Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q1813934 Português
De origem grega, a palavra ortografia é composta pelos radicais – orthós, que significa certo, direito, exato e por – grafia, que significa escrita. Assim, a ortografia é a parte da gramática que estabelece os padrões corretos de escrita de uma língua. Nas alternativas a seguir você encontrará frases retiradas de clássicos de nossa literatura. Em apenas uma delas todas as palavras estão escritas de maneira correta. Identifique-a.
Alternativas
Q1813908 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

A expressão “ávidos” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que:
Alternativas
Q1813907 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Há ERRO de grafia em:
Alternativas
Q1812976 Português
Assinale a alternativa em que nenhuma das palavras contenha erro de acentuação gráfica conforme o acordo ortográfico mais recente da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1812715 Português
Marque a alternativa com informação INCORRETA.
Alternativas
Q1812713 Português
Analise as informações marcando (V) verdadeiro ou (F) falso.
I.As palavras: "nisso" e "numa" são contrações prepositivas. II.A expressão: "muito velha" é antônimo de "pouco nova". III.No trecho: "casinha caindo aos pedaços no fim de nossa rua" temos respectivamente: substantivo trissílabo paroxítono; combinação prepositiva; pronome possessivo. IV.O texto apresenta descrição física da personagem que tinha o apelido de "bruxa".
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1812712 Português
Marque a palavra que, diferentemente de "bruxa" não se escreve com X.
Alternativas
Q1812691 Português
Assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.
Alternativas
Q1812689 Português
    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
       E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica a não ser pela violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito.  
       Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim ou aos outros, a sério demais. Vejo então o mundo com bom humor. 
    Foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e se não me obstino incansavelmente em perseguir este ideal eternamente inacessível na arte e na ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava.  

(Albert Einstein. Como vejo o mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. Com adaptações.)
São palavras transcritas do texto consideradas paroxítonas terminadas em ditongo crescente, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: Quadrix Órgão: CRO-GO Prova: Quadrix - 2021 - CRO-GO - Advogado |
Q1812577 Português
No que concerne à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“vem” (linha 26) por vêm
Alternativas
Q1812497 Português
Leia o Texto para responder a questão.
(Texto)


Das palavras do Texto, assinale a alternativa cuja palavra é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo:
Alternativas
Q1811940 Português

Poluição visual: entenda seus impactos


    Poluição visual é o excesso de elementos visuais criados pelo homem que são espalhados, geralmente, em grandes cidades e que promovem certo desconforto visual e espacial. Esse tipo de poluição pode ser causado por anúncios, propagandas, placas, postes, fios elétricos, lixo, torres de telefone, entre outros.


    A poluição visual, que atua junto com a poluição luminosa, está muito presente nos grandes centros urbanos por conta da enorme quantidade de anúncios publicitários e sua não harmonia com o ambiente, desviando exageradamente a atenção dos habitantes.


    Além dos danos estéticos, este tipo de poluição pode ser perigoso para motoristas e outras pessoas. Um prédio feito de vidro pode refletir a luz do sol, criando uma poluição visual que obstrui a visão de quem guia veículos nas vias. Também os anúncios publicitários situados perto de malhas viárias podem distrair os motoristas enquanto dirigem, causando acidentes.


    Problemas como estresse e desconforto visual também estão relacionados com a poluição visual. Um estudo recente da Universidade A&M, do Texas, nos EUA, demonstrou como a poluição visual está relacionada a esses problemas. Depois de ter realizado situações estressantes, as pessoas estudadas utilizaram dois tipos de avenidas: uma em direção ao interior com poucos ou nenhum anúncio publicitário e a outra cheia de anúncios e demais elementos que são causas de poluição visual. Os níveis de estresse diminuíram rapidamente nos indivíduos que utilizaram o primeiro tipo de avenida, enquanto permaneceu alta naqueles que utilizaram o segundo tipo.


