Questões de Concurso Sobre orações subordinadas substantivas: subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas... em português

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Q714691 Português

Texto 1

Pessoas que têm pesadelos são mais criativas, diz estudo


É hora de repensar o papel do pesadelo na nossa sociedade


    A origem etimológica da palavra “pesadelo” diz muito sobre o sentimento que temos ao despertar de um sonho apavorante. Em português, é derivada da palavra “pesado”, ou seja, remete àquela sensação de peso sobre o peito que só um pesadelo dos bons pode causar. Em inglês, a origem da palavra é ainda mais interessante: é uma conjunção de “night” (noite) e “mare”, que faz referência a espíritos malignos que, para os antigos, possuíam as pessoas durante o sono. Por muito tempo, foi assim que a ciência encarou os pesadelos: como algo negativo, assombroso e estranho criado pelo cérebro. Mas estudos recentes vêm mostrando que é hora de repensar o papel dos pesadelos na nossa sociedade.

    Em um estudo recente publicado na New Scientist, a pesquisadora Michelle Carr, que estuda sonhos na Universidade de Montreal, explica que existem duas teorias dominantes para o surgimento dos pesadelos. Uma é que eles são uma reação a experiências negativas que acontecem enquanto estamos acordados. A outra é a “teoria de simulação de risco”, a ideia de que usamos os pesadelos para “treinar” adversidades, de forma que estejamos mais preparados quando coisas ruins realmente acontecerem. Seja como for, os pesadelos trazem realmente alguns benefícios reais. Um estudo de 2013, por exemplo, descobriu que pessoas que sofrem com pesadelos de forma recorrente são, em geral, mais empáticas. Elas também demonstraram mais tendência a bocejar quando outra pessoa boceja na frente delas, o que é um indicador de empatia.

    Além disso, Carr descobriu que pessoas que têm pesadelos constantes costumam pensar mais “fora da caixa” em tarefas de associação de palavras. Essa é mais uma pesquisa que relaciona sonhos ruins à criatividade; durante os anos 80, o pesquisador do sono Ernest Hartmann, que trabalhou como psiquiatra em uma universidade de medicina em Boston, descobriu que pessoas que buscavam ajuda para ter noites mais tranquilas não eram necessariamente mais assustadiças ou ansiosas, mas tinham maior sensibilidade emocional em geral. Segundo o Science of Us, ele concluiu que sensibilidade é a força motriz por trás de sonhos intensos. Uma sensibilidade mais alta a ameaças ou medo durante o dia pode resultar em sonhos ruins, enquanto paixão e empolgação causarão sonhos mais felizes. E ambos os casos acabam criando impacto na vida real, seja aumentando níveis de estresse após um pesadelo ou criando laços sociais mais fortes após um sonho positivo com alguém que você conhece.

    Mas os efeitos vão além. O estudo de Hartmann aponta que a sensibilidade influencia percepções e pensamentos acordados. Pessoas que têm muitos pesadelos passam a ter pensamentos mais parecidos com sonhos, fazendo conexões inesperadas. É aí que entra a criatividade: estudos anteriores mostram que essas pessoas têm mais aptidão para a criatividade e a expressão artística. Para comprovar isso, Carr realizou o teste com uma série de voluntários, entre eles uma pintora e um músico. Batata: ambos tiraram notas altas no teste de criatividade e, curiosamente, revelaram que sonham constantemente. Para Carr, “a riqueza da imaginação não fica confinada ao sono, mas permeia o pensamento e os sonhos acordados”.

    Outra conclusão de Carr é que pessoas que têm mais pesadelos acabam tendo mais sonhos positivos que a média geral. Seria uma compensação do cérebro? Só mais pesquisa dirá.

Retirado e adaptado de: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/05/pessoas-que-tem-pesadelos-sao-mais-criativas-diz-estudo. html>.

Em “[...] a pesquisadora Michelle Carr, que estuda sonhos na Universidade de Montreal, explica que existem duas teorias dominantes [...]”, o excerto em destaque exerce a função de oração subordinada
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Q703297 Português

INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.

Texto 1

A sociedade das aparências

Antropóloga analisa modelo do sistema capitalista na raiz do consumo. A responsabilidade leva em conta impactos de compra, uso, descarte e origem de produtos ou serviços.

por Lilian Monteiro

Para a antropóloga Andréa Zhouri, é preciso mudar o modo de vida de acumulação.

    [1º§] O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas. Comportamento e atitude que estão ligados à questão do “não-desperdício, do desprendimento e da posse de objetos por status. Visão ainda pequena na nossa sociedade, mas que tende a aumentar nas camadas mais jovens, preocupadas com a preservação dos recursos naturais renováveis. Em outros países, as práticas são mais arraigadas. No Brasil, não. Acumulamos muito lixo pelo consumo que tem a ver com o descarte, a sobra, o desperdício, o refugo, que causam sérios problemas. É a garrafa PET, a sacola plástica, as sucatas de equipamentos eletrônicos, o celular, o computador...”, explica Andréa Zhouri, antropóloga e coordenadora do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    [2º§] Andréa Zhouri alerta que a solução está na mudança do “pensar do berço ao túmulo. É prática de preocupação política no sentido mais amplo. É concepção de consciência política. O modo de vida de acumulação, de posse de coisas, de acumular e desperdiçar. É preciso mudar. Surgem, na sociedade brasileira, atitudes, tentativas ainda incipientes, marginais e pontuais, mas em determinados grupos. No entanto, a grande tendência é ter!”.

    [3º§] O caminho é longo e é preciso persistência. “A transição do ter para o ser implica processo. E tem a ver com a elaboração do sujeito, da sua reflexão sobre a existência no mundo, porque a sociedade capitalista é uma sociedade de produção de mercadorias e de bens não só materiais, mas de bens significativos. Ou seja, ao mesmo tempo em que tem valor de uso, prático, de troca e comercial, também tem valor de bem distintivo, de status, simbólico. Ambos estão interligados. O exemplo mais claro é o automóvel. Não se compra só o veículo de transporte para levar alguém de um lugar A para o B. Não é 'um' automóvel, mas 'o' automóvel, o modelo, o tipo e a marca que vão atribuir ao consumidor um lugar na sociedade, que é cumulativa de bens e emite mensagens”, analisa a antropóloga.

    [4º§] Andréa Zhouri enfatiza que as pessoas compram a mensagem e não o objeto. “E aí vamos entrar em outra área, que é a luta pelo poder. Ao transmitir o que se tem, a pessoa emite uma mensagem. Por isso é muito difícil o consumo consciente, responsável, porque a questão não está no nível do cognitivo. O desafio não é a informação, porque o consumo mexe com o lado efetivamente significativo da existência. A necessidade de se distinguir, ser diferente e projetar determinada imagem.”

    [5º§] A antropóloga alerta que “a sociedade vende a ilusão de que você, consumindo, vai conseguir a distinção que a sociedade moderna valoriza. A pessoa vai comprar a ideia de que é especial. Assim, é difícil o consumo responsável na contramão de um mundo da propaganda e do marketing”.

    [6º§] E, como Andréa Zhouri já declarou diante de outra situação (no caso, a catástrofe da Samarco, que também envolve consumo), “precisamos repensar o que é de fato o bem-viver, a riqueza e uma boa economia. Há alternativas que exigem participação política de todos, ainda que a sociedade civil cobre, esteja engajada, em determinadas situações, ela não encontra ouvidos do outro lado, do lado da governança”.

Fonte: Jornal Estado de Minas, 24/01/2016, disponível em: http://impresso.em.com.br/ app/noticia/toda-semana/bem-viver/2016/01/24/interna_bemviver,171062/a-sociedadedas-aparencias.shtml, acesso em 28/01/2016. Texto adaptado.

No trecho: “O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas.”, o trecho grifado, uma oração substantiva, exerce função sintática equivalente ao termo
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Q702320 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Tolerância brasileira?

    A internet vem ajudando a derrubar o mito de que nós, brasileiros, somos tolerantes às diferenças. Expressões preconceituosas predominam em postagens que revelam todo tipo de intransigência em relação ao outro, rejeitado por sua aparência, classe social, deficiência, opção política, idade, raça, religião etc.

