Questões de Concurso Sobre parônimos e homônimos em português

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Q981659 Português
Em qual das alternativas temos exemplo de palavras homônimas homófonas?
Alternativas
Q684862 Português

Leia o texto a seguir, retirado do sítio <http://osletrados.blogspot.com.br/2012_11_01_archive.html>, em 02/04/2015


Considerando a relação entre o verbal e o não verbal na charge, a palavra “encalhada” exemplifica um caso de palavras:  
Alternativas
Q639868 Português
Instrução: Considerando que a correção gramatical é um dos requisitos fundamentais da redação oficial, assinale na questão a alternativa em que o enunciado está inteiramente de acordo com as normas do padrão culto da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q638230 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada foi empregada de forma incorreta:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2015 - MPE-RS - Assessor - Letras |
Q632746 Português

Instrução: A questão  esta relacionada à redação oficial.

Assinale a alternativa que apresenta as formas verbais adequadas para preencher as lacunas dos enunciados abaixo, na ordem em que aparecem.

1. O meliante furtou uma ________ soma em dinheiro.

2. Atendendo aos argumentos da defesa, que pleiteava uma decisão urgente, o magistrado _______ o requerimento do advogado.

3. Entendendo que não houve má intenção por parte do acusado, o juiz ________ a ação que lhe era imputada. 

Alternativas
Q629244 Português
A frase abaixo cuja lacuna deve ser preenchida pela primeira das palavras colocadas entre parênteses é:
Alternativas
Q617088 Português
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada foi corretamente aplicada. 
Alternativas
Q611098 Português
Melhor a lenda

 (...)
Quem não ouviu contar que Nero mandou incendiar Roma e, do seu terraço, contemplava o fogo enquanto tocava cítara e declamava seus poemas? O historiador romano Suetônio registra essa versão setenta anos após a morte do personagem. A cena combina com o imperador sanguinário, mas não teve confirmação como fato histórico. É mais interessante continuar acreditando que os vikings usavam aqueles capacetes de chifres, fantasia criada em ilustrações do século XIX, que tornavam-nos mais assustadores, do que substituir a imagem por outra mais real, depois que escavações nos túmulos mostraram que não havia um só capacete de chifres entre os despojos dos guerreiros nórdicos.
E por aí vai. A realidade é que o pintor Van Gogh decepou apenas o lóbulo da orelha, não a concha inteira; elefantes não têm cemitério; não eram três as caravelas de Colombo quando veio para estes lados, pois a Santa Maria era uma nau, maior e mais larga; Walt Disney não desenhou o camundongo Mickey; etc, etc.
Quando a lenda é mais interessante do que o fato original, ela triunfa na imaginação popular e muitas vezes na história escrita. Ficou famosa entre os cinéfilos uma frase de um jornalista na cena final do filme de John Ford O Homem que Matou o Facínora, de 1962. Resumindo, curto. Um advogado citadino, que nem sabia atirar, fica famoso por ter matado em duelo um perigoso bandido do oeste, e se elege senador. Muito tempo depois, no funeral do verdadeiro matador do bandido, que era o mocinho e eliminou o facínora atirando escondido nas sombras, o senador conta a verdadeira história ao jornalista e este se recusa a publicá-la, dizendo: 
“Isto é o oeste, senhor. Quando a lenda vira verdade, ficamos com a lenda" (This is the West, sir. When the legend becomes fact, print the legend). Essa frase tem um precedente histórico em Machado de Assis. Na crônica do dia 15 de setembro de 1876, ele abre um tópico com uma contestação da história oficial do grito da independência, em 7 de setembro de 1822: “Grito do Ipiranga? Isso era bom antes de um nobre amigo, que veio reclamar pela Gazeta de Notícias contra essa lenda de meio século. Segundo o ilustrado paulista não houve nem grito nem Ipiranga. (...) Durante cinquenta e quatro anos temos vindo a repetir uma coisa que o dito meu amigo declara não ter existido. Houve resolução do Príncipe D. Pedro, independência e o mais; mas não foi positivamente um grito, nem ele se deu nas margens do célebre ribeiro"
Machado argumenta que seria fácil mudar a história em futuras edições dos livros, mas ficaria difícil refazer tantos versos escritos. O Hino Nacional já contava então 47 anos e dizia que o grito retumbante fora ouvido pelas margens plácidas do Ipiranga. Conclui o Machado: “Minha opinião é que a lenda é melhor do que a história autêntica. (...) Eu prefiro o grito do Ipiranga: é mais sumário, mais bonito e mais genérico". 

