Questões de Concurso Sobre orações subordinadas adverbiais: causal, comparativa, consecutiva, concessiva, condicional... em português

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Ano: 2009 Banca: CONESUL Órgão: TJ-RS Prova: CONESUL - 2009 - TJ-RS - Oficial de Justiça |
Q30076 Português
Entre as orações entre parênteses e as que as antecedem (4º parágrafo), a relação estabelecida é de
Alternativas
Q25005 Português
Os recifes de corais desempenham um papel vital nos
oceanos, abrigando um quarto da biodiversidade marinha. Eles
são usados pelos peixes para alimentação e reprodução, além
de servir de abrigo contra predadores. Para multiplicar esses
santuários ecológicos, tornou-se comum em muitos países a
criação de recifes artificiais - em geral, grandes navios já fora
de uso são afundados e aos poucos se cobrem de algas,
moluscos e crustáceos.

O uso de embarcações como recifes envolve desafios.
Para que a estrutura seja tomada por vegetais e peixes, é
preciso submergi-la em locais com a profundidade ideal e
condições adequadas de temperatura, luminosidade e
salinidade. Outro pré-requisito é a rigorosa limpeza de todo o
navio, para evitar a introdução na cadeia alimentar marinha de
substâncias tóxicas presentes nos óleos, nos cabos e na pintura
do casco. Os ambientalistas advertem que é necessário
monitorar constantemente os recifes artificiais. "A concentração
de peixes faz com que eles se tornem expostos à pesca
predatória, inclusive com redes", explica um biólogo, especialista
em corais.

O Brasil também tem navios usados como recifes
artificiais. Um dos casos mais bem documentados é o do
cargueiro Victory 8-B, afundado em 2003 a 8 quilômetros da
costa de Guarapari, no Espírito Santo. O navio aumentou o
turismo de mergulho na região, mas também provoca críticas de
ambientalistas por atrair barcos de pesca que lançam redes de
arrasto e gaiolas. Como não há fiscalização suficiente, as
próprias escolas de mergulho assumem a tarefa de zelar pelo
recife, retirando redes e denunciando a pesca irregular ao
Ibama.

(Adaptado de Vanessa Vieira. Veja. 10/09/2008. p. 74-75)
Identifica-se noção de causa no segmento:
Alternativas
Q24354 Português
A sociedade não tem lado de fora. O que está fora da sociedade seria desumano, pois ela nada mais é que a relação entre os humanos. (L. 33-35) A respeito do uso do vocábulo pois no fragmento acima, pode-se afirmar que se trata de:
Alternativas
Q22971 Português
Identifica-se relação de causa e consequência, respectivamente, no segmento:
Alternativas
Q22362 Português
Assinale a justifi cativa correta para o emprego de vírgula.

A economia real nos Estados Unidos e na Europa segue em compasso de espera. Isso signifi ca que o produto e o emprego seguem em declínio, (1) mas a uma velocidade menor. Seja como for, as injeções de liquidez, os programas de compra de ativos podres,(2) as garantias oferecidas pelas autoridades e a capitalização das instituições fi nanceiras não fi zeram pouco. Além de construir um piso para a defl ação de ativos, as intervenções de provimento de liquidez suscitaram,(3) diriam os keynesianos,(3) um movimento global no interior da circulação fi nanceira. O inchaço da circulação fi nanceira teve efeitos mesquinhos sobre a circulação industrial,(4) ou seja,(4) sobre a movimentação do crédito e da moeda destinada a impulsionar a produção e o emprego. Observa-se,(5) no entanto,(5) um rearranjo dentro do estoque de riqueza que responde aos preços esperados dos ativos "especulativos" por parte dos investidores que sobreviveram ao colapso da liquidez. Agarrados aos salva-vidas lançados com generosidade pelo gestor em última instância do dinheiro - esse bem público objeto da cobiça privada - os senhores da finança tratam de restaurar as práticas e operações de "normalização dos mercados", isto é, aquelas que levaram à crise. (Luiz Gonzaga Beluzzo, adaptado do Valor Econômico de 14 de outubro de 2009)
Alternativas
Q16152 Português
Representam-se uma causa e seu efeito, respectivamente, na relação estabelecida entre estes segmentos:
Alternativas
Q15510 Português
Ao afastar meninos e meninas da escola, ela impede que as crianças e seus parentes e amigos tenham acesso a informações que lhes darão uma vida melhor. (3 o parágrafo)

A oração grifada acima, respeitando-se as possibilidades de entendimento no texto, NÃO poderia ser alterada por:
Alternativas
Q15503 Português
Identifica-se relação de causa e consequência no segmento:
Alternativas
Q14901 Português
Em relação à pontuação do texto, assinale a opção correta.

