Questões de Concurso Sobre parônimos e homônimos em português

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Q920590 Português

Com base nas alternativas a seguir, marque somente a alternativa correta:


A violação da lei era________. Por esse motivo, a autoridade policial que estava no local lavrou o _________na mesma hora, a fim de que se pudesse aplicar as________ cabíveis e responsabilizar o infrator.

Alternativas
Q902770 Português
Empresas de tecnologia têm mudado de postura em relação às políticas de gestão de dados pessoais – em grande medida – por conta do General Data Protection Regulation, um conjunto de determinações sobre informações pessoais na Europa. Um dos pontos requer que os dados das pessoas sejam portáteis, ou seja, deve haver uma função para que você possa baixar seus próprios dados. Em países como Brasil e Estados Unidos, isso não é algo obrigatório, ao menos por enquanto.
Ao site de tecnologia americano The Verge, o Instagram informou o seguinte sobre a novidade: “Estamos construindo uma nova ferramenta de portabilidade de dados. Em breve, você poderá fazer o download de uma cópia do que compartilhou no Instagram, incluindo suas fotos, vídeos e mensagens”.
Disponível em: <https://exame.abril.com.br/tecnologia/inst agram-vai-deixar-voce-todas-as-suas-informacoes-e-ir-embora/>. Acesso em: 12 abr. 2018
Dadas as proposições sobre os aspectos semânticos empregados no fragmento textual,
I. No contexto “Em países como Brasil e Estados Unidos, isso não é algo obrigatório, ao menos por enquanto”, o vocábulo países torna-se hipônimo das palavras Brasil e Estados Unidos. II. Ao usar as expressões gestão de dados pessoais, informações pessoais, dados das pessoas e seus próprios dados, o autor do texto emprega a repetição lexical, que consiste na reiteração de palavras de uma mesma família lexical. III. Em “Empresa de tecnologia...” / “...site de tecnologia...”, a palavra destacada mantém uma relação de hiperonímia com as palavras/expressões Instagram, ferramenta de portabilidade, download e fotos, vídeos e mensagens. IV. Há uma equivalência de significado entre os vocábulos ou expressões download, baixar seus próprios dados e cópia do que compartilhou – recursos da sinonímia.
verifica-se que estão corretas apenas
Alternativas
Q897401 Português
Discurso de Deus a Eva



FERNANDES, Millôr. In http://www.releituras.com/millor_discurso.asp (acesso em 25/01/2016)
Os substantivos “luxúria” e “pudor”, ambos na l. 12, apresentam entre si uma relação de:
Alternativas
Q894604 Português

Texto 2 - A Copa do Mundo da Rússia só começa no dia 22 de junho, mas a febre dos álbuns com os jogadores das seleções já se espalhou e chegou até ao plenário de uma assembleia legislativa brasileira. O flagrante de dois assessores trocando figurinhas durante uma sessão foi divulgado pelas redes sociais e a cena se espalhou.

No post, que teve mais de 16 mil compartilhamentos e 26 mil curtidas no Twitter, o internauta chega a especular que seriam deputados, mas a direção da casa esclareceu tratarem-se de assessores. “Votação importante hoje (19/02) e os deputados ao invés de estarem trabalhando e fazendo jus ao salário superior a 25 mil reais, estão trocando e colando figurinha da Copa do Mundo em meio à votação. Se eu falasse, ninguém acreditaria”, diz o post.

Outro post com mais de 40 mil compartilhamentos traz um vídeo mostrando que a troca ocorreu enquanto uma deputada discursava sobre uma proposta.

A direção da casa legislativa confirmou que as imagens foram feitas durante a sessão da quarta feira e esclareceu que elas mostram dois “assessores de deputados” trocando figurinhas durante a sessão. “O comportamento não é justificável. Os gabinetes dos deputados aos quais os assessores pertencem, já foram informados, e cabe aos parlamentares decidir como proceder”. (adaptado)

“O flagrante de dois assessores trocando figurinhas durante uma sessão foi divulgado pelas redes sociais e a cena se espalhou”.


