Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais oblíquos em português

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Q330528 Português

   MAQUINOMEM
O homem esposou a máquina
e gerou um híbrido estranho:
um cronômetro no peito
e um dínamo no crânio.
As hemácias de seu sangue
são redondos algarismos.

Crescem cactos estatísticos
em seus abstratos jardins.

Exato planejamento,
a vida do maquinomem.
Trepidam as engrenagens
no esforço das realizações.

Em seu íntimo ignorado,
há uma estranha prisioneira,
cujos gritos estremecem
a metálica estrutura;
há reflexos flamejantes
de uma luz imponderável
que perturbam a frieza
do blindado maquinomem.

Helena Kolody


gerou um híbrido estranho - estremecem a metálica estrutura - perturbam a frieza do blindado maquinomem

Substituindo-se os elementos grifados acima por um pronome, com os necessários ajustes, o resultado correto será, respectivamente:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SUDECO Prova: FUNCAB - 2013 - SUDECO - Contador |
Q325612 Português
A substituição do complemento verbal em destaque por um pronome átono ocasiona ERRO de regência verbal em:

Alternativas
Q324812 Português
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada corretamente em:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: AL-PB Prova: FCC - 2013 - AL-PB - Assistente Legislativo |
Q322782 Português
Segundo pesquisas, os adolescentes consomem doces e refrigerantes em excesso.

Considerados os necessários ajustes, a substituição do segmento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo correto em
Alternativas
Q322399 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 6 a 10.

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A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada corretamente em:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2013 - PC-SP - Perito Criminal |
Q318026 Português
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

____________________décadas tenho privado com alcoólatras em vários estágios de dependência. Todos resistentes a tratamento. Um deles nem admitia o assunto, mesmo quando os vômitos matinais de sangue já tornavam sua situação desesperadora. A eventualidade de uma internação, com a interrupção do fornecimento de bebida, lhe era intolerável.
            Quando se trata de álcool, a dependência leva anos para se instalar, durante os quais o bebedor tem tempo para constituir família, aprender um ofício e afirmar-se profissionalmente – até que a progressão da doença acabe com tudo. ___________vezes, uma última centelha de consciência ____________ faz procurar ajuda. Se esta __________ a tempo, e o processo destrutivo for interrompido e controlado, a pessoa, com esforço e sorte, pode retomar sua vida e tentar devolvê-la ao que era antes de a dependência ter se instalado.
(Ruy Castro, “Sem começo ou meio”. Folha de S.Paulo, 17.10.2012. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q312952 Português
Leia o texto da tira, para responder às questões de números 19 e 20.

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Assinale a alternativa em que a nova redação dada a frases da tira está de acordo com a norma-padrão de regência e de emprego de pronome.

Alternativas
Q312481 Português
Assinale a alternativa em que o complemento do verbo transitivo da frase foi, de acordo com a norma-padrão e as regras de colocação pronominal, corretamente substituído por um pronome oblíquo.
Alternativas
Q311513 Português
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Acerca das estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsecutivos.
A posposição do pronome “se” ao verbo em “colher-se-ia” (L.8) — colheria-se — comprometeria a correção gramatical do trecho.
Alternativas
Q308324 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” - (C) OU “ERRADO” - (E)
Em “Não se deve exigir do advogado qualquer tipo de procedimento para o exercício de um direito previsto legalmente”, no sintagma verbal destacado há um pronome proclítico, exigido pela palavra não. No entanto, por se tratar de uma locução verbal, o pronome oblíquo pode ser deslocado para depois do verbo principal ou ainda para o meio da locução verbal. (Extraído da Revista Visão Jurídica, número 82, p. 11).
Alternativas
Q307954 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Os complementos dos verbos transitivos dos trechos transcritos foram, de acordo com a norma-padrão, corretamente substituídos por pronomes oblíquos, EXCETO na alternativa:

Alternativas
Q304460 Português
A substituição do termo grifado por um pronome, com as necessárias alterações, foi efetuada de modo INCORRETO em:

Alternativas
Q303375 Português
       Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama simbólico. 
      Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas, sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos. 
      Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, distinguiam- se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá, segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar muito exercitado seria perceptível o sinal. 

      (Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
Alternativas
Q303259 Português
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Julgue os próximos itens, relativos a aspectos linguísticos dos
fragmentos de texto apresentados.
No fragmento II, estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserido, logo após a forma verbal “dizendo” (L.9), o pronome lhe -- dizendo-lhe -- elemento que exerceria a função de complemento indireto do verbo, retomando, por coesão, “Marconi” (L.8).
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UEG Órgão: PC-GO Prova: UEG - 2013 - PC-GO - Agente de Polícia |
Q302484 Português
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8.

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Na frase “Há filósofos e antropólogos que veem a violência como uma característica própria do mundo sagrado” (linha 37), o trecho sublinhado poderia, de acordo com a norma culta da língua, ser substituído por

Alternativas
Q302130 Português
A substituição do segmento grifado por um pronome, com os necessários ajustes, foi realizada corretamente em:
Alternativas
Q296941 Português
Considere o período abaixo.

