Questões de Concurso
Sobre problemas da língua culta em português
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I. Eu já estava me vestindo para o baile quando lembrei de que eu não tinha comprado o convite.
II. No mês que vem, me despedirei do meu atual serviço visando um salário melhor.
Agora, assinale a alternativa que corrige adequadamente tais sentenças.
I."Comece pelo_______________: como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir", Simon Sinek.
II."Poesia, ____________ não?", Márcio Tavares D´Amaral.
III."_____________ se não temos luz para ver, e uma cegueira branca nos atordoa, é a voz do poeta que estraçalha a noite", Márcio Tavares D´Amaral. IV."Irmão lhe chamaria, mas irmão ____________, se a vida nova se nutre de outros sais [...].", Carlos Drummond de Andrade.
A alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas é:
Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:


A palavra em destaque no período acima apresenta valor semântico de
Há muitos anos, diversos pesquisadores vêm estudando o comportamento dos felinos e não se sabe ainda o por quê de certas atitudes desses animais.
"Implorava por ajuda para fazer a tarefa que tinha sido passada por ela, __________ não estava entendendo nada. O que havia ali para ele estar tão reativo? Quando sentei para ajudá-lo, entendi o __________ do desgosto do menino. Aquela tarefa só podia ter sido elaborada por quem não gosta de poesia, ___________ era um intragável exercício de contar linhas, sílabas, versos, rimas, como se um poema fosse um pacote de regras e normas de versificação. Como se ligar a algo que é tão distante do prazer de 'afagar um cão'? Era preciso oferecer um antídoto urgente ao meu filho, mostrar que é possível gostar de poesia."
(Disponível em: https://revistacontinente.com.br/secoes/vespera/wislawa--porque-alguns-gostam-de-poesia. Acesso em 10 nov. 2024. Adaptado.)
Assinale a opção correta em relação ao uso do vocábulo destacado de acordo com sua posição na frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As casas feitas de lixo no deserto do Novo México
Nos belos e rigorosos planaltos desérticos do Estado americano do Novo México, é possível encontrar casas fantásticas e não convencionais que parecem ter saído de um filme de ficção científica.
Algumas dessas residências são esculturalmente arredondadas e chegam a lembrar palácios. Outras se parecem com templos antigos.
Elas foram criadas há quarenta anos e ficam na cidade de Taos e arredores. São casas ecológicas, conhecidas como naves terrestres − residências que atingiram o equilíbrio entre a emissão e a absorção de carbono, projetadas de forma sustentável e construídas principalmente com materiais naturais e resíduos, como pneus velhos, garrafas de vinho vazias, madeira e barro.
A construção das casas requer menos materiais de construção tóxicos ou emissores de carbono. Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo. Por isso, a procura por essas residências diferenciadas cresce em todo o mundo.
O arquiteto Michael Reynolds mudou-se para a cidade em 1969. Seu objetivo era "praticar motocross por diversão", segundo ele.
Agora, com 71 anos de idade, Reynolds conta que teve um momento de inspiração. "Um programa de TV americana falava sobre o desmatamento das florestas para extração de madeira, o que cria não só erosão, mas um problema de oxigênio, já que as árvores emitem oxigênio".
"O programa destacava sobre o que chamamos, hoje, de mudanças climáticas e aquecimento global. Eu vi todas aquelas latas de cerveja jogadas fora e perguntei: por que não construímos com latas de cerveja em vez de árvores?"
Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971, conquistando algum espaço no noticiário com sua singularidade. Mas ele ainda passou anos sendo considerado um maluco, não um arquiteto sério. "Era uma ideia meio ridícula, pura fantasia, mas segui adiante e avancei naquela direção".
E levou ainda muito tempo até que sua ideia conseguisse a aceitação do público.
"As casas pareciam muito esquisitas e ainda têm aparência estranha", ele conta. "Mas, agora, as pessoas entendem."
Ele destaca o aspecto financeiramente econômico de viver sem depender da rede elétrica. E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgnglmjrgyo.adaptado.
Assinale a opção correta em relação ao uso do vocábulo destacado de acordo com sua posição na frase.
"A origem da angústia pode estar ligada a questões.....resolvidas do sujeito, e que precisam ser compreendidas e trabalhada."
"Não sei ainda.....vou comprar o material escolar."
A alternativa que completa os espaços corretamente é:
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.
"Abriu os olhos, a aranha tecia. Um fio branco saído de suas entranhas unia-se a outros fios . Cecília igualou-se àquela criatura. Um estranho destino as unia naquele espaço. Pensou em Flora. Chamava-a assim por nunca ter entendido o ____________ do nome Floresta Brasileira que lhe deram. Quando se apresentaram, guardou um sorriso de deboche e de curiosidade, segurando a pergunta: ____________? Floresta a intrigava por causa da forma com que via o mundo. Via? Floresta não via, era cega. Movimentava-se nos espaços como se os soubesse por definição. Flora e Cecília, um dia o acaso as colocara frente a frente."
Miriam Alves, A cega e a negra, uma fábula. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/345-mi riam-alves-textos-selecionados. Acesso em: 02 nov. 2024. Adaptado.
Texto IV

DAVES, Jim. Garfield Disponível em: https://www.tirinhasengracadas.com.br/2018/04/gar . field-ele-e-bom.html.Acesso em: 14 ago. 2024.
Em “Eu sei onde tem chocolate ”, a expressão em destaque, nesse contexto, tem valor semântico de:
Os trechos que seguem são do conto "Restos de carnaval", de Clarice Lispector. Preencha as lacunas com porque , porquê , por que ou por quê.
"Não, não deste último carnaval. Mas não sei ___________ este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete."
"Ah, está se tornando difícil escrever. ________ sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz."
"Mas ________ exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico?"
O ........................ cirurgião proferiu a palestra para um auditório lotado.
Em outubro, a ........................ ficou em 0,56%.
Todos os produtos estão ........................ na nota fiscal.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das frases.

Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/05/atividade-portugues-sinonimos-antonimosanos-iniciais-com-tirinha.html. Acesso em: 21 out. 2024.
No primeiro quadrinho, o vocábulo “POR QUE” foi escrito separado e sem acento, pois
O cajueiro
O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas ____________ antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro _____________ da casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
Eu me lembro do outro cajueiro que era menor e morreu _____________ muito tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá-manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a meninada do bairro _____________ fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado da casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera: mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido. [...]
BRAGA, Rubem. Cem crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1956.
Os espaços em branco indicados no texto devem ser preenchidos, respectivamente, com
Leia a tirinha e responda a questão abaixo:

Analise a citação da tirinha:
“Não, por quê?”
Se a menina fosse responder a pergunta, com qual “porquê” ela iniciaria sua resposta?