Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3591041 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma razão.
Alternativas
Q3590574 Português
“O novo texto ortográfico propõe que não se acentuem graficamente os ditongos ei e oi tônicos das palavras paroxítonas.” (Acordo ortográfico da língua portuguesa: atos internacionais e normas correlatas. – 2.ed., Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2014). Portanto, a única alternativa correta é:
Alternativas
Q3590573 Português
Considerando as mudanças ocorridas na Língua Portuguesa propostas pelo Acordo Ortográfico cujas regras passaram a ser obrigatórias no Brasil a partir de 2016, a alternativa que apresenta todas as palavras com a grafia correta é:
Alternativas
Q3590141 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Léa Garcia foi nome importante da arte contra o racismo


    A arte brasileira perdeu um de seus maiores representantes nas lutas pela representatividade negra e contra o racismo: a carioca Léa Garcia morreu nesta terça-feira (15), aos 90 anos.

[...] 

    Nascida em 11 de março de 1933 no Rio de Janeiro, Léa Garcia teve muita relevância ao coroar o espaço de artistas negros na dramaturgia brasileira. Foi aos 16 anos que ela conheceu o Teatro Experimental do Negro (TEN), grupo liderado por Abdias Nascimento, conforme a biografia traçada pelo Ipeafro (Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros). A estreia da atriz nos palcos se deu em 1952, com Rapsódia Negra, em que ela interpretava uma poesia de Castro Alves. Demorou para que Abdias a convencesse a atuar, mas Léa estaria presente em sete montagens do TEN.


Na televisão

    O início do apogeu da carreira da atriz na teledramaturgia ocorreu no início da década de 1970, em que Léa interpretaria uma de suas personagens mais marcantes na novela A Escrava Isaura, da TV Globo. A artista viveu Rosa, uma escrava atingida pelas injustiças sociais que se tornaria uma das vilãs do folhetim.

    Outras novelas também marcariam a trajetória da artista na televisão brasileira, como Selva de Pedra, Xica da Silva e O Clone. Léa teve imenso destaque na quebra de personagens que eram direcionados a atrizes negras.

[...]


Ativismo

    A atriz também levaria seu ativismo antirracista para fora dos palcos e das telas. Ela foi servidora pública no Ministério da Saúde, ingressando no Departamento Nacional de Endemias Rurais na década de 1960, e trabalhando no Hospital Psiquiátrico Philippe Pinel até a década de 1990.

    No hospital, a artista desenvolveria atividades que uniam teatro e terapia em prol dos pacientes do local, que, segundo a plataforma Google Arts & Culture, possivelmente teria sido inspirada em atividades realizadas no TEN para aliviar os efeitos do racismo.



Qual palavra retirada do texto possui a mesma regra de acentuação gráfica que a palavra “Rapsódia”?
Alternativas
Q3589199 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

UMA ANEDOTA

    Um fazendeiro chamado João sofreu um acidente de carro. No tribunal, o advogado da empresa de caminhões questionava João:
    - Você não disse, no momento do acidente, “eu estou bem”? - perguntou o advogado?
    João respondeu:
    - Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha colocado minha mula favorita, Justina, no...
    - Eu não lhe pedi nenhum detalhe - interrompeu o advogado. - Basta responder a pergunta. Você não disse, na cena do acidente, “eu estou bem”?
    João disse:
    - Bem, eu tinha colocado Justina no trailer e eu estava dirigindo pela estrada.
    O advogado interrompeu novamente e disse:
    - Juiz, estou tentando estabelecer o fato de que, na cena do acidente, este homem disse ao guarda rodoviario que estava bem. Agora, varias semanas depois do acidente, ele está processando meu cliente. Acredito que ele é uma fraude. Por favor, diga a ele para simplesmente responder à pergunta.
    A essa altura, o juiz estava bastante interessado com a resposta de João e disse ao advogado:
    - Gostaria de ouvir o que ele tem a dizer sobre sua mula favorita, Justina. 
    João agradeceu ao juiz e prosseguiu:
    - Bem, como eu estava dizendo, eu tinha acabado de levar Justina, minha mula favorita, até o trailer e estava dirigindo pela estrada, quando este enorme caminhão avançou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui jogado em uma vala e Justina foi jogada na outra. Eu estava muito ferido e não conseguia me mover. No entanto, eu podia ouvir a velha Justina chorando e gemendo. Eu sabia que ela estava muito machucada apenas por seus gemidos. Quando o guarda entrou em cena, ele ouviu Justina chorando e gemendo, e então foi até ela. Depois que ele olhou para ela e viu sua condição quase fatal, ele pegou seu rifle e atirou nela na cabeça. Então o patrulheiro atravessou a rua, a arma ainda na mão, olhou para mim e indagou:
    - Como você está se sentindo?
    João pigarreou e completou:
    - Agora, nessa hora, que diabos você diria?


