Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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A bike pelo mundo
Se em várias partes do Brasil a bicicleta só mais recentemente começou a ser vista como opção de transporte, lá fora esse conceito já existe faz tempo. Segundo The Copenhagenize Index (2015), no ranking das melhores cidades do mundo para andar de bicicleta, Copenhague (Dinamarca) aparece em primeiro lugar, seguida de Amsterdã e Utrecht (Holanda), Estrasburgo (França) e Eindhoven (Holanda).
Este último país é considerado por muitos (especialmente pelos próprios moradores) o melhor país do mundo para se andar de bicicleta. Já na década de 1950, 20% da população holandesa se locomoviam sobre duas rodas. Mas, na década seguinte, a prosperidade econômica aumentou e um dos resultados disso foi o crescimento no número de automóveis. Com o passar dos anos, os ciclistas foram perdendo espaço e o número de acidentes se elevou drasticamente. O trânsito se tornou um ambiente hostil, de disputas de violência. Diante da crise, os holandeses não perderam tempo, e organizaram um grande movimento para reduzir os acidentes. A campanha “Abaixo o assassinato de crianças” recebeu o apoio da população e do governo. A Holanda voltou a prestigiar o ciclismo e o número de acidentes caiu.
A mobilidade por bicicleta não parou mais de crescer. O ciclismo foi totalmente integrado à malha de transportes holandesa, com sinalização adequada e estacionamentos de bicicletas compatíveis com a demanda crescente.
Na Holanda, bicicletas dobráveis viajam de graça em outros meios de transporte público e as tradicionais podem ser transportadas fora dos horários de pico por uma pequena taxa. A companhia ferroviária e prefeituras oferecem estacionamento perto das estações. Desde 2003, o serviço de aluguel de bicicletas torna ainda mais acessível essa opção de transporte.
(TRIGUEIRO, André. Cidades e Soluções: como construir uma sociedade sustentável – Rio de Janeiro: LeYa, 2017.)
Exemplo de cuidado e amor ao próximo
Internet: <www.uniprimedobrasil.com.br> (com adaptações).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A vírgula utilizada após “Marilize Ana Stolarski” (linha 2) deveria ser suprimida, uma vez que não se pode separar o sujeito do verbo por vírgula, em ordem direta ou inversa.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O travessão empregado na linha 6 foi utilizado para isolar orações intercaladas.


Manual de Procedimentos para Assessorias em Santa
Catarina (com adaptações).
Com base no texto e em seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O uso de aspas em “nesse ritmo que estou correndo não aguento nem 10 minutos” (linhas 34 e 35) e em “overtraining” (linha 37) seguiu a mesma regra gramatical.
Leia o poema a seguir de autoria de Millôr Fernandes:
Diante de um automóvel 1958
Gasto tanto em oficina
Que inda não entendi bem
Se sou eu que tenho o carro
Ou se é ele que me tem
Caso Millôr Fernandes usasse a vírgula segundo a norma padrão da Língua Portuguesa em seu poema, ele poderia ser redigido tal como a opção:
Quanto ao uso do travessão no excerto anterior, pode-se afirmar:
Aposto que você já atinou para o problemão pré-histórico que isto representa: as pessoas que os europeus encontraram ao ancorar seus navios em Porto Seguro 517 anos atrás, por mais morenas que fossem, não tinham nada de africanas. Sua aparência – em especial o formato do crânio e os olhos que popularmente descreveríamos como “puxados” – lembra muito mais a de gente do nordeste da Ásia. [LOPES, Reinaldo José. 1499: o Brasil antes de Cabral. Rio de Janeiro: Harper Collins, 2017. P.40]
Na passagem em análise, as aspas têm a seguinte função:
A expressão após a vírgula estabelece com a anterior uma relação semântica de: