Questões de Concurso Sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem quer ser cientista?
Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]
Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]
Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]
Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]
MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto apresenta palavras formadas por prefixação e ocorrências de hífen em colocação pronominal, casos regidos por bases distintas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando essas regras, analise as afirmativas a seguir:
I. "Infraestrutura" dispensa hífen porque o prefixo "infra" termina em vogal diferente daquela que inicia o segundo elemento da palavra.
II. Em "tornar-se professor universitário", o hífen liga o pronome oblíquo átono ao verbo, emprego distinto daquele que ocorre em palavras compostas.
III. Caso o autor mencionasse a etapa que sucede o doutorado, deveria grafá-la "posdoutorado", pois o Acordo suprimiu o hífen após prefixos terminados em consoante.
IV. Caso o autor aludisse a pesquisas assinadas em parceria, a grafia "co-autoria" seria adequada, pois o hífen se mantém quando o prefixo é átono.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem quer ser cientista?
Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]
Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]
Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]
Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]
MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Considerando as regras de regência e o emprego dos pronomes relativos na norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.
"Embora os resultados preliminares fossem promissores, a comissão adotou postura parcimoniosa na formulação de recomendações, evitando conclusões que ultrapassassem as evidências disponíveis."
Um revisor sugeriu substituir o adjetivo "parcimoniosa" por outro termo que preservasse o sentido contextual, mantendo a ideia de moderação na apresentação das recomendações e evitando alterações na avaliação expressa pelo texto.
Considerando as relações de sinonímia contextual, assinale a alternativa que apresenta a substituição CORRETA.
Considerando a conjugação verbal na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAMENTE grafadas.
Considerando os efeitos semânticos da anteposição e da posposição dos adjetivos na língua portuguesa, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as regras de emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando os processos de formação de palavras na língua portuguesa, assinale a alternativa em que todos os substantivos apresentados são exemplos de derivação regressiva.
Considerando as regras de concordância verbal da norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as regras ortográficas vigentes, assinale a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAMENTE grafadas.
"Os pesquisadores que participaram da primeira etapa receberam os resultados preliminares."
Durante a revisão, sugeriu-se inserir vírgulas antes e depois da oração "que participaram da primeira etapa", sem modificar as demais palavras. O revisor observou que essa alteração produziria uma diferença relevante na interpretação do grupo mencionado.
Considerando os efeitos sintáticos e semânticos da pontuação, assinale a alternativa CORRETA.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo
Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.
A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.
O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.
Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.
A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.
Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.
A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.
Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.
A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).