Questões de Concurso Sobre parônimos e homônimos em português

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Q3078574 Português
Identifique a palavra (entre parênteses) que dásentido correto às frases abaixo.

• Apesar de ter (infligido / infringido) várias leis,espera seu julgamento em liberdade. • O (eminente / iminente) professor Augusto encerrou a solenidade ontem. • O último presidente do clube não encerrou seu(mandado / mandato) até o final.

Assinale a alternativa que indica as palavras que dãosentido correto às frases.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de 1º ao 2º ano | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de 3º, 4º, 5º ano e EJA | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Arte | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Ciências | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Física | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Infantil | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Ensino Religioso | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Geografia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de História | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Língua Estrangeira: Espanhol | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Língua Estrangeira: Inglês | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Língua Portuguesa | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Matemática | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Especial - Atendimento Educacional Especializado (Sala de recursos multifuncionais) | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Especial - Instrutor de Libras | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Especial - Intérprete de Libras | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Especial - Professor Bilíngue | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor de Educação Especial - Segundo Professor |
Q3078353 Português

Analise a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Com base na imagem e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3076930 Português
Assinale a frase em que os termos sublinhados estão corretamente empregados. 
Alternativas
Q3076405 Português
Assinale a alternativa em que não há um exemplo de paronímia: 
Alternativas
Q3073371 Português
Memória
(Carlos Drummond de Andrade)

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.

No verso “Nada pode o olvido...”, a palavra em destaque é: 
Alternativas
Q3068390 Português
Analise as afirmativas a seguir.
I. Considera-se que um termo é homônimo quando apresenta diferentes significados, mas a mesma forma escrita ou pronunciada.
II. A expressão “banco” em “ele foi ao banco” e “ele sentou no banco do parque” é um exemplo de homonímia.
III. A palavra “manga” em “ele comeu uma manga” e “ele usou uma manga longa” é um exemplo de homonímia.
IV. Em: “Durante a reunião, o chefe mencionou a importância da análise para a empresa”, a palavra “análise” pode ser considerada um exemplo de homonímia.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3066676 Português
Palavras feias, bonitas, difíceis, ambíguas: qual é, língua portuguesa?


    Tem gente que gosta de colecionar sapatos. Eu, particularmente, acho que ocupam muito espaço. Tem os que colecionam moedas. Meio pesado e sujinho, não? Eu gosto de colecionar palavras, que são leves, limpinhas e dá para carregar no bloco de notas do celular. Por exemplo, você já reparou que existem palavras feias e bonitas? Isso não tem a ver, necessariamente, com o significado, a grafia ou a sonoridade delas. É simplesmente uma sensação pessoal. De todo modo, vou dar alguns exemplos, quem sabe vocês concordam comigo. A ver: subalterno, sopapo, jocoso, gutural. Lombriga, embuste, mixórdia, pernóstico. Catapulta, gororoba, hediondo, escroque. Apesar de interessantes, alguém discorda que são palavras de beleza duvidosa? Dentro do universo das palavras feias, ainda temos uma categoria especial. São as palavras feias com significados nojentos. Desculpa aí: catarro (a gente já fala arranhando a garganta), sovaco (você não sente o cheiro?), furúnculo (pus?), verruga (berruga?).

    A maternidade é uma das coisas mais lindas da vida, mas as palavras puerpério, regurgito e colostro não são fáceis. Aliás, essa última é a palavra feia perfeita: significado esquisito, sonoridade desagradável e tem mais um diferencial. Se você reparar, é esteticamente feio de pronunciar. Tenta comigo: co-loooss-tro. Dá até uma vergonhinha. E tem as palavras bonitas. A magnânima saudade não nos deixa mentir. Nuvem, lágrima, infinito, azul, memória, magia, goiabada, alma, maio e luz só vêm engrossar o coro das metidinhas. E tem as que são dúvidas, tipo: jaboticaba, galhofa, labirinto, bocejo, chafariz. Joanete também me deixa balançada. Imbróglio, palíndromo e acabrunhado, independentemente da estética, têm uma vantagem em relação às outras, dão uma coceirinha na ponta da língua.

   Vocês me dão licença, mas eu vou fazer um parágrafo dedicado aos chamados “palavrões”. Palavras consideradas obscenas, grosseiras ou pornográficas. Vocábulos que vivem à margem, coitados. Justiça seja feita, os palavrões nos exigem bem mais do que as palavras difíceis. Eles têm que ser escalados na hora certa, empregados precisamente e para o público adequado. Sob pena de falar mal de quem os fala. Se alguém conta uma fofoca de arrepiar, o que dá mais prazer em responder? “É mesmo? Santo Deus!” ou “Sério? C.!”? Nota-se que, ao falarmos esse palavrão, a boca se abre como a de um leão mugindo. Agradável, não? O lance do palavrão é que, na maioria das vezes, o seu significado se perdeu. Aquele show “do c.” nada tem a ver com um órgão reprodutor masculino enrugado. Por exemplo, seu amigo foi demitido. O que é mais empático de dizer a ele? “Puxa vida, que chato, hein?” ou “C., que b.!”? Palavrão gostoso se fala arrastado. Você acaba de descobrir que sua ex tá com outro. O que te alivia mais? “Não tô nem aí. Que se dane” ou “Ah é? F-se.”? Você foi calçar o sapato e se deparou com um bicho dentro dele. Sozinho, o que você diz? “Nossa, o que que é isso, minha gente?” ou “Que p. é essa, mano?”. Eu sei que começa até a dar um mal-estar ouvir tantos palavrões. Ainda mais escritos. (...)

