Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q1807351 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O Brasil caiu uma posição no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas, que mede o bem-estar da população considerando indicadores de saúde, escolaridade e renda. Segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país passou da 78ª posição em 2017 para a 79ª no ano passado. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é de 0,761, um leve aumento em relação ao resultado anterior, de 0,760.
Entretanto, o país é o que mais perde posições no ranking quando o IDH leva em consideração as desigualdades sociais. Reduz de 0,761 para 0,574 — equivalente a uma perda 23 colocações na lista mundial.
A principal causa para o resultado brasileiro é a desigualdade de renda, que já vinha sendo observada em anos anteriores.
A parcela dos 10% mais ricos do Brasil concentra 41,9% da renda total do país. Enquanto isso, a parcela dos 1% mais ricos fica com 28,3% da renda. É a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás apenas do Catar.
No mundo, o país que menos perde por causa da desigualdade é o Japão, cujo IDH é de 0,915. O relatório divulgado nesta segunda-feira (9) apresenta o IDH de 2018 para 189 países e territórios. O número é calculado com base em indicadores de saúde, educação e renda. A Noruega lidera o ranking, com 0,954, seguida por Suíça, Irlanda e Alemanha. O mais mal colocado continua sendo o Níger, com 0,377.

(Manoel Ventura. Revista Época, 09/12/2019. Disponível em: https://epoca.globo.com/economia/ concentracao-de-renda-no-brasil-so-perde-paracatar-1-24126175)
Assinale a alternativa que NÃO contém erro de ortografia.
Alternativas
Q1807349 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O Brasil caiu uma posição no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas, que mede o bem-estar da população considerando indicadores de saúde, escolaridade e renda. Segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país passou da 78ª posição em 2017 para a 79ª no ano passado. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é de 0,761, um leve aumento em relação ao resultado anterior, de 0,760.
Entretanto, o país é o que mais perde posições no ranking quando o IDH leva em consideração as desigualdades sociais. Reduz de 0,761 para 0,574 — equivalente a uma perda 23 colocações na lista mundial.
A principal causa para o resultado brasileiro é a desigualdade de renda, que já vinha sendo observada em anos anteriores.
A parcela dos 10% mais ricos do Brasil concentra 41,9% da renda total do país. Enquanto isso, a parcela dos 1% mais ricos fica com 28,3% da renda. É a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás apenas do Catar.
No mundo, o país que menos perde por causa da desigualdade é o Japão, cujo IDH é de 0,915. O relatório divulgado nesta segunda-feira (9) apresenta o IDH de 2018 para 189 países e territórios. O número é calculado com base em indicadores de saúde, educação e renda. A Noruega lidera o ranking, com 0,954, seguida por Suíça, Irlanda e Alemanha. O mais mal colocado continua sendo o Níger, com 0,377.

(Manoel Ventura. Revista Época, 09/12/2019. Disponível em: https://epoca.globo.com/economia/ concentracao-de-renda-no-brasil-so-perde-paracatar-1-24126175)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas seguindo, respectivamente, a mesma regra das seguintes palavras: país - atrás - relatório.
Alternativas
Q1805321 Português
No primeiro parágrafo, há somente uma palavra acentuada graficamente. Qual é a regra que respalda essa acentuação gráfica?
Alternativas
Q1805317 Português
Ao se reescrever este fragmento textual “promove-se tanto esse amor-próprio” (l. 11), colocando-se no plural apenas os termos passivos à flexão de número, de acordo com o contexto, qual frase corresponde corretamente a essa reescritura?
Alternativas
Q1804991 Português
Chico Bento é conhecido pelo uso do dialeto caipira na sua fala. Assim, leia a tirinha a seguir para responder à questão.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de forma CORRETA, segundo o padrão gramatical da língua.
Alternativas
Q1804990 Português
A palavra “esporádico” recebe acento, de acordo com as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa. A alternativa em que todas as palavras são acentuadas com base na mesma regra é:
Alternativas
Q1804987 Português
Considerando os conhecimentos que você possui sobre ortoépia e prosódia, marque a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAS, levando em conta a norma gramatical da língua:
Alternativas
Q1804984 Português
Assinale a alternativa na qual as formas verbais flexionadas estão CORRETAS, segundo a norma gramatical.
Alternativas
Q1800108 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

A CRISE QUE ESTAMOS ESQUECENDO

(1º§) "Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito".
(2º§) O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.
(3º§) Pais não sabem como resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.
(4º§) Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Uma adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de "vadia", em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos - e produzimos -, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.
(5º§) Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos públicos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos.
(6º§) Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema "violência em casa e na escola" começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes.
(7º§) Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra - ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

(Lya Luft é escritora - Fonte: Revista Veja)
Sobre os componentes estruturais do (1º§), analise as enunciações com V(Verdadeiro) ou F(Falso).
(__)A conta bancária sugere condição financeira. (__)As três primeiras vírgulas separam informações entre o sujeito simples e o predicado. (__)Os verbos regulares: "podem reverter" exemplificam formação de tempo composto. (__)Os termos: "indivíduos", "desrespeito", "grosseria" pertencem à mesma classe gramatical, tem igual número de sílabas e são todos paroxítonos. (__)Em: "Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, ..." - temos exemplo de hipérbato.
Em seguida, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1800104 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