Era a ideia que lhe fervia na cabeça.


A função sintática do termo destacado é

Alternativas
Q292312 Português
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Com relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto, julgue
os itens de 1 a 10.
Pela estruturação gramatical e pelos sentidos do texto, conclui-se que, em “torná-la” (L.11), a forma “la”, refere-se à expressão “essa matéria-prima” (L.10), que, por sua vez, retoma “petróleo” (L.8).
Alternativas
Q2992804 Português

A vida sem celular



De acordo com a norma-padrão, o exemplo do Texto I em que a substituição do termo destacado por um pronome pessoal resultaria em um caso de próclise obrigatória é:

Alternativas
Q2938217 Português

Dá para ter amigos de verdade na era do Facebook?

Amizades próximas e distantes existem desde a época do filósofo Aristóteles - e são igualmente importantes

para nossa vida. Como fazer amigos de verdade em tempos de redes sociais

MARCELA BUSCATO, LUÍZA KARAM E ISABELLA AYUB


A internet e as redes sociais estão tornando as amizades superficiais? Para responder a essa pergunta, a escritora americana Arlynn Presser, de 51 anos, optou por uma solução radical: conhecer pessoalmente, um a um, todos os seus 325 amigos virtuais. Ela tomou a decisão ao terminar um casamento de 23 anos, no mesmo momento em que vivia a síndrome de “ninho vazio” – seus dois filhos, Joseph, de 23 anos, e Eastman, de 19,haviam saído de casa para iniciar a vida de adulto. “Eu me senti desconectada de minha família e percebi que dependia de meus amigos do Facebook”, disse Arlynn a ÉPOCA. “Mas quem eram aquelas pessoas? Seriam amigos de verdade, mesmo que eu não os visse com frequência ou, em alguns casos, sem nunca tê-los conhecido pessoalmente?”. De janeiro a dezembro de 2011, Arlynn deixou a pequena Winnetka, município de 12 mil habitantes no Estado americano de Illinois, e viajou por 51 cidades em 11 países. Em seu périplo, fez 45 voos, encontrou 292 amigos e superou um terrível inimigo interior – Arlynn sofre de um distúrbio de ansiedade que, nos últimos anos, a impedira de sair de casa. Ela reencontrou colegas dos tempos de escola e conheceu cara a cara seus adversários nos jogos virtuais. Alguns “amigos” não acharam tempo para Arlynn. Um exigiu que ela fosse sozinha a sua casa. Arlynn recusou. No balanço, diz que a experiência foi enriquecedora: “Senti-me muito próxima de algumas pessoas, mas percebi que sempre fica uma distância imposta pela internet”. Arlynn iluminou um pouco mais sua vida, mas não decifrou o enigma da amizade em tempos de redes sociais. “Virou lugar-comum pensar que a versão virtual das relações é inferior ao correspondente real”, escreveu o filósofo holandês Johnny Hartz Søraker. “Essa percepção, aliada à ideia de que os relacionamentos virtuais substituirão os presenciais, nos leva à conclusão de que devemos concentrar esforços nas amizades reais em vez de procurar substitutas virtuais.” Essa visão, diz Søraker, professor da Universidade de Twente, não é inteiramente verdadeira. “É preciso considerar a possibilidade de as amizades virtuais suscitarem confiança e espalharem felicidade.” Os limites da amizade via internet ainda não estão definidos – e são objeto de intensa controvérsia, teórica e prática. Filósofos como Søraker especulam sobre o futuro da amizade e das relações humanas. Pessoas comuns como os 54 milhões de brasileiros inscritos no Facebook se perguntam se aquilo que elas fazem todos os dias, se as horas que dedicam ao trato e à troca com pessoas que nunca olharam nos olhos são apenas uma perversão digital do mais nobre dos afetos humanos. Os amigos do Facebook são desbravadores que responderão, na prática, à pergunta definitiva: é possível criar amizades verdadeiras pela internet e cultivá-las à distância? Ou, na verdade, as redes sociais estão nos isolando atrás da tela do computador?

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/09/da-para-ter-amigos-de-verdade-na-era-do-facebook.html (acesso em 22/09/2012)

Analise as proposições a seguir:

I – As palavras “controvérsia”, “teórica” e “prática”, retiradas do texto, são acentuadas por serem todas proparoxítonas.

II – No texto, deve-se ler o número 51 flexionado em relação à palavra “cidades”.

III – Em “(…) mesmo que eu não os visse com frequência, (…)”, o pronome oblíquo átono retoma “(…) seus dois filhos (…)”.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)

Alternativas
Respostas
1861: A
1862: E
1863: E
1864: A
1865: C
1866: A
1867: A
1868: A
1869: C
1870: C
1871: E
1872: D
1873: C
1874: C
1875: A
1876: C
1877: A
1878: C
1879: D
1880: C