Questões de Concurso Sobre orações coordenadas assindéticas em português

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Q1899617 Português

Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


A oração “que podem chegar a altos graus de gravidade após a fase aguda da doença” (linhas de 3 a 5) tem sentido explicativo e liga-se por coordenação à oração anterior.

Alternativas
Q1898108 Português
Na frase: "A vida de Maurício é atraente sob vários pontos de vista; no entanto, o contexto familiar a torna muito mais sinistra.", encontra-se presente uma oração:
Alternativas
Q1897663 Português

Texto


                        Chimpanzés usam insetos para tratar feridas, mostra novo estudo


    Os chimpanzés criam e usam ferramentas, como já sabemos. Mas é possível que eles também usem medicamentos para tratar seus ferimentos? Um novo estudo sugere que sim.


    Desde 2005, pesquisadores vêm estudando uma comunidade de aproximadamente 45 chimpanzés no Parque Nacional Loango, no Gabão, na costa oeste da África. Em um período de 15 meses, de novembro de 2019 a fevereiro de 2021, os pesquisadores notaram 76 feridas abertas em 22 chimpanzés. Em 19 casos eles viram um deles realizar o que parecia um autotratamento da ferida, usando um inseto como remédio. Em alguns casos, um chimpanzé parecia tratar outro. Os cientistas publicaram suas observações na revista Current Biology na segunda-feira (7).

   

     O procedimento era semelhante em todas as ocasiões. Primeiro, os chimpanzés pegavam um inseto voador; depois o imobilizavam, apertando-o entre os lábios. Aí colocavam o inseto sobre a ferida, movendo-o em círculo com as pontas dos dedos. Finalmente, retiravam o inseto, usando a boca ou os dedos. Com frequência eles colocavam o inseto na ferida e o retiravam diversas vezes.

   

     Os pesquisadores não sabem que inseto os chimpanzés usavam, ou exatamente como ele pode ajudar a curar um ferimento. Sabem que eram pequenos insetos voadores de cor escura. Não há evidência de que os chimpanzés comam os insetos – eles com certeza os espremem entre os lábios e os aplicam sobre os ferimentos.

   

     Há outros relatos de automedicação em animais, incluindo cães e gatos que comem capim ou plantas, provavelmente para fazê-los vomitar, e ursos e veados que consomem plantas medicinais, aparentemente para se automedicar. Orangotangos foram vistos aplicando material para aliviar lesões musculares. Mas os pesquisadores não sabem de relatos anteriores de mamíferos não humanos usarem insetos para fins medicinais.

   

     Em três casos, os pesquisadores viram os chimpanzés usarem a técnica em outro chimpanzé. Em um deles, uma fêmea adulta chamada Carol cuidou de um ferimento na perna de um macho adulto, Littlegrey. Ela pegou um inseto e o deu a Littlegrey, que o colocou entre os lábios e o aplicou na ferida. Mais tarde, Carol e outro macho adulto foram vistos esfregando o inseto em torno da ferida de Littlegrey.     Outro macho adulto se aproximou, retirou o inseto da ferida, colocou-o entre seus lábios e depois o reaplicou na perna de Littlegrey.

   

     Um chimpanzé macho adulto chamado Freddy era um grande entusiasta da medicina com insetos, tratando-se diversas vezes de ferimentos na cabeça, nos braços, região dorsal, o pulso esquerdo e o pênis. Um dia, os pesquisadores o viram tratar-se duas vezes do mesmo ferimento no braço. Os pesquisadores não sabem como Freddy se feriu, mas alguns casos provavelmente envolviam brigas com outros machos.

  

      Alguns animais cooperam com outros de maneiras semelhantes, segundo Simone Pika, diretora do laboratório de cognição animal na Universidade de Osnabruck, na Alemanha, que é um dos autores do estudo. “Mas não sabemos de qualquer outro caso em mamíferos”, disse ela. “Pode ser um comportamento adquirido que só existe nesse grupo. Não sabemos se nossos chimpanzés são especiais nesse sentido.”

    

    Aaron Sandel, antropólogo na Universidade do Texas em Austin, achou o trabalho valioso, mas ao mesmo tempo manifestou certas dúvidas. “Eles não oferecem uma explicação alternativa para o comportamento, nem fazem conexão com que inseto poderia ser", disse. "O salto para uma potencial função médica é um exagero, nesta altura.”

    

    Mas, disse ele, “cuidar de seus próprios ferimentos ou de outros usando um instrumento, outro objeto, é muito raro”. A documentação dos chimpanzés cuidando de outros é “uma importante contribuição para o estudo do comportamento social dos macacos”, acrescentou Sandel. “E é interessante também perguntar se há empatia envolvida nisso, como nos humanos.”

    

    Em algumas formas de comportamento social de macacos, fica claro que há uma troca valiosa. Por exemplo, pentear outro chimpanzé oferece alívio dos parasitas para o animal penteado, mas também um lanche de insetos para o que penteia. Mas em casos que Pika observou, segundo disse, o chimpanzé não recebe nada em troca. Para ela, isso mostra que os macacos estão envolvidos num ato que aumenta “o bem-estar de outro ser” e nos ensina mais sobre os relacionamentos sociais dos primatas.


    “Em cada observação em campo aprendemos mais sobre os chimpanzés”, disse ela. “Eles realmente nos surpreendem.”

                                     (Nicholas Bakalar. The New York Times. Tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves.

                                                                                                                                          Fevereiro de 2022.)

“Outro macho adulto se aproximou, retirou o inseto da ferida, colocou-o entre seus lábios e depois o reaplicou na perna de Littlegrey”. (6º parágrafo)
Acerca do período acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) O período é composto por coordenação e subordinação.
( ) Há uma oração subordinada adverbial.
( ) O composto apresenta três orações coordenadas e uma subordinada.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q1882876 Português
Leia o texto.

