Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q425380 Português
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LOBATO, Monteiro. Novos contos de Andersen. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1968. p. 16-21. Adaptado.


Nos trechos “Vou fazer um berço dessa chinela!” ( l. 8-9) e “A coitada procurou aquecer-se com os fósforos” ( l. 55-56), para que se utilizaram as aspas?
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Ano: 2011 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2011 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q408352 Português
Assinale as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso) no que se refere à pontuação do texto.

( ) Os dois pontos empregados depois da palavra concluiu (l. 13) servem para introduzir discurso direto.
( ) As aspas empregadas na expressão “brincar de Deus” (l. 28) têm a mesma função das empregadas na frase que se inicia com o segmento Os desenvolvimentos (l. 15) e termina com por enquanto (l. 18).
( ) A frase iniciada pela palavra Mas (l. 34) poderia ser unida à frase anterior, substituindo-se o ponto que a antecede por uma vírgula, com o devido ajuste de aspas e de letras maiúsculas e minúsculas.

A seqüência que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é
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Ano: 2011 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2011 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q408347 Português
Considere as seguintes propostas de reformulação da pontuação do texto.

I - Substituir os dois pontos que seguem o vocábulo Exemplifiquei (l. 12) por uma vírgula.
II - Suprimir a vírgula que segue Infelizmente (l. 25).
III - Suprimir a vírgula que segue “atletas de final de semana” (l. 34-35).
IV - Substituir a vírgula que segue o vocábulo sempre (l. 42) por ponto-e-vírgula.

Quais propostas conservam o sentido original e estão corretas do ponto de vista da norma gramatical?
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Ano: 2011 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2011 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q408346 Português
Considere as seguintes propostas de reescrita do trecho Então eu perguntei: “Você respeitava a regra dos 5%?” E ele me respondeu com outra pergunta: “Que regra é essa?” (l. 05-07).

I - Então eu perguntei se ele respeitava a regra dos 5%. Ele me respondeu com outra pergunta. Indagou-me acerca de que regra seria essa.
II - Então eu lhe perguntei se ele respeitava a regra dos 5%, e ele respondeu com outra pergunta: “De que regra se trata?”
III - Então eu lhe perguntei se ele respeitava a regra dos 5%, e ele retrucou questionando essa regra.

Quais propostas conservam o sentido original e estão corretas do ponto de vista da norma gramatical?
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Ano: 2011 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2011 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q408338 Português
Na linha 19, os parênteses foram empregados para
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Q406503 Português
Quanto aos aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa incorreta.
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Q406500 Português
Assinale a alternativa em que a reescritura de fragmento do texto não apresenta erro de pontuação.
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Q396934 Português
                        Texto: A melhor resposta à dor

        As cidades constituem-se como o maior artefato da cultura. E, justamente, se opõem à natureza. Qualquer condição urbana é um intervento sobre as condições naturais, o que desequilibra o status quo.
        O convívio é algo necessariamente conflituoso, tenso, perigoso. E, como não temos o controle sobre a natureza, precisamos trabalhar com o imponderável e revesti-lo de cuidados compatíveis com as possibilidades do universo em convivência.
        A ocupação das margens de rios é um modelo convencional na produção urbana. Todas as culturas o fizeram. Muitas cidades já sofreram com enchentes - e mesmo assim se mantiveram no mesmo lugar. É que razões mais determinantes foram escolhidas.
        Também a ocupação de encostas e de morros é outro modelo universal. Mas há encostas firmes, há encostas frágeis. Há encostas que rompem sem ação antrópica e outras onde é a ação do homem que causa a derrubada.
        No entanto, as cidades vitoriosas foram aquelas que souberam ajustar suas razões às da natureza. Mas, para o fazerem, planejaram, escolheram, construíram sistemas próprios, capazes de alcançar um patamar de confiança e conforto em que pudessem superar as incertezas do meio.
        O Rio de Janeiro é uma cidade que tem aprendido. Das tragédias da década de 60, emergiu o serviço de geotecnia extremamente bem-sucedido da GeoRio. Nesses 40 anos, a cidade tem investido poderosamente na contenção de encostas e na eliminação de risco.
        O Rio também tem investido na proteção a famílias em risco. É claro que não é simples, considerando-se que a falta de política habitacional é uma realidade no nosso país. Mas é considerável o esforço do município no reassentamento de famílias, pelo menos desde a década de 90, através do programa Morar Sem Risco.
        O monitoramento das condições meteorológicas é outro trabalho importante que obviamente não previne as chuvas, mas pode ser útil na prevenção do dano. Monitorar e informar, alertar as famílias em risco, é tarefa complexa, de grande exigência tecnológica, que hoje já pode ser feita com bom resultado.
        Agora, ante a dor, a melhor resposta será a busca da cooperação.


