Questões de Concurso
Sobre parônimos e homônimos em português
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I. Considera-se que um termo é homônimo quando apresenta diferentes significados, mas a mesma forma escrita ou pronunciada.
II. A expressão “banco” em “ele foi ao banco” e “ele sentou no banco do parque” é um exemplo de homonímia.
III. A palavra “manga” em “ele comeu uma manga” e “ele usou uma manga longa” é um exemplo de homonímia.
IV. Em: “Durante a reunião, o chefe mencionou a importância da análise para a empresa”, a palavra “análise” pode ser considerada um exemplo de homonímia.
Está correto o que se afirma apenas em
I. A beleza do pôr do sol passou desapercebida por quem estava tão envolvido em seus próprios pensamentos.
II. O treinador decidiu infligir uma penalidade ao jogador que cometeu uma falta grave durante o jogo.
III. Na Espanha, cada distrito tem vários concelhos que estão interligados entre si.
Está(ão) CORRETO(S):
Parônimos são palavras que têm formas fonéticas ou ortográficas semelhantes, mas que possuem significados diferentes, como "emergir" e "imergir". Essa proximidade na forma pode levar a confusões semânticas se os falantes não forem precisos em sua escolha de palavras.
A homonímia refere-se à ocorrência de palavras que são idênticas na pronúncia ou na ortografia, mas que têm significados distintos, como "boca" (parte do corpo) e "boca" (entrada de um rio). Essa semelhança superficial pode causar ambiguidade e exigir que os falantes dependam do contexto para interpretar corretamente o significado pretendido.
Assinale a opção em que isso não ocorre.
Sua carreira começou a (acender / ascender) após concluir o curso de atualização.
Helena é uma pessoa com muito (censo / senso) de humor.
Patrícia colocou os pães de queijo para (coser / cozer).
Assinale a alternativa que indica as palavras que completam corretamente as frases.
As palavras “mandato” e “mandado” são parônimas, pois são parecidas e isso contribui para algumas falhas. Às parônimas ainda se associam as palavras homônimas, que trazem igualdade (na escrita e/ou no som, como em senso e censo). Assinale a alternativa em que a palavra em destaque está adequada ao sentido da frase.


Observe a imagem a seguir.

A compreensão do referido texto dá-se por meio da
presença de
O prazer e o risco de emprestar um livro
“Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos – e os temos aos montes –, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.
Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de “A visita cruel do tempo”, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de “A visita cruel do tempo” foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. (…)
VENTICINQUE, Danilo. Disponível em:
<https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-de-bemprestar-umlivrob.html>. (adaptado).
Analise os pares de palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verificam termos parônimos.