Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3972279 Português
Sobre o sofrimento e sobre a felicidade

        Acho que sabedoria é saber sofrer pelas razões certas. Quem não sofre, quando há razões para isso, está doente. Se uma pessoa querida morre e o coração não sangra, se um golpe duro da vida atinge a quem se ama e os olhos não choram, se uma desgraça cai sobre o povo e a alma não fica triste, se o fogo consome as florestas e o corpo não queima também, é porque algo está errado com a gente.

        Quem é feliz e nunca sofre padece de uma grave enfermidade e precisa ser tratada a fim de aprender a sofrer. Sofrer pelas razões certas significa que estamos em contato com a realidade, que o corpo e a alma sentem a tristeza das perdas e que existe em nós o poder do amor. Só não sofrem, quando para isso há razões, aqueles que perderam a capacidade de amar. Toda experiência de amor traz, encolhida no seu ventre, à espera, a possibilidade de sofrer. Assim, a receita para não sofrer é muito simples: basta “matar” o amor.
   
        Mas que enorme seria a perda se isso acontecesse! Porque é o sofrimento que nos faz pensar. Pensamos ou para encontrar formas de eliminar o sofrimento, quando isso é possível, ou para dar um sentido ao sofrimento, quando ele não pode ser evitado. O pensamento, assim, filho da dor, está a serviço da alegria. Todas as belas conquistas do espírito humano, da poesia à ciência, nasceram assim.
   
        Mas há outros sofrimentos que não nascem de perdas reais. A felicidade pode ser destruída por uma doença que mora em nossos olhos. O que é ilustrada por esta estorieta que gosto de contar:
    
        “Um homem encontra uma garrafa que estava enterrada e, ao abri-la, surpreende-se com a saída de um gênio, que se coloca ao seu serviço. O gênio diz ao homem que pode transformar em realidade todos os seus sonhos.
    
        Tão logo percebe que aquilo era mesmo possível, o felizardo começa a imaginar tudo o que poderia pedir: a juventude, uma beleza física irresistível, palácios deslumbrantes nos quatro cantos do mundo, serviçais, as mais belas mulheres, os melhores vinhos, as comidas mais saborosas, os amigos fiéis. Seus olhos brilham, pois ele sabe que tem nas mãos a chave para a felicidade.
    
        Mas, o gênio calmamente diz ao homem que havia se esquecido de mencionar apenas um detalhe: tudo aquilo que o homem pedisse para si o seu pior inimigo receberia em dobro!
    
        Logo, como que por encanto, a face do sortudo muda de expressão, tornando-se mais séria e mais sombria. Ele para, pensa e, novamente com um sorriso de realização, dirige-se ao gênio para fazer seu único pedido: “quero que me fure um olho”.

ALVES, Rubem. A eternidade numa hora. 1. ed. São Paulo: Planeta, 2017.
Escreve-se corretamente com /x/, bem como a palavra demarcada em “Toda experiência de amor [...]”, o vocábulo contextualizado na alternativa:
Alternativas
Q3971842 Português

Analise as afirmações sobre acentuação gráfica e classes de palavras:



I. A palavra "conteúdo" recebe acento gráfico pela mesma regra que determina a acentuação de "balaústre" e "fortuito".


II. Em "países", o acento gráfico resulta da necessidade de marcar o hiato, impedindo que a sequência vocálica seja pronunciada como ditongo.


III. As formas verbais "têm" e "vêm" (3ª pessoa do plural) recebem acento circunflexo diferencial para distingui-las de "tem" e "vem" (3ª pessoa do singular).


IV. A palavra "equilíbrio" é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo crescente, regra que também se aplica a "história" e "série".



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3971813 Português
As palavras abaixo relacionadas, estão grafadas propositalmente sem a devida acentuação. Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas.
Alternativas
Q3971812 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela em que o emprego do hífen está incorreto é:
Alternativas
Q3971811 Português
Assinale a alternativa cuja palavra não apresenta dígrafo:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Ibest Órgão: SESC-DF Prova: Ibest - 2026 - SESC-DF - Educador Físico |
Q3969149 Português

São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos

 

Alternativas
Q3968417 Português
Calar, responder no mesmo tom ou revelar as coisas pequenas?

        Fim das festas, enfim. Imagino que seus encontros com a família, colegas e comidas fartas tenham feito emergir o tema do autocontrole. Exemplo: ouvir coisas difíceis e não responder imediatamente pelo bem da harmonia do lar e do emprego. Ver muita comida e bebida e ingerir só o suficiente. Driblar o cansaço do final do ano (...). Continuar “fazendo social” além do momento de esgotar a bateria familiar.(...) Avançar com a vida sem deixar vítimas pelo caminho e sempre pensando que o cadáver simbólico pode ser você. (...) Basicamente, isso dominou o final de ano de muitos.
   