(Sérgio Magalhães - O Globo, 16/01/2011- disponível em: http://www.cidadeinteira.blogspot.com/ - fragmento)
“O convívio é algo necessariamente conflituoso, tenso, perigoso.” Nessa frase, as vírgulas justificam-se, pois servem para:
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Q379848 Português
O imperativo da exportação, sugerido a todos os países como uma espécie de solução salvadora, é uma verdade ou apenas um mito? Afirma-se, com muita força, que os países que não exportam não têm presente nem futuro, sem explicar cabalmente por quê. A doutrina é tão forte que, embora isso não seja sempre reconhecido, chega-se ao paroxismo de agir como se o próprio território devesse também ser exportado

Comecemos pela definição de território, na verdade uma redefinição. Consideremos o território como o conjunto de sistemas naturais mais os acréscimos históricos materiais impostos pelo homem. Ele seria formado pelo conjunto indissociável do substrato físico, natural ou artificial, e mais o seu uso, ou, em outras palavras, a base técnica e mais as práticas sociais, isto é, uma combinação de técnica e de política. Os acréscimos são destinados a permitir, em cada época, uma nova modernização, que é sempre seletiva. Vejam-se os exemplos das ferrovias na segunda metade do século 19 e das infovias hoje.

A partir da constituição do Estado moderno, tudo isso era considerado como base da soberania nacio- nal e da competição entre nações. O exemplo mais eloquente é o de Colbert, ministro de Luís 14, engenheiro, geógrafo, economista, estrategista e estadista, preocupado com o traçado das estradas e canais na velha França, base, ao mesmo tempo, do crescimento do país e da sua competição com os vizinhos e com a Inglaterra. O território, assim visto, constituía um dado essencial da regulação econômica e política, já que do seu manejo dependiam os volumes e os fluxos, os custos e os preços, a distribuição e o comércio, em uma palavra, a vida das empresas e o bem- estar das populações. Era por meio desses instrumentos incorporados ao território que o país criava sua unidade e funcionava como uma região do Estado. “Regio” tanto significa região quanto reger, governar.

Com a globalização, o território fica ainda mais importante, ainda que uma propaganda insidiosa teime em declarar que as fronteiras entre Estados já não funcionam e que tudo, ou quase, se desterritorializa. Na verdade, se o mundo tornou possível, com as técnicas contemporâneas, multiplicar a produtividade, somente o faz porque os lugares, conhecidos em sua realidade material e política, distinguem-se exatamente pela diferente capacidade de oferecer às empresas uma produtividade maior ou menor. É como se o chão, por meio das técnicas e das decisões políticas que incorpora, constituísse um verdadeiro depósito de fluxos de mais-valia, transferindo valor às firmas nele sediadas. A produtividade e a competitividade deixam de ser definidas devido apenas à estrutura interna de cada corporação e passam, também, a ser um atributo dos lugares. E cada lugar entra na contabilidade das empresas com diferente valor. A guerra fiscal é, na verdade, uma guerra global entre lugares.