(O texto acima é uma adaptação de original extraído do seguinte sítio da internet: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13992)
Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto acima aparecem em ordem alfabética.
Alternativas
Q3589198 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

UMA ANEDOTA

    Um fazendeiro chamado João sofreu um acidente de carro. No tribunal, o advogado da empresa de caminhões questionava João:
    - Você não disse, no momento do acidente, “eu estou bem”? - perguntou o advogado?
    João respondeu:
    - Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha colocado minha mula favorita, Justina, no...
    - Eu não lhe pedi nenhum detalhe - interrompeu o advogado. - Basta responder a pergunta. Você não disse, na cena do acidente, “eu estou bem”?
    João disse:
    - Bem, eu tinha colocado Justina no trailer e eu estava dirigindo pela estrada.
    O advogado interrompeu novamente e disse:
    - Juiz, estou tentando estabelecer o fato de que, na cena do acidente, este homem disse ao guarda rodoviario que estava bem. Agora, varias semanas depois do acidente, ele está processando meu cliente. Acredito que ele é uma fraude. Por favor, diga a ele para simplesmente responder à pergunta.
    A essa altura, o juiz estava bastante interessado com a resposta de João e disse ao advogado:
    - Gostaria de ouvir o que ele tem a dizer sobre sua mula favorita, Justina. 
    João agradeceu ao juiz e prosseguiu:
    - Bem, como eu estava dizendo, eu tinha acabado de levar Justina, minha mula favorita, até o trailer e estava dirigindo pela estrada, quando este enorme caminhão avançou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui jogado em uma vala e Justina foi jogada na outra. Eu estava muito ferido e não conseguia me mover. No entanto, eu podia ouvir a velha Justina chorando e gemendo. Eu sabia que ela estava muito machucada apenas por seus gemidos. Quando o guarda entrou em cena, ele ouviu Justina chorando e gemendo, e então foi até ela. Depois que ele olhou para ela e viu sua condição quase fatal, ele pegou seu rifle e atirou nela na cabeça. Então o patrulheiro atravessou a rua, a arma ainda na mão, olhou para mim e indagou:
    - Como você está se sentindo?
    João pigarreou e completou:
    - Agora, nessa hora, que diabos você diria?


(O texto acima é uma adaptação de original extraído do seguinte sítio da internet: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13992)
Do texto acima, deveriam ter sido acentuadas quais palavras?
Alternativas
Q3589117 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
A alternativa em que difere a justificativa de acentuação gráfica         
Alternativas
Q3589015 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
A alternativa em que difere a justificativa de acentuação gráfica é:         
Alternativas
Q3588963 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
Há falha na grafia do plural em:
Alternativas
Q3588484 Português
Leia a charge a seguir para responder a questão.


Captura_de tela 2025-09-09 080233.png (406×500)


(A tirinha acima foi extraída do seguinte sítio da internet: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/57914480220/pormauricio-de-sousa-httpwwwmonicacombr)
Assinale a alternativa em que as palavras que aparecem na charge acima estão em ordem alfabética, tendo em vista a primeira vogal de cada uma: 
Alternativas
Q3588483 Português
Leia a charge a seguir para responder a questão.


Captura_de tela 2025-09-09 080233.png (406×500)


(A tirinha acima foi extraída do seguinte sítio da internet: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/57914480220/pormauricio-de-sousa-httpwwwmonicacombr)
São duas palavras incorretamente escritas na tirinha acima:
Alternativas
Q3588478 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão corretamente escritas.
Alternativas
Q3588475 Português
Leia a charge a seguir para responder a questão.


Captura_de tela 2025-09-09 074326.png (387×249)


(A Charge acima foi extraída do seguinte sítio da internet: https://www.jornalnh.com.br/cotidiano/entretenimento/2021/12/31/v eja-a-retrospectiva-de-2021-nas-charges-de-sinovaldo-e-gabrielrenner.html) 
Assinale a alternativa em que as palavras, retiradas da charge acima, estão em ordem alfabética.
Alternativas
Q3588474 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A Sogra no Hospital

    Certo mês, na hora do café, o marido chega em casa depois de voltar da visita à sua sogra no hospital. Ao chegar, sua esposa pergunta:
    - Como está a mamãe?
    O marido responde:
    - Sua mãe está muito bem. Saudável e forte como um cavalo e ainda viverá por muitos e muitos anos. Inclusive, semana que vem, ela receberá alta e virá morar conosco por muito tempo.
    A mulher, surpresa, pergunta:
    - Mas como assim? Ontem mesmo a equipe médica disse que ela estava em estado terminal e que teria apenas poucos dias de vida.
    O marido responde:
    - Eu não sei como ela estáva ontêm, querida, mas hoje, quando perguntei ao médico sobre o estado da minha sogra, ele disse que deveríamos nos preparar para o pior...

(Fonte adaptada: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13621).
Sabe-se que duas palavras da anedota acima foram incorretamente acentuadas. Assinale a alternativa em que elas aparecem. 
Alternativas
Q3588180 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
A alternativa em que difere a justificativa de acentuação gráfica é:
Alternativas
Q3588179 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
O acento gráfico se justifica pelo hiato em:
Alternativas
Q3587910 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
O acento gráfico se justifica pelo hiato em:
Alternativas
Q3587583 Português
Texto 1

Um Apólogo

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo? (...)

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima... A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária.

(Machado de Assis- Um apólogo)

“A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.” 


“…o plic-plic-plic-plic…”


A expressão acima forma uma locução nominal imitativa de sons, sendo classificada morfologicamente, como um substantivo. Encontra-se corretamente separada por hifens. Identifique corretamente a alternativa em que o emprego do hífen se encontra inadequado.

Alternativas
Q3587559 Português
Quanto aos aspectos morfológicos e fonéticos assinale a única alternativa errada.
Alternativas
Q3587446 Português

Assinale a alternativa em que nenhuma das palavras deve levar o acento gráfico.


(Obs.: todas as palavras foram escritas sem acento.).

Alternativas
Respostas
7261: A
7262: A
7263: C
7264: A
7265: B
7266: A
7267: C
7268: B
7269: A
7270: B
7271: E
7272: E
7273: A
7274: B
7275: D
7276: C
7277: C
7278: X
7279: B
7280: C