Questões de Concurso Sobre português

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Q4106861 Português

A saga do azeite




(Fonte: www.super.abril.com.br/sociedade/a-saga-do-azeite-a-historia-as-fraudes-e-o-preco-nas-alturas/ - Texto adaptado 

Sobre informações que se pode inferir com base no texto, analise as assertivas abaixo:

I. A oliveira é uma planta mediterrânea.
II. São exemplos de frutas com características semelhantes à azeitona: ameixa, pêssego e manga.
III. O processo de espremer a azeitona libera um suco mais palatável que o próprio fruto cru.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4105400 Português
Analise as frases a seguir quanto ao uso dos pronomes segundo a norma-padrão.

I. Não se esqueça do celular!
II. Quando sentiu-se enganado, foi embora dali imediatamente.
III. Era para mim finalizar o acordo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas CORRETAS.  
Alternativas
Q4105399 Português
Leia o texto e assinale a alternativa CORRETA.

O Cafezinho: Uma Ode à Simplicidade
Ah, o cafezinho... Mais do que uma bebida, um ritual, uma filosofia de vida. Presente em xícaras fumegantes desde as primeiras horas do dia até o cair da tarde, ele embala conversas, aquece corações e tempera momentos.
No Brasil, o cafezinho é um caso de amor nacional. Não importa a classe social, a profissão ou a idade, todos se unem em torno dessa bebida mágica. É no cafezinho que a gente se encontra com os amigos para colocar a conversa em dia, com a família para compartilhar as alegrias e tristezas do cotidiano, ou simplesmente para ter um momento de paz consigo mesmo.
Mais do que um simples gole, o cafezinho é um convite à pausa, à reflexão. É a oportunidade de desacelerar um pouco em meio à correria do dia a dia e apreciar as pequenas coisas da vida. É a chance de saborear o aroma reconfortante, sentir o calor da xícara nas mãos e se deixar levar pelo sabor marcante.
O cafezinho também é um símbolo da nossa cultura, da nossa brasilidade. É a bebida que está presente nas mesas dos barzinhos, nas rodas de samba, nas casas simples e nos restaurantes mais sofisticados. É a bebida que nos une, que nos faz sentir em casa.
Mas o cafezinho não é apenas sobre o ato de beber. É também sobre os momentos que ele cria, as pessoas que ele reúne e as histórias que ele conta. É sobre a família reunida na mesa do café da manhã, os amigos dividindo um cafezinho depois do trabalho, o casal tomando um cafezinho à noite para relaxar.
Então, da próxima vez que você for tomar um cafezinho, lembre-se: você não está apenas bebendo uma bebida. Você está participando de um ritual, celebrando a vida e se conectando com as pessoas que você ama. Porque o cafezinho, na verdade, é muito mais do que café.
Alternativas
Q4105398 Português
Complete as lacunas com base na ortografia oficial.

1) Me__erica.
2) __U__U.
3) AVI__AR.
4) CAN__ICA.
Alternativas
Q4105397 Português
Identifique as figuras de linguagem das frases.

Coluna 1 Figuras de linguagem
1. catacrese
2. comparação
3. metáfora
4. metonímia

Coluna 2 Frases
( ) Ela era esbelta tal qual sua irmã.
( ) O atleta teve cãibra na batata da perna.
( )Ele é a melhor analista deste escritório.
( ) Minha vó é um anjo para todos nós! 

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4105396 Português
Analise o texto a seguir:

Finalmente decidiram fazer uma viagem..........Minas.
O pacote incluindo hotel e traslado poderá ser pago..... prazo ou........vista.
O prazo para adesão termina......15h.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto. 
Alternativas
Q4105395 Português
Assinale a alternativa correta, considerando-se a norma culta. 
Alternativas
Q4105394 Português
No trecho:

“E maçãs vermelhas, enormes cenouras amarelas, redondos tomates de pele quase estalando, chuchus de um verde líquido, abacaxis malignos na sua selvageria, laranjas alaranjadas e calmas, maxixes eriçados como porcos-espinhos, pepinos que se fechavam duros sobre a própria carne aquosa...”,

o uso das vírgulas dá-se pela seguinte regra: 
Alternativas
Q4105393 Português
Leia o poema abaixo, de augusto dos Anjos, para responder à questão:

Debaixo do tamarindo

No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!

