Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3957624 Português
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q3957491 Português
A questão se refere ao texto a seguir.

Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar

O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos. 

A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo. Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%). A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.

Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis. 

De acordo com a especialista de educação do Unicef no Brasil, Julia Ribeiro, é preciso superar a visão de que o atraso escolar é responsabilidade individual do aluno. “Quando a gente fala em fracasso escolar, muitas vezes a gente responsabiliza o estudante. Precisamos compreender que existe um conjunto de fatores sociais, econômicos e institucionais que contribui para esse cenário”, afirma.

Ela acrescenta que os alunos em distorção idade-série tendem a se sentir deslocados e menos pertencentes à escola, o que pode aumentar o risco de evasão. A percepção de fracasso impacta a autoestima, o desempenho acadêmico e a motivação para continuar os estudos.

Outro desafio apontado pelo Unicef é a falta de conexão da escola com a vida dos estudantes. Uma pesquisa realizada em 2022 em parceria com o Instituto Ipec mostrou que 33% dos adolescentes acreditam que a escola não sabe nada sobre a sua vida e a de sua família. Esse distanciamento fragiliza o vínculo escolar. 

Em vez de ser um espaço de acolhimento e de construção de pertencimento, a escola pode se tornar um ambiente de exclusão para aqueles que já enfrentam dificuldades sociais e educacionais.

O atraso escolar está diretamente ligado ao risco de abandono, com consequências que se estendem para a vida adulta. Ainda que o país tenha registrado avanços na escolaridade, com 56% dos brasileiros com 25 anos ou mais concluindo o ensino médio em 2024, segundo o IBGE, milhões de pessoas ainda ficam para trás.

O nível educacional é determinante para a inserção profissional. De acordo com a OCDE, possuir ensino superior no Brasil pode mais que dobrar a renda de um trabalhador. Portanto, combater a defasagem escolar desde a infância e a adolescência é também um investimento em mobilidade social e em produtividade econômica. 

Com o objetivo de enfrentar o problema, o Unicef, em parceria com o Instituto Claro e com apoio da Fundação Itaú, desenvolveu a estratégia “Trajetórias de Sucesso Escolar”. O programa busca apoiar redes de ensino na criação de políticas e práticas pedagógicas que combatam a cultura do fracasso escolar.

A proposta é monitorar, acompanhar e implementar ações que garantam a permanência dos estudantes, respeitando as especificidades de cada território. Mais do que indicadores, a estratégia defende a escuta ativa dos alunos e de suas famílias, reconhecendo que cada trajetória é única e exige soluções adaptadas.

O Brasil tem feito progressos no combate ao atraso escolar, mas os números de 2024 mostram que a questão ainda é urgente. Enfrentar a distorção idade-série requer esforços conjuntos de governos, famílias, escolas, comunidades e sociedade civil, para que todos os estudantes possam construir trajetórias educacionais plenas e alcançar melhores oportunidades de vida. 

(Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 27 jan. 2026)
Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto estão corretamente classificadas quanto à posição da sílaba tônica, como oxítona (O), paroxítona (P) e proparoxítona (PP):
Alternativas
Q3957443 Português
Apenas 15% das escolas públicas brasileiras têm psicólogos

Lei que prevê profissionais em toda rede pública só será cumprida em 2058 se país seguir o ritmo atual de contratações.


