial da língua portuguesa.
Alternativas
Q4092470 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
O elemento conector, destacado no excerto a seguir, introduz uma oração do tipo:

“Além disso, a ‘não escuta’ leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização.”
Alternativas
Q4092469 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional.”

A função sintática dos termos demarcados, no contexto da passagem em evidência, é de:
Alternativas
Q4092468 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala.”

A palavra ressaltada, quanto à sua formação, trata-se de um exemplo de:
Alternativas
Q4092467 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“É como se fosse uma matriz que¹ conecta um ponto ao outro, fazendo que² o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.”

As classes de palavras enumeradas anteriormente desempenham função contextual respectivamente de:
Alternativas
Q4092466 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
A coesão textual é o conjunto de mecanismos linguísticos que conectam as partes de um texto, garantindo ligação formal entre palavras, frases, períodos e parágrafos. Assim sendo, a partir dessa definição, atente-se ao parágrafo a seguir, bem como à sua função no conjunto textual, para assinalar a alternativa correta.
Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, ‘7% da comunicação em um diálogo ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal’.” 
Alternativas
Q4092370 Português
Sobre o emprego e a concordância dos pronomes de tratamento na redação oficial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4092368 Português

Calma, gente


    Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros (“Há quanto tempo!”), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e – ai – rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.


     Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: “A pé?!”. Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é “perder” tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.


    Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.


     Ilusão.


    Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.


    O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! – bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.


     Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: “Você tem um minuto?”. Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.


    A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depau perado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso “tempo real”. Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego. 


    O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, “riscando os cavalos” e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: “– Para quê? – Para nada”. Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, em purram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.


    É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: “Quando estiver com pressa, vá devagar”. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1.900 anos atrás: “Apressa-te devagar”. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: “Corre devagar, menino!”.


    Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados. 


(ÂNGELO, Ivan. Revista Veja São Paulo. São Paulo: Editora Abril. Em: 10/09/2003.)

De acordo com o texto, em relação ao tempo, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
7061: B
7062: C
7063: C
7064: B
7065: A
7066: D
7067: E
7068: A
7069: B
7070: D
7071: C
7072: C
7073: E
7074: A
7075: A
7076: E
7077: B
7078: D
7079: D
7080: D