A CRISE QUE ESTAMOS ESQUECENDO

(1º§) "Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito".
(2º§) O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.
(3º§) Pais não sabem como resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.
(4º§) Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Uma adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de "vadia", em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos - e produzimos -, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.
(5º§) Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos públicos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos.
(6º§) Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema "violência em casa e na escola" começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes.
(7º§) Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra - ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

(Lya Luft é escritora - Fonte: Revista Veja)
Marque a alternativa com todos os termos com o mesmo número de sílabas, acentuados por pertencerem à mesma regra de acentuação / tonicidade.
Alternativas
Q1799362 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

ESCOLHA O SEU SONHO

(1º§) Devíamos poder preparar os nossos sonhos como os artistas, as suas composições. Com a matéria sutil da noite e da nossa alma, devíamos poder construir essas pequenas obras-primas incomunicáveis, que, ainda menos que a rosa, duram apenas o instante em que vão sendo sonhadas, e logo se apagam sem outro vestígio que a nossa memória.
(2º§) Assim, tudo seria como quem resolve uma viagem. Portanto, devíamos poder escolher essas excursões sem veículos nem companhia - por mares, grutas, neves, montanhas, e até pelos astros, onde moram desde sempre heróis e deuses de todas as mitologias, e os fabulosos animais do Zodíaco. E estaríamos abstraindo de um mundo de problemas, contemplando sempre a nossa imaginação.
(3º§) Devíamos, à vontade, passear pelas margens do Paraíba, lá onde suas espumas crespas correm com o luar por entre as pedras, ao mesmo tempo cantando e chorando. - Ou habitar uma tarde prateada de Florença, e ir sorrindo para cada estátua dos palácios e das ruas, como quem saúda muitas famílias de mármore... - Ou contemplar nos Açores hortênsias da altura de uma casa, lago de duas cores, e cestos de vime nascendo entre fontes, com águas frias de um lado e, do outro, quentes... - Ou chegar a Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...
(4º§) Quantos lugares, meu Deus, para essas excursões! Lugares recordados ou apenas imaginados. Campos orientais atravessados por nuvens de pavões. Ruas amarelas de pó, amarelas de sol, onde os camelos de perfil de gôndola estacionam, com seus carros. Avenidas cor-de-rosa, por onde cavalinhos emplumados, de rosa na testa e colar ao pescoço, conduzem leves e elegantes coches policromos... E lugares inventados, feitos ao nosso gosto; jardins no meio do mar; pianos brancos que tocam sozinhos; livros que se desarmam, transformados em música... Rios que vão subindo por cima das ilhas... meninos transparentes, que deixam ver a luz do sol do outro lado do corpo... gente com cabeça de pássaro... flechas voando atrás de sombras velozes... moças que se transformam em guaribas... canoas... serras... bando de beija-flores e borboletas que trazem mel para a criança que tem fome e a levantam em suas asas... 
(5º§) Devíamos poder sonhar com as criaturas que nunca vimos e gostaríamos de ter visto: Alexandre, o Grande; São João Batista; o Rei Davi, a cantar; o Príncipe Gautama. Este vultos foram notáveis para toda a humanidade, logo, merecem ser lembrados em nossos sonhos!!!
(6º§) E sonhar com os que amamos e conhecemos, e estão perto ou longe, vivos ou mortos... Sonhar com eles no seu melhor momento, quando foram mais merecedores de amor imortal. Você pode e dever ser sonhador, assim sendo, deve merecer bons sonhos.
(7º§) Ah! Sabemos que sonhar faz parte da vida, portanto sonhe, sonhe e sonhe sempre. Valorize o que aparece no seu sonho. A propósito, você gostaria de sonhar o que esta noite?

(Cecília Meireles)
Marque a alternativa com a série que apresenta, respectivamente: dígrafo em termo oxítono, hiato em termo proparoxítono, ditongo crescente.
Alternativas
Q1799358 Português
Sobre o trecho: "Ou ¹ chegar a ² Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que ³ estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...". - marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1799357 Português
Analise as informações sobre a composição do (2º§) com V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__)Na série de termos: "que ", "assim ", "que ", " montanhas", um monossílabo, um dissílabo e um trissílabo, todos escritos com dígrafos. (__)As palavras: "excursões " e "imaginação " têm " TIL " por questão de nasalização da vogal que coincide com a sílaba tônica, mas não justifica a tonicidade oxítona. (__)As palavras: "de", "onde", "desde " são invariáveis. (__)Nas expressões: "os fabulosos animais do Zodíaco " e "a nossa imaginação", temos exemplos de concordâncias nominais
Em seguida, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1798541 Português