    Outros danos negativos do excesso de anúncios publicitários são o incentivo ao consumo, que pode gerar problemas, como obesidade, tabagismo, alcoolismo e o aumento de geração de resíduos (seja por conta do anúncio em si ou do descarte dos produtos oferecidos pela publicidade). [...]


    Aqui no Brasil é fácil perceber o impacto da poluição visual em épocas de eleições. Além do estresse e do incômodo gerados pela propaganda eleitoral, o peso ambiental da distribuição de panfletos com o número dos candidatos (o famoso “santinho”) é imenso. [...]


    Para inibir ou controlar esse tipo de poluição, uma possibilidade é criação de leis regulamentando o uso de anúncios publicitários, que são os principais causadores desse tipo de dano. Em São Paulo e em algumas outras cidades, houve a implantação de regulamentações, que ordenam a paisagem do município e visam equilibrar os elementos que compõem a paisagem urbana, restringindo a publicidade externa como outdoors, faixas, cartazes e totens.


(Poluição visual: entenda seus impactos. Texto adaptado. Disponível em: https://www.ecycle.com.br/2738-poluicao-visual. Acesso em: 20/01/2019.)

Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras podem ou não receber acento, como as palavras evidenciadas no 5º§ “resíduos” e “produtos”. Relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Proparoxítona. 2. Paroxítona. 3. Oxítona.
( ) Biceps. ( ) Ananas. ( ) Mediuns. ( ) Lampada. ( ) Pessegos.
A sequência está correta em
Alternativas
Q1811535 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


(Autor: Felipe Collins. Disponível em: https://exame.com – Texto especialmente adaptado para esta prova.)
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 03, 07 e 25.
Alternativas
Q1811504 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://www.revistavidaesaude.com.br/agua-para-os-musculos/ - texto adaptado
especialmente para esta prova.)

A palavra “potássio” é escrita com -SS. Assinale a alternativa que contém palavra que deve ser escrita da mesma forma.
Alternativas
Q1811503 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://www.revistavidaesaude.com.br/agua-para-os-musculos/ - texto adaptado
especialmente para esta prova.)

A palavra “hábito” é classificada como proparoxítona. Assinale a alternativa que apresenta palavra de mesma classificação.
Alternativas
Q1811499 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://www.revistavidaesaude.com.br/agua-para-os-musculos/ - texto adaptado
especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que contém palavra com o mesmo número de sílabas e com a sílaba tônica no mesmo lugar que a palavra “precisa”.
Alternativas
Q1811000 Português
A palavra “século” (linha 5) foi acentuada pela mesma regra de todas as palavras a seguir retiradas do Texto, EXCETO:
Alternativas
Q1810700 Português
Quanto à acentuação, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1810695 Português
Leia o Texto para responder a questão:

    No hospicio, um internado está sentado num banquinho, segurando uma vara de pescar mergulhada em um baude de água. 
 
    O médico passa e pergunta:
     - O que você está pescando?
     - Otarios, doutor - responde o interno.
    O médico, rindo, pergunta:
     - E já pegou algum?
     - O senhor é o quinto.
Disponível em:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=3661. Acesso
em: 20 de agosto de
2021 Adaptada.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras acentuadas INCORRETAMENTE no Texto:
Alternativas
Q1810694 Português
Leia o Texto para responder a questão:

    No hospicio, um internado está sentado num banquinho, segurando uma vara de pescar mergulhada em um baude de água. 
 
    O médico passa e pergunta:
     - O que você está pescando?
     - Otarios, doutor - responde o interno.
    O médico, rindo, pergunta:
     - E já pegou algum?
     - O senhor é o quinto.
Disponível em:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=3661. Acesso
em: 20 de agosto de
2021 Adaptada.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras grafadas INCORRETAMENTE no Texto:
Alternativas
Respostas
9521: B
9522: B
9523: A
9524: C
9525: C
9526: X
9527: E
9528: D
9529: D
9530: C
9531: C
9532: B
9533: B
9534: B
9535: C
9536: E
9537: B
9538: B
9539: A
9540: A