    Num primeiro momento, parece que a internet criou uma onda de intolerância. O fato, porém, é que as redes sociais apenas amplificaram discursos existentes no nosso dia a dia. No fundo, as pessoas são as mesmas, nas ruas e nas redes.

(Adaptado de: COSTA, Bob Vieira da. Folha de S.Paulo, 3/08/2016)

A oração sublinhada exerce a função de sujeito no seguinte período:
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Q697138 Português
O difícil, mas possível, diálogo entre a arte e a ciência

                                                                                                                                         Daniel Martins de Barros

Estabelecer pontes entre a ciência e a arte não é tarefa fácil. Se a revolução científica, com sua valorização da metodologia experimental e sua necessidade de rigor, trouxe avanços inegáveis para a humanidade, por outro lado também tornou o trabalho científico distante do homem comum. Com isso, distanciou-o também da arte, que talhada para captar a essência humana, o faz de maneira basicamente intuitiva. Tentativas de reaproximação até existem, mas a inconstância e variabilidade no seu sucesso atestam a dificuldade da empreitada. Um dos diálogos mais interessantes entre ciência e arte se deu nas primeiras décadas do século 20, na relação entre o surrealismo e a psicanálise.

Os sonhos eram considerados proféticos e reveladores, até que, em 1899, Sigmund Freud apresentou uma das primeiras tentativas de interpretá-los cientificamente no livro A Interpretação dos Sonhos.Simplificando bastante, sonhos seriam um momento em que conteúdos inconscientes surgiriam para nós, ainda que disfarçados, e caberia à psicanálise desmascarar seu real significado.

O movimento artístico do surrealismo imediatamente se apropriou dessas teorias. Os surrealistas já nutriam um interesse especial pelo inconsciente, tentando retratar esses conteúdos em suas obras, mas após a tradução do livro de Freud para o espanhol, o pintor catalão Salvador Dalí tornou-se um dos maiores entusiastas da obra freudiana. Segundo ele mesmo, o objetivo de sua pintura era materializar as imagens de sua “irracionalidade concreta”.

Desde que se tornou fã declarado do médico austríaco, Dalí tentou se encontrar com ele. Tanto insistiu que conseguiu, quando Freud já estava idoso e bastante doente. A reunião não foi das mais frutíferas, já que os dois eram incapazes de conversar: Dalí não falava alemão nem inglês, e Freud, além do câncer de mandíbula, não estava ouvindo bem. A interação ficou limitada: Freud analisou um quadro recente de Dalí, enquanto esse passava o tempo desenhando o psicanalista e o observava a conversar com o amigo e escritor Stephan Zweig.

O resultado tímido do encontro poderia bem ser emblemático da complicada engenharia que é construir pontes entre tão distantes universos. As conversas nem sempre são frutíferas, as trocas muitas vezes são frustrantes. Mas a retomada desse episódio na peça Histeria, do dramaturgo Terry Johnson, mostra que não desistimos, e que  novas maneiras podem ser tentadas. Usando a liberdade que só se encontra na arte, Johnson expande o diálogo que não aconteceu, mostrando – ainda que numa realidade alternativa e em chave cômica – que os caminhos que ligam arte e ciência podem ser acidentados, mas não deixam de ser possíveis. Embora a psicanálise não seja mais considerada científica pelos critérios atuais e o surrealismo já não exista como movimento organizado, o encontro dessas duas formas de saber, no alvorecer do século 20, persiste como emblema de um diálogo que, mesmo que cheio de ruídos, não pode ser abandonado.