Sobre os componentes desse segmento do texto 2, é correto afirmar que:

Alternativas
Q891366 Português
A frase abaixo em que houve troca indevida entre parônimos ou homônimos é:
Alternativas
Q885508 Português
Assinale a opção em que os parônimos em destaque estão com significação INVERTIDA.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UECE-CEV Órgão: DETRAN-CE Prova: UECE-CEV - 2018 - DETRAN-CE - Vistoriador |
Q880120 Português
Na frase “... as penalidades são as previstas pelo bom senso...” (linhas 16-17), a palavra destacada é homônima de censo. Assinale a opção em que o emprego dos homônimos destacados está adequado.
Alternativas
Q874259 Português
Nas frases “Eles pensam nas consequências de suas atitudes e evitam cometer infrações” (linhas 13-14) e “... parece que não surtem o efeito desejado” (linhas 87-88), as palavras destacadas são parônimas de “inflação” e “sortir”, respectivamente. Assinale a opção em que o emprego dos parônimos destacados está adequado.
Alternativas
Q862867 Português

Analise as proposições abaixo.


I. O concerto da locomotiva será rápido. / O conserto musical foi belíssimo.

II. Joana foi empoçada Ministra. / A água está empossada desde manhã na plataforma.

III. Ascendeu à torre de controle rapidamente. / Acendeu a fogueira e começou o churrasco dos funcionários.


Os homônimos estão corretamente empregados em

Alternativas
Q857973 Português
Semanticamente é possível perceber nas palavras grifadas na frase “A mãe conta que a conta da filha foi invadida por hackers”, um exemplo de palavras:
Alternativas
Q841557 Português

Considerando o significado das palavras abaixo, assinale a alternativa que relaciona corretamente seus sinônimos, atentando-se para a grafia:


NOTÁVEL - IMEDIATO - CONCEDER - CONSERTAR - CONFIRMAR - PRINCIPIANTE

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2017 - TJ-RS - Técnico Judiciário |
Q840347 Português
Assinale a alternativa correspondente à sentença em que a palavra destacada está corretamente empregada.
Alternativas
Q838795 Português

TEXTO 1


                       BELEZA COMO MANDAMENTO


Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?

[....] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.

O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.

Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [....] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.

                            (Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado) 

“Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão”. Nesse segmento não se pode confundir “imoralidade” com “amoralidade”, seu parônimo.


Assinale a frase a seguir em que houve troca indevida entre parônimos.

Alternativas
Q836294 Português

Texto I

                            O gigolô das palavras


Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa a revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então, vamos em frente. Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são indispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Certo? O importante é comunicar. (E quando possível, surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

Claro que não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em português. Mas – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo de escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem um mínimo de respeito.

Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas? Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda. 


VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade. 4. ed. São Paulo: Ática, 1995. p. 14-15. 

Em relação aos significados produzidos pela sentença “Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção”, há um exemplo de:
Alternativas
Q832858 Português

De acordo com a significação das palavras, leia os itens e assinale a alternativa correta.


I - Rodamos tanto com os carros, que em uma mesma viagem conseguimos parar no sinal, no semáforo, na sinaleira e no farol. (Revista Superinteressante).

Sinonímia.

II - De 5000 a.C. em diante, as pessoas começaram a erguer verticalmente as pedras para marcar a passagem do sol. O grande monumento megalítico de Stonehenge, em Salisbury Plain, Inglaterra, está perfeitamente alinhado com o nascer do sol no solstício de verão. (Ideias que mudaram o mundo – Fernandez Armesto).

Denotação.

III - Pimenta nos olhos dos outros é refresco. (Provérbio).

Conotação.

IV - Infligir / infringir, ratificar / retificar, descrição / discrição.

Parônimos.

V - Cabo (posto militar) / cabo (acidente geográfico), real (verdadeiro) / real (de rei).

Homônimos.

