Questões de Concurso Comentadas sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português

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Q2019896 Português
Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?

Caetano Veloso
"Por que você me deixa tão solto?". A palavra destacada acima apresenta outras formas de escritas. Nesse caso destacado são usadas em perguntas diretas ou indiretas.
ASSINALE a alternativa em que o emprego dessa palavra NÃO condiz com a norma culta. 
Alternativas
Q2019412 Português
Observe a tirinha, abaixo, e marque a alternativa que corresponde a forma correta de preencher as lacunas que aparecem, no diálogo, entre Armandinho e um adulto.
37.png (503×154)
Alternativas
Q2001018 Português

Monkeypox: histórico e chegada no Brasil 


O vírus da varíola de macacos (nome que será alterado, segundo orientações da OMS), também chamado de monkeypox, espalhou-se por mais de 40 países nos últimos meses e chegou ao Brasil no início de junho. Após a detecção de 10 casos suspeitos em várias cidades, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da cidade de São Paulo, confirmou, no início de junho, a identificação do vírus em um homem de 41 anos que havia viajado à Espanha e Portugal, países com número alto de casos, e sido internado no próprio hospital com sintomas da doença.

No dia 7 de junho de 2022, uma equipe do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, coordenada pela médica Ester Sabino, fez o sequenciamento genético - o primeiro no país - do vírus coletado das lesões de pele desse paciente. Completado em 18 horas, o resultado foi entregue às autoridades médicas e confirmado por análises laboratoriais. Publicado dois dias depois no site virological.org, o genoma foi comparado com outros 81 já registrados na base de dados GenBank e mostrou grande semelhança com os vírus que circulavam em Portugal, Alemanha, Estados Unidos e Espanha.

De origem ainda incerta, o monkeypox está solto pelo mundo - e infectando pessoas - há muito tempo. Identificado nos anos 1970 na República Democrática do Congo (RDC), chegou nas décadas seguintes à Nigéria e a outros países da África Ocidental. Em 2003, emergiu nos Estados Unidos e em 2018 e 2019 no Reino Unido, em Singapura e Israel.

De 2010 a 2019, em comparação com a década de 1970, o número de casos aumentou 10 vezes e as crianças cederam o lugar de grupo predominante de pessoas atingidas para os adultos com idade entre 20 e 40 anos. De maio até o dia 24 de junho de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 4.106 pessoas com esse vírus na Europa, Américas, Oriente Médio e Austrália.

"A disseminação do vírus era previsível porque os casos na África estavam aumentando e quase ninguém dava a devida atenção", comenta a virologista Clarissa Damaso, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e assessora do conselho da OMS para pesquisa com o vírus da varíola, erradicada mundialmente em 1980. "Houve uma negligência completa com o que se passa na África, como ocorreu antes com o vírus ebola, que causa surtos desde 1976 e só ganhou atenção em 2016, quando chegou à Europa e aos Estados Unidos".

O que ninguém esperava, segundo ela, é a chamada transmissão sustentada - ou comunitária - do vírus da varíola de macacos de uma pessoa para outras, ampliando o número de casos.

Descoberto em macacos em um laboratório da Dinamarca em 1958, embora infecte também roedores silvestres, o monkeypox causa uma doença similar à varíola, embora de menor gravidade, que começa com dor de cabeça e no corpo, febre e inchaço dos gânglios linfáticos debaixo do maxilar ou na nuca e culmina com a formação de pústulas - bolhas na pele - que liberam milhões de vírus quando se rompem. Como a varíola, também deixa marcas na pele.

O vírus da varíola de macacos é transmitido principalmente pelo contato com fluidos respiratórios, lesões, roupas ou objetos de pessoas infectadas. A letalidade (número de mortes em relação ao total de casos) varia de 10% na África Central a 3,6% na região oeste do continente. É menos que a letalidade média de 30% da varíola humana, de acordo com um estudo de revisão feito por pesquisadores da Holanda, Suíça, Alemanha e Estados Unidos, publicado em fevereiro deste ano na PLOS Neglected Tropical Diseases.

