Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q1678634 Português

Estudo rejuvenesce células de idosos em 25 anos.

Profissionais de Israel observaram regeneração dos telômeros e queda nas células ligadas ao envelhecimento

“Em um estudo inovador, cientistas da Universidade de Tel Aviv relataram ter revertido o processo de envelhecimento. O método escolhido pelos pesquisadores foi a terapia de oxigênio.

Os pesquisadores utilizaram câmaras hiperbáricas para observar seu efeito em células e material genético de vida útil curta. A ideia era analisar se a terapia, baseada na respiração de oxigênio na cabine pressurizada, poderia reverter efeitos conhecidos do envelhecimento em idosos. Os participantes eram 35 pessoas de 64 anos de idade.

Assim, os idosos foram colocados na câmara hiperbárica por 90 minutos diários, cinco dias por semana ao longo de três meses. Ao longo da pesquisa, os cientistas investigaram o funcionamento de células associadas à deterioração de tecidos e órgãos no organismo, além de medir os telômeros (molécula cujo encurtamento está relacionado ao envelhecimento celular precoce) de cada participante.

Como resultado, os israelenses constataram um aumento em 20% no comprimento dos telômeros dos idosos e uma queda de 37% nas células estudadas. De acordo com os estudiosos, isso seria equivalente a 25 anos de rejuvenescimento.

O estudo é inovador por apontar cientificamente para a possibilidade da reversão do processo de envelhecimento em nível celular. No entanto, é claro que muitas outras pesquisas precisam ser feitas acerca do assunto,
https://veja.abril.com.br/ciencia/estudo-rejuvenesce-celulas-de-idosos-em-25-anos/


Considere o texto e responda.
I. O conectivo "se", no segundo parágrafo, estabelece relação de condição com "poderia reverter efeitos conhecidos do envelhecimento precoce". II. O termo “Assim” estabelece a coesão com o parágrafo anterior e prepara a explicação detalhada sobre como foi realizado o estudo. III. A expressão “Além de” indica o acréscimo a “medir os telômeros (...) de cada paciente”. IV. O uso dos parênteses no 3º parágrafo do texto revela um comentário apreciativo.
Marque a opção que indica as alternativas CORRETAS.
Alternativas
Q1677037 Português
TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

A EDUCAÇÃO POSSÍVEL

(1º§) Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.

(2º§) Estamos tristemente carentes de bons modelos, e o sucesso da visita do papa também fala disso: além do fator religião, milhares foram em busca de uma figura paternal admirável, que lhes desse esperança de que retidão, dignidade, incorruptibilidade, ainda existem.
(3º§) Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
(4º§) É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
(5º§) Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
(6º§) No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: "cidadania".
(7º§) O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.
(...)
(8º§) Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos.


(Lya Luft é escritora. Texto da VEJA - Edição 2009) - (Adaptado)
Marque o que não se comprova no período: "As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se¹ o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se² comunicar dentro dos limites de sua idade". 
Alternativas
Q1676946 Português
Em qual das frases abaixo o emprego da(s) vírgula(s) está incorreto:
Alternativas
Q1676900 Português
Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso da vírgula:
Alternativas
Q1676496 Português

Pai não entende nada


A filha de 14 anos chega para o pai e diz:

- Pai, preciso comprar um biquíni novo.

- Mas filha, você comprou um biquíni no ano passado.

- Ah pai, quero um biquíni novo.

- Filha, teu biquíni é novo. E você nem cresceu tanto assim.

- Mas eu quero, pai.

- Tá bom, filha. Pegue esse dinheiro e compre um biquíni maior.

- Maior não, pai. Menor.

Pai não entende nada mesmo!


Luís Fernando Veríssimo.

Assinale a alternativa em que a mudança da ordem das palavras do excerto abaixo provoque mudança de sentido, mas não comprometa a correção gramatical:
Pai não entende nada mesmo!
Alternativas: 
Alternativas
Q1676493 Português

Pai não entende nada


A filha de 14 anos chega para o pai e diz:

- Pai, preciso comprar um biquíni novo.

- Mas filha, você comprou um biquíni no ano passado.

- Ah pai, quero um biquíni novo.

- Filha, teu biquíni é novo. E você nem cresceu tanto assim.

- Mas eu quero, pai.

- Tá bom, filha. Pegue esse dinheiro e compre um biquíni maior.

- Maior não, pai. Menor.

Pai não entende nada mesmo!


Luís Fernando Veríssimo.