Adaptado de: http://m.cultura.estadao.com.br/noticias/teatro-e-danca,analise-o-dificil--mas-possivel--dialogo-entre-a-arte-e-a-ciencia,10000048930 Acesso em 17 de maio de 2016.
Em relação ao trecho “Estabelecer pontes entre a ciência e a arte não é tarefa fácil.”, é correto afirmar que
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Q697062 Português
Zygmunt Bauman: Estamos isolados em rede?
“As relações humanas não são mais espaços de certeza, tranquilidade e conforto espiritual. Em vez disso, transformaram-se numa fonte prolífica de ansiedade. Em lugar de oferecerem o ambicionado repouso, prometem uma ansiedade perpétua e uma vida em estado de alerta. Os sinais de aflição nunca vão parar de piscar, os toques de alarme nunca vão parar de soar.” - Zygmunt Bauman
Em tempos líquidos, a crise de confiança traz consequências para os vínculos que são construídos. Estamos em rede, mas isolados dentro de uma estrutura que nos protege e, ao mesmo tempo, nos expõe. É isso mesmo?
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em seu livro Medo líquido, diz que estamos fragilizando nossas relações e, diante disso, nos contatamos inúmeras vezes, seja qual for a ferramenta digital que usamos, acreditando que a quantidade vai superar a qualidade que gostaríamos de ter.
Bauman diz que, nesses tempos líquidos modernos, os homens precisam e desejam que seus vínculos sejam mais sólidos e reais. Por que isso acontece? Seriam as novas redes de relacionamento que são formadas em espaços digitais que trazem a noção de aproximação? Talvez sim, afinal a conexão com a rede, muitas vezes, se dá em momentos de isolamento real. O sociólogo, então, aponta que, quanto mais ampla a nossa rede, mais comprimida ela está no painel do celular. “Preferimos investir nossas esperanças em ‘redes’ em vez de parcerias, esperando que em uma rede sempre haja celulares disponíveis para enviar e receber mensagens de lealdade”, aponta ele.
E já que as novas sociabilidades, aumentadas pelas pequenas telas dos dispositivos móveis, nos impedem de formar fisicamente as redes de parcerias, Bauman diz que apelamos, então, para a quantidade de novas mensagens, novas participações, para as manifestações efusivas nessas redes sociais digitais. Tornamo-nos, portanto, seres que se sentem seguros somente se conectados a essas redes. Fora delas os relacionamentos são frágeis, superficiais, “um cemitério de esperanças destruídas e expectativas frustradas”.
A liquidez do mundo moderno esvai-se pela vida, parece que participa de tudo, mas os habitantes  dessa atual modernidade, na verdade, fogem dos problemas em vez de enfrentá-los. Quando as manifestações vão para as ruas, elas chamam a atenção porque se estranha a formação de redes de parceria reais. “Para vínculos humanos, a crise de confiança é má notícia. De clareiras isoladas e bem protegidas, lugares onde se esperava retirar (enfim!) a armadura pesada e a máscara rígida que precisam ser usadas na imensidão do mundo lá fora, duro e competitivo, as ‘redes’ de vínculos humanos se transformam em territórios de fronteira em que é preciso travar, dia após dia, intermináveis conflitos de reconhecimento.”
(http://www.fronteiras.com/artigos/zygmunt-bauman-estamos-isolados -em-rede)
Assinale a alternativa correta.
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Q696176 Português
O perfil do empreendedor negro no Brasil
Juventude negra está seguindo uma mudança cultural que vê forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico
A prática empreendedora vem crescendo no Brasil, sobretudo quando diz respeito à população negra. Atualmente a maioria dos empreendedores são mulheres que abriram seus negócios por oportunidade, contrariando a crença geral de que as pessoas das camadas com menor poder aquisitivo procuram abrir seus negócios mais por necessidade ou devido ao desemprego.
Praticamente metade dos empreendedores têm menos de 40 anos e, em relação aos jovens, 75% deles estão empreendendo pela primeira vez e a maioria com ensino superior completo/incompleto.
Há uma sinalização de que a juventude negra está seguindo uma mudança cultural que ocorre de forma gradativa. Eles estão percebendo que o empreendedorismo pode ser uma forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico.
A maioria dos negócios está na categoria MEI (Micro Empreendedor Individual), nos setores de comércio, serviço, moda/vestuário, estética e alimentação. Esses dados foram obtidos na Pesquisa Nacional Negro Empreendedor realizada pelo Baobá
– Fundo de Igualdade Racial em parceira com o Instituto Feira Preta, em 2015.
