Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais oblíquos em português

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Q4246190 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida corretamente com "mim", de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4246187 Português
"Ter opiniões é estar vendido a si mesmo. Não ter opiniões é existir. Ter todas as opiniões é ser poeta." (Fernando Pessoa)

Reescrevendo a parte destacada do pensamento acima fazendo referência a "elas" (terceira pessoa do plural no feminino), fica correta a seguinte construção: 
Alternativas
Q4245004 Português
A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-
gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta
prova).  
Assinale a alternativa na qual a palavra “se”, sublinhada nos trechos a seguir, retirados do texto, NÃO tenha sido empregada como pronome pessoal.
Alternativas
Q4244810 Português

Radioactive: quem foi Marie Curie, cientista retratada no novo sucesso da Netflix


Personagem principal do filme “Radioactive”, Marie Curie tem uma história impressionante. Conheça a trajetória dessa cientista!



    Cientista premiada nas categorias Física e Química, Marie Curie é a única mulher a ter recebido dois prêmios Nobel e a única pessoa a ser premiada em duas áreas científicas diferentes. Um dos motivos pelos quais Marie Curie se tornou conhecida como uma grande cientista foi quando estudou o urânio, com seu marido, Pierre Curie. Marie usou, pela primeira vez, o termo “radioatividade”, referindo-se à descoberta feita pelo cientista Henri Becquerel. Os Curie descobriram que o urânio emitia radiação pelos próprios átomos, não por alguma interação molecular. Marie Curie prosseguiu na pesquisa com os minérios de urânio e, em 1898, descobriu dois novos elementos químicos, o polônio, nomeado em homenagem a seu país natal, e o rádio.

    Sua pesquisa lhe rendeu o prêmio Nobel de Física e também o de Química. Em 1903, Marie Curie recebeu a honra com seu marido, Pierre Curie, e com o cientista segunda premiação veio em 1911, pela descoberta dos elementos polônio e rádio.

    Rapidamente, Marie Curie desenvolveu aplicações médicas para suas descobertas. Na Primeira Guerra Mundial, Curie montou unidades móveis de raio-x. Estima-se que o esforço de Curie tenha sido o responsável pelas radiografias de mais de um milhão de soldados. Suas histórias de guerra são relatadas no livro Radiologia na Guerra, lançado em 1919.

    Seus trabalhos foram um sucesso e suas pesquisas corriam a todo vapor, mas não se sabia ainda do perigo de ter contato com a radiação. Assim, Marie Curie não tomava nenhum cuidado específico ao lidar com os elementos. Andava com tubos de ensaio com amostras de rádio em seu bolso de jaleco, fazia diversas radiografias sem a devida proteção e com isso passou anos sendo contaminada.

    Após anos de contaminação, Curie faleceu. Algumas fontes atribuem sua morte à leucemia, outras à anemia a plástica, mas a própria Curie atribuía a doença à exposição aos raios-x durante a guerra. De fato, uma análise de seus restos mortais em 1995 mostrou que seu corpo não apresentava vestígios de Rádio. Os livros de anotações de Marie Curie, por outro lado, contam com alto nível de radiação e devem ser pegos com a devida proteção.

A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.



Na oração “Sua pesquisa lhe rendeu o prêmio Nobel de Física e também o de Química.”, o pronome “lhe” poderia ser substituído, sem alteração de sentido, pelo pronome a.

Alternativas
Q4244185 Português

Os medos que nos definem


Por Tríssia Ordovás Sartori



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o emprego da palavra “se” e suas diferentes funções na construção das frases e orações, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em “Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta”, “se” é pronome reflexivo.
( ) Em “o leitor se depara com ‘Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem’”, “se” é índice de indeterminação do sujeito. ( ) Em “para ver se as pessoas ao redor topam entrar no nosso mundo”, “se” é conjunção integrante.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4243420 Português

        Uma das melhores e mais antigas formas de se ensinar e aprender é por meio de histórias e experiências vividas. Histórias, mitos ou contos, essas preciosas bagagens da experiência humana com a vida, são coisas que podem e devem nos ajudar. Por sobre esses nossos tempos líquidos, como os chama Bauman, as literaturas podem atravessar, ilustrando os anseios das eras, revelando o que de constante ressoa na alma humana. Ainda mais se falarmos dos clássicos, diria Ítalo Calvino, esses livros que relemos e que nos releem.


PEREIRA, André Rodrigues. A porta sem trancas nem fechaduras.

Brasília: Editora IFB, 2016, p 29.



De acordo com os aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.