Os autores desse trabalho atribuem o avanço do monkeypox nas últimas décadas ao fim da imunização contra a varíola, em 1979. A vacina promovia uma proteção cruzada, que barrava também outros vírus do gênero Orthopoxvirus - quem não a recebeu, portanto, está mais suscetível que os vacinados.

Em 20 de maio, a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), braço da OMS, distribuiu um alerta epidemiológico com recomendações para a identificação do vírus e os cuidados médicos a serem tomados com as pessoas infectadas. Nos países com casos já registrados, os órgãos da saúde enfatizam que o atual surto pode ser contido com medidas de prevenção, que incluem o isolamento das pessoas infectadas e a higienização de suas roupas com água quente. O tratamento é feito com antivirais e medicamentos para combater os sintomas.

Seguindo a recomendação da OMS, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido começaram a usar a vacina contra varíola humana para imunizar as pessoas próximas a um caso confirmado e deter o monkeypox, de acordo com a revista Nature, de 8 de junho.


Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Varíola de macaco chega ao Brasil.Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa. fapesp.br/variola-de-macaco-chega-ao-brasil/ Acesso em 28 jun. 2022.

Analise as orações a seguir, no que diz respeito ao uso dos porquês em língua portuguesa:
I-A maioria das pessoas que tem varíola não fica muito doente. No entanto, a OMS descreveu o risco como moderado porquê a varíola está se espalhando em locais onde nunca havia sido relatada antes. Portanto, esse novo padrão de transmissão é preocupante e está se movendo muito rapidamente. II-Neste momento em que um novo vírus está circulando pelo mundo, refletimos a respeito questões como: Quem está em risco e por que devemos nos preocupar neste momento? III-O município do Rio de Janeiro confirmou que os dois casos de varíola dos macacos identificados na cidade configuram um cenário de transmissão local. Isso por que não se trata de pacientes que retornaram do exterior recentemente, ou que tiveram contato com alguém que veio de outro país.
Está correto o emprego dos porquês em:
Alternativas
Q1998652 Português
  A Lei nº 12.636/2012 traz consigo um simbolismo singular, na medida em que reconhece a importância da atividade dos procuradores e procuradoras no controle de legalidade dos atos administrativos e na defesa intransigente do patrimônio público, exercendo um importante papel de agente colaborador para efetivação das políticas públicas.
  Esse reconhecimento consta expressamente da justificação daquele ato normativo: “Trata-se de uma das mais nobres funções públicas conferidas ao serviço público nacional, posto lhe incumbir a defesa dos valores e interesses do Estado Democrático de Direito vigente em nosso país, conferindo concretude aos direitos e liberdades fundamentais estabelecidos em nossa Constituição Federal, à viabilidade das políticas públicas do Estado brasileiro e à estabilidade jurídica das ações governamentais”.
  E não poderia ser diferente. A Advocacia Pública, prevista na Constituição de 1988 como uma das funções essenciais à Justiça, é um órgão de caráter permanente e próprio de Estado, e, por isso, de vital importância à segurança jurídica, à consolidação da democracia e à implementação dos direitos fundamentais pelas três esferas da Federação Brasileira.
  Enaltecer a atuação da Advocacia Pública — como reconhece a Lei nº 12.636/2012 — é essencial não apenas para fins de memória, registro e resgate histórico, mas, sobretudo, para reafirmar a sua identidade e sua vocação institucional. Somente se mantém coerente com seu DNA quem sabe os porquês e as razões de ser de sua existência.
  São as advogadas e advogados públicos quem entregam aos gestores: federal, estaduais e municipais as soluções jurídicas adequadas e aptas à concretização das necessidades da população, por meio de atuações na assessoria e na consultoria jurídica, no contencioso administrativo e judicial ou ainda no controle de juridicidade dos atos administrativos. A Advocacia Pública representa, pois, interesse público primário, interesse de toda a sociedade, e não meramente “secundário” ou “do aparelho governamental” (essa antiga distinção precisa ser repensada a partir de uma leitura atenta do desenho constitucional e do modelo de Estado estabelecidos pela CF 1988). Não por acaso, uma das razões da Advocacia Pública, se não a maior e mais importante, consiste em ser um instrumento de concretização de direitos fundamentais.