Segundo a pesquisa, historicamente, o ato de empreender sempre esteve presente no cotidiano de negros brasileiros. Muito antes da formação do conceito de afroempreendedorismo, o negro empreendia como forma de sobrevivência, por necessidade.
Hoje, o empreendedor negro ultrapassou as fronteiras da subsistência e tem buscado aprimorar as suas habilidades e competências no que diz respeito à sua atitude empreendedora. Cada vez mais, apostando na criação, abertura e gerenciamento de seus próprios negócios.
Mesmo com a mudança do perfil empreendedor, o empreendedor negro ainda enfrenta muitas dificuldades, como também sinaliza a pesquisa. Segundo o documento “são públicos os fatores que dificultam o crescimento e fortalecimento do empreendedorismo negro, em larga escala, no país e um dos principais entraves se deve ao racismo institucionalizado brasileiro”.
“Além deste, outras razões podem estar relacionadas às dificuldades vivenciadas pelos negros no momento de empreender. O economista Marcelo Paixão, em publicação eletrônica de 2013 – Os empreendedores afro-brasileiros: um estudo exploratório a partir da MPE -, salienta que existem razões de ordem geral; que seriam a falta de planejamento e de capacitação administrativa/ gerencial, a informalidade, a aposta em negócios de pouco retorno, condições ocupacionais anteriores frágeis dentre outras”.
Em 2013, o Instituto Data Popular divulgou pesquisa apontando que os consumidores negros, boa parte localizados na chamada classe C, movimentaram cerca de R$713 bilhões ao ano. Mas o estudo também observou que existe demanda crescente e oferta insuficiente de produtos e serviços para atender o perfil de um novo consumidor negro.
m exemplo de sucesso de empreendedorismo negro é a Feira Preta. Inicialmente realizada na Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de 40 empreendedores, a Feira Preta hoje se transformou no maior evento de cultura negra da América Latina.
Em treze edições, foram mais de 120 mil visitantes, que puderam acompanhar aproximadamente 500 artistas e 600 expositores com diferentes linguagens, expressões e produtos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o- -perfil-do-empreendedor-negro-no-brasil
Assinale a alternativa cuja oração subordinada apresenta a mesma natureza da subordinada em “Mas o estudo também observou que existe demanda crescente e oferta insuficiente de produtos e serviços”.
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Q695883 Português
Em relação ao excerto “A fonte fornece bastante água à população desta cidade” é correto afirmar que
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Ano: 2016 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2016 - UFRN - Enfermeiro |
Q694596 Português
Mas há a teoria divertida: nos anos 60, o matemático Freeman Dyson escreveu que uma civilização alienígena suficientemente avançada precisaria de tanta energia que desenvolveria a tecnologia para cercar uma estrela inteira com coletores solares. Essa megaconstrução hipotética passou a ser chamada de Esfera de Dyson.
Sobre o trecho em questão, considere as afirmativas a seguir.  Imagem associada para resolução da questão Das afirmativas, estão corretas 
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Q692618 Português
Em qual das linhas do texto referidas abaixo a palavra que é uma conjunção integrante?
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Q692070 Português
Ao afirmar: Você percebe que tem um calhambeque no colo...(linha 01), o autor deixa implícita uma relação de:
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Q689295 Português
Dadas as afirmativas a respeito da tira,
I. O recurso linguístico utilizado pelo personagem é o discurso direto.
II. As falas do personagem exemplificam o uso da linguagem em função predominantemente fática, uma vez que o elemento da comunicação centralizado é o canal.
III. O vocábulo que em: “Não é justo que uma mulher trabalhe...” introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva.
IV. Em se tratando de noção temporal, o pronome isso em: “Por que não faz isso à noite?...”, de 2ª pessoa do discurso, indica tempo presente ou momento pontual.
verifica-se que estão corretas 
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Q687594 Português
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. (Manual de Redação da Presidência da República) Sobre o trecho transcrito acima é correto afirmar que seu terceiro período tem uma oração
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Q687314 Português