O pronome oblíquo “os” é objeto direto da forma verbal “chama” e refere-se a “esses nossos tempos líquidos”.
Alternativas
Q4239895 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

Analise: “Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado” e assinale a alternativa correta sobre o pronome “se” nesta oração.
Alternativas
Q4239383 Português

Leia o texto que segue e responda à questão



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O vocábulo “dele” (linha 05) se refere a: 
Alternativas
Q4231875 Português
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4231792 Português
TEXTO I

A ilusão do atalho

Não há melhora da qualificação, da infraestrutura, do ambiente jurídico, da concorrência, mas acredita-se que uma canetada vai tornar todo mundo mais rico

Rodrigo Constantino

   “Quando as pessoas querem o impossível, somente os mentirosos podem satisfazê-las”, disse Thomas Sowell. O grande pensador americano dedicou sua vida a expor falácias econômicas, mas, infelizmente, muitos se recusam a compreender a realidade como ela é. Preferem acreditar em mentiras, em ilusões, e isso é um prato cheio para políticos populistas. O fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho aprovados na Câmara ilustram bem isso.
     Do ponto de vista político, a base governista preparou uma armadilha em ano eleitoral, e boa parte da oposição se viu numa sinuca de bico, votando junto para não ser acusada de “inimiga do trabalhador”. Do ponto de vista econômico, porém, essas mudanças representam uma ameaça concreta ao próprio trabalhador, além da perda da liberdade de escolha.
    O Partido Novo, que votou contra as mudanças, publicou uma justificativa bastante razoável para sua postura: “O Novo é favorável ao fim da escala 6x1 para todo trabalhador que não deseja trabalhar nesse regime. Porém querem proibir a escala 6x1 – mesmo para quem quer trabalhar mais dias na semana. Essa proibição não resolve o problema das nossas leis trabalhistas defasadas. Também não resolve a pobreza e ainda aumenta o preço de tudo. Trata-se de uma medida eleitoreira”.
    Milhares de brasileiros vão para o exterior em busca de oportunidades melhores de trabalho. Nenhum destes países tem leis trabalhistas como a CLT. Dever-se-ia, então, copiar deles o que dá certo lá: liberdade e flexibilidade. Nos Estados Unidos, o trabalhador não goza das “conquistas trabalhistas” existentes no Brasil. Sequer há férias remuneradas, muito menos 13º salário, vale-alimentação ou vale-transporte. Não obstante, o trabalhador americano faz, na média, cinco a seis vezes mais dinheiro do que o brasileiro.
   O segredo está na produtividade, assim como no dinamismo do mercado de trabalho, com mais competição entre as empresas. Se a qualidade de vida do trabalhador dependesse de canetada do Estado, não haveria mais pobres no mundo! Ironicamente, há mais pobreza justamente onde existe mais controle estatal, mais “benesses” decretadas pelo governo com apoio de sindicatos. 
    A proposta de Erika Hilton (PSOL – RJ) sequer teve estudo de impacto econômico. É pura demagogia! Com isso, gerou-se uma espécie de “monopólio das boas intenções”. Quem não fosse favorável aos meios propostos só poderia ser contra os fins, ou seja, dar maior qualidade de vida aos trabalhadores. Mas isso é balela, uma falácia argumentativa de quem prefere fugir da realidade e viver de discursos.
   Se bastasse “vontade política” para resolver os problemas, o governo poderia logo decretar um salário-mínimo de R$ 5 mil, para garantir uma vida digna a todos. Na prática, porém, até economistas ligados ao governo entendem que isso geraria somente mais desemprego e informalidade, um problema enorme no Brasil. Reduzir na marra a quantidade de horas trabalhadas sem mexer no salário produz o mesmo efeito. É uma ilusão que parte da premissa de que o patrão é um explorador e o trabalhador necessita da proteção estatal.
   Em suma, os defensores da PEC estão vendendo uma ilusão: a de que o brasileiro será capaz de produzir mais riqueza trabalhando menos, nas mesmíssimas condições existentes, que ajudam a manter a produtividade do trabalhador em patamar reduzido. Não há melhora da qualificação, da infraestrutura, do ambiente jurídico, da concorrência, mas acredita-se que uma canetada vai tornar todo mundo mais rico da noite para o dia.
  Há quem pense que pode substituir a leitura séria e dedicada por livrinhos de resumos dos pensamentos filosóficos, achando que, assim, terá absorvido de fato o estoque de conhecimento existente no mundo. Há quem acredite que basta tomar anabolizante para ficar forte, dispensando o treino muscular intenso. Existem aqueles que juram que uma canetinha emagrecedora resolve tudo, sem a necessidade de uma reeducação alimentar. Enfim, muitos buscam desesperadamente um atalho, ignorando seus efeitos colaterais, as consequências de longo prazo, a realidade.
    Mas a realidade sempre se impõe. O Brasil não tem um enorme problema de miséria e informalidade, além da dependência de milhões de pessoas das esmolas estatais, por acaso. Isso é obra de décadas de medidas populistas, fruto de uma mentalidade que clama por vantagens estatais. Ver a situação e parte da oposição unidas em prol de mais uma medida populista nos remete ao sombrio diagnóstico de Roberto Campos: “o Brasil não corre o menor risco de dar certo!”


