Questões de Concurso
Sobre pronomes pessoais retos em português
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No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto. Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa. Eliseu: profeta bíblico Assinale a alternativa correta.
Animais de estimação
O homem tem bicho de estimação desde que vivia nas cavernas. Hoje, porém, os animais domésticos alcançaram status de membro da família. Existe um mercado voltado para eles que vem crescendo muito. As pessoas sentem-se mais sós e os animais de estimação passaram a ser excelentes companhias. Muitos casais preferem criar um animal a ter um filho, alegando que o amor aos animais é completamente diferente do amor entre humanos: não tem cobrança nem críticas.
Há os que afirmam receber mais amor e compreensão dos bichos do que dos filhos ou amigos.
(http://www.mulher.uol.com.br/comportamento. Acesso em 04.07.2015. Adaptado)
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, para as afirmações abaixo, sobre o seguinte fragmento do texto:
Nossos direitos aqui foram suprimidos. (l. 17)
( ) Seria mantida a correção gramatical e o sentido original do período caso fosse reescrita da seguinte forma: Houve supreção de direitos aqui.
( ) No fragmento acima, identifica-se voz passiva.
( ) O vocábulo aqui não pode ser retirado do período, sob pena de promover uma alteração significativa no enunciado.
( ) A presença do leitor no fragmento está amparada no pronome pessoal utilizado no fragmento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Essa blusa é para________ e não para minha irmã.
II. Um sorriso é a menor distância entre________ e você.
III. Na gravidez, seria muito difícil para________fazer um curso de inglês.
A questão a seguir refere-se ao texto acima:
Assinale a opção em que o termo destacado NÃO pertence à mesma classe de palavras dos destacados nas demais opções:
A questão a seguir refere-se ao texto acima:
Quanto à estrutura do texto, assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO foi identificado corretamente:

Texto 1 – Mandamentos do consumismo I
A publicidade cerca-nos de todos os lados - na TV, nas ruas, nas revistas e nos jornais – e força-nos a ser mais consumidores que cidadãos. Hoje, tudo se reduz a uma questão de marketing. Uma empresa de alimentos geneticamente modificados pode comprometer a saúde de milhões de pessoas. Não tem a menor importância, se uma boa máquina publicitária for capaz de tornar a sua marca bem aceita entre os consumidores. Isso vale também para o refrigerante que descalcifica os ossos, corrói os dentes, engorda e cria dependência. Ao bebê-lo, um bando de jovens exultantes sugere que, no líquido borbulhante, encontra-se o elixir da suprema felicidade.
A sociedade de consumo é religiosa às avessas. Quase não há clipe publicitário que deixe de valorizar um dos sete pecados capitais: soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Capital significa cabeça. Ensina meu confrade Tomás de Aquino (1225-1274) que são capitais os pecados que nos fazem perder a cabeça e dos quais derivam inúmeros males.
A soberba faz-se presente na publicidade que exalta o ego, como o feliz proprietário de um carro de linhas arrojadas ou um portador de cartão de crédito que funciona como a chave capaz de abrir todas as portas do desejo. A inveja faz as crianças disputarem qual de suas famílias tem o melhor veículo. A ira caracteriza o nipônico quebrando o televisor por não ter adquirido algo de melhor qualidade. A preguiça está a um passo dessas sandálias que convidam a um passeio de lancha ou abrem as portas da fama com direito a uma confortável casa com piscina. A avareza reina em todas as poupanças e no estímulo aos prêmios de carnês. A gula, nos produtos alimentícios e nas lanchonetes que oferecem muito colesterol em sanduíches piramidais. A luxúria, na associação entre a mercadoria e as fantasias eróticas: a cerveja espumante identificada com mulheres que exibem seus corpos em reduzidos biquínis. (Frei Betto, 08/05/2011)
Se, em lugar do pronome “nós”, empregássemos o pronome “eles”, as formas sublinhadas deveriam ser substituídas, respectivamente, por:
Para responder à questão, leia a tirinha abaixo.

Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


Indique a opção incorreta no que diz respeito às estruturas linguísticas do texto.
Leia com atenção o texto abaixo.

Assinale a opção incorreta a respeito do uso das estruturas linguísticas do texto.