Texto para a questão

Câncer

As novas frentes de ataque

A ciência chega finalmente à fase de atacar o mal pela raiz sem efeito colateral

    A luta contra o câncer teve grandes vitórias nas últimas décadas do século 20, mas deve-se admitir que houve também muitas esperanças de cura não concretizadas.

    Após sucessivas promessas de terapias revolucionárias, o século 21 começou com a notícia de uma droga comprovadamente capaz de bloquear pela raiz a gênese de células tumorais. Ela foi anunciada em maio deste ano, na cidade de San Francisco, nos EUA, em uma reunião com a presença de cerca de 26 mil médicos e pesquisadores. A genética, que já vinha sendo usada contra o câncer em diagnóstico e em avaliações de risco, conseguiu, pela primeira vez, realizar o sonho das drogas "inteligentes": impedir a formação de tumores. Com essas drogas, será possível combater a doença sem debilitar o organismo, como ocorre na radioterapia e na quimioterapia convencional.

    O próximo passo é assegurar que as células cancerosas não se tornem resistentes à medicação. São, portanto, várias frentes de ataque. Além das mais de 400 drogas em testes, aposta-se no que já vinha dado certo, como a prevenção e o diagnóstico precoce.

Revista Galileu. Julho de 2001, p. 41.

Em: “A genética, que já vinha sendo usada contra o câncer em diagnóstico e em avaliações de risco, conseguiu, pela primeira vez, realizar o sonho das drogas ‘inteligentes’: impedir a formação de tumores”, as partes sublinhadas constituem-se como uma Oração:
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Q686229 Português
Juramento do Médico Veterinário

“Sob a proteção de Deus, PROMETO que, no exercício da Medicina Veterinária, cumprirei os dispositivos legais e normativos, com especial respeito ao Código de Ética da profissão, sempre buscando uma harmonização entre ciência e arte, aplicando os meus conhecimentos para o desenvolvimento da sanidade e do bem-estar dos animais, da qualidade dos seus produtos e da prevenção de zoonoses, tendo como compromissos a promoção do desenvolvimento sustentado, a preservação da biodiversidade, a melhoria da qualidade de vida e o progresso justo e equilibrado da sociedade humana. E prometo tudo isso fazer, com o máximo respeito à ordem pública e aos bons costumes. Assim o prometo.”

(http://www.vetcardio.50webs.com/juramento.html. Acesso em 14/03/2016.) 
A forma verbal destacada no texto pertence a uma oração:
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Q685868 Português

                                                      LIBERDADE


    Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

    Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

  Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá- la, combater e certamente morrer por ela. Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)

  Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

  Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!

 Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

 E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!

 São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

  Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...                                                                                                            

                                                                             (MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)

Quanto à classificação das orações, é correto afirmar:


...que o homem nasceu livre – 2º parágrafo;

...somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo – 3º parágrafo são:

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Ano: 2016 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2016 - TJ-RS - Assessor Judiciário |
Q681414 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma oração que NÃO desempenha a função de objeto direto.
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Q681355 Português

Hospitais do Amapá estariam sem ambulâncias por falta de pagamento

Servidores contam que transporte de pacientes foi interrompido.

Falta do serviço atinge HE, HCAL e PAI, em Macapá.

Ambulâncias que atendem a hospitais públicos estaduais do Amapá teriam sido retiradas por falta de pagamento do governo à empresa responsável pela locação dos veículos. A informação foi confirmada por funcionários que atuam na rede hospitalar. Em nota enviada, o governo informou que foi "surpreendido" com a atitude da empresa e que foi à Justiça para buscar o retorno dos veículos.

"No dia 10 de dezembro a Sesa foi surpreendida com a suspensão dos serviços sem prévio aviso. Imediatamente a secretaria entrou com pedido de liminar, uma vez que o atraso alegado extraoficialmente pela empresa não é superior a 90 dias do atual exercício financeiro, como prevê a Lei Geral de Licitações nº 8.666, para que o contratado interrompa os serviços", disse a nota, acrescentando que a Justiça deu 24 horas para a empresa voltar com as ambulâncias para as unidades.