Hoje, esta árvore de amplos agasalhos
Guarda, como uma caixa derradeira,
O passado da flora brasileira
E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relógios
De minha vida, e a voz dos necrológios
Gritar nos noticiários que eu morri,

Voltando à pátria da homogeneidade,
Abraçada com a própria Eternidade,
A minha sombra há de ficar aqui!
A palavra esta, sublinhada, no primeiro verso da segunda estrofe, está corretamente empregada. Não ocorre o mesmo em: 
Alternativas
Q4105392 Português
Leia o poema abaixo, de augusto dos Anjos, para responder à questão:

Debaixo do tamarindo

No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!

Hoje, esta árvore de amplos agasalhos
Guarda, como uma caixa derradeira,
O passado da flora brasileira
E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relógios
De minha vida, e a voz dos necrológios
Gritar nos noticiários que eu morri,

Voltando à pátria da homogeneidade,
Abraçada com a própria Eternidade,
A minha sombra há de ficar aqui!
No primeiro verso da última estrofe, em destaque, temos o uso de acento indicativo de crase pela seguinte regra:  
Alternativas
Q4105391 Português
Leia o poema abaixo, de augusto dos Anjos, para responder à questão:

Debaixo do tamarindo

No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!

Hoje, esta árvore de amplos agasalhos
Guarda, como uma caixa derradeira,
O passado da flora brasileira
E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relógios
De minha vida, e a voz dos necrológios
Gritar nos noticiários que eu morri,

Voltando à pátria da homogeneidade,
Abraçada com a própria Eternidade,
A minha sombra há de ficar aqui!
Os versos, em destaque, na primeira estrofe, apresentam a seguinte figura de pensamento: 
Alternativas
Q3990809 Português

Considere as três orações acerca dos sinais de pontuação e assinale a alternativa CORRETA:



I. Efetivamente, conheço esse homem.


II. A prefeitura, promoverá o concurso


III. Olha, Fabrício, você é um grande gestor. 

Alternativas
Q3990808 Português

Complete adequadamente os espaços e assinale a alternativa CORRETA:



Encontraram a criança na ______ de brinquedos.


A _____ da Câmara aprovou o projeto.


Os pais concordaram com a _______ de livros à biblioteca.


A firma possuía um ________ administrador.


Ele nem entendeu o ________ que causou a todos nós. 

Alternativas
Q3990807 Português
Os termos acessórios são aqueles cuja função, na oração, é acrescentar informações secundárias. Assinale a alternativa em que o texto destacado é complemento nominal:  
Alternativas
Q3990806 Português

Preencha as lacunas das seguintes frases e marque a opção que indica o uso correto da crase:



I. Isso cheira ___ querosene.


II. Eu estava disposto ___ viajar.


III. Nunca vou ___ festas.


IV. Deixou de ir ___ igreja.


V. Fui ___ Itália. 

Alternativas
Q3990805 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Em “Todo cidadão tem direitos e deveres”. A palavra TODO é: 
Alternativas
Q3990804 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Não há mais espaços vazios em torno dela.” Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a concordância verbal:
Alternativas
Q3990803 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

De acordo com a frase: “Nunca me senti estrangeiro como neste hotel”. Podemos inferir que: 
Alternativas
Q3990802 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Apenas imaginei – a sobre o asfalto da 23 de maio.” O pronome desta frase classifica – se sintaticamente como:
Alternativas
Q3990800 Português
Assinale a opção que contém a função sintática da expressão em destaque na frase: “A leitura é a base da arte de redigir.”.
Alternativas
Respostas
43581: E
43582: X
43583: B
43584: D
43585: C
43586: D
43587: D
43588: C
43589: D
43590: A
43591: B
43592: C
43593: A
43594: A
43595: C
43596: B
43597: C
43598: D
43599: A
43600: A