Fonte: https://www.pensarcontemporaneo.com – Acesso em: 25/07/2019


Observe as frases abaixo:
Com tanta indiferença, os laços humanos correm um risco iminente de se tornarem ainda mais fragilizados. Aquele eminente profissional sabia ouvir as pessoas com depressão.
Considerando o par de palavras eminente / iminente, é correto afirmar que se trata de exemplo de
Alternativas
Q1794992 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/10/11/parte-de-mangueira-cai-na-tv-vileta-em-belem-e-atinge-dois-veiculos.ghtml Acessado em 15 de janeiro de 2019

É oxítona a palavra
Alternativas
Q1794991 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/10/11/parte-de-mangueira-cai-na-tv-vileta-em-belem-e-atinge-dois-veiculos.ghtml Acessado em 15 de janeiro de 2019

A inicial maiúscula foi empregada incorretamente em
Alternativas
Ano: 2020 Banca: FUNDATEC Órgão: CIGA-SC Prova: FUNDATEC - 2020 - CIGA-SC - Programador |
Q1794345 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2020/10/09 (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa em que as palavras recebem acento gráfico por causa de uma regra diferente da que determina a grafia das demais.
Alternativas
Q1793768 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

A CRISE QUE ESTAMOS ESQUECENDO

(1º§) "Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito".
(2º§) O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.
(3º§) Pais não sabem como resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.
(4º§) Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Uma adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de "vadia", em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos - e produzimos -, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.
(5º§) Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos públicos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos.
(6º§) Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema "violência em casa e na escola" começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes. 
(7º§) Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra - ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

(Lya Luft é escritora - Fonte: Revista Veja)
Marque a alternativa que apresenta todas as palavras SEM acento gráfico para justificar a tonicidade oxítona.
Alternativas
Q1793017 Português

Leia o texto para responder a questão.


  Campeão do mundo critica Neymar: "Não é um bom exemplo"

Vicente Del Bosque fez críticas a postura do brasileiro dentro e fora de campo


    Vicente Del Bosque, técnico campeão do mundo com a Espanha em 2010, conversou com o Mundo Deportivo e disse o que achava de Neymar. O atacante brasileiro está sendo especulado com muita força para retornar ao Barcelona após uma saída conturbada para o Paris Saint-Germain. No entanto, apesar de elogiar o futebol do craque, o experiente comandante também possui críticas a postura do atleta.

   "Ele é um garoto difícil. Para mim, não é um bom exemplo. Mas ele é um ótimo jogador. Se me pedir para dizer os cinco melhores jogadores do mundo, ele estará na lista. Mas no campo ele tenta enganar, finge muito. A forma como ele deixou o Barcelona também…", destacou o treinador.

   Del Bosque também comentou sobre a crise do coronavírus que impacta todo o continente europeu, mas principalmente a Espanha, segundo país mais atingido pela doença. Apesar disso, o técnico é a favor de que os campeonatos sejam encerrados.

 "Acredito que os campeonatos nacionais devem terminar. Deve haver campeões, rebaixados, promovidos. Que se jogue quando puder, até mesmo no verão (europeu)", opinou.

Disponível em https://www.terra.com.br/esportes/lance/campeao-do-mundo-critica-neymar-nao-e-um-bomexemplo,00bbd06201d7b7e731503106102f079fq2undmlg.html

“Apesar” é grafado com –s, assim como
Alternativas
Q1793016 Português

Leia o texto para responder a questão.


  Campeão do mundo critica Neymar: "Não é um bom exemplo"

Vicente Del Bosque fez críticas a postura do brasileiro dentro e fora de campo


    Vicente Del Bosque, técnico campeão do mundo com a Espanha em 2010, conversou com o Mundo Deportivo e disse o que achava de Neymar. O atacante brasileiro está sendo especulado com muita força para retornar ao Barcelona após uma saída conturbada para o Paris Saint-Germain. No entanto, apesar de elogiar o futebol do craque, o experiente comandante também possui críticas a postura do atleta.

   "Ele é um garoto difícil. Para mim, não é um bom exemplo. Mas ele é um ótimo jogador. Se me pedir para dizer os cinco melhores jogadores do mundo, ele estará na lista. Mas no campo ele tenta enganar, finge muito. A forma como ele deixou o Barcelona também…", destacou o treinador.

   Del Bosque também comentou sobre a crise do coronavírus que impacta todo o continente europeu, mas principalmente a Espanha, segundo país mais atingido pela doença. Apesar disso, o técnico é a favor de que os campeonatos sejam encerrados.

 "Acredito que os campeonatos nacionais devem terminar. Deve haver campeões, rebaixados, promovidos. Que se jogue quando puder, até mesmo no verão (europeu)", opinou.

Disponível em https://www.terra.com.br/esportes/lance/campeao-do-mundo-critica-neymar-nao-e-um-bomexemplo,00bbd06201d7b7e731503106102f079fq2undmlg.html

“Deixar” é grafado com –x, assim como
Alternativas
Respostas
10421: C
10422: D
10423: B
10424: C
10425: B
10426: B
10427: C
10428: B
10429: A
10430: A
10431: E
10432: D
10433: A
10434: C
10435: D
10436: C
10437: E
10438: A
10439: D
10440: B