A linguagem da crônica tenta aproximar-se da linguagem cotidiana, já que aborda situações comuns no dia a dia das pessoas. Essa intencionalidade muitas vezes faz com que esses textos apresentem desvios gramaticais, por muitas vezes sutis, fazendo com que nem todos percebam essas ocorrências. Assinale a alternativa que explique corretamente o desvio apresentado no excerto abaixo:
- Filha, teu biquíni é novo. E você nem cresceu tanto assim.
Alternativas: 
Alternativas
Q1676116 Português

       Desde fim dos anos 80 do século passado, o efeito estufa como ameaça ecológica número um não é mais contestado. Embora não se possa provar, irrefutavelmente, que o aumento até agora medido das temperaturas anuais médias (em torno de um grau nos últimos cem anos) se refere ao desenvolvimento humano, essa suposição tem, no entanto, muita probabilidade de ser correta — de tal forma que seria irresponsabilidade deixar as coisas seguirem seu curso. Um primeiro sinal de que o clima mundial já começou a mudar é o aumento de anomalias meteorológicas — ciclones, períodos de seca e trombas-d’água diluvianas — desde os anos 90 do século passado.

    

     Os limites do crescimento marcam uma espécie de escassez, embora no mercado não se tornem imediatamente notados como tais. A atmosfera, por exemplo, não funciona como um reservatório, que um dia esvaziará e outro dia será novamente enchido por bombeamento (a isso, o mercado poderia ao menos reagir em curto prazo), mas como um mecanismo que, lenta mas inexoravelmente, terá efeito retroativo em nossas condições de vida, comparável a um parafuso de rosca que se aperta sempre mais.

     

       O limite do demasiado é invisível e também não pode ser determinado diretamente por experimentos. Assim como, ao se escalarem montanhas, o ar cada vez mais rarefeito nas alturas desafia os alpinistas diferenciadamente — uns mais, outros menos —, a fauna e a flora, em regiões diferenciadas, reagem diferentemente ao aquecimento da atmosfera. Uma das preocupações mais sérias é provocada pela velocidade com que já está ocorrendo a mudança climática. Se ela não for eficazmente freada, poderá exigir demasiado da capacidade adaptativa de muitas espécies.


Thomas Kesselring. Depois de nós, o dilúvio. A dimensão do meio ambiente. In: Ética, política e desenvolvimento humano: a justiça na era da globalização. Benno Dischinger (Trad.). Caxias do Sul, RS: Educs, 2007, p. 222 (com adaptações).

Em relação aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o item a seguir.


A correção gramatical e a coerência do texto seriam preservadas caso fosse suprimida a vírgula empregada logo após o vocábulo “como”, no segundo período do último parágrafo.

Alternativas
Q1675720 Português
Marque a alternativa que está CORRETA, considerando o uso adequado de vírgula e de ponto e vírgula.
Alternativas
Q1674465 Português
Assinale a alternativa em que há erro de pontuação:
Alternativas
Q4372486 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada inadequadamente: 
Alternativas
Q4371311 Português

Dadas as sentenças:



I. À noite, faço aulas de natação.


II. Foi à janela, olhou, retornou assustada.


III. Ela só pensava uma coisa, que não retornaria.



Sobre o emprego da vírgula: 

Alternativas
Q4356579 Português

TEXTO 02

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.


https://tirasarmandinho.tumblr.com/

Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego da vírgula na frase "Então solta, pai". 
Alternativas
Q4356578 Português

TEXTO 02

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.


https://tirasarmandinho.tumblr.com/

Sobre a pontuação utilizada nas falas das personagens, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4343085 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Sobre sinais de pontuação do texto, analise as assertivas abaixo:



I. Na linha 01, a vírgula em destaque deve ser retirada, pois está separando o sujeito do verbo.


II. Os travessões das linhas 30 e 31 podem ser substituídos por parênteses, mantendo a correção do período.


III. Os dois-pontos da linha 37 foram usados para anunciar uma fala.



Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Q4343084 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Na frase “O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás”, as vírgulas foram empregadas para separar:
Alternativas
Q4336267 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Captura_de tela 2026-09-28 112821.png (482×617)

(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/um-pais-que-taxa-livros-impede-que-o-conhecimentocircule-e-sai-no-prejuizo/ – Texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre os sinais de pontuação destacados no texto, analise as seguintes assertivas:

I. A vírgula da linha 06 justifica-se por separar termos de mesma função sintática.
II. A vírgula da linha 16 justifica-se por introduzir um aposto.
III. A virgula da linha 28 justifica-se por introduzir uma oração adjetiva explicativa.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4269970 Português

Leia atentamente o seguinte período:


"O presidente e o vice de finanças do clube, jamais negaram a prioridade em pagar as dívidas da agremiação".


