Questões de Concurso Sobre português

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Q3458986 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





O humor da tirinha acontece: 
Alternativas
Q3458985 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





Observando a vírgula empregada no primeiro quadrinho da tirinha, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3458984 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





“As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo.” (1º parágrafo)

Considerando que o sujeito é um termo da oração sobre o qual se diz algo e que concorda em número e pessoa com o verbo, assinale a opção que apresenta o sujeito da forma verbal “são”.
Alternativas
Q3458983 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





Daqui _____ um ano a nova Lista Vermelha deverá ser atualizada.
Alguns projetos de conservação de animais em risco de extinção vêm trabalhando nessa causa _____ longos anos.
Ajude a SOS Fauna _____ preservar e conversar os animais ameaçados de extinção.
Vamos todos _____ luta pelos animais em extinção.
Alternativas
Q3458982 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





Sabendo que adjetivo é a palavra que se junta ao substantivo para modificar o seu significado, adicionando-lhe noções de qualidade, natureza e estado, entre outras, indique a opção cuja palavra grifada NÃO pode ser considerada adjetivo. 
Alternativas
Q3458981 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





A opção que apresenta maior similaridade de sentido do trecho “a captura incidental pela pesca” (último parágrafo) é: 
Alternativas
Q3458980 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





A opção que contém uma das causas que encontra apoio no texto no que diz respeito às atividades humanas que ameaçam as espécies de tartarugas marinhas é:
Alternativas
Q3458979 Português
Como estão as tartarugas marinhas na nova lista de espécies ameaçadas


27/06/2022 - Quatro das cinco espécies de tartarugas
marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção


      As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer em um futuro próximo. Inúmeras delas já se extinguiram nos últimos milhões de anos devido às causas naturais, como mudanças climáticas e incapacidade de adaptação a novas condições de hábitat. Infelizmente, o ser humano tem acelerado esse processo de extinção através da destruição de ecossistemas, exploração insustentável dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas em diferentes locais.


       Entre 2009 e 2014, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou a avaliação da fauna brasileira. Oito anos depois, a lista oficial de espécies ameaçadas foi atualizada e publicada através da Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022. Realizada com o apoio de especialistas de cada grupo entre 2015 e 2021, a nova Lista Vermelha traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna brasileira, e deverá ser atualizada anualmente.


     Segundo a última revisão dos grupos de especialistas, quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil encontram-se em algum grau de ameaça de extinção.


     É importante ressaltar que todas as espécies de tartarugas marinhas continuam sendo ameaçadas por atividades humanas como a poluição do mar, a captura incidental pela pesca, e a degradação e ocupação de áreas de desova, dentre outras. Já as mudanças na lista comprovam que ações de conservação e de longo prazo, assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos, juntamente com o esforço feito por outras instituições e pela sociedade como um todo, são fundamentais e devem ser continuadas para garantir a existência desses animais incríveis.



Texto adaptado de http://tamar.com.br/noticia1.php?cod=998. Acesso em: 10/02/24.





“assim como as desenvolvidas pelo Projeto Tamar há mais de 40 anos” (último parágrafo)
O fragmento acima está adequadamente reescrito, mantendo o mesmo sentido que no texto, em todas as opções, EXCETO:
Alternativas
Q3458913 Português
"_______ terá primeiro medicamento para demência associada ao Parkinson. Rivastigmina é único remédio com registro no país para a condição." (Fonte: OLiberal.com / Data: 21.06.2024). Marque a alternativa que complete a lacuna da reportagem:
Alternativas
Q3458912 Português
"Helder garante internet para escolas estaduais do Pará. O governador Helder Barbalho anunciou o programa ______________ com antenas de internet via satélite para todas as escolas da rede estadual de ensino." (Fonte: Dol.com / Data: 11.06.2024). Qual o nome do programa mencionado na reportagem? 
Alternativas
Q3458911 Português
"Lula diz que vai sancionar projeto que libera__________. O presidente afirmou que não é a favor dos jogos, mas também não acha que são um crime.". (Fonte: Dol.com / Data: 21.06.2024). Marque a alternativa que complete corretamente a lacuna da reportagem:
Alternativas
Q3458888 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

Marque a alternativa em que há falha da formação do gênero (feminino/masculino).
Alternativas
Q3458887 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

Em: "(...) só em 1893 o explorador norueguês (...)", é correto afirmar sobre o termo "norueguês": 
Alternativas
Q3458886 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

A letra "X", presente em "explorador", não ocorre em: 
Alternativas
Q3458885 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

"(...) descartada como história de pescador (...)" refere-se a um tipo de:
Alternativas
Q3458884 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

O tema do texto é:
Alternativas
Q3458883 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

Ao redigir o texto, o produtor conversa com o leitor. Isso ocorre em:
Alternativas
Q3458882 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

A palavra destacada não é adjetivo (qualifica o substantivo).
Alternativas
Q3458881 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

Pode-se perceber pela leitura do texto:
Alternativas
Q3458880 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

O significado do termo "trivial" em: "Um pouco menos trivial (...)" é: 
Alternativas
Respostas
46921: B
46922: D
46923: A
46924: A
46925: B
46926: C
46927: D
46928: B
46929: B
46930: D
46931: A
46932: A
46933: B
46934: A
46935: B
46936: A
46937: A
46938: B
46939: C
46940: B