    Apesar da saúde mental dos estudantes ter se consolidado como um grande tema no ambiente educacional, apenas 15,7% das escolas públicas brasileiras possuem psicólogos. O dado é do Censo da Educação, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
    Eles mostram que ainda há um grande caminho para o cumprimento da Lei nº 13.935/2019, que assegura a presença de psicólogos e assistentes sociais na rede básica de ensino. Se o ritmo atual das contratações dos profissionais seguir pelos próximos anos, demorará 33 anos para que todas as escolas sejam contempladas.
     Isso porque desde quando a Lei foi sancionada, em dezembro de 2019, o avanço foi lento: 2,47 pontos percentuais por ano. Em 2020, os psicólogos estavam presentes em 5,8% das escolas da rede básica.
     A coordenadora pedagógica Renata Grinfeld, que atua na Roda Educativa, organização que desenvolve ações para melhoria de práticas educativas na rede pública de ensino, pontua que as escolas devem ser um espaço onde estudantes encontrem uma rede de proteção dos seus direitos.
     "Isso impacta o desenvolvimento emocional, físico e cultural. Se a criança ou adolescente não se sente ouvida na escola, ela pode se sentir ouvida em outros ambientes que não são positivos, como em algumas plataformas de internet”, diz Grinfeld. Segundo ela, é necessário que a escuta no ambiente educacional ocorra como parte da rotina.
     Os maiores desafios, no entanto, passam pela questão orçamentária, assim como por uma mudança de mentalidade da sociedade. "É preciso uma mudança cultural. A gente tem uma herança de que é melhor não falar, melhor deixar pra lá", completa.
     Em nota, o Ministério da Educação (MEC) disse que acompanha, monitora e apoia a expansão e a melhoria contínua dos serviços de psicologia e serviço social que devem ser disponibilizados pelas redes de ensino.
     A pasta cita o Programa Saúde na Escola, além de um Grupo de Trabalho “com o objetivo de coligir e sistematizar subsídios e recomendações para a aperfeiçoar e fortalecer a implementação da Lei nº 13.935/2019”.


https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/07/09/apenas-15percent-das-escolas-publicasbrasileiras-tem-psicologos.ghtml
Assinale a alternativa em que todas as palavras retiradas do texto são acentuadas pelo mesmo princípio gramatical:
Alternativas
Q3957369 Português
A última crônica

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

    Ao fundo do botequim um casal acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma criancinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando- -se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

    A criancinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca- -Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A criancinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

(SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler – Crônicas. Vol. 5. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado.) 
Em relação ao trecho “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, […]” (1º§), analise as afirmativas a seguir.
I. A palavra “convivência” é acentuada por se tratar de paroxítona terminada em ditongo.
II. A palavra “conteúdo” é acentuada pelo fato de o “u” ser tônico e formar hiato com a vogal anterior.
III. A palavra “diária” é acentuada pelo fato de o “a” ser tônico e formar hiato com a vogal anterior.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3957173 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta aquelas que são acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q3956591 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo: 
Alternativas
Q3955618 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Considere a grafia das palavras e analise a alternativa que apresenta todas elas grafadas corretamente:
Alternativas
Q3955617 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Analise as alternativas abaixo e marque aquela na qual todas as palavras são acentuadas por serem monossílabas tônicas:
Alternativas
Q3955017 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3953958 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: IASES Prova: IDCAP - 2026 - IASES - Agente Socioeducativo |
Q3952502 Português
Educação no sistema socioeducativo ainda é um desafio no Brasil

A história brasileira mostra que crianças e adolescentes apenas passaram a ser considerados sujeitos de direito em 1990, com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECRIAD). Assim como o ECRIAD, a Constituição Federal de 1988 também foi um importante instrumento de garantia de direitos, trazendo artigo que torna a educação um direito universal e obrigatório.

Esse direito, porém, ainda é um grande desafio quando observado no sistema socioeducativo brasileiro, uma vez que, para cada estado, as medidas socioeducativas são gestionadas por diferentes órgãos. Desse modo, os modelos de financiamento, estruturação do sistema e seus resultados passam a depender da instituição gestora onde as medidas são promovidas.

Com o intuito de transformar esse cenário, foi promulgado em 2012 a lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), que nasceu a partir das premissas do ECRIAD, com o objetivo de regulamentar as medidas socioeducativas em todo o território nacional.

"O sistema socioeducativo criado pelo ECRIAD tem como objetivo promover uma forma desse jovem reconstruir o seu processo de vida, que foi marcado por um rompimento. Reorganizar a vida desses adolescentes é o grande desafio das unidades", aponta o coordenador geral do Sinase, Claudio Vieira.

A lei prevê um sistema de articulação entre diversas secretarias, como a de Educação, Saúde, Assistência Social, Cultura, Esporte, Justiça, com o intuito de promover o desenvolvimento integral desse sujeito, preparando-o para seu retorno à sociedade.

Assim, a interdisciplinaridade dos conteúdos escolares com os artísticos, culturais e ocupacionais aparece como uma das premissas para alcançar resultados positivos, com a possibilidade, inclusive, de que a unidade socioeducativa abrigue também uma escola.