No período lido, a vírgula está mal colocada por separar:

Alternativas
Q4258115 Português
TEXTO 5
Disponível em: https://www.mensagenscomamor.com/vinte-e-cinco-reflexoes-sobre-amar-ao-proximo. Acesso em: 11/01/2020.
Sobre o Texto 5, identificamos que 
Alternativas
Q4223552 Português
Leia o texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Bailarina negra compartilha emoção de ter sapatilhas na cor da sua pele

A bailarina carioca Ingrid Silva usou seu perfil no Twitter para compartilhar um momento muito especial: por 11 anos, ela sempre teve que pintar as sapatilhas para que tivessem a cor de sua pele. Ingrid é negra e só achava as tradicionais cor-de-rosa, feitas para dançarinas brancas. Mas esses dias chegaram ao fim. “Elas chegaram”, postou Ingrid juntamente da foto das novas sapatilhas, finalmente no tom da sua pele. “Pelos últimos 11 anos, eu sempre pintei a minha sapatilha. E finalmente não vou ter mais que fazer isso! FINALMENTE! É uma sensação de dever cumprido, de revolução feita, viva a diversidade no mundo da dança. E que avanço, viu? Demorou, mas chegou!” Ingrid também compartilhou com os seguidores as imagens das antigas sapatilhas, todas pintadas para alcançar o tom da sua pele. E explicou porque esse momento é um marco: “Nunca existiram sapatilhas de todas as cores. Somente agora nesse século estão surgindo no mercado”. A iniciativa de criar sapatilhas e meias para dançarinas negras foi do Dance Theatre of Harlem, em Nova York, onde ela mora e trabalha. “O diretor Arthur Mitchel percebeu em um ensaio que a linha rosa descontinuava o corpo da bailarina. Então sugeriu que todo seu corpo de baile usasse sapatilha e meia calça cor da pele”, contou Ingrid. Até então ela mesma pintava uma a uma as suas sapatilhas. Agora, não precisa fazer mais isso. “A vitória não é somente minha e sim de muitas futuras bailarinas negras que virão por aí”.

A história de Ingrid é toda muito especial. Criada em Benfica, bairro na zona norte do Rio de Janeiro, ela começou a dançar balé ainda criança, através de um projeto social na sua comunidade. Hoje, aos 29 anos, a bailarina é destaque na companhia Dance Theatre of Harlem em Nova York.

LIMA, Barbara A. Disponível em: . Acesso em: 03 nov. 2020. 
Ao longo do texto, as aspas são produtivas para representar
Alternativas
Q4223551 Português
Leia o texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Bailarina negra compartilha emoção de ter sapatilhas na cor da sua pele

A bailarina carioca Ingrid Silva usou seu perfil no Twitter para compartilhar um momento muito especial: por 11 anos, ela sempre teve que pintar as sapatilhas para que tivessem a cor de sua pele. Ingrid é negra e só achava as tradicionais cor-de-rosa, feitas para dançarinas brancas. Mas esses dias chegaram ao fim. “Elas chegaram”, postou Ingrid juntamente da foto das novas sapatilhas, finalmente no tom da sua pele. “Pelos últimos 11 anos, eu sempre pintei a minha sapatilha. E finalmente não vou ter mais que fazer isso! FINALMENTE! É uma sensação de dever cumprido, de revolução feita, viva a diversidade no mundo da dança. E que avanço, viu? Demorou, mas chegou!” Ingrid também compartilhou com os seguidores as imagens das antigas sapatilhas, todas pintadas para alcançar o tom da sua pele. E explicou porque esse momento é um marco: “Nunca existiram sapatilhas de todas as cores. Somente agora nesse século estão surgindo no mercado”. A iniciativa de criar sapatilhas e meias para dançarinas negras foi do Dance Theatre of Harlem, em Nova York, onde ela mora e trabalha. “O diretor Arthur Mitchel percebeu em um ensaio que a linha rosa descontinuava o corpo da bailarina. Então sugeriu que todo seu corpo de baile usasse sapatilha e meia calça cor da pele”, contou Ingrid. Até então ela mesma pintava uma a uma as suas sapatilhas. Agora, não precisa fazer mais isso. “A vitória não é somente minha e sim de muitas futuras bailarinas negras que virão por aí”.

A história de Ingrid é toda muito especial. Criada em Benfica, bairro na zona norte do Rio de Janeiro, ela começou a dançar balé ainda criança, através de um projeto social na sua comunidade. Hoje, aos 29 anos, a bailarina é destaque na companhia Dance Theatre of Harlem em Nova York.

LIMA, Barbara A. Disponível em: . Acesso em: 03 nov. 2020. 
A letra maiúscula auxilia na expressão das emoções do enunciador na palavra
Alternativas
Respostas
7281: D
7282: A
7283: E
7284: B
7285: E
7286: C
7287: E
7288: A
7289: C
7290: B
7291: B
7292: E
7293: C
7294: D
7295: D
7296: D
7297: C
7298: X
7299: B
7300: C