Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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OLIVEIRA, André Luiz de. História da saúde no Brasil: dos primórdios ao surgimento do SUS. Disponível em: <https://facasc.emnuvens.com.br/ ret/article/view/198>. Acesso em: 14 nov. 2023.
Acerca dos aspectos linguísticos, da pontuação e dos sentidos do texto, assinale a alternativa correta.
OLIVEIRA, André Luiz de. História da saúde no Brasil: dos primórdios ao surgimento do SUS. Disponível em: <https://facasc.emnuvens.com.br/ret/article/ view/198>. Acesso em: 14 nov. 2023, com adaptações.
Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto, assinale a alternativa correta.
Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/qualidade-de-atendimentoainda-e-desafio-do-sus-19082013?utm_source=googleamp>.Acesso em: 11 nov. 2023, com adaptações.
Quanto aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

Disponível em: <https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/11/06/por-que-obrasil-tem-a-populacao-mais-depressiva-da-america-latina.ghtml>. Acesso em: 12 nov. 2023, com adaptações.
A respeito da pontuação do texto, assinale a alternativa correta.


A questão diz respeito ao texto abaixo. Leia-o atentamente antes de responder.


O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Projeto de lei aprovado na Câmara do Rio pode recolher estátuas ligadas ao racismo, escravidão e violações de Direitos Humanos
A Câmara de Vereadores do Rio aprovou projeto de lei que proíbe manter ou instalar monumentos, estátuas, placas e quaisquer homenagens que façam menções positivas ou elogiosas a escravocratas, eugenistas e pessoas que tenham cometido atos lesivos aos direitos humanos, aos valores democráticos, ao respeito à liberdade religiosa e que tenham praticado atos de natureza racista.
No parágrafo único, o projeto de lei também determina que as homenagens já instaladas deverão ser transferidas para ambiente de perfil museológico, fechado ou a céu aberto, e deverão estar acompanhadas de informações que contextualizem e informem sobre a obra e seu personagem.
Agora, para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo prefeito Eduardo Paes - assim que a câmara remeter o projeto, ele tem 15 dias para tomar a decisão. Se entrar em vigor, a lei poderá questionar e retirar algumas estátuas e placas conhecidas pelos cariocas.
No Leme, por exemplo, fica a estátua do Marechal Humberto Castelo Branco, um dos organizadores do golpe civil militar de 1964 e o primeiro presidente do período da Ditadura Militar
No governo dele também foram feitos os primeiros registros de casos de tortura e assassinatos por agentes do estado. Na placa que faz parte do monumento está escrito: homenagem do povo.
Outro exemplo de estátua que seria tirada das ruas seria a do Marquês de Lavradio, na Rua do Lavradio. O Marquês, Dom Luis de Almeida Portugal Soares, foi vice-rei no Brasil colônia por 10 anos. Uma das ações dele tem ligação direta com a escravidão.
Ele foi responsável pela transferência do porto de desembarque de escravizados no Rio do antigo ponto de desembarque nos arredores da atual Praça XV para o Cais do Valongo.
Segundo historiadores, entre os motivos estavam evitar a disseminação de doenças supostamente propagadas por escravizados e também retirar da vista dos nobres o mercado de escravizados.
Disponível em: . Acesso em 25.10.2023)
A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de responder.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aranha rara de 310 milhões de anos é descoberta e surpreende cientistas
Cientistas ficaram surpresos com a descoberta de um fóssil pré-histórico de aranha nos arredores de Osnabrück, na Alemanha. Com cerca de 310 milhões de anos, este é o registro mais antigo desse tipo de animal no país europeu. Após anos de pesquisa, um especialista determinou que o ser vivo pertence a uma espécie nunca antes estudada.