(Gustavo Machado Tavares. Revista Consultor Jurídico, 7 de março de 2022. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2022-mar07/gustavo-tavaresdia-advocacia-publica-celebracao-reflexao#author. Adaptado.)
Atentando-se para o emprego da norma padrão no texto, observa-se o uso adequado da grafia do vocábulo destacado em “quem sabe os porquês e as razões de ser de sua existência”. Assinale a seguir a afirmativa que apresenta erro quanto ao registro ortográfico.
Alternativas
Q1994079 Português
Considerando-se o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Não estudou _______ precisava ajudar a família. Esse é o ______ de não ter finalizado o Ensino Médio.
Alternativas
Q1993638 Português
Nas frases abaixo, as palavras sublinhadas poderiam ser substituídas, sem prejuízo sintático e semântico, por:

1. Por qual razão você não foi na consulta?
2. Não vamos ir ao show uma vez que não temos dinheiro.
3. Este é o motivo de eu não frequentar salões de beleza.
4. Dividi com ela o problema pelo qual estou passando.
Alternativas
Q1991763 Português
Em todas as frases a seguir foi usada a conjunção “porque”; as opções a seguir apresentam formas adequadas de reescrever essas frases, retirando-se essa conjunção, com a manutenção do sentido original, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1991702 Português

        Uma organização de trabalho é uma entidade holística, um sistema integrado que se baseia na interação dos indivíduos que dela fazem parte. O desempenho de cada um afeta toda a empresa. Por isso é tão importante para o sucesso da organização que os funcionários não apenas tenham o melhor desempenho possível, mas também ajudem os outros a fazer o mesmo.

        No contexto da inteligência emocional, isso significa ajudar os demais a controlar as emoções, a se comunicar eficazmente, a solucionar seus problemas, resolver conflitos e permanecer motivados.

        Usar a inteligência emocional no ambiente de trabalho é um processo que exige tempo e bastante prática. Temos que aprender certas técnicas; em muitos casos, precisaremos aprender a fazer de outro modo certas coisas que temos feito de determinada maneira há muitos anos (como lidar com a raiva, por exemplo). Precisamos estar cônscios das muitas atividades subconscientes, tais como comportamentos que possam comunicar uma impressão incorreta.

        Não é preciso dizer que ajudar outra pessoa a agir e reagir de modo emocionalmente inteligente é ainda mais difícil, por diversas razões: você está lidando com uma pessoa a quem conhece menos do que a si mesmo; uma pessoa que pode não ter tido a oportunidade de aprender a usar a inteligência emocional. Além disso, há, nessa situação, uma dinâmica adicional: o relacionamento de vocês.

        Embora seja algo extremamente complicado, ajudar as pessoas a se ajudarem é uma das práticas mais gratificantes da inteligência emocional: ajudar uma pessoa a aprender, crescer, ser mais produtiva e desenvolver um relacionamento baseado na confiança e na lealdade – duas qualidades essenciais no mundo profissional.

(Fonte: PROEDU - adaptado.)