Por isso, as maiores empresas elegem, em cada país, os pontos de seu interesse, exigindo, para que funcionem ainda melhor, o equipamento local e regional adequado e o aperfeiçoamento de suas ligações mediante elos materiais e informacionais modernos. Isso quanto às condições técnicas. Mas é também necessária uma adaptação política, mediante a adoção de normas e aportes financeiros, fiscais, trabalhistas etc. É a partir dessas alavancas que os lugares lutam entre si para atrair novos empreendimentos, os quais, entretanto, obedecem a lógicas globais que impõem aos lugares e países uma nova medida do valor, planetária e implacável. Tal uso preferencial do território por empresas globais acaba desvalorizando não apenas as áreas que ficam de fora do processo, mas também as demais empresas, excluídas das mesmas preferências.

“Por isso, as maiores empresas elegem, em cada país, os pontos de seu interesse, exigindo, para que funcionem ainda melhor, o equipamento local e regional adequado e o aperfeiçoamento de suas ligações mediante elos materiais e informacionais modernos.”

Em cada alternativa abaixo, altera-se a pontuação dessa frase. Há equívoco quanto ao emprego da vírgula em:
Alternativas
Q379708 Português
“Até as empresas já têm algumas ideias novas: testar o funcionário com desafios do cargo que ele deve assumir, antes de promovê-lo; permitir que o funcionário que já mostrou competência possa ser testado em mais de uma função (...)”

Nesse trecho, o emprego dos dois-pontos se justifica pelo mesmo motivo do presente na seguinte alternativa:
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Q364693 Português
O rio possui dois leitos: um normal...” (2º parágrafo). Nessa frase, o uso de dois-pontos marca uma suspensão do discurso seguida de:
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Q364689 Português
A única alternativa correta quanto à pontuação é:
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Q363238 Português
Profissionais da Esmola


     Atrás de dinheiro fácil, vale fazer de tudo nas esquinas de São Paulo. Vale se fantasiar com uma roupa surrada, fazer cara de pelo amor de Deus com criança no colo, cantar no farol ou até usar cadeira de rodas mesmo sendo capaz de andar.

     Uma reportagem constatou o sucesso dessas artimanhas ao acompanhar a rotina de sete pessoas que transformaram mendicância em profissão, ou seja, não se trata de miseráveis que não encontram outra forma de sobreviver. Todos têm residência fixa e declaram receber entre 30 e 100 reais por dia. Às vezes, fazem ponto em mais de um lugar. Sem nem sequer vender uma bala, essas pessoas faturam, em média, 600 reais por mês. Um bom negócio se comparado ao salário mínimo.

     A fonte que alimenta a mendicância é vasta. Quatro em cada dez paulistanos dão esmola nos semáforos. Em vez de ajudar, quem dá esmola faz da mendicância um trabalho rentável.

     Idade avançada ou problemas físicos, usados frequentemente como desculpa para justificar a situação da maioria desses pedintes, não os impedem de viajar horas de ônibus, da periferia até os cruzamentos escolhidos.

     Mendicância deixou de ser contravenção penal. O artigo que previa prisão de quinze dias a três meses para a prática foi revogado em 2009. Entretanto, a questão é delicada. É difícil separar quem está precisando de ajuda por uma circunstância infeliz da vida daqueles que fizeram da mendicância um emprego.

(Veja, ago.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a pontuação está correta.
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Q362224 Português
Nós humanos, jogados no mundo, buscamos desde sempre um sentido para a vida. Um sentido que não nos é dado, que não é inato. Pelo contrário, é misterioso e fugaz. Por vezes, pode-se interpretar que o sentido da vida nem sequer existe. Não passa de um delírio exclusivamente humano. Um azar decorrente da capacidade de pensar. Em uma vida que por si só não significa nada, cabe a nós provê-la de valores e ideais. E isso, fazemos desde sempre, quer com a religião, quer com a filosofia. Por sermos racionais, nós mesmos precisamos guiar nossas vidas. E precisamos saber o que é bom e o que é ruim.

(DAINEZI, Gustavo. Revista Filosofia, ano VI, Edição 63, setembro/2011, p. 62)

A versão do excerto “Por vezes, pode-se interpretar que o sentido da vida nem sequer existe. Não passa de um delírio exclusivamente humano” que não transgride regras da norma culta está na opção:
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Q362222 Português
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

     Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.

     Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).
Na última frase do 2º parágrafo “A mim, não me causava medo nenhum.” a vírgula
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Q360784 Português
Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir.

( ) O emprego dos travessões nas linhas 01 e 02 separam um enunciado de caráter explicativo.

( ) Caso o período composto por subordinação das linhas 09 e 10 fosse iniciado pela oração principal e não pela oração condicional, não seria necessário o emprego da vírgula para separá-los.

( ) O emprego das aspas na linha 14 marca o uso de uma expressão não existente em língua portuguesa.

( ) A ocorrência da segunda e da terceira vírgula na linha 15 marca um adjunto adverbial intercalado.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN Prova: COMPERVE - 2011 - IF-RN - Contador |
Q330018 Português
As aspas utilizadas nas linhas 22 e 23 têm a função de

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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN Prova: COMPERVE - 2011 - IF-RN - Contador |
Q330017 Português
Na linha 14, o uso dos dois pontos introduz

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Q322856 Português
Leia os quadrinhos e analise as afirmações.

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I. A lacuna do primeiro quadrinho poderia ser preenchida com está ou estamos, pois ambas as formas atendem a norma culta da língua.

II. Se o termo Mãe, no primeiro quadrinho, viesse no final da frase, não haveria necessidade do uso da vírgula.

III. A fala da filha, no último quadrinho, revela que ela não concorda com o que a mãe disse.

Está correto apenas o que se afirma em

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Ano: 2011 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2011 - MPE-RS - Assessor - Direito |
Q316936 Português

Instrução: As questões 72 a 80 estão relacionadas ao texto abaixo.
01       Bastou as autoridades anunciarem que a fiscalização da Lei Seca será mais rigorosa no Rio Grande do Sul, com
02  instituição obrigatória do teste do bafômetro, para começar a insurreição, liderada principalmente por advogados. A
03  alegação para contestar a exigência – e a punição para quem se recusar a fazê-lo – é de que ninguém pode ser
04  obrigado a produzir provas contra si.
05       De fato, nenhum cidadão pode ser obrigado a produzir provas contra si, e é por isso que acusados de diferentes
06  crimes usam o direito de permanecer calados em um interrogatório. O fato de a lei dar ao cidadão o direito de não se
07  submeter ao teste do bafômetro não tira do Estado o direito de reter a carteira e de multar, administrativamente, quem
08  se recusar a fazê-lo. É com base nessa interpretação ________ o Rio de Janeiro, um dos estados que conseguiu os
09  melhores resultados no combate à violência no trânsito, aplica multa em quem se recusa a fazer o teste do bafômetro
10  nas blitze da Operação Lei Seca e retém a habilitação e o carro.
11        O advogado Jairo Adriano de Mello contesta com raciocínio claríssimo colegas que defendem o boicote à
12  fiscalização com base na presunção da inocência e no direito de não produzir prova contra si: – Estão invertendo
13  certas lógicas, e muitos repetem os argumentos como papagaios. Todos são inocentes até que se prove ________
14  contrário, mas, no momento ________ eu dificulto a prova, sou contra ela, a lógica autoriza a inversão da presunção
15  da inocência. O teste do bafômetro não é prova contra mim. É a possibilidade que me é dada de provar que não estou
16  alcoolizado.
Adaptado de: OLIVEIRA, Rosane de. Multas pela vida. Zero Hora, 5 mar. 2011. p. 9.

Considere as seguintes propostas de alterações, referentes ao emprego de vírgulas no texto.

1. Substituir por travessões as vírgulas que delimitam o segmento com a instituição do teste do bafômetro (L. 01-02).

2. Inserir vírgula depois de bafômetro (L. 09).

3. Inserir vírgula antes e depois do segmento com raciocínio claríssimo (L. 11).

Quais propostas manteriam o sentido e a correção do texto?

Alternativas
Respostas
12801: B
12802: E
12803: B
12804: D
12805: B
12806: B
12807: A
12808: A
12809: B
12810: C
12811: C
12812: B
12813: E
12814: D
12815: E
12816: A
12817: C
12818: A
12819: C
12820: E