Mas essa articulação ainda não é uma realidade em todo o país. De acordo com levantamento realizado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, Um olhar atento às unidades de internação e semiliberdade para adolescentes, divulgado em agosto deste ano, ainda existem unidades de internação com salas de aula inadequadas, com baixa qualidade de iluminação e espaço e acervo para biblioteca.

"Os melhores resultados foram encontrados no Sudeste, onde, em 82,9% das unidades visitadas, as salas de aula foram consideradas adequadas, e no Norte, cujo índice é de 72,5%. Nas demais regiões brasileiras, Centro-Oeste, Nordeste e Sul, esse percentual gravitou entre 52% e 56%", aponta o estudo.

Para além disso, são cada vez mais comuns as denúncias de maus-tratos, violência e abuso de poder dos agentes educativos contra os adolescentes, inviabilizando o processo e as relações de ensino-aprendizagem. Na maior parte das unidades, mesmo com a presença de escolas, a efetivação da política desconsidera os adolescentes como sujeitos de direitos.

Segundo Vieira, o sistema socioeducativo atual ainda traz marcas do Código de Menores do passado, que garantia aos institutos a função de coerção e reclusão dos adolescentes. "Nós estamos passando por um período de transformação desse atendimento. E nesse processo contamos muito com propostas pedagógicas adequadas, que são um fator central para o desenvolvimento do jovem", afirma.

https://educacaointegral.org.br/reportagens/educacao-no-sistema-socio educativo-ainda-e-um-desafio-no-brasil/adaptado
"Educação no sistema socioeducativo ainda é um desafio no Brasil."
O vocábulo 'socioeducativo' está escrito corretamente sem hífen. Nos enunciados a seguir, as palavras compostas com ou sem hífen também estão com as grafias corretas, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: IASES Prova: IDCAP - 2026 - IASES - Agente Socioeducativo |
Q3952493 Português
Educação no sistema socioeducativo ainda é um desafio no Brasil

A história brasileira mostra que crianças e adolescentes apenas passaram a ser considerados sujeitos de direito em 1990, com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECRIAD). Assim como o ECRIAD, a Constituição Federal de 1988 também foi um importante instrumento de garantia de direitos, trazendo artigo que torna a educação um direito universal e obrigatório.

Esse direito, porém, ainda é um grande desafio quando observado no sistema socioeducativo brasileiro, uma vez que, para cada estado, as medidas socioeducativas são gestionadas por diferentes órgãos. Desse modo, os modelos de financiamento, estruturação do sistema e seus resultados passam a depender da instituição gestora onde as medidas são promovidas.

Com o intuito de transformar esse cenário, foi promulgado em 2012 a lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), que nasceu a partir das premissas do ECRIAD, com o objetivo de regulamentar as medidas socioeducativas em todo o território nacional.

"O sistema socioeducativo criado pelo ECRIAD tem como objetivo promover uma forma desse jovem reconstruir o seu processo de vida, que foi marcado por um rompimento. Reorganizar a vida desses adolescentes é o grande desafio das unidades", aponta o coordenador geral do Sinase, Claudio Vieira.

A lei prevê um sistema de articulação entre diversas secretarias, como a de Educação, Saúde, Assistência Social, Cultura, Esporte, Justiça, com o intuito de promover o desenvolvimento integral desse sujeito, preparando-o para seu retorno à sociedade.

Assim, a interdisciplinaridade dos conteúdos escolares com os artísticos, culturais e ocupacionais aparece como uma das premissas para alcançar resultados positivos, com a possibilidade, inclusive, de que a unidade socioeducativa abrigue também uma escola.

Mas essa articulação ainda não é uma realidade em todo o país. De acordo com levantamento realizado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, Um olhar atento às unidades de internação e semiliberdade para adolescentes, divulgado em agosto deste ano, ainda existem unidades de internação com salas de aula inadequadas, com baixa qualidade de iluminação e espaço e acervo para biblioteca.