Ivan Angelo
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br

Observe os pares das palavras abaixo, relacione as colunas e assinale a alternativa correta.

1- “houve” – ouve.

2- “genérico” – detalhado.

3- “sumário” – síntese.

4- “acostumar” – costumar.

( ) Palavras sinônimas.

( ) Palavras antônimas.

( ) Palavras homônimas.

( ) Palavras parônimas.

Alternativas
Q604405 Português
Assinale a alternativa em que houver parônimos:
Alternativas
Q591673 Português
Levando em consideração o significado contextual de palavras e expressões, assinale a alternativa correta em que há relação de polissemia:
Alternativas
Q591665 Português
Assinale o item em que as palavras completam adequadamente os espaços abaixo:
I. Trouxeram-me um ramalhete de flores__________. II. A justiça _________a pena merecida aos desordeiros. III. Devemos ser fiéis ao __________do dever. IV. A _________ de terras compete ao Estado.
Alternativas
Q585823 Português

Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto Uma breve história do controle, julgue o próximo item.


Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto Uma breve história do controle, julgue o próximo item.

O adjetivo “preeminente" (L.15) pode ser substituído pelo adjetivo proeminente.

Alternativas
Q583091 Português

                                                   Estar envolvido ou comprometido. Eis a questão.

                                                                                                                               Washington Luis Silva de Souza

       Disponível em: <http://www.rh.com.br/Portal/imprima.php?cod=5841>. Acesso em: 02 nov. 2015. (adaptado).

As palavras estabelecem relações de sentido entre si. Uma dessas relações é a de hiponímia/hiperonímia. Assinale a alternativa em que se tem um exemplo desse tipo de relação entre as palavras destacadas.
Alternativas
Q581524 Português
Assinale a alternativa correta sobre parônimos e seus significados.
Alternativas
Q570955 Português
Observe as sentenças. I. Com medo do escuro, a criança ascendeu a luz. II. É melhor deixares a vida fluir num ritmo tranquilo. III. O tráfico nas grandes cidades torna-se cada dia mais difícil para os carros e os pedestres. Assinale a alternativa correta quanto ao uso adequado de homônimos e parônimos.
Alternativas
Q569259 Português

A importância do ato de ler

Paulo Freire 

1º      Rara tem sido a vez, ao longo de tantos anos de prática pedagógica, por isso política, em que me tenho permitido a tarefa de abrir, de inaugurar ou de encerrar encontros ou congressos.  

2º   Aceitei fazê-lo agora, da maneira, porém, menos formal possível. Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. 

3º   Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na descodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, em que senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio _____ mim constituindo. Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavra mundo”. 

4º    A retomada da infância distante, buscando _____ compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me ouvia – e até onde não sou traído pela memória –, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós – à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava _____ riscos menores que me  preparavam para riscos e aventuras maiores. A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, Andrei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto – em cuja percepção me experimentava e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber – se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo _____ meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1986. p. 11-3.  