A falta das ambulâncias estaria afetando os hospitais de Clínicas Alberto Lima (HCAL) e de Emergências (HE) e Pronto Atendimento Infantil (PAI), todos em Macapá. O G1 percorreu as unidades e constatou que não havia ambulâncias em nenhum dos prédios. No HCAL, a vaga destinada ao veículo estava ocupada por um carro particular.

De acordo com a enfermeira Sandra Pereira, de 49 anos, os funcionários receberam a informação de que o retorno das ambulâncias aconteceria somente mediante a efetuação dos pagamentos. “As ambulâncias foram todas retiradas. Não temos nenhuma no HCAL e nem no HE. Se o governo do estado não liberar o dinheiro para pagar as ambulâncias, elas vão continuar fora dos hospitais”, disse.

Um técnico em enfermagem do Hospital de Emergências, que preferiu manter a identidade em sigilo, relatou que a retirada dos veículos atinge diretamente o transporte de pacientes entre uma unidade e outra. “Os pacientes que quiserem fazer algum exame têm que ir em algum carro particular por conta própria. Se ele entra, não sai mais do hospital, se depender das ambulâncias”, comentou o funcionário do HE de Macapá. [...]

Motoristas das ambulâncias dizem que tiveram que ser remanejados para outros hospitais após o primeiro caso de retirada dos veículos. “As [ambulâncias] da UPA e da maternidade nunca mais voltaram. Nós fomos até transferidos para outros hospitais porque elas não retornaram”, contou um motorista, que pediu para manter a identidade em sigilo.

(g1.globo.com)

Veja: “O G1 percorreu as unidades e constatou que não havia ambulâncias em nenhum dos prédios.”
A oração em destaque:
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Q681271 Português
Releia este fragmento do texto: "[...] que eu pedi [...]",
Assinale a alternativa que contenha a correta classificação dessa oração.
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Q681268 Português
Sistema de adestramento promete
ensinar gatos a usarem vaso sanitário

Um pet shop online está vendendo um produto que pode ser a solução para quem tem gatos e gosta da casa organizada ou mora em lugares pequenos: é um sistema de adestramento para treinar os bichanos a usarem o banheiro e evitarem o uso de caixa de areia. O veterinário e fundador do pet shop, Márcio Waldman, explica que o sistema consiste em aros de tamanhos diferentes, que são colocados no assento até que o animal se adapte a usar o vaso sanitário.
"O produto é aplicado em fases e contém vários tamanhos de aros para serem diminuídos aos poucos até chegarem ao tamanho real do vaso sanitário. Para facilitar a adaptação, a areia é colocada neste recipiente, durante as fases", explica Márcio.
No início da adaptação, recomenda o especialista, os donos devem retirar a tradicional caixa de areia do alcance do animal por algumas horas e inserir o assento no vaso sanitário. É importante "aumentar gradativamente o período sem a caixa sanitária e com o assento no banheiro até que o gato perceba que o local a ser utilizado é o vaso sanitário", afirma.
O veterinário relata que não existe uma média de tempo para o animal se adaptar. "Alguns gatos se adaptam em poucos dias. Outros podem demorar algumas semanas para mudarem de hábito", explica. O profissional alerta que esse período de adaptação é um dos pontos negativos do produto. Como vantagem, ele ressalta a ausência de areia sanitária e da necessidade de retirar essa areia em grumos da caixa.
Márcio afirma que é muito difícil que o gato caia dentro do vaso sanitário, já que os bichanos têm um senso espacial e de equilíbrio muito maior que o dos humanos.
(g1.globo.com)
Releia o último parágrafo do texto e analise a palavra "que", em destaque. Assinale a alternativa que contenha uma afirmativa totalmente correta sobre ela.
Alternativas
Q677233 Português

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:

Todos os candidatos ao processo seletivo sabem_____ é importante estudar muito,_______ são poucas vagas e a concorrência é grande.

Alternativas
Respostas
1081: B
1082: E
1083: A
1084: E
1085: A
1086: E
1087: C
1088: B
1089: A
1090: E
1091: E
1092: E
1093: D
1094: C
1095: D
1096: C
1097: C
1098: E
1099: D
1100: B