"Os melhores resultados foram encontrados no Sudeste, onde, em 82,9% das unidades visitadas, as salas de aula foram consideradas adequadas, e no Norte, cujo índice é de 72,5%. Nas demais regiões brasileiras, Centro-Oeste, Nordeste e Sul, esse percentual gravitou entre 52% e 56%", aponta o estudo.

Para além disso, são cada vez mais comuns as denúncias de maus-tratos, violência e abuso de poder dos agentes educativos contra os adolescentes, inviabilizando o processo e as relações de ensino-aprendizagem. Na maior parte das unidades, mesmo com a presença de escolas, a efetivação da política desconsidera os adolescentes como sujeitos de direitos.

Segundo Vieira, o sistema socioeducativo atual ainda traz marcas do Código de Menores do passado, que garantia aos institutos a função de coerção e reclusão dos adolescentes. "Nós estamos passando por um período de transformação desse atendimento. E nesse processo contamos muito com propostas pedagógicas adequadas, que são um fator central para o desenvolvimento do jovem", afirma.

https://educacaointegral.org.br/reportagens/educacao-no-sistema-socio educativo-ainda-e-um-desafio-no-brasil/adaptado
"Assim, a interdisciplinaridade dos conteúdos escolares com os artísticos, culturais e ocupacionais aparece como uma das premissas para alcançar resultados positivos, com a possibilidade, inclusive, de que a unidade socioeducativa abrigue também uma escola."
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles extraídos do texto-base, julgue as afirmativas:
I.O vocábulo 'conteúdos' recebe acento pela mesma regra que se aplica aos vocábulos 'proteína', 'saúde' e 'periódico', em que a vogal tônica forma hiato com a vogal anterior.
II.O vocábulo 'artísticos' é acentuado por se tratar de uma palavra proparoxítona, cuja antepenúltima sílaba é tônica; tais palavras são acentuadas obrigatoriamente.
III.As palavras oxítonas terminadas em 'em' ou 'en', seguidas ou não de 's', recebem acento gráfico, razão pela qual o vocábulo 'também' é acentuado, assim como 'hímen'.
IV.Os vocábulos 'estruturação' e 'órgãos' recebem acento gráfico por serem palavras terminadas em ditongos nasais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3952455 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras estabelecidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para a grafia da expressão "dia a dia" no trecho "A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia".
Alternativas
Q3952454 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras de acentuação gráfica da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o acento empregado na palavra "características" presente no texto.
Alternativas
Q3951266 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



O brilho não vai embora



    Tem dias em que a gente acorda achando que vai encontrar cansaço no espelho. Você já passou por isso? Aquela expectativa silenciosa de crítica antes mesmo de abrir os olhos por completo?  


    Mas e se, em vez de procurar defeitos, você resolvesse procurar sinais de vida?


    Olhe de novo. Não é só um corpo. É alguém que atravessou fases, sobreviveu a quedas, suportou silêncios e ainda está aí. Talvez o brilho não seja mais o da ingenuidade (e ainda bem!), agora ele carrega experiência. Já reparou como o olhar amadurecido tem uma luz diferente? Não grita, sustenta.  


    “Ah, mas o passado…”, você pode dizer. Ele ainda incomoda às vezes, não é? Só que repare: o passado não é mais um fantasma correndo atrás de você. É arquivo. É capítulo lido. Ele existe, claro, mas não tem mais o poder de narrar o presente. Quem escreve agora é você.


    E os erros? Eles ainda sussurram? Talvez. Mas escute melhor: o tom mudou. O que antes era acusação hoje pode ser aprendizado. Nenhuma história interessante é feita apenas de acertos. Você não é a soma dos seus tropeços. Levante! Como diz a música: já é um vencedor quem sabe a dor de uma derrota enfrentar!


    Emoções não são soldados em formação perfeita. Às vezes elas bagunçam mesmo. A diferença é que agora você sabe respirar antes de reagir. Já percebeu isso? Há uma pausa nova entre o sentir e o agir. E essa pausa é crescimento.


    Não é preciso fugir de si mesmo. O mundo não precisa ser esconderijo. Ele pode ser palco. Você pode ocupar espaços sem se explicar o tempo todo, sem carregar culpa como sobrenome.


    Talvez a maior virada seja essa: entender que você não é o problema a ser resolvido, mas a construção em andamento. Obras fazem barulho, levantam poeira, parecem caóticas, ainda assim estão evoluindo.


    Então, quando a tristeza tentar sentar novamente no sofá da sua sala, experimente convidar a esperança para o outro lado. Elas até podem dividir o ambiente, mas quem decide o volume da conversa é você.


    E se alguém perguntar onde foi parar aquele brilho, você já sabe a resposta: ele não foi embora. Só estava amadurecendo.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado).  

Na ortografia da língua portuguesa, o emprego de ss e rr obedece a regularidades específicas no interior das palavras, o que exige atenção à formação e à escrita correta dos vocábulos. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa em que o conjunto de palavras apresenta uma grafia incorreta. 
Alternativas
Q3951264 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



O brilho não vai embora



    Tem dias em que a gente acorda achando que vai encontrar cansaço no espelho. Você já passou por isso? Aquela expectativa silenciosa de crítica antes mesmo de abrir os olhos por completo?  


    Mas e se, em vez de procurar defeitos, você resolvesse procurar sinais de vida?


    Olhe de novo. Não é só um corpo. É alguém que atravessou fases, sobreviveu a quedas, suportou silêncios e ainda está aí. Talvez o brilho não seja mais o da ingenuidade (e ainda bem!), agora ele carrega experiência. Já reparou como o olhar amadurecido tem uma luz diferente? Não grita, sustenta.  


    “Ah, mas o passado…”, você pode dizer. Ele ainda incomoda às vezes, não é? Só que repare: o passado não é mais um fantasma correndo atrás de você. É arquivo. É capítulo lido. Ele existe, claro, mas não tem mais o poder de narrar o presente. Quem escreve agora é você.


    E os erros? Eles ainda sussurram? Talvez. Mas escute melhor: o tom mudou. O que antes era acusação hoje pode ser aprendizado. Nenhuma história interessante é feita apenas de acertos. Você não é a soma dos seus tropeços. Levante! Como diz a música: já é um vencedor quem sabe a dor de uma derrota enfrentar!


    Emoções não são soldados em formação perfeita. Às vezes elas bagunçam mesmo. A diferença é que agora você sabe respirar antes de reagir. Já percebeu isso? Há uma pausa nova entre o sentir e o agir. E essa pausa é crescimento.


    Não é preciso fugir de si mesmo. O mundo não precisa ser esconderijo. Ele pode ser palco. Você pode ocupar espaços sem se explicar o tempo todo, sem carregar culpa como sobrenome.


    Talvez a maior virada seja essa: entender que você não é o problema a ser resolvido, mas a construção em andamento. Obras fazem barulho, levantam poeira, parecem caóticas, ainda assim estão evoluindo.


    Então, quando a tristeza tentar sentar novamente no sofá da sua sala, experimente convidar a esperança para o outro lado. Elas até podem dividir o ambiente, mas quem decide o volume da conversa é você.


    E se alguém perguntar onde foi parar aquele brilho, você já sabe a resposta: ele não foi embora. Só estava amadurecendo.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado).  

A acentuação gráfica das palavras na língua portuguesa está relacionada à posição da sílaba tônica e à estrutura fonológica do vocábulo. Considerando as palavras música, só e sofá, presentes no texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o motivo da acentuação de cada uma delas. 
Alternativas
Q3951091 Português
A alternativa em que constam apenas palavras paroxítonas corretamente grafadas é
Alternativas
Q3950479 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cuidar da mente através da leitura

A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.

Texto Adaptado

VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.
No trecho "A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental...", a palavra "saúde" aparece acentuada. Considerando as regras de acentuação gráfica do português, assinale a análise CORRETA. 
Alternativas
Q3950473 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cuidar da mente através da leitura

A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.

Texto Adaptado

VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.
As frases abaixo foram elaboradas a partir da temática do texto sobre leitura e bem-estar. Considerando a ortografia das palavras assinale a alternativa que possui uma palavra INCORRETA:
Alternativas
Respostas
541: A
542: A
543: C
544: C
545: A
546: C
547: B
548: A
549: B
550: D
551: A
552: D
553: B
554: D
555: D
556: B
557: B
558: A
559: D
560: A