Alternativas
Q832192 Português
O uso das parônimos e da forma variante está correto na alternativa: 
Alternativas
Q832185 Português
Esta questão avalia conhecimentos sobre Interpretação, grafia (antes e/ou após o Acordo Ortográfico de 2008) e homônimos. Assinale a alternativa que apresenta a informação correta sobre o respectivo item:
Alternativas
Q824470 Português
Considerando-se a representação semântica da palavra “vendo” no contexto da tirinha abaixo, é CORRETO afirmar que ocorre:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2011 - UFES - Assistente de Laboratório |
Q822492 Português
Uma das alternativas contém a resposta CORRETA à pergunta formulada. Marque-a.
Alternativas
Q819420 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

   Ecosofia é um curioso neologismo que ganha vida a partir do fim da década de 60 do século XX. Ainda que não seja possível identificar com certeza o inventor do termo, investigações em livros e artigos dão algumas pistas sobre o contexto de seu surgimento. O uso da palavra ecosofia era amplo entre ativistas da questão ecológica, mesmo em uma época na qual temas ambientais ainda não haviam se convertido em prioridade. Por se tratar de um termo recente, não há um claro consenso de seu significado, sendo possível encontrar as mais diferentes definições. Mas, ao menos em um ponto, a maioria dos autores parece concordar: Ecosofia não é apenas uma “filosofia da ecologia”, e sim uma postura ativista e política que objetiva agir no mundo, mais do que simplesmente pensá-lo.

      "A Filosofia sempre chega tarde demais”, disse certa vez o filósofo alemão Georg Friedrich Hegel (1770-1831), usando a coruja e seu voo crepuscular como alegoria. Mas não interessa aos ecosofistas a imagem da coruja de Atenas, a alçar voo apenas quando o dia se findou. Há no mínimo duas maneiras de encarar essa associação: na melhor das hipóteses, a Filosofia teria – assim como a coruja – a capacidade de enxergar na escuridão, de ver o que ninguém mais vê e ouvir o que ninguém mais ouve. Mas há o aspecto triste de tudo isso: haveria pouco, muito pouco que a Filosofia poderia fazer pelo mundo, com sua compreensão tardia, com seu voo que ocorre somente quando o dia já morreu. Limitar-se a explicar o que se passou, decolando apenas no ocaso da vida, não é algo que atraia os ecosofistas. Nesse sentido, eles parecem se aproximar mais da perspectiva marxista da Filosofia. Para Karl Marx (1818-1883), os filósofos não deveriam mais se contentar em interpretar o mundo, mas teriam a obrigação ética de agir sobre ele.

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Na Ecosofia, não somos “amigos da sabedoria do ambiente”. A exemplo dos antigos gimnosofistas hindus, a sabedoria é buscada no corpo, nos sentidos, em uma relação fisiológica com a natureza, não exigindo, portanto, grande erudição, mas sim atenção ao ambiente. E prioriza, sobretudo, uma existência focalizada no necessário, combatendo os supérfluos. Quando um índio, por exemplo, extrai do amapazeiro o leite suficiente para a nutrição de sua família, não se preocupando em retirá-lo para vendê-lo e acumular lucro, está assumindo uma postura ecosofista, mesmo que seja de modo involuntário, pois compreende a importância de retirar apenas o necessário à sua sobrevivência. Uma das bases fundamentais da Ecosofia, de acordo com diferentes autores, é a rejeição a tudo o que é excedente. “Sabedoria do ambiente” seria mais do que ecofilosofia, pois envolve uma abordagem bem mais orgânica e ativista do que mental.

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      Um dos primeiros textos a utilizar o termo Ecosofia mais amplamente é de 1971 e critica duramente a militância ambiental. Trata-se do livro In Defense of People: Ecology and Seduction of Radicalism , escrito pelo religioso Richard Neuhaus (1936-2009). Neuhaus, ministro luterano depois convertido ao catolicismo e tornado padre, foi conselheiro do presidente Georg Bush em questões ambientais. Alinhado com o paradigma antropocêntrico religioso, que dispõe o homem como centro do mundo e a natureza como sua serva, Neuhaus criticava o que chamava de “catastrofismo” das militâncias ecológicas e acusava os militantes de tentarem impedir o caminho do progresso. Vale lembrar que a própria Bíblia – livro fundamental para compreendermos o pensamento de Neuhaus – explicita a soberania do homem sobre a natureza em Genesis: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança: domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. 

      DODSWORTH-MAGNAVITA, Alexey. Rev. Filosofia: julho de 2012, p. 1 

A alternativa em que há evidente EQUÍVOCO na determinação da relação semântica entre as palavras em destaque é:
Alternativas
Respostas
721: C
722: A
723: C
724: C
725: E
726: D
727: A
728: D
729: D
730: D
731: B
732: D
733: D
734: E
735: A
736: D
737: E
738: C
739: C
740: D