Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
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É preciso _____________ nossos direitos sem ___________ outras pessoas.
Avalie as afirmações sobre acentuação e pontuação.
I. A palavra “açúcares” recebe acento porque é uma paroxítona terminada em “r”.
II. Os vocábulos “raízes” e “proteínas” são acentuados, pois em ambos a segunda vogal tônica do hiato está sozinha na sílaba.
III. As palavras “óleos” e “diárias” são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso, têm acento.
IV. O vocábulo “tubérculos” recebe acento, bem como todos os proparoxítonos.
V. Na oração presente no último tópico da direita, “Gorduras, óleos e açúcares”, a vírgula é facultativa, pois separa uma oração coordenada adversativa.
Está correto apenas o que se afirma em
A acentuação também está correta na seguinte forma verbal em destaque:
I. É correto escrever e pronunciar “faixada” em vez de “fachada”.
II. É errôneo escrever e pronunciar “dignatário” em vez de “dignitário”.
III. É correto escrever e pronunciar “freada” em vez de “freiada”.
Conforme a norma culta da Língua Portuguesa, é válido o que se afirma em
I. Há muita discriminação contra pobres nesse país. II. Estou afim de ir ao cinema. III. Ela me explicou acerca da doença.
Referentemente às regras de acentuação, analisar os itens abaixo:
I. A palavra “rápidas” (primeiro parágrafo) recebe acento pela mesma regra que preceitua o uso do acento em “cérebro” (segundo parágrafo).
II. A palavra “também” (segundo parágrafo) perdeu seu acento após o novo acordo ortográfico, sendo assim, não deveria estar acentuada.
Há quem diga que as próximas guerras serão travadas pelo controle da água, cuja disponibilidade vem diminuindo por culpa do homem
Leia o diálogo a seguir:
“- Você sabe que horas são? O relógio está parado.
- Claro que está parado, nunca vi relógio andando por aí.”
O efeito de humor do diálogo é possível pelo uso de parado, que é um:
Leia o texto.
Sempre fora invejosa; com a idade aquele sentimento exagerou-se de um modo áspero, invejava tudo na casa: a sobremesas que os amos comiam, a roupa branca que vestiam. As noites de soirée* , de teatro, exasperavam-na. Quando havia passeios projetados, se chovia de repente, que felicidade! O aspecto das senhoras vestidas e de chapéu, olhando por dentro das vidraças com um tédio infeliz, deliciava-a, fazia-a loquaz:
— Ai, minha senhora! É um temporal desfeito! É a cântaros, está para todo o dia! Olha o ferro!
E muito curiosa; era fácil encontrá-la, de repente, cosida por detrás de uma porta com a vassoura a prumo, o olhar aguçado. Qualquer carta que vinha era revirada, cheirada… Remexia sutilmente em todas as gavetas abertas; vasculhava em todos os papéis atirados. Tinha um modo de andar ligeiro e surpreendedor. Examinava as visitas. Andava à busca de um segredo, de um bom segredo! Se lhe caía um nas mãos!
Era muito gulosa. Nutria o desejo insatisfeito de comer bem, de petiscos, de sobremesas. Nas casas em que servia ao jantar, o seu olho avermelhado seguia avidamente as porções cortadas à mesa; e qualquer bom apetite que repetia exasperava-a, como uma diminuição de sua parte. De comer sempre os restos ganhava o ar agudo – o seu cabelo tomara tons secos, cor de rato. Era lambareira: gostava de vinho; em certos dias comprava uma garrafa de oitenta réis, e bebia-a só, fechada, repimpada, com estalos da língua, a orla do vestido um pouco erguida, revendo-se no pé.
Eça de Queirós. O primo Basílio
*espécie de reunião social
Observe a frase:
“… em certos dias comprava uma garrafa de oitenta réis, e bebia-a só”
Assinale a alternativa correta.