Fonte: CONSTANTINO, Rodrigo. Experimento Social Fracassado. Ed. 294. Revista Oeste. (adaptado) https://revistaoeste.com/revista/edicao-324/a-ilusao-do-atalho/ 
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação incorreta em relação a um dos elementos constitutivos do texto I.
Alternativas
Q4231736 Português
Atenção: Considere o texto do filósofo latino Sêneca para responder à questão. 


    A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, o que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insídias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.


(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.21-22)
Quando se quer chamar a atenção para o objeto direto que precede o verbo, costuma-se repeti-lo. É o que se chama objeto direto pleonástico. Nele, uma das formas é sempre um pronome pessoal átono.
(Adaptado de: CUNHA, Celso. Gramática essencial. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013, p. 86

Ocorre objeto direto pleonástico em:
Alternativas
Q4231086 Português
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional


Por Arthur Almeida









(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-apontaos-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Desconsiderando aspectos relacionados à referenciação, analise as seguintes assertivas sobre a troca de “a felicidade” por um pronome na frase abaixo, retirada do texto:
“O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais”.

I. A expressão “a felicidade” poderia ser substituída por “-la”, desde que o verbo “compreender” assumisse a forma “compreendê-la”.
II. O pronome oblíquo “lhe” seria adequado para substituir “a felicidade”.
III. A expressão “a ela” não seria adequado para substituir “a felicidade”, pois, segundo a norma-padrão, deve-se evitar o uso de preposição antes de pronome pessoal reto.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q4230860 Português
Saiba como evitar a autossabotagem


Por Erica Sweeney


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(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebroquando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
Para responder à questão, considere o seguinte fragmento do texto:

“comportamentos que parecem protetores no momento — adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se ____ conta”.

No fragmento supracitado, o pronome “lhes” retoma:
Alternativas
Q4230497 Português
Leia-o atentamente antes de respondê-la

Das livres passagem criadas a partir do Texto, assinale a alternativa em que a colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q4227212 Português

Analise a frase abaixo para responder à questão.


“… convém pensarmos desde já se utilizamos ‘este dom de viver’ da maneira mais digna”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa em que os termos destacados na frase acima são devidamente substituídos por um pronome pessoal. 
Alternativas
Q4227020 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.

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Disponível em https://news.un.org/pt/story/2023/05/1813512 Acessado em 01/05/2023. Texto adaptado
A palavra sublinhada é pronome em
Alternativas
Q4226827 Português

Analise a frase abaixo para responder à questão.


“... é preciso que conserve ‘a mesma batida de sua braçada’”. 

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa em que os termos destacados na frase acima são devidamente substituídos por um pronome pessoal. 
Alternativas
Q4226649 Português
Texto 2 


Registros produzidos diariamente pelos sistemas nacionais de informação em saúde vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), vêm sendo transformados em uma poderosa ferramenta para municiar políticas públicas, medir a efetividade de vacinas, identificar desigualdades sociais e detectar precocemente surtos infecciosos. Segundo o médico imunologista Manoel BarralNetto, pesquisador da Fiocruz, na Bahia, o Brasil reúne condições excepcionais para esse tipo de investigação por possuir um dos maiores acervos de dados em saúde do mundo, acumulado ao longo de décadas e abrangendo quase toda a população.

“O desafio é transformar esses dados em conhecimento útil para melhorar a saúde da população”, afirmou Barral-Netto.

Esse patrimônio informacional inclui registros nacionais de nascimentos, óbitos, internações hospitalares, vacinação, atenção primária e vigilância epidemiológica, organizados em bases consolidadas desde a criação do Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), em 1991. O Datasus é o órgão do Ministério da Saúde responsável por desenvolver, manter e integrar os sistemas nacionais de informação em saúde do SUS. (ARANTES, José Tadeu. Grandes bases de dados em saúde permitem construir políticas públicas baseadas em evidências. Agência FAPESP, 29 jun. 2026. Disponível em: Agência FAPESP Acesso em: 12 jun. 20)

"O desafio é transformar esses dados em conhecimento útil para melhorar a saúde da população."
“Esse patrimônio informacional inclui registros nacionais de nascimentos, óbitos, internações hospitalares, vacinação, atenção primária e vigilância epidemiológica (...)."

A respeito do emprego e da colocação dos pronomes, assinale a alternativa correta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4226612 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



    A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.


    “É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.  


    “É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”. 


    Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.


    O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.

(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.

Adaptado).

Assinale a alternativa cuja frase emprega o pronome de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4226244 Português
A saudade é azul





(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2026/06/asaudade-e-azul-cmqfm2azy009p012tf5834oau.html – texto adaptado especialmente para esta prova).




No trecho “Daí, penso neste azul que nos separa de amigos queridos”, retirado do texto, são palavras que pertencem à classe dos pronomes, EXCETO:
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: A
24: E
25: D
26: C
27: B
28: E
29: C
30: D
31: E
32: D
33: C
34: A
35: A
36: D
37: A
38: B
39: D
40: A