Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q2576188 Português
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A homonímia refere-se ao fenômeno em que palavras são escritas de maneiras diferentes, mas pronunciadas da mesma forma, como "sessão" e "seção". 
Alternativas
Q2576183 Português
Julgue o item subsequente. 

No exemplo das palavras "sabia", "sábia" e "sabiá", podemos observar o fenômeno da tonicidade sempre na primeira sílaba, o que demonstra que a posição da sílaba tônica não influencia o significado das palavras. 
Alternativas
Q2576180 Português
Julgue o item subsequente. 

As formas verbais oxítonas, ao serem conjugadas com os pronomes clíticos -lo(s) ou -la(s), recebem acento circunflexo nas vogais tônicas fechadas -e ou -o quando ocorre a perda da consoante final -r, -s, ou -z. Exemplos incluem detê-lo(s), fazê-la(s), vê-la(s), compô-la(s), repôla(s), pô-la(s). 
Alternativas
Q2576166 Português
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Na translineação, o hífen deve iniciar a linha quando a translineação coincidir com o hífen da palavra na linha anterior, como em "pré-/-história".
Alternativas
Q2576157 Português
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No caso de palavras derivadas do francês e terminadas com a vogal -e, são admitidos tanto o acento agudo quanto o circunflexo. Exemplos: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, croché ou crochê, matiné ou matinê. 
Alternativas
Q2576146 Português
Julgue o item subsequente. 

A acentuação tônica refere-se à sílaba que é naturalmente pronunciada com mais força numa palavra, enquanto a acentuação gráfica consiste em usar sinais gráficos, como acentos agudo, circunflexo ou til, para indicar a sílaba tônica ou modificar o som de uma vogal. Por exemplo, na palavra 'rápido', a acentuação tônica recai na primeira sílaba 'rá', e a acentuação gráfica é o acento agudo sobre o 'a'. 
Alternativas
Q2576136 Português
Julgue o item subsequente. 

Para acentuar corretamente palavras oxítonas, é suficiente considerar que todas as palavras com a última sílaba tônica recebem acento, independentemente de terminarem em -a, -e, -o, -em, -ens.
Alternativas
Q2576059 Português
Texto 3 para responder à questão.

Igreja Matriz

    É o prédio de maior valor histórico e cultural do município. O responsável técnico e arquiteto da obra era um português conhecido como Sr. Gastão, que já havia construído várias outras igrejas na região da Zona da Mata. O estilo é o eclético, que, através dessa obra, se impôs também no entorno do conjunto arquitetônico da Praça Dr. Miguel Pereira. A inauguração ocorreu em 1990. É uma das dez mais antigas da Diocese de Leopoldina, embora, na época de sua construção, a paróquia de Miraí pertencesse à Diocese de Mariana.

(Disponível em https://www.minasgerais.com.br/pt/atracoes/mirai/igreja-matriz-49. Acesso em: 09 ago. 2024, com adaptações.)
Acerca do Texto 3, assinale a alternativa correta em relação às regras de acentuação gráfica. 
Alternativas
Q2575545 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de uma canção de Zeca Baleiro para responder à questão.

Bienal

Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta

Meu conceito parece, à primeira vista,
Um barrococó figurativo neoexpressionista
Com pitadas de arte nouveau pós‑surrealista
Calcado da revalorização da natureza morta

BALEIRO, Zeca. Bienal. Disponível em: https://www.letras.mus.br/ zeca‑baleiro/73692/. Acesso em: 8 maio 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir:

“Com pitadas de arte nouveau pós‑surrealista

Assinale a alternativa em que o termo destacado segue a mesma regra de emprego do hífen que a palavra destacada no trecho apresentado.
Alternativas
Q2572718 Português

Sobre grafia, sabe-se que a palavra “bem-vindo” é grafada com hífen.

Assinale a alternativa na qual este sinal gráfico tenha sido empregado de maneira INCORRETA.

Alternativas
Q2572717 Português

Indique a alternativa que completa corretamente as lacunas.


I - A paciente do 302 corre _____________ risco de nova amputação.

II - Do rapaz atropelado espera-se que tenha bom ____________.

Alternativas
Q2572314 Português
2024 não é exatamente 2024

    O ano que começa na segunda-feira (1º) é – supostamente – 2024 depois de Cristo, de acordo com o calendário que seguimos principalmente no Ocidente. Porém, na realidade não se trata do ano 2024 após o nascimento de Cristo, pois, segundo historiadores, esse número é o resultado de um cálculo que hoje sabemos estar errado. Ou seja: o Messias do cristianismo não teria nascido há exatamente 2024 anos. As gerações iniciais de cristãos não contavam os anos com base na data do nascimento de Jesus. À época vivendo no Império Romano, __________ diferentes critérios para manter as contas.
    Uma delas, por exemplo, foi tomar como referência a data da fundação de Roma (que se expressava com a expressão latina ab urbe condita, ou seja, “desde a fundação da cidade”). __________ também sistemas que não envolviam numeração, como identificar os anos de acordo com quem eram os governantes no poder ou qual edição das Olimpíadas estava sendo realizada. “Quando já eram cristãos há vários séculos, perceberam que a data do nascimento de Jesus era uma boa referência, mas não sabiam quando ele nasceu exatamente”, disse Lorena Pérez Yarza, professora de História das Religiões pela Universidade Carlos III. Dedicaram-se então a buscar referências em textos religiosos e históricos, analisando, por exemplo, censos e cronologias de governadores.
    Dionísio, o Exíguo, um monge sírio que morava em Roma e era matemático, fez cálculos e chegou à conclusão por volta do ano 532 d.C. que Jesus havia nascido no ano 754 ab urbe condita. Logo, o monge propôs que esse ano fosse denominado 1 e esta classificação difundiu-se ao longo do tempo, embora não simultaneamente em todos os territórios.
    Séculos mais tarde, estudiosos notaram “imprecisões históricas”, refizeram cálculos e determinaram que Jesus não nasceu entre os anos 1 a.C. e 1 d.C., mas possivelmente três anos antes da chamada era de Cristo. “Uma das muitas chaves para os cálculos foi o governo de Herodes. O relato bíblico no Evangelho de Mateus diz que, no momento do nascimento de Jesus, Herodes ordenou a matança de crianças de apenas dois anos em Belém para se livrar de um recém-nascido a quem ‘os sábios do oriente designaram como o rei dos judeus’. O nascimento do Messias, portanto, teve que ser colocado dentro dos anos do reinado de Herodes na Judéia”, explica Yarza. 
    No momento em que foi detectado o erro de cálculo, a contagem já estava consolidada e amplamente difundida, logo, decidiu-se não fazer modificações.

Ángela Reyes Haczek – CNN Brasil. Adaptado.
Sobre a ortografia correta da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Presado candidato, pedimos que verifique a inscrição assim que possível. ( ) O batisado será durante o dia, teremos tempo à noite. ( ) Estou com muita azia, não posso tomar café.
Alternativas
Q2571004 Português
    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender.
    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.
    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.

Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.
Assinalar a alternativa em que todas as palavras devem, obrigatoriamente, receber acento gráfico.
Alternativas
Q2570310 Português


    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender. 

    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.

    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.


Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.

Com base nas regras de utilização de hífen, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q2570254 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

LEIA O SEGUINTE FRAGMENTO EXTRAÍDO DO TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO 10:


“O tema das mulheres tem (1) ganhado protagonismo na produção historiográfica e as releituras das independências, as novas formas de compreensão do processo, têm (2) evidenciado a participação de diferentes partes do corpo social, tais como mulheres, afrodescendentes (3) e indígenas (4)”.


Marque a alternativa que apresenta justificativa coerente com o uso da norma-padrão:

Alternativas
Q2570105 Português
Como o chocolate é produzido?


      O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate. A fruta é quebrada e as sementes são retiradas. Após torradas e trituradas, elas dão origem à manteiga de cacau e a um líquido grosso, marrom e amargo, chamado licor de cacau — os dois produtos são usados na produção, dependendo do tipo de chocolate desejado.

       O chocolate amargo leva licor de cacau e não contém leite. Já o meio amargo tem licor de cacau, manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite contém leite, açúcar, manteiga de cacau e menos licor de cacau do que o amargo e o meio amargo. O chocolate branco leva leite, açúcar e manteiga de cacau (não tem licor de cacau).

     Nas indústrias, o primeiro passo é fazer a massa do chocolate que, em geral, leva manteiga de cacau, licor de cacau, leite, além do açúcar, que recebe um tratamento: tem os cristais quebrados até ficarem tão pequenos que nosso paladar não consegue senti-los. Isso deixa o chocolate mais macio.

    Um dos truques para fazer chocolate está no processo de temperagem, em que a temperatura da massa (ainda derretida) é reduzida a 24 graus Celsius, por um sistema de agitação. A técnica evita que o chocolate pronto derreta nas suas mãos.


(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa que NÃO contém uma paroxítona:
Alternativas
Q2570104 Português
Como o chocolate é produzido?


      O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate. A fruta é quebrada e as sementes são retiradas. Após torradas e trituradas, elas dão origem à manteiga de cacau e a um líquido grosso, marrom e amargo, chamado licor de cacau — os dois produtos são usados na produção, dependendo do tipo de chocolate desejado.

       O chocolate amargo leva licor de cacau e não contém leite. Já o meio amargo tem licor de cacau, manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite contém leite, açúcar, manteiga de cacau e menos licor de cacau do que o amargo e o meio amargo. O chocolate branco leva leite, açúcar e manteiga de cacau (não tem licor de cacau).

     Nas indústrias, o primeiro passo é fazer a massa do chocolate que, em geral, leva manteiga de cacau, licor de cacau, leite, além do açúcar, que recebe um tratamento: tem os cristais quebrados até ficarem tão pequenos que nosso paladar não consegue senti-los. Isso deixa o chocolate mais macio.

    Um dos truques para fazer chocolate está no processo de temperagem, em que a temperatura da massa (ainda derretida) é reduzida a 24 graus Celsius, por um sistema de agitação. A técnica evita que o chocolate pronto derreta nas suas mãos.


(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta duas palavras escritas CORRETAMENTE:  
Alternativas
Q2570067 Português
O feijão está sumindo do prato dos brasileiros


    Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio ____ mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

      Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo da UFMG.

      ____ partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

       A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

     "O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias", observa a nutricionista Fernanda Granado. Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

       Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ____ preparação.

    Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920. "Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária", diz Granado.

      Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

     "Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta", afirma a pesquisadora.

    "Isso ________ o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada." conclui Granado.


(Fonte: BBC — adaptado.)
Considerando-se a ortografia de palavras parônimas da Língua Portuguesa, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) Devem me pagar essa semana o dinheiro que tenho a ver.
( ) Quando chove muito, costuma haver enchentes na cidade.
( ) É possível que dois gêmeos não tenham nada a ver um com o outro. 
Alternativas
Q2570065 Português
O feijão está sumindo do prato dos brasileiros


    Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio ____ mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

      Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo da UFMG.

      ____ partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

       A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

     "O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias", observa a nutricionista Fernanda Granado. Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

       Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ____ preparação.

    Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920. "Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária", diz Granado.

      Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

     "Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta", afirma a pesquisadora.

    "Isso ________ o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada." conclui Granado.


(Fonte: BBC — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que todas as palavras devem, OBRIGATORIAMENTE, receber acento gráfico:
Alternativas
Respostas
4361: E
4362: E
4363: C
4364: C
4365: C
4366: C
4367: E
4368: B
4369: C
4370: D
4371: A
4372: A
4373: A
4374: C
4375: C
4376: A
4377: B
4378: D
4379: D
4380: C