Quase quatro anos atrás, o pesquisador de geociências da Universidade de Utrecht (Países Baixos), Tim Wolterbeek, fez a descoberta incrível. Após análises preliminares, o estudo sobre o fóssil ficou sob responsabilidade do especialista em aracnídeos Jason Dunlop, do Instituto Leibniz para a Evolução e Ciência da Biodiversidade, na Alemanha. O trabalho levou à classificação de uma nova espécie.
O fóssil data da Era Paleozoica e pertence à ordem Araneae, o que o separa de grupos anteriores de aracnídeos semelhantes com as aranhas.
Após análises cuidadosas, o especialista em aracnídeos Jason Dunlop determinou que o fóssil pertencia a uma nova espécie. Em homenagem ao pesquisador que encontrou o fóssil, Dunlop decidiu batizar a aranha de Arthrolycosa wolterbeeki.
Dunlop descreve em seu artigo que a estrutura do aracnídeo se manteve bem preservada. "Característico do gênero, o novo fóssil revela um opistossoma dorsal tuberculado posteriormente e pernas relativamente alongadas e cerdas, sendo que a primeira perna é mais longa que a segunda e a terceira. As fieiras [órgãos produtores de seda] também são preservadas, confirmando seu status como uma aranha genuína".
Ao todo, 12 espécies de aranhas do período Paleozoico já foram encontradas, mas esse número ainda é muito menor do que o registrado para outros aracnídeos relacionados a esse grupo, como os Phalangiotarbidas. Isso mostra que ainda há muito a ser descoberto sobre a diversidade desses animais no passado.
Retirado e adaptado de: ANDERSEN, Alice. Aranha rara de 310 milhões de anos é descoberta e surpreende cientistas. Revista Fórum. Disponível em: e-aanoss-desscobbera-surreeenddecientstas-1141449h htmm-de-310-milhes-de-anos-descoberta-surpreende-cientistas-141449.html Acesso em: 4 ago., 2023.
Projeto de lei aprovado na Câmara do Rio pode recolher estátuas ligadas ao racismo, escravidão e violações de Direitos Humanos
A Câmara de Vereadores do Rio aprovou projeto de lei que proíbe manter ou instalar monumentos, estátuas, placas e quaisquer homenagens que façam menções positivas ou elogiosas a escravocratas, eugenistas e pessoas que tenham cometido atos lesivos aos direitos humanos, aos valores democráticos, ao respeito à liberdade religiosa e que tenham praticado atos de natureza racista.
No parágrafo único, o projeto de lei também determina que as homenagens já instaladas deverão ser transferidas para ambiente de perfil museológico, fechado ou a céu aberto, e deverão estar acompanhadas de informações que contextualizem e informem sobre a obra e seu personagem.
Agora, para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo prefeito Eduardo Paes - assim que a câmara remeter o projeto, ele tem 15 dias para tomar a decisão. Se entrar em vigor, a lei poderá questionar e retirar algumas estátuas e placas conhecidas pelos cariocas.
No Leme, por exemplo, fica a estátua do Marechal Humberto Castelo Branco, um dos organizadores do golpe civil militar de 1964 e o primeiro presidente do período da Ditadura Militar
No governo dele também foram feitos os primeiros registros de casos de tortura e assassinatos por agentes do estado. Na placa que faz parte do monumento está escrito: homenagem do povo.
Outro exemplo de estátua que seria tirada das ruas seria a do Marquês de Lavradio, na Rua do Lavradio. O Marquês, Dom Luis de Almeida Portugal Soares, foi vice-rei no Brasil colônia por 10 anos. Uma das ações dele tem ligação direta com a escravidão.
Ele foi responsável pela transferência do porto de desembarque de escravizados no Rio do antigo ponto de desembarque nos arredores da atual Praça XV para o Cais do Valongo.
Segundo historiadores, entre os motivos estavam evitar a disseminação de doenças supostamente propagadas por escravizados e também retirar da vista dos nobres o mercado de escravizados.
Disponível em: . Acesso em 25.10.2023)
“... Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados...”