    Agora vamos do baixo ao alto calão. Se você é advogado, pula essa parte porque para você vai ser mole. Se não é, vem queimar a mufa aqui comigo. Tem palavras que foram feitas para nos sacanear. Elas são infrequentes, mas muito parecidas com outras do nosso dia a dia. Bobeou, somos induzidos a erros, muitas vezes ridículos. Alguns exemplos para vocês. Fustigado: cansadão? Não, pior. Maltratado. Alijado: deficiente? Não, afastado. Escrutínio: escrotinho? Exame minucioso. Arroubar: abrir à força? Nope, extasiar. Capcioso: relativo a carpaccio? Não, ardiloso. Engodar: crescer a pança? Not, enganar. Ignóbil: ignorante com imbecil? Quase. Infame, desprezível, baixo, vil, asqueroso, sórdido…

   Em relação às palavras comprimento, cumprimento, tráfico, tráfego, descriminar, discriminar, infligir, infringir, deferir, diferir não vou nem perder o meu tempo amaldiçoando o mau-caráter que as inventou. Confundir o significado das palavras parece escabroso, mas tem sua poesia. É um perigo iminente (ou eminente?) usar palavras que não dominamos. Mas, em relação ao uso delas, sou tanto impávida quanto pusilânime (Google: corajosa/medrosa). E, por pura adrenalina, uso todas e ainda faço cara de letrada. Afinal, (...), me respeita que eu sou escritora.


(GARBATO, Bia. Palavras feias, bonitas, difíceis, ambíguas: qual é, língua portuguesa? Jovem Pan, 2022. Adaptado.)
Os pares “[...] comprimento e cumprimento, tráfico e tráfego, descriminar e discriminar, infligir e infringir, deferir e diferir [...]” (5º§) são conhecidos como palavras 
Alternativas
Q3056572 Português
Em relação à diferença entre homônimos e parônimos e a contextualização de cada palavra, observe os itens a seguir:

I. A beleza do pôr do sol passou desapercebida por quem estava tão envolvido em seus próprios pensamentos.
II. O treinador decidiu infligir uma penalidade ao jogador que cometeu uma falta grave durante o jogo.
III. Na Espanha, cada distrito tem vários concelhos que estão interligados entre si.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3047006 Português
Julgue o item que se segue.

Parônimos são palavras que têm formas fonéticas ou ortográficas semelhantes, mas que possuem significados diferentes, como "emergir" e "imergir". Essa proximidade na forma pode levar a confusões semânticas se os falantes não forem precisos em sua escolha de palavras.
Alternativas
Q3046993 Português
Julgue o item que se segue.

A homonímia refere-se à ocorrência de palavras que são idênticas na pronúncia ou na ortografia, mas que têm significados distintos, como "boca" (parte do corpo) e "boca" (entrada de um rio). Essa semelhança superficial pode causar ambiguidade e exigir que os falantes dependam do contexto para interpretar corretamente o significado pretendido.
Alternativas
Q3044077 Português
Em alguns vocábulos, o acento tônico pode ter valor distintivo, ou seja, mostra duas palavras diferentes.
Assinale a opção em que isso não ocorre. 
Alternativas
Q3039950 Português
Analise as frases abaixo em relação às palavras destacadas entre parênteses.

Sua carreira começou a (acender / ascender) após concluir o curso de atualização.
Helena é uma pessoa com muito (censo / senso) de humor.
Patrícia colocou os pães de queijo para (coser / cozer).

Assinale a alternativa que indica as palavras que completam corretamente as frases.
Alternativas
Q3034447 Português
Homônimos são palavras que têm pronúncia e/ou grafia idênticas, mas significados diferentes. Com base nisso, assinalar a alternativa que apresenta um par de homônimos. 
Alternativas
Q3032109 Português
“No Brasil, educação de má qualidade submete indivíduos a situação análoga à escravidão”


Não há dúvidas de que o capital humano é central no processo dos desenvolvimentos econômico e social de qualquer país — e a educação é um dos pilares da formação de um capital humano qualificado. O filósofo e economista Eduardo Giannetti alerta: a falta de acesso à educação de qualidade e ao domínio da linguagem tolhe as capacidades de expressão e articulação de pensamentos, desejos e escolhas dos indivíduos. Segundo ele, esse cenário restringe liberdades.

“Não adianta dizer a uma pessoa analfabeta que ela é livre para ler Machado de Assis, Nelson Rodrigues ou Guimarães Rosa. Assim como dizer a alguém que está passando fome de que ele é livre para ir ao melhor restaurante da cidade. É uma liberdade completamente vazia”, explica. “A liberdade genuína, profunda, ocorre quando a pessoa tem meios para exercer a escolha de ler, de gastar o dinheiro dessa ou daquela maneira. Caso contrário, é realmente uma piada de mau gosto dizer que um analfabeto é livre para fazer o que quer. Ele não é”, completa.

De acordo com Giannetti, a falta de acesso à educação no Brasil faz com que muitos vivam em uma situação análoga à escravidão. “É a escravidão da ignorância. O escândalo da má qualidade do ensino no Brasil é o análogo do século 21 à escravidão. É da mesma ordem de gravidade”, explica.


(Trecho adaptado de entrevista de Eduardo Gianetti para Renato Galeno) (https://umbrasil.com/videos/no-brasil-educacao-de-ma-qualidade-submete-individuos-a-situ acao-analoga-a-escravidao/)
[Questão Inédita] “Levando em conta os próprios mandatos, os governantes têm à vista apenas os próximos quatro ou oito anos.”

As palavras “mandato” e “mandado” são parônimas, pois são parecidas e isso contribui para algumas falhas. Às parônimas ainda se associam as palavras homônimas, que trazem igualdade (na escrita e/ou no som, como em senso e censo). Assinale a alternativa em que a palavra em destaque está adequada ao sentido da frase.
Alternativas
Q3025211 Português
Palavras homônimas podem apresentar a mesma grafia, a mesma pronúncia ou ambas. No entanto, diferem em seu significado. Com isso, assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada NÃO foi utilizada corretamente de acordo com seu contexto.
Alternativas
Q3022899 Português
Estudantes de Maquiné concorrem a prêmio nacional com app de geolocalização do mosquito da dengue


Por Isabela Sander





(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2024/08/estudantes-de-maquineconcorrem-a-premio-nacional-com-app-de-geolocalizacao-do-mosquito-da-denguecm0cfbgtv00ib015sbm6h0xdm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “inscreveu” (l. 20) estabelece uma relação de paronímia com:
Alternativas
Q3017097 Português
O QUE VIVI AO FICAR PRESO NO ELEVADOR

Por Ton Paulo – 20 novembro 2019
 
   As portas do elevador estacionado no térreo já se fechavam quando, numa corrida rápida, coloco o braço no rumo do sensor a tempo de fazê-las reabrirem. Entro ainda ofegante no cubículo vazio, não sem antes soltar um “que sorte!” em voz baixa.

  Sou apaixonado por elevadores vazios. O intervalo do térreo até o andar escolhido é sempre o momento oportuno do dia para dar uma ajeitada no cabelo no espelho, olhar as mensagens ainda não visualizadas e respirar. Mas não hoje.

   O elevador parou no meu andar, o 25º, mas as portas não se abriram. Espero, estranhando o delay, e nada. Alguns instantes depois, o ventilador de teto para. Era isso: eu estava preso em um elevador enguiçado.

   Desato a tocar o interfone, mas, no lugar de uma voz humana, só recebo uma luzinha que pisca insistentemente. Do nada, me vem a palavra “claustrofobia” – do latim, claustro phobos: medo de lugares fechados. Eu não tinha aquilo, mas sentia que meus pulmões já puxavam o ar de maneira irregular.

    Sento, levanto, sento novamente, dou voltas só de meias dentro do cubículo de metal. Exatos uma hora e cinquenta minutos se passam até que um funcionário abre a porta, com o elevador já no térreo e me encontra no chão abraçado às minhas pernas. Ainda um pouco trêmulo e puxando o ar com força, caminho até a recepcionista: “Onde ficam as escadas mesmo?”


Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/o-que-vivi-ao-ficar-preso-no-elevador-22132 7/. 
[Questão Inédita] Considere o seguinte trecho: "Eu não tinha aquilo, mas sentia que meus pulmões já puxavam o ar de maneira irregular.". Julgue a alternativa correta.
Alternativas
Q3011456 Português
Considerando os aspectos fonológicos da Língua Portuguesa de acordo com Cagliari (2002), assinale a alternativa que apresenta duas palavras que possam ser consideradas um par mínimo. 
Alternativas
Q3011455 Português
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da palavra “comprimento”.
Alternativas
Respostas
141: C
142: A
143: C
144: B
145: A
146: A
147: B
148: A
149: C
150: C
151: A
152: E
153: C
154: A
155: C
156: C
157: C
158: D
159: C
160: E