        Autocontrole é louvado pela Bíblia. ( ) No Novo Testamento, são exaltados os pacificadores, os mansos e humildes de coração, virtudes identificadas no Sermão da Montanha de Mateus. (...) Perdoe agressores como Jesus pendurado ao madeiro. Afinal, eles “não sabem o que fazem”.( ) Ao encontrar alguém abalado e instável, você é desafiado a responder se a paz lhe pertence ou não. Se ela for do outro, ele a toma; se sua permanece. Para os tipos coléricos, exiba sua paz inabalável. Controlar-se é ser livre. (...) Você se arrepende se sua boca ou seu corpo acompanharem a explosão negativa que a situação causou em você. Você tem emprego e casamento porque aprendeu a se calar. A arte de engolir sapos é pura estratégia. Vivemos outro momento cultural. Bons psicólogos recomendam que você se expresse sobre aquilo que lhe agride. (...) Muita gente se orgulha de ter redescoberto a lei do Talião e de se vingar a partir de olho por olho, dente por dente. (...) Viramos pessoas que consideram o silêncio como uma capitulação.
    
        Calar sempre? Responder no mesmo tom? Não tenho uma resposta clara, pois já me arrependi de calar e de gritar. Eu darei uma solução subjetiva: revelar a maioria das coisas pequenas. (...) Boa postura costuma ser muito forte como argumento. Como saber a diferença? Complexo, mas possível. Permita-se alguns segundos de reflexão antes de reagir. Treine, especialmente antes de um evento desafiador. (...) Acho que isso pode ajudar a tornar 2026 mais sábio, sem epiderme ao vento e sem couro de jacaré. Lembrando o peso da metáfora: jacarés têm o ventre macio e o mantêm sob a água, escondido; possuem a couraça superior quase impenetrável e a exibem ao mundo. Segundo a crença popular, “em rio com piranhas , jacaré nada de costas”. Tenho a esperança de aprender a viver em nado de peito, costas e borboleta, dependendo da fauna da água. Bom 2026 para mamíferos fofos e répteis astutos.

(https://www.estadao.com.br/cultura/leandro/ karnal/calar-responder-no-mesmo-tom-ou-revelar-as-coisas -pequenas/texto adaptado. Acesso em 03 fev. 2026).
Observe as alternativas e marque aquela na qual todas as palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3967406 Português
TEXTO I


Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais


     Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.

     Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas aoenvelhecimentosão universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos: “Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença e o luto/ São somente meus”.

       A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.

       Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.

        Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”

     Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos atrás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.

        Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva”.

        Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Ó, coração, ó, coração atormentado — esta caricatura/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”

      Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.

      Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência às recomendações médicas de “fazer repouso”, o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.

        É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?

     Bernard Shaw escreveu aos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável”.

        Em mais de 50 anos de oncologia, adquiri a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.

        Feliz Ano-Novo.


VARELLA, Drauzio. Folha de S. Paulo. 31 dez. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
drauziovarella/2025/12/certos-medos-e-angustias-nao-tem-relacao-com-a-idade-e-sao-universais.shtml. Acesso em: 21 jan. 2026. (Adaptado)





TEXTO II


CONSOADA


Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.


BANDEIRA, Manuel. In: Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 223.




Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas por regras distintas.  
Alternativas
Q3967374 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas graficamente, de acordo com as regras da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3967256 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Analise as alternativas abaixo e marque aquela na qual todas as palavras são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo:
Alternativas
Q3965724 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q3965615 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3965385 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia

Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares.

A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.


https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração."
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3965380 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia

Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares.

A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.


https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal."
O emprego do hífen em palavras compostas foi uma das alterações introduzidas pelo Novo Acordo Ortográfico. Como exemplo, temos o vocábulo 'radiopatrulhamento', grafado corretamente sem hífen. Considerando também outras mudanças, como a acentuação, analise a grafia das palavras nas frases a seguir:
I.O cachorro sacudia o pêlo molhado depois do banho.
II.Espero que eles creem na importância da preservação ambiental.
III.A mamãe passou geleia de morango no pão pela manhã.
IV.Águo o meu jardim todas as manhãs.
V.O soldado abriu o para-quedas antes de tocar o solo.

Há palavra grafada de forma INCORRETA em: 
Alternativas
Q3965351 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento."
A palavra 'biotecnologia' não deve ser escrita com hífen, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico para palavras compostas. Considerando as normas ortográficas atualizadas, incluindo alterações além do emprego do hífen, identifique a alternativa que apresenta alguma palavra grafada INCORRETAMENTE.
Alternativas
Q3965348 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos."
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'episódio' recebe acento por ser uma palavra paroxítona terminada em ditongo, já que todas paroxítonas com essa terminação são acentuadas, independentemente da natureza do ditongo.
II.Os vocábulos 'médica' e 'prática' recebem acento gráfico por serem proparoxítonos, e a supressão desses acentos modifica a classificação tônica e a classe gramatical, sem alterar a morfologia das palavras.
III.O vocábulo 'útil' é acentuado por ser uma palavra paroxítona terminada em 'l' e a sua flexão no plural não altera o acento nem a classificação tônica.
IV.O vocábulo 'saúde' obedece a uma regra de acentuação diferente da aplicada a 'período' e 'coreógrafo', que seguem outras normas específicas de acentuação.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3965136 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa na qual todas elas são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3965135 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Observe a grafia das palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta todas elas grafadas corretamente:
Alternativas
Q3965132 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Observe as alternativas abaixo e marque aquela na qual todas as palavras apresentam dígrafos consonantais:
Alternativas
Respostas
761: A
762: C
763: E
764: B
765: C
766: A
767: E
768: C
769: C
770: A
771: C
772: C
773: E
774: C
775: B
776: D
777: B
778: D
779: B
780: B