Assinale a alternativa em que as palavras podem servir de exemplo de homônimas imperfeitas:
Alternativas
Q566602 Português
A questão abaixo tomará por base a seguinte crônica de Wanda Sily, publicada no jornal Século Diário (ES), de 18/08/2012.
Acordou do primeiro sono, e os outros não chegaram. Tem coisa pior que uma noite insone e mal dormida em véspera de entrevista de emprego? Liga a televisão e não acha nada tão bom que o desperte de vez, ou tão ruim que o faça dormir, apesar das 200 opções do canal a cabo. Sem sono, nada como um livro na mão. Procurou na estante, esquecido de que não tem estante, quanto mais livros.
Olhou no kindle e, apesar das duas mil opções, nada acha... O jeito é ir para o computador, tudo que não precisa em noite de pré-entrevista. Apesar das 20 mil opções do facebook, não acha nada... até que alguém entra em sua área de risco. Sônia, o nome. Em qualquer outra situação ignoraria... Mas está com insônia, e o nome combina. Abre o coração para uma estranha, amiga de amigos, contando que precisa dormir por causa de uma entrevista de emprego no dia seguinte. O emprego era do tipo que muda sua vida, e ele precisa mesmo mudar de vida. O casamento acabou e está sozinho, sem sono e sem emprego. Gostei do sozinho, ela diz. Conta que também tem uma entrevista de emprego amanhã. Estranhas coincidências o acaso nos manda numa noite de chuva, diz. Pena que não chove, ela contesta. Ambos com insônia, ambos com uma entrevista de emprego, e o nome é Sônia. Seu provável futuro emprego também pode mudar sua vida? pergunta, como bem indica o ponto de interrogação no final da frase. Não muda muita coisa, acaba virando rotina, ela explica.
Ao dizer “mas (ele) está com insônia e o nome combina”, a narradora recorre às seguintes associações fonética e gráfica que existem entre as duas palavras, que são:
Alternativas
Q566598 Português
Considere as seguintes frases, colhidas em locais de lazer e comércio, onde tinham finalidade denotativa: I – Saí há pouco e volto já. II – Limpe seus xeques no SPC. III – Amanhã! Dança ruça com o Balé de Moscou. IV – Promoção só hoje! Venha expiar nossos preços. Palavras homônimas são idênticas quanto à forma, quanto à pronúncia, embora diferentes quanto à significação. Trocar por outra pode gerar confusão ou riso, conforme o caso. Em quantas das frases acima houve erro no uso de uma palavra?
Alternativas
Q566467 Português
A questão abaixo toma por base a seguinte coluna, publicada no jornal A Gazeta, de 18/08/2012.

O desempenho dos capixabas em Londres superou todas as expectativas. Foram quatro medalhas das dezessete conquistadas pelo Brasil nas Olimpíadas de 2012. Alison, Esquiva, Yamaguchi e Larissa escreveram seus nomes e o do ES na história dos Jogos Olímpicos.

E, para fazer com que essas conquistas se multipliquem nos Jogos do Rio 2016, o Espírito Santo será o primeiro Estado do Brasil a fazer parte da Rede Nacional de Formação de Atletas, em parceria com o Ministério do Esporte e o COB. O Governo está investindo R$ 5 milhões na reforma e ampliação do CT de Bento Ferreira. E outros R$ 17 milhões serão investidos até 2015 na contratação de profissionais, como técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e médicos que atuarão na detecção e formação de novos talentos e treinamento dos atletas e paratletas de alto rendimento.

As novas promessas serão detectadas em 400 núcleos de projetos sociais como Esporte Pela Paz, Campeões de Futuro e Esporte Pela Paz, este último funcionará nas escolas da rede pública estadual.

Outros R$ 112,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo, atualmente, na construção do Kleber Andrade e da Arena Esportiva Rivieira, na Serra e em programas como o Bolsa Atleta Capixaba e o Compete ES. O primeiro repassa valores em dinheiro (R$ 500, R$ 1500 e R$ 2000) aos atletas e paratletas capixabas mensalmente; o segundo fornece passagens aéreas para que representem o Estado em competições. 
A relação morfossemântica entre as palavras “atleta e paratleta" é a mesma que ocorre entre:
Alternativas
Q566458 Português
Considere as seguintes frases, colhidas em locais de lazer e comércio, onde tinham finalidade denotativa:

I – Neymar raspou o couro cabeludo de novo.

II – Gosto de ver as águas dos rios fruindo para o mar.

III – Acabada a partida, os jogadores correram para o vestuário.

IV – Ela disse que não adianta impetrar um mandato de segurança.

Palavras parônimas são parecidas quanto à forma ou à pronúncia, embora diferentes quanto à significação. Trocar uma por outra pode gerar confusão ou riso, conforme o caso. Em quantas das frases acima houve erro no uso de uma palavra? 
Alternativas
Respostas
741: A
742: E
743: A
744: A
745: E
746: E
747: C
748: D
749: C
750: C
751: A
752: C
753: B
754: A
755: C
756: B
757: A
758: A
759: A
760: D