Imagem 012.jpg
Alternativas
Q13606 Português
Há relação de causa e consequência entre os segmentos abaixo, EXCETO em:
Alternativas
Q12717 Português
Considerando-se o contexto, constituem uma causa e seu efeito, nesta ordem, os segmentos destacados em:
Alternativas
Q12456 Português
Identifica-se noção de causa (1) e consequência (2), respectivamente, entre os segmentos do texto II:
Alternativas
Q2972642 Português

Um cão apenas


Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pêlo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrimas que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...

Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com dificuldade dos enfermos graves: acomodando as pastas da frente, arrastando o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminha-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.

Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.

Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.

Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu.

Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos e a dignidade final da solidão.

(Cecília Meireles, Crônicas, 1965)

Em “Ele, porém, levantava-se e olhava-me” (2°§), o termo grifado possui o valor semântico de:

Alternativas
Q2956541 Português
Considere o primeiro período do texto:

"Quando o dia despontou, fui acordado por um som ensurdecedor que vinha do convés acima de mim."

Escreva ( V ) para verdadeiro e ( F ) para falso:

( ) Trata-se de um período composto.

( ) O sujeito da oração "fui acordado por um som ensurdecedor" é "um som ensurdecedor".

( ) A oração "Quando o dia despontou"é uma oração subordinada, adverbial, temporal.

( ) O verbo despontar é transitivo direto.

( ) A última oração do período - "que vinha do convés acima de mim"- é uma oração subordinada, adjetiva, restritiva.

Assinale agora a alternativa que apresenta a seqüência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2917217 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Em “Tudo isso é tão velho quanto Darwin”, está explicitada uma relação de:

Alternativas
Q2883261 Português

TEXTO:

Missa do Galo (excertos)

Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.

A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.

Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.

(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados – Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. P. 75)

Em “Deus me perdoe, se a julgo mal” (3º§), a palavra sublinhada anteriormente tem valor semântico de:

Alternativas
Q1645048 Português

A gralha azul e os pinheiros


    Os pinhais do Paraná são muito valiosos, porque formam, às vezes, grandes florestas só de pinheiros, como se tivessem sido plantados pelo homem. Isso facilita o seu aproveitamento industrial.

    Durante muito tempo, não se soube explicar como os pinheiros apareciam em grupos, em pontos afastados, sem que ninguém os plantasse. Hoje, se sabe que este misterioso reflorestamento é obra de um pássaro – a gralha azul. Essa ave, que é encontrada nos planaltos paranaenses, alimenta-se de pinhões, sementes do pinheiro. Para isso, descasca-os e come-lhes a polpa gostosa e nutritiva.

    Mas a gralha azul é uma ave esperta e previdente. Por isso, depois de saciar sua fome, enterra, em diversos lugares, uma certa quantidade de pinhões, para serem comidos mais tarde, quando terminada a safra das pinhas, frutos do pinheiro.

    Nem todos os pinhões enterrados são comidos. Algumas gralhas morrem, outras esquecem onde enterraram os pinhões. Essas sementes esquecidas germinam e produzem grandes pinheiros, que, mais tarde, fornecem madeira para as indústrias.

    Uma particularidade interessante é que a gralha azul enterra o pinhão com a extremidade mais fina para cima para favorecer o desenvolvimento do broto. Além disso, tira a cabeça do pinhão, porque ela apodrece ao contato com a terra e arrasta à podridão o fruto todo.

    Tudo isso fez nascer a lenda de que a gralha azul é um animal maravilhoso, criado para proteger os pinhais. E, por isso, as espingardas dos caçadores negam fogo ou explodem, sem atirar, quando eles as apontam para as gralhas azuis.

(SANTOS, Theobaldo M. A gralha azul e os pinheiros. In: Lendas e mitos do Brasil. São Paulo, Nacional, 1974. P. 108-9) 

“Além disso, tira a cabeça do pinhão, porque ela apodrece ao contato com a terra...” (5º§) A oração sublinhada na frase anterior exprime:
Alternativas
Q254173 Português
Marque a alternativa que apresenta análise INCORRETA da oração sublinhada:

Alternativas
Q254169 Português
Há exemplo de oração subordinada em:

Alternativas
Respostas
2401: C
2402: E
2403: E
2404: B
2405: B
2406: C
2407: A
2408: A
2409: B
2410: C
2411: D
2412: A
2413: B
2414: D
2415: D
2416: A
2417: B
2418: E
2419: D
2420: C