Questões de Concurso Sobre ortografia em português

Foram encontradas 18.156 questões

Q3046990 Português
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Na ortografia, em casos de aglutinação, a letra “h” desaparece, como em desumano. O “h” inicial mantém-se, no entanto, quando, numa palavra composta, pertence a um elemento que está ligado ao anterior por meio de hífen, como anti-higiênico, pré-história, sobre-humano.
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Q3046977 Português
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Pós-Acordo Ortográfico de 2009, estabeleceu-se que, se usa hífen em palavras que apresentam prefixo auto-quando a vogal do radical (segundo elemento) é diferente da vogal final do prefixo. Assim, um exemplo correto é auto-estrada.
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Q3046965 Português
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Na língua portuguesa, todas as palavras derivadas do Latim, do Tupi e do Africano são ortograficamente convencionadas a serem grafadas com o emprego da letra "J". Por exemplo, termos como "majestade", "injeção", "jia" e "sujeito" são exemplares que seguem essa norma linguística estabelecida.
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Q3046963 Português
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É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo AMÁMOS, LOUVÁMOS, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo AMAMOS, LOUVAMOS, já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.
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Q3046958 Português
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A utilização do acento agudo nas vogais das palavras da língua portuguesa é determinada não apenas pela posição da sílaba tônica, mas também pela interação dinâmica entre os padrões prosódicos e os fenômenos de harmonização vocálica, refletindo a complexidade intrínseca da estrutura silábica e das distinções fonéticas do idioma.
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Q3046954 Português
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A formação de palavras compostas por hífen em português segue padrões específicos, especialmente nos casos de composição por prefixos e substantivos, contribuindo para a clareza e precisão na escrita.
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Q3046952 Português
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De acordo com as regras de ortografia da Língua Portuguesa, todos os verbos derivados de palavras cujo radical termina com "s" devem ser obrigatoriamente escritos com a letra "s" nas formas de pretérito na língua portuguesa. Como por exemplo: analisar.
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Q3046946 Português
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Todos os nomes derivados de adjetivos devem ser escritos com a letra "z" na língua portuguesa. Como "certeza", "beleza", "riqueza", "nobreza".
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Q3046942 Português
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Na complexa tessitura da estrutura linguística do idioma português, há uma prescrição normativa que estabelece como mandatório que todas as unidades comunicativas, sob a designação de frases, sejam iniciadas por uma letra em caixa alta e concluídas com um ponto, representando uma convenção tipográfica fundamental para a organização formal do discurso escrito.
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Q3046931 Português
Circuito Fechado



           Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo; pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó . Carteira, nı́queis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maços de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis.


         Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforo. Paletó , gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.


(Ricardo Ramos) 
Marque a alternativa livre de erros ortográficos:
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Q3046827 Português
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Segundo o novo Acordo ortográfico da Língua Portuguesa, a letra minúscula inicial é usada nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo). Por exemplo: O Senhor do paço de Ninães ou O senhor do paço de Ninães; Menino de engenho ou Menino de Engenho; Árvore e Tambor ou Árvore e tambor.
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Q3046818 Português
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No contexto da língua portuguesa, as palavras paroxítonas se caracterizam pela presença da sílaba tônica na penúltima sílaba da palavra, conforme as regras de acentuação tônica que regem a estrutura silábica da nossa língua.
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Q3046806 Português
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O uso do hífen para unir prefixos aos radicais das palavras, conforme as normas gramaticais estabelecidas pela língua portuguesa, continua a ser obrigatório mesmo após as alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico de 2009.
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Q3046466 Português
Considere os seguintes grupos de palavras:

1. científico – exército – revólver
2. heroína – ânimo – jornalístico.
3. pôr – Paraná – jacaré

Em relação às regras de acentuação gráfica, é correto afirmar que, 
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Q3045944 Português
A última receita

        A viúva Lemos adoecera; uns dizem que dos nervos, outros que de saudades do marido. Fosse o que fosse, a verdade é que adoecera, em certa noite de setembro, ao regressar de um baile. Morava então no Andaraí, em companhia de uma tia surda e devota. A doença não parecia coisa de cuidado; todavia era necessário fazer alguma coisa. Que coisa seria? Na opinião da tia um cozimento de alteia e um rosário a não sei que santo do céu eram remédios infalíveis. D. Paula (a viúva) não contestava a eficácia dos remédios da tia, mas opinava por um médico. Chamou-se um médico.
      Havia justamente na vizinhança um médico, formado de pouco, e recente morador na localidade. Era o dr. Avelar, sujeito de boa presença, assaz elegante e médico feliz. Veio o dr. Avelar na manhã seguinte, pouco depois das oito horas. Examinou a doente e reconheceu que a moléstia não passava de uma constipação grave.
      Uma única razão haveria para que ela aborrecesse o mundo: era se tivesse realmente saudades do marido. Mas não tinha. O casamento fora um arranjo de família e dele próprio; Paula aceitou o arranjo sem murmurar. Honrou o casamento, mas não deu ao marido nem estima nem amor. A ideia de morrer seria para ela não só a maior de todas as calamidades, mas também a mais desastrada de todas as tolices.
       Não quis morrer nem o caso era de morte.
     A tia era surda, como sabemos, não ouvia nada da conversa entre os dois. Mas não era tola; começou a reparar que a sobrinha ficava mais doente quando se aproximava a chegada do médico. Além disso nutria dúvidas sérias acerca da aplicação exata dos remédios. O certo é porém que Paula, tão amiga de bailes e passeios, parecia realmente doente porque não saía de casa.
      Choviam convites de jantares e bailes. A viuvinha recusava-os todos por causa do seu mau estado de saúde.
     Foi uma verdadeira calamidade.
     Três meses correram assim, sem que a doença de Paula cedesse uma linha aos esforços do médico. Os esforços do médico não podiam ser maiores; de dois em dois dias uma receita. Se a doente se esquecia do seu estado e entrava a falar e a corar como quem tinha saúde, o médico era o primeiro a lembrar-lhe o perigo, e ela obedecia logo entregando-se à mais prudente inação.
    Gostavam um do outro sem se atreverem a dizer a verdade, simplesmente pelo receio de se enganarem. O meio de se falarem todos os dias era aquele.
     Casaram-se os dois daí a quarenta dias.
     Tal é a história da última receita.

(Texto-fonte: Obra Completa, Machado de Assis, vol. II, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. Publicado originalmente em Jornal das Famílias. Em: setembro de 1875.)
Quanto às ideias do texto e estruturas linguísticas, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q3045806 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Conforme o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa cuja palavra ou expressão sofreu alteração.
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Q3044499 Português

O Leão e o Reflexo


Em uma linda savana africana, eu, um leão perdido há 20 dias, vagava com fome e sede, temendo estar sozinho. 


Um dia, encontrei uma lagoa e corri em direção a ela, ansioso para beber água. No entanto, ao ver um "leão" refletido na água, recuei com medo de ser atacado.


Passei a noite perto da lagoa, mas não me atrevi a voltar. No dia seguinte, a sede era tão grande que decidi arriscar. A mim me pareceu a última saída. Ao me aproximar e ver o "leão" novamente, ignorei o medo e bebi a água.


Foi então que percebi que o "leão" era apenas meu próprio reflexo e, aliviado, saciei minha sede.


Texto Adaptado


Autor Desconhecido

A palavra "saída" em "A mim me pareceu a última saída" é acentuada pelo seguinte motivo: Acentua-se a letra − i, desde que seja a segunda vogal átona de um hiato e esteja sozinha ou seguida de -s.
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Q3044489 Português


Acesso em: http://www.willtirando.com.br/page/4/
Em "É que você é à prova de piadas" temos um caso especial do uso da crase, uma vez que as locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas centradas em elementos femininos possuem acento grave.
Alternativas
Q3044488 Português



Acesso em: http://www.willtirando.com.br/page/4/

A palavra "ideia" em "Desenhando, com pressa, uma ideia que eu vi em alguma lugar ", no contexto do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor em 2009, não leva mais acento gráfico, isso porque, segundo as novas regras, os ditongos crescentes "ei" e "oi" nas palavras paroxítonas deixaram de ser acentuados.
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Q3044077 Português
Em alguns vocábulos, o acento tônico pode ter valor distintivo, ou seja, mostra duas palavras diferentes.
Assinale a opção em que isso não ocorre. 
Alternativas
Respostas
5321: C
5322: E
5323: E
5324: C
5325: C
5326: C
5327: E
5328: E
5329: E
5330: B
5331: C
5332: C
5333: E
5334: C
5335: C
5336: A
5337: E
5338: C
5339: E
5340: A