Quanto ao uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1991662 Português
Com relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1990778 Português
   Um ponto muito importante que diferencia homens e mulheres nas estruturas machistas diz respeito à tolerância aos erros cometidos por um e por outro. Esse fenômeno se refere ao tipo de reação que ocorrerá diante de um erro, seja ele grande ou pequeno. Estamos chamando de erro comportamentos que são considerados negativos em nossa sociedade, todavia, nem sempre consistem em erros propriamente ditos, muitas vezes, trata-se apenas de não seguir certos estereótipos sociais.
   Nas estruturas machistas, o que se observa é que, quando erros são cometidos por homens, _____ maior tendência à relativização, perdão e leniência do que quando são cometidos por mulheres. Um primeiro exemplo é o uso abusivo de álcool. Se um homem ingere álcool em excesso e, nessa condição, age de forma violenta (quadro, infelizmente, corriqueiro), é comum que as pessoas ao redor minimizem sua responsabilidade e atribuam a culpa ao álcool. Se uma mulher, por exemplo, faz o mesmo consumo abusivo de álcool e sofre uma violência sexual nessas condições, os discursos, em geral, serão de que a culpa pela violência sofrida é dela por ter bebido demais. Observamos o mesmo tipo de fenômeno quando ocorre uma traição. De forma geral, toda traição é socialmente reprovada, tanto de homens quanto de mulheres. Alguns tipos de reação, no entanto, só se observam quando quem traiu foi uma mulher: exposição pública (divulgação de fotos e imagens no intuito de difamar a mulher), linchamento moral (ser injuriada pela comunidade, excluída de grupos sociais), espancamento e, por vezes, feminicídio. Isso só ocorre ___________ há todo o viés machista da comunidade que escrutina a mulher e não só dá respaldo como reverbera e relativiza reações violentas.
   O mesmo fenômeno se observa em papéis tradicionalmente masculinos quando são desempenhados por mulheres. É comum ouvir mulheres que exercem profissões tipicamente masculinas dizerem que, em sua experiência laboral, observam que há uma lógica em que elas precisam o tempo inteiro provar o seu valor, demonstrar que são capazes. Para os homens que exercem o mesmo trabalho, no entanto, é como se houvesse uma assunção prévia de que eles são capazes. Ele só perde esse bônus caso venha a falhar. Essa é outra roupagem da tolerância ao erro: em uma escala de zero a dez, as mulheres terão que batalhar ponto a ponto para chegar até o dez. Os homens, por sua vez, já começam com dez e só virão a perder pontos caso cometam erros importantes. Um erro importante de uma mulher, nessa lógica, seria fatal para sua carreira, jamais lhe permitiria sair do três, por exemplo.

(Fonte: TJDFT - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q1989910 Português

Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Pela janela

   Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.

  Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.

   Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]

(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)

No trecho Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem., o por quê (separado e com acento) é utilizado no final de uma oração, seguido de um sinal de pontuação. Sobre o uso dessa palavra, analise as afirmativas.
I - Na frase Estude muito, porque a prova não será fácil., a palavra porque tem função de conjunção e seu valor semântico é de pois, uma vez que.
II - Na frase Ele queria saber simplesmente por que ela não o atendia., a palavra por que está presente no interior de uma pergunta indireta, seu valor semântico é por qual razão, por qual motivo.
III - Na frase Todos estavam curiosos sobre o porquê da suspensão do concurso., a palavra porquê, acentuada, está precedida por artigo e tem valor de substantivo.
IV - Na frase A coisa virou confusão por que todos gritavam muito e ao mesmo tempo., a palavra por que é junção da preposição por com um pronome relativo.
Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q1986888 Português
Texto 02

Benjamin Franklin

   Benjamin Franklin foi, certamente, uma das figuras mais importantes da história norte-americana. Nascido em Boston, no estado de Massachusetts em 1706, fruto da união de Joshua, um (I) ______ (hemigrante / emigrante) inglês com Abdiah, sua segunda esposa e mãe de Franklin.

   Ensinado por seu pai, um modesto fabricante de sabão e velas nos EUA, Franklin aprendeu a ler e escrever muito cedo, ele era tão novo que não conseguia se lembrar quando isso ocorreu, entretanto, desde pequeno, ficara nítida a sua predileção pela leitura e pela escrita.

   Seu (II) ______ (apresso / apreço) pela literatura, levou-o a trabalhar com o seu irmão, um impressor, que anos depois fundou seu próprio jornal. Apesar de trabalhar muito, Franklin sempre encontrou tempo para estudar e ser autodidata. Ele dominava tão bem o seu ofício que a grande maioria de seus artigos acabou sendo publicada.

   Ansiando por se tornar independente, Franklin, quase sem dinheiro, mudou-se para a Filadelfia e logo encontrou um emprego como impressor. Lá, ele conheceu a sua futura esposa Deborah Read. Assim que se estabilizou financeiramente, destinava metade de seus ganhos para comprar livros.

   Todavia, ele ainda tinha que aprender muito sobre as pessoas, pois costumava emprestar dinheiro a seus “amigos”, os quais, nunca o devolviam.

   Apesar da promessa de dinheiro e cartas de recomendação que acolheriam a sua viagem a Inglaterra e a França, ao chegar em seus destinos, não encontrou as cartas e muito menos o dinheiro. Mas não se deu por vencido, pois, por meio de sua escrita pode levantar os recursos suficientes para o seu retorno aos EUA.

   Benjamin Franklin foi uma pessoa surpreendente. Fundou diversos jornais e escrevia regularmente para o famoso “Almanaque do Pobre Ricardo” (Poor Richard’s Almanac).

   Além de escrever vários livros e sua “Autobiografia”, muitos de seus pensamentos ficaram famosos: “Deus ajuda quem se ajuda”, “De grão em grão a galinha enche o papo” e ““Dormir cedo e acordar cedo torna o homem saudável e sábio”. Esses são exemplos de muitas de suas frases famosas de sua autoria.

   Ele também foi um grande inventor, foi ele, o primeiro cientista a relacionar o raio com a eletricidade e por consequência, idealizou o para-raios.

   Franklin nunca patenteou nenhuma de suas invenções, (III) ______ (por que, por quê, porque, porquê) acreditava que seriam úteis a todos.

Preencha os espaços do texto com a opção adequada e assinale a alternativa correta. 




Alternativas
Q1985332 Português
Assinale a opção em que houve erro na grafia da forma sublinhada.
Alternativas
Q1984452 Português
          Se é verdade que a capacidade de ficar perplexo é o começo da sabedoria, então esta verdade é um triste comentário à sabedoria do homem moderno. Quaisquer que sejam os méritos de nosso elevado grau de educação literária e universal, perdemos o dom de ficar perplexos. Imagina-se que tudo seja conhecido − senão por nós, por algum especialista cujo mister seja saber aquilo que não sabemos. De fato, ficar perplexo é constrangedor, um indício de inferioridade intelectual. À medida que vamos envelhecendo, aos poucos perdemos a capacidade de ficar surpresos. Até as crianças raramente se surpreendem, ou pelo menos procuram não demonstrar isso. Saber as respostas certas parece ser o principal; em comparação, considera-se insignificante o saber fazer as perguntas certas.
        Quiçá seja esta atitude uma razão por que um dos mais enigmáticos fenômenos de nossa vida, os nossos sonhos, dê margem a pouco espanto e suscite tão poucas perguntas. Todos sonhamos: não entendemos nossos sonhos, e no entanto agimos como se de nada estranho corresse em nossas mentes adormecidas, estranho ao menos em comparação com as atividades lógicas, deliberadas, de nossas mentes quando estamos acordados.
       Quando acordados, somos seres ativos, racionais, ávidos por tentar obter o que desejamos e prontos a defender-nos contra qualquer ataque. Agimos e observamos; vemos o mundo exterior, talvez não como seja, mas no mínimo de maneira tal que o possamos usar e manipular. Todavia, também somos bastante desprovidos de imaginação, e raramente − exceto quando crianças ou se somos poetas − logramos conceber mais do que meras duplicações dos acontecimentos e tramas de nossa experiência concreta. Somos eficientes, mas um tanto desenxabidos. Denominamos ao campo de nossa observação diurna “realidade” e orgulhamo-nos de nosso “realismo” e de nossa habilidade de manipulá-la.

(Adaptado de: FROMM, Erich. A linguagem esquecida. Trad.: VELHO, Octavio Alves. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1966) 
“Quiçá seja esta atitude uma razão por que um dos mais enigmáticos fenômenos de nossa vida, os nossos sonhos, dê margem a pouco espanto e suscite tão poucas perguntas”.
A frase que apresenta a mesma justificativa para o emprego de “por que” no trecho acima é: 
Alternativas
Q1974716 Português

Texto 02

Inspiração para seus sonhos.


        Guarujá é docemente conhecida como a "Pérola do Atlântico". Quem já visitou sabe o porquê. Praias paradisíacas, ecoturismo, pesca de aventura, aqui tem de tudo. E não é só à beira do mar que o Estado de São Paulo impressiona. Gastronomia, shoppings, cultura, trilhas, templos e museus também fazem bonito. (...)

