Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado como de categoria 5 — a mais grave.
O travessão é empregado nesse período para
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano [...], a natação existe há milênios.
A vírgula é empregada nesse período para separar
Durante os três dias de programação, o projeto inclui uma série de ações formativas, dentre elas: degustações de queijos artesanais, intervenções artísticas e uma feira de queijos para negócios e fomento a circuitos turísticos.
Assinale a alternativa que justifica o uso dos dois-pontos nesse período.
“Diante de tantos desafios que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos – pandemia e a discussão sobre vacinas, retorno da inflação, [...] para ficarmos só com alguns –, talvez a educação seja o maior deles.”
A função dos travessões no trecho reproduzido anteriormente é
TEXTO III

Disponível em: https://marketplace.canva.com/
EAFGzVcSRsE/1/0/1131w/canva-cartaz-de-avisovarejo-cartazista-tipogr%C3%A1fico-vermelhoRviXLQgQoDo.jpg. Acesso em: 26 out. 2024.
Por ser o maior órgão do organismo e o responsável pela sua proteção, a pele requer muitos cuidados. Quando não cuidada, ela pode apresentar vários problemas, como:
Ressecamento: provocado pela falta de alimentação natural, que proporciona hidratação à pele, e ainda a não utilização de hidratantes de origem cosmética ou farmacêutica.
Queimadura: provocada pela exposição exagerada ao sol ou ainda por acidentes com substâncias quentes, entre outras.
Alterações de coloração: provocada por bronzeamento ou por aparecimento de manchas brancas, ásperas e arredondadas que descamam irregularmente.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude/pele-e-sol.htm. Acesso em: 28 out. 2024.
Os sinais de pontuação são usados para organizar um texto escrito e para reproduzir as emoções, as intenções e os anseios de quem o escreve.
Analisando-se os dois pontos presentes em todos os parágrafos e a intenção comunicativa, assinale a alternativa correta.

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=96QPjtVWmOk. Acesso em: 23 out. 2024.
Assinale a alternativa em que o uso da exclamação apresenta idêntica função que as mencionadas no cartaz.
Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
O Museu da Comunicação é um espaço de memória, experimentação e contemporaneidade, que incorpora tecnologias e tendências museográficas para contar a aventura da comunicação humana.
Disponível em: https://cultura.vicosa.mg.gov.br/detalhe-do-estabelecimento/estabelecimento/museu da-comunicacao/176.6. Acesso em: 30 out. 2024.
No contexto: “Objetos-relíquias, tecnologias, discursos, imagens, reportagens, grupos de estudo, acontecimentos, mostras, documentos, palestras, exposições, pensamentos, dialéticas, trocas e oficinas sempre estarão por aqui”, as vírgulas foram empregadas para
"No ano seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais leve e adequado ao verão."
A justificativa para o uso da vírgula no trecho é:
"Adolescentes, grandes vítimas da cultura digital, sucumbem ao imediatismo e seguem 'influencers' sem questionar."
O uso das vírgulas no trecho destacado justifica-se porque:
Assinale a alternativa correta em relação ao uso do sinal de pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Por isso, prevenção é sempre o melhor caminho!
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Só matando
As trapalhadas ambientais do bicho-homem
Ao observar os tentilhões de Galápagos, Darwin admirou as adaptações naturais das aves e revolucionou a ciência. Contudo, se visse as ações humanas atuais, talvez criasse a teoria da "Involução". Em nome do lucro, o homem interfere na natureza, causando danos irreversíveis.
Um exemplo é a tilápia. Apesar de ser um peixe de água doce, ela já aparece no mar brasileiro, de Santa Catarina ao Maranhão, desestabilizando o ecossistema marinho. Escapando de criatórios, usa rios como rota de transição e invade novos ambientes. Outro problema nos mares é o peixe-leão, uma espécie asiática que chegou aqui possivelmente pela água de lastro de navios ou por aquários irresponsáveis. Tóxico e voraz, já devasta espécies nativas e ameaça banhistas.
Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo. O governo agora planeja abater centenas deles. No Brasil, criadores trouxeram caramujos africanos nos anos 1980, mas o plano gastronômico fracassou. Abandonados, esses moluscos se reproduziram e viraram pragas, transmitindo doenças graves.
Outro caso é o javaporco, híbrido de porco doméstico e javali, que devasta plantações no Sul e Centro-Oeste. Esses animais agressivos e transmissores de doenças cresceram 500% em número desde 1989. A única solução eficaz seria o controle por caça, mas restrições impostas pelo governo dificultam a situação, deixando produtores desamparados.
Em meio a tudo isso, surge a ironia: será que veremos ONGs ou comissões absurdas apoiando essas espécies invasoras, enquanto os verdadeiros problemas continuam negligenciados?
Fernando Fabbrini - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/so-matando-1.327 1025