Questões de Concurso
Comentadas sobre pronomes indefinidos em português
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“Provavelmente, você conhece alguns destes eventos relacionados à famosa Guerra de Troia, adaptada para as telonas recentemente no filme de Christopher Nolan. O que talvez você não saiba é que nenhum deles é contado em detalhes nem em A Ilíada nem em A Odisseia”.
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classe gramatical das palavras sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto.
“Independentemente da resposta, o prazer está presente em qualquer iniciativa”.

• “Por outro lado, pupilas muito dilatadas podem indicar excitação, medo ou surpresa”.
• “Em muitos casos, o gato está simplesmente descansando”.
Os vocábulos “muito” e “muitos”, nos trechos acima, são classificados, respectivamente, como:
O texto a seguir refere-se à questão.
Texto 2

Fonte: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/11/21/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml
Primeira coluna: classes gramaticais
1.Adjetivo (locução)
2.Advérbio
3.Pronome indefinido
Segunda coluna: expressões
(__)Fale com os demais antes de tomar qualquer decisão.
(__)Que pessoa legal, ela acolhe demais!
(__)Como há candidatos de mais e poucas vagas, o processo de seleção será mais longo.
(__)Vírgulas de mais atrapalham a coesão textual.
(__)Fuja de pessoas que falam demais e ouvem de menos.
(__)Trouxe as demais para devolver. Não precisarei dessas fotografias.
Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
TEXTO 1
Em tempos de fórmulas, roteiros e dicas demais sobre como conquistar alguém, vou na direção contrária e evito qualquer coisa que pregue joguinhos, métodos baseados em frieza e desinteresse, chá de sumiço e essa baboseira toda.
Sou dos que simplificam tudo, mesmo as relações humanas sendo tão complexas.
Digo com todas as letras o que sinto.
Demonstro com todas as atitudes necessárias.
Mostro, comprovo, deixo completamente entendido.
Vai soar emocionado demais? Não ligo.
Vai parecer que sou fraco e vão tentar se aproveitar do que sinto?
Amadureci o bastante para saber identificar sinais e me proteger.
Vão fugir de mim, porque, hoje em dia, muita gente não sabe lidar com essa coragem? Livramento meu.
Ou vivo algo bacana, ou me poupo de viver algo que não vai me trazer o que mereço.
Ser fiel àquilo que sou é sempre um excelente jeito de resolver as coisas. Recomendo.
Fernandes, Victor. Pra você que é emocionado. São Paulo: Planeta do Brasil, 2024.
Na frase acima, a palavra “mais” é empregada três vezes, possuindo diferentes classificações gramaticais, que são, respectivamente:
A lua semeava crisântemos
Recordo, sem nenhuma saudade, o tempo que passei redigindo anúncios. O leitor comum não pode imaginar que um pequeno anúncio é tão trabalhoso como um soneto.
Foram os americanos que fixaram as normas do anúncio comercial. E essas normas funcionam. O redator tem de respeitar estes e aqueles princípios, tocar nestes e naqueles pontos. São regras fáceis de decorar e difíceis de aplicar. Claro que vale muito "bolar" alguma novidade para atrair ou prender o leitor, mas isto dentro de certos limites. O publicitário tem de examinar a frase depois de escrita, pesar sua força, limpá-la de todo o supérfluo, imaginar o efeito psicológico que ela poderá ter. Deve estudar todos os elementos de que pode lançar mão para convencer o leitor, pensar em tudo que lhe vai sugerir, despertar nele a vontade de comprar, apelando para o seu senso de economia, ou de conforto, ou sua vaidade, ou seu desejo de êxito social ou amoroso. E para isso, de acordo com o produto ou serviço que pretende vender, deve atender a mil pequenas circunstâncias, meditar sobre o estado psicológico do tipo de pessoa a que se dirige, nível social, sexo, idade, situação financeira, problemas, enfim uma interminável chateação.
