Questões de Concurso Comentadas sobre parônimos e homônimos em português

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Q803147 Português

                                 Moda da menina trombuda

                                                                                                        Cecília Meireles  

      É a moda

      Da menina muda

      Da menina trombuda

      Que muda de modos

      E dá medo.

      [...]

                 Disponível em:m: <www.arazao.net/poesias-de-cecilia-meireles.htm/> .

                                                                                         Acesso em: 23 set. 2016.

Dadas as afirmativas quanto às palavras homônimas muda (verso 2) e muda (verso 4) destacadas no poema,

I. O primeiro termo classifica-se como adjetivo, e o segundo, como verbo.

II. Os termos constituem-se como parônimos.

III. Os termos constituem-se como homônimos homógrafos.

verifica-se que está(ão) correta(s)  

Alternativas
Q803143 Português

Imagem associada para resolução da questão

Pode-se compreender da imagem que há, de forma implícita, uma relação de sentido entre a palavra “bibliotecário” e a expressão “buscador original”, porque são

Alternativas
Q777489 Português
Analise as frases que seguem e, após, assinale a alternativa que completa CORRETA e respectivamente as lacunas dessas frases. Considere, para tanto, que todas devem ter coerência com o contexto do enunciado.
O salva-vidas _____________ e salvou a garotinha que estava se afogando. Essa palavra não tem ______________ circunflexo. Em muitos países há a discussão de se _________________ o uso de entorpecentes ilegais.
Alternativas
Q767341 Português
Vivia longe dos homens, só se dava bem com animais. Os seus pés duros quebravam espinho e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava, na relação com as pessoas, a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações, onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
Graciliano Ramos - Vidas Secas - excerto
Identifique abaixo as afirmativas corretas ( C ) e as erradas ( E ).
( ) A frase: “O personagem interviu na fala do companheiro” apresenta um vício de linguagem.
( ) Em: “Prefiro isso àquilo” temos um desvio da norma culta no uso da crase.
( ) Polissemia consiste em agrupar em uma palavras sensações vindas dos vários órgãos do sentido, como em “O sol de outono caía com uma luz pálida e macia”.
( ) Há a presença de parônimos na frase: “O cumprimento foi dado ao rapaz que tinha o comprimento exato daquelas paragens”.
( ) Na redação oficial, os pronomes de tratamento requerem o verbo na terceira pessoa do plural. Assim, está certa a seguinte oração: “Aguardamos que Vossa Senhoria se manifeste a respeito do nosso pedido”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q753245 Português

Observe as frases abaixo:

I. A mãe vela pelo sono do filho doente.

II. O barco à vela foi movido pelo vento.

A palavra vela presenta vários sentidos, esta propriedade das palavras é denominada:

Alternativas
Q734144 Português
Uma vela para Dario
Dalton Trevisan 

Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo a seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que façam um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo – os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio – quando vivo – só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete – Ele morreu, ele morreu. A gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/vela-dario-634329.shtml. Acesso em 09/123/2015. 
O verbo acender, que aparece em “Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver.”, é uma palavra homônima de ascender (subir). Assinale a alternativa em que a palavra homônima não corresponde ao significado atribuído a ela. 
Alternativas
Q730699 Português

Imagem associada para resolução da questão

A mensagem dessa tirinha apoia-se no duplo sentido de uma palavra através de um recurso:

Alternativas
Q730698 Português
Nos enunciados abaixo, assinale aquele em que o parônimo ou homônimo foi empregado ADEQUADAMENTE de acordo com o SEGUNDO citado entre parênteses.
Alternativas
Q726889 Português
Assinale a alternativa em que os parônimos estão usados corretamente.
Alternativas
Q725608 Português
Em se tratando de Homônimos, assinale a alternativa que não apresenta erro:
Alternativas
Q719129 Português
De acordo com a Língua Portuguesa culta, assinale a alternativa cujas palavras seguem as regras de ortografia:
Alternativas
Q713157 Português
Marque a alternativa que apresenta a relação semântica correta das palavras no texto lido.
Alternativas
Q706485 Português

Chama o “Aurélio”

Certos casos da política, de tão inacreditáveis, acabam virando parte do anedotário. Ou vice-versa: algumas vezes algumas piadas trazem tão bem determinadas características da cultura política que assumem ares de verdade.

Em uma das hipóteses se encaixa a correspondência trocada, cerca de 20 anos atrás, entre um prefeito de uma cidade e o então secretário estadual do interior.

Conta certo deputado que o secretário sempre gostou de falar difícil. Numa certa ocasião, o secretário recebeu a informação de que a cidade sofreria um tremor de terra capaz de quebrar copos e trincar pratos. Preocupado, expediu logo um telegrama ao prefeito: “Movimento sísmico previsto para essa região. Provável epicentro movimento telúrico sua cidade. Obséquio tomar as providências logísticas cabíveis”.

O secretário esperou ansioso pela resposta. Quatro dias depois, chegou o telegrama do prefeito: “Movimento sísmico debelado. Epicentro preso, incomunicável, cadeia local. Desculpe demora. Houve terremoto na cidade”.

in Ernani &Nicola: Redação para o segundo grau – adaptado

Avalie as afirmações feitas sobre o texto. 1. “Debelado” é sinônimo de derrotado. 2. “Sísmico” é parônimo de “abalos da terra”. 3. Na expressão “Epicentro preso” tem-se exemplo de polissemia. 4. Pode-se afirmar, pelo texto, que a comunicação entre o prefeito e o secretário não aconteceu. 5. O texto ratifica a seguinte expressão: “Falar difícil não garante a comunicação entre os interlocutores”. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q705427 Português
Identifique abaixo as afirmativas corretas ( C ) e as erradas ( E ). ( ) A frase: “O personagem interviu na fala do companheiro” apresenta um vício de linguagem. ( ) Em: “Prefiro isso àquilo” temos um desvio da norma culta no uso da crase. ( ) Polissemia consiste em agrupar em uma palavras sensações vindas dos vários órgãos do sentido, como em “O sol de outono caía com uma luz pálida e macia”. ( ) Há a presença de parônimos na frase: “O cumprimento foi dado ao rapaz que tinha o comprimento exato daquelas paragens”. ( ) Na redação oficial, os pronomes de tratamento requerem o verbo na terceira pessoa do plural. Assim, está certa a seguinte oração: “Aguardamos que Vossa Senhoria se manifeste a respeito do nosso pedido”. Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q676882 Português
velar³. v. (Etm. do latim: vigilare). 1. v.t.d. e v.i. Manter-se acordado; não dormir; ficar ao pé de algo ou de alguém: velava as noites em sofrimento; velava o filho morto; 2. v.t.d. e v.t.i. Proteger; oferecer proteção a: velava a reputação da filha; o prefeito vela pela cidade. 3. v.t.d. Vigiar; manter-se de vigia: os soldados velavam o quartel. NOVO AURÉLIO-O dicionário da Lìngua Portuguesa-Século XXI. RJ, Nova Fronteira, p. 2053 (fragmento).
As acepções da forma verbal “velar” no verbete caracterizam o que é chamado precisamente de
Alternativas
Q647877 Português
Assinale a alternativa em que as palavras podem servir de exemplos de parônimos:
Alternativas
Q642016 Português

Está gramaticalmente correta esta frase:

Não faço cessão dos meus direitos!

Alternativas
Q638833 Português
Atento ao emprego dos Homônimos, analise as palavras sublinhadas e identifique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q621495 Português

Texto I

                                        Do relatório à pizza

      Nos últimos anos, relatórios produzidos por Comissões Parlamentares de Inquérito têm merecido destaque na mídia nacional por impactos das denúncias que investigam. Algumas das sessões de inquérito são transmitidas por canais de televisão e acompanhadas por milhares de brasileiros interessados no resultado das investigações conduzidas por seus representantes legislativos. Muitos jornais publicam trechos dos relatórios produzidos por essas comissões de inquérito. De modo geral, porém, as expectativas dos eleitores são frustradas quando veem relatórios que apontam responsabilidades por crimes de corrupção e desvio de verbas públicas serem “engavetados” sem que os responsáveis sejam punidos.

                                                          (João MontanaroFolha de São Paulo, 19-05-2012)

“Algumas das sessões de inquérito são transmitidas por canais de televisão e acompanhadas por milhares de brasileiros interessados no resultado das investigações conduzidas por seus representantes legislativos”.

Sobre os componentes desse segmento do texto, assinale a afirmativa inadequada.

Alternativas
Q621152 Português

                                       A fuga dos rinocerontes

                  Espécie ameaçada de extinção escapa dos caçadores da

                            maneira mais radical possível – pelo céu.

      Os rinocerontes-negros estão entre os bichos mais visados da África, pois sua espécie é uma das preferidas pelo turismo de caça. Para tentar salvar alguns dos 4.500 espécimes que ainda restam na natureza, duas ONG ambientais apelaram para uma solução extrema: transportar os rinocerontes de helicóptero. A ação utilizou helicópteros militares para remover 19 espécimes – com 1,4 toneladas cada um – de seu habitat original, na província de Cabo Oriental, no sudeste da África do Sul, e transferi-los para a província de Lampopo, no norte do país, a 1.500 quilômetros de distância, onde viverão longe dos caçadores. Como o trajeto tem áreas inacessíveis de carro, os rinocerontes tiveram de voar por 24 quilômetros. Sedados e de olhos vendados (para evitar sustos caso acordassem), os rinocerontes foram içados pelos tornozelos e voaram entre 10 e 20 minutos. Parece meio brutal? Os responsáveis pela operação dizem que, além de mais eficiente para levar os paquidermes a locais de difícil acesso, o procedimento é mais gentil.

                         (BADÔ, F. A fuga dos rinocerontes. Superinteressante, nº 229, 2011.)

Na construção da coesão textual, a relação entre hiperônimos e hipônimos é fundamental, pois contribuem para a retomada de sentido no texto. Marque com 1 as palavras que no texto funcionam como hiperônimos e com 2 as que funcionam como hipônimos.

( ) Espécie

( ) Espécimes

( ) Rinocerontes-negros

( ) Bichos

Assinale a sequência correta.

Alternativas
Respostas
581: E
582: B
583: C
584: C
585: B
586: D
587: B
588: A
589: E
590: D
591: B
592: C
593: B
594: C
595: E
596: A
597: C
598: C
599: E
600: A