Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3380772 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente escritas quanto ao uso de “ch” e “x”.
Alternativas
Q3380770 Português
Analise as assertivas a seguir:

I. A palavra “bem-vindo” leva hífen pelo mesmo motivo de “porco-espinho”. II. As palavras “câmbio” e “verde” são paroxítonas. III. As palavras “gula” e “guerra” apresentam dígrafos.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3380269 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603
Leia o trecho a seguir e responda à questão:
"Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores."
A palavra "fascínio" é acentuada devido a:
Alternativas
Q3380140 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros."
Analise a separação silábica dos vocábulos extraídos do texto e identifique a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3380136 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs."
Os vocábulos das alternativas, são preenchidos com o mesmo dígrafo 'ss' da palavra 'associam', EXCETO:
Alternativas
Q3380038 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas." 
Os vocábulos a seguir deverão ser acentuados pela mesma regra de acentuação da palavra 'células', EXCETO:
Alternativas
Q3377456 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo. Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados. A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3377151 Português
Lobo Bobo
João Gilberto


Era uma vez um lobo mau
Que resolveu jantar alguém
Estava sem vintém
Mas arriscou
E logo se estrepou

Um chapeuzinho de maiô
Ouviu buzina e não parou
Mas lobo mau insiste
E faz cara de triste
Mas chapeuzinho ouviu
Os conselhos da vovó
Dizer que não pra lobo
Que com lobo não sai só

Lobo canta, pede
Promete tudo, até amor
E diz que fraco de lobo
É ver um chapeuzinho de maiô

Mas chapeuzinho percebeu
Que o lobo mau se derreteu
Pra ver você que lobo
Também faz papel de bobo

Só posso lhe dizer
Chapeuzinho agora traz
O lobo na coleira
Que não janta nunca mais

Lobo bobo
Escolha a única alternativa na qual as palavras estão acentuadas de acordo com a regra de acentuação de maiô. 
Alternativas
Q3376929 Português
Assinale a alternativa que possui a grafia correta, quanto às regras ortográficas:
Alternativas
Q3376926 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra corretamente acentuada de acordo com as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa.
Alternativas
Q3376924 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q3375603 Português


HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.

In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.

Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).

Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.


Os vocábulos “possível”, “projéteis” e “psicológicos” apresentam acento gráfico em razão da mesma regra de acentuação.

Alternativas
Q3375365 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No terceiro parágrafo, o termo “afligiam” pode ser substituído, sem prejuízo à correção gramatical, por infligia.

Alternativas
Q3375357 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


As palavras “considerável”, “longínquos” e “ruína” são grafadas com acento em razão da mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q3375286 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois resposta a questão.


Q36_40.png (737×208)
A palavra destacada na linha 12, é acentuada devido à seguinte regra gramatical:
Alternativas
Q3375231 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
A palavra destacada na linha 12, é acentuada devido à seguinte regra gramatical:
Alternativas
Q3375225 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
Na linha 3, a palavra disposição, foi acentuada, devido à seguinte regra gramatical?
Alternativas
Q3373126 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
Considerando o uso de H e U, qual palavra está escrita CORRETAMENTE? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Auxiliar Técnico |
Q3371924 Português

Responda s questão com base no seguinte texto:  



Na frase E sabemos que a guerra só traz dor e sofrimento, o vocábulo “traz” está corretamente grafado, pois corresponde à forma conjugada do verbo “trazer”. É comum, no entanto, que se confunda esse termo com o advérbio de lugar “trás”. Considerando essa distinção, assinale a alternativa em que o uso de “traz” está INCORRETO.
Alternativas
Q3371884 Português

Responda à questão com base no seguinte texto:



Na frase E sabemos que a guerra só traz dor e sofrimento, o vocábulo “traz” está corretamente grafado, pois corresponde à forma conjugada do verbo “trazer”. É comum, no entanto, que se confunda esse termo com o advérbio de lugar “trás”. Considerando essa distinção, assinale a alternativa em que o uso de “traz” está INCORRETO
Alternativas
Respostas
3261: D
3262: A
3263: D
3264: A
3265: D
3266: A
3267: B
3268: A
3269: D
3270: A
3271: B
3272: E
3273: E
3274: E
3275: D
3276: D
3277: B
3278: A
3279: C
3280: C