(ABEAR- Associação Brasileira das Empresas Aéreas. Texto com modificações para este Concurso) Disponível em https://www.pressreader.com/brazil/hoteis/20220601 

Analise a estrutura “Quem já visitou sabe o porquê.”, neste caso, o emprego do porquê está correto. Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que contém o uso incorreto de uma das seguintes formas: ‘porquê / porque / por que / por quê’. 
Alternativas
Q1972832 Português
Leia o excerto a seguir.
“Seriam ao todo umas 30 fotografias. Já nem me lembrava mais delas, e talvez que ficassem para sempre ali, perdidas entre papéis inúteis que sabe lá Deus ___________ guardamos.”
PONTE PRETA, Stanislaw. Casa demolida. In: Os sabiás da crônica. Belo Horizonte: Autêntica, 2021. p. 275.
A lacuna propositadamente deixada nesse excerto diz respeito aos usos dos porquês na língua portuguesa escrita. Levando-se em consideração o contexto apresentado, tal lacuna fica CORRETAMENTE preenchida pela forma: 
Alternativas
Q1968157 Português

Texto CG4A1-II


        Em 13 de maio de 1888, o Estado brasileiro aboliu oficialmente a escravidão clássica, com a assinatura, pela princesa Isabel, da Lei Áurea. Entretanto, tal ato estatal não significou sua extinção no mundo dos fatos, pois, apesar da proibição da possibilidade jurídica de se exercer o direito de propriedade sobre uma pessoa humana, o Estado deixou de implementar reformas sociais, principalmente fundiárias e de inclusão social, que viabilizassem a reconstrução do país e, assim, a superação do problema, especialmente o da reinserção da mão de obra outrora escrava no mercado de trabalho livre e assalariado.

         No período pós-abolição da escravidão clássica, as condições de miserabilidade dos escravos recém-libertos permaneceram, especialmente pelo fato de os postos de trabalho assalariados serem destinados aos imigrantes europeus, conjuntura essa que desenhava o perfil da escravidão contemporânea. A fragilidade das leis que regulavam as relações de trabalho, à época, apesar de protagonizarem a “liberdade de contratar”, sucumbia à realidade dos fatos, que submetia os ex-escravos e demais campesinos vulneráveis à sujeição às mesmas condições de exploração exacerbada do escravismo clássico colonial.

         De forma semelhante ao retrato da escravidão do passado, a escravidão contemporânea consiste em grave violação a direitos fundamentais, ao limitar a liberdade da pessoa humana do trabalhador, atingindo-lhe o status libertatis e, com efeito, a sua dignidade. Vilipendia direitos mínimos e caros à autodeterminação humana e viola valores e princípios sagrados e essenciais à sobrevivência distintiva com relação aos seres irracionais e que alicerçam as balizas mínimas de dignidade.

         A escravidão contemporânea deve ser concebida como a coisificação, o uso e o descarte de seres humanos: o limite e o instrumento necessários para garantir o lucro máximo. Trata-se da superexploração gananciosa do homem pela forma mais indigna possível: na escravidão dos dias atuais, o ser humano é transformado em propriedade do seu semelhante, que está em uma posição de classe economicamente superior – e isso ocorre a tal ponto que se anula o poder deliberativo da sua função de trabalhador: ele pode até ter vontades, mas não pode realizá-las.

Internet:<https://acervo.socioambiental.org>(com adaptações).  

Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso o sinal de dois pontos empregado após “trabalhador” (último parágrafo do texto CG4A1-II) fosse substituído por uma vírgula seguida da expressão
Alternativas
Q1965589 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
"Por que você me deixa tão solto?". A palavra destacada acima apresenta outras formas de escritas. Nesse caso destacado são usadas em perguntas diretas ou indiretas. ASSINALE a alternativa em que o emprego dessa palavra NÃO condiz com a norma culta.
Alternativas
Q1965148 Português
Assinale a frase gramaticalmente correta: 
Alternativas
Q1963942 Português
Quanto ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
401: B
402: B
403: E
404: D
405: A
406: D
407: E
408: D
409: C
410: B
411: B
412: A
413: E
414: C
415: B
416: B
417: B
418: B
419: D
420: B