Bons escritores brasileiros fizeram publicidade: basta citar Bilac e Alvaro Moreyra; mas não viviam disso. O primeiro verdadeiro profissional que eu conheci foi Orígenes Lessa, lá por 1933. Ele acabara de publicar Não há de ser nada, crônicas sobre o movimento de 1932, de que participara: trabalhava, se não me engano, na Thompson, e era casado com a mulher mais bonita de S. Paulo e provavelmente da América do Sul, chamada Elsie (Pinheiro) Lessa, essa mesma que ainda hoje escreve de vez em quando no O Globo. Vem daí, talvez, o prestígio que aos meus olhos sempre tiveram os homens de publicidade; além do mais, Orígenes falava inglês, coisa rara naquele tempo.
Hoje os grandes homens da publicidade nada têm com a literatura, e talvez mesmo a olhem com um certo desprezo condescendente. São figuras de alta prosa, que em geral nem usam nomes, mas apenas iniciais de misteriosos triunviratos — este é o P da GMP, aquele é o J da NRJ, assim por diante. Cavalheiros eminentes e ricos, jorges amados sem literatura, profetas de nosso capitalismo frenético.
Mas voltemos ao escritor comum que faz publicidade. Valerá de alguma coisa o treino publicitário com toda a sua minuciosa disciplina? Não lhe será esse “serviço militar” útil para desenvolver o senso de economia verbal, precisão, clareza? “Não”, me diz um deles, “emburra”. A menos que na hora de folga ele jogue tudo aquilo fora e se entregue à literatura mais solta, escrevendo coisas assim: “A lua de agosto semeava crisântemos e bicicletas verdes no abril de teu sonho de mariposa tonta…”
BRAGA, R. A lua semeava crisântemos. In: FILHO, D. P (Org.) Um cartão de Paris. Record, 1997, pp. 57-59. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16246/a-lua-semeava-crisantemos>.
Leia os versos de Cecília Meireles para responder à questão.
Quando meu rosto contemplo,
o espelho se despedaça:
por ver como passa o tempo
e o meu desgosto não passa.
Amargo campo da vida,
quem te semeou com dureza,
que os que não se matam de ira
morrem de pura tristeza?
(Cecília Meireles. Canções.
Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
No exemplo a seguir, dois conhecidos conversam sobre o serviço de ônibus da cidade:
L1 – mas como ∅ tá demorando hoje… hein?
L2 – só: … e quando ∅ chega… ainda vem todo sujo… fedorento…
L1 – isso sem falar no preço… que sobe todo mês… sem nenhuma vantagem prá gente…
(Ataliba T. de Castilho.
A Língua falada no Ensino de Português, 1998. Adaptado)
Brasileiros já podem solicitar autorização de viagem para o Reino Unido
Por Julia Buckley

(Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasileiros-ja-podem-solicitar-autorizacaode-viagem-para-reino-unido-veja-como/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
(__)O pronome indefinido "algum", quando posposto ao substantivo, tem valor afirmativo, significando "um entre vários".
(__)O pronome indefinido "cada" pode ser usado sem o artigo "um" para indicar totalidade, como em "cada uma das escolhas".
(__)O pronome "menos" é invariável, mas pode concordar em gênero e número dependendo do substantivo que acompanha.
(__)O pronome indefinido "todo", quando usado sem o artigo definido, assume o significado de "qualquer" ou "cada".
A sequência está correta em:
O presidente e o vice devem apreciar bastante a culinária portuguesa, pois, nos últimos dias, os dois foram vistos almoçando juntos num restaurante lusitano no centro da cidade com outros políticos do mesmo partido.
Os termos sublinhados são repetidos pela seguinte palavra ou expressão:
Texto 13

Disponível em: https://mpce.mp.br/institucional/centros-de-apoio-operacional/caosaude/
acoes-e-projetos/campanha-nem-um-nem-outro-cigarros-eletronicos.
De acordo com o texto 13 e com a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