(…) era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas das mãos. As portas das latrinas não descansavam, era um subir e fechar a cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo no capinzal dos fundos, por trás da estalagem ou no recanto das hortas.

Aluísio Azevedo. O cortiço – fragmento
Analise as afirmativas abaixo:

1. Há algumas palavras no texto que caracterizam como animais as pessoas descritas.
2. As pessoas eram conformadas com a condição que tinham para viver.
3. Na frase: “via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço”, há uma colocação pronominal que poderia ser em próclise.
4. Na frase: “os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo”, há um pleonasmo vicioso.
5. A frase: “As portas das latrinas não descansavam, era um subir e fechar a cada instante” é um período composto por orações coordenadas.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1876867 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão.


Texto II


ciclo vicioso


minha namorada sempre sonha que namora

seu namorado antigo minha ex-namorada

sempre sonha que me namora e eu, desconfiado,

tenho feito tudo para não sonhar...



(Cacaso, Poesia Completa, p.126)

O “ciclo vicioso”, indicado no título, é estruturado, nos três primeiros versos, por meio do encadeamento de orações principais e: 
Alternativas
Q1872078 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a seguinte questão:


Zé Alegria

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sinhozinho João, um homem rico e poderoso. Esse, sendo dono de muitas terras, exigia que todos trabalhassem duro, pagando muito pouco por isso.
Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé Alegria.
Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova.
Pegou uma parte de suas economias, foi até a cidade e comprou algumas latas de tinta.
Chegando em casa, cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de colocar flores nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que passavam.
O jovem sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, era por isso que tinha esse apelido.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam:
- Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou bem para os amigos e disse:
- Bem, esse trabalho, hoje é tudo que eu tenho.
Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele.
Quando aceitei este trabalho, sabia de suas limitações.
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando.
Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros olharam admirados. "Como ele podia pensar assim?"
Afinal, acreditavam ser vítimas das circunstâncias abandonados pelo destino...
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção de Sinhozinho, que passou a observar à distância os passos dele.
Um dia Sinhozinho pensou:
- Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.
Ele é o único aqui que pensa como eu.
Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.
Sinhozinho foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda.
O rapaz prontamente aceitou.
Seus amigos agricultores novamente foram perguntar-lhe:
- O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas e outras não?
E ouviram, com atenção, a resposta:
- Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que:
A vida é como um navio, e nós é que somos o capitão, não somos vítimas do destino. Existe em nós o livre-arbítrio, e com ele a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um" 
No trecho: "Um dia, chegou ali um novo empregado, CUJO APELIDO ERA ZÉ ALEGRIA" a frase "CUJO APELIDO ERA ZÉ ALEGRIA", é sintaticamente classificado como: 
Alternativas
Q1871518 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Zé Alegria
Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sinhozinho João, um homem rico e poderoso. Esse, sendo dono de muitas terras, exigia que todos trabalhassem duro, pagando muito pouco por isso.
Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé Alegria.
Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova.
Pegou uma parte de suas economias, foi até a cidade e comprou algumas latas de tinta.
Chegando em casa, cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de colocar flores nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que passavam.
O jovem sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, era por isso que tinha esse apelido.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam:
- Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou bem para os amigos e disse:
- Bem, esse trabalho, hoje é tudo que eu tenho.
Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele.
Quando aceitei este trabalho, sabia de suas limitações.
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando.
Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros olharam admirados. "Como ele podia pensar assim?"
Afinal, acreditavam ser vítimas das circunstâncias abandonados pelo destino...
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção de Sinhozinho, que passou a observar à distância os passos dele.
Um dia Sinhozinho pensou: 
- Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.
Ele é o único aqui que pensa como eu.
Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.
Sinhozinho foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda.
O rapaz prontamente aceitou.
Seus amigos agricultores novamente foram perguntar-lhe:
- O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas e outras não?
E ouviram, com atenção, a resposta:
- Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que:
A vida é como um navio, e nós é que somos o capitão, não somos vítimas do destino. Existe em nós o livre-arbítrio, e com ele a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um"
No trecho: "Um dia, chegou ali um novo empregado, CUJO APELIDO ERA ZÉ ALEGRIA" a oração "CUJO APELIDO ERA ZÉ ALEGRIA", é classificada sintaticamente como: 
Alternativas
Q1862191 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Ansiedade da quarentena tem relação com a falta de controle


Entre todos os sentimentos que o período de distanciamento ou até de quarentena por conta do Novo Coronavírus pode trazer, provavelmente o mais comum é a ansiedade. “Qualquer condição de baixa controlabilidade, de dificuldade de previsão do que está por vir, costuma aumentar o nível de ansiedade. Então, não é surpreendente que muitas pessoas, ou todos nós em algum nível, já estejamos experimentando sentimentos desse tipo”, explica a psicóloga clínica Júlia Daher Fink.


Diferentemente do estereótipo da ansiedade, nem sempre quem é ou está ansioso fica agitado, inquieto, suando frio. A ansiedade constitui um espectro que tem muitos sintomas menos exuberantes, e é importante conhecê-los para saber se você se encontra nessa situação. Assim, poderá tomar atitudes para aliviá-la.


No início da quarentena, pode ser que sua mente fique tomada pelo assunto. Tudo o que você pensa é relacionado a Coronavírus e o dedo coça para ver mais uma notícia sobre o problema, o que o leva a não conseguir trabalhar direito, tampouco realizar uma atividade relaxante, mesmo que não esteja agitado. Isso é dificuldade para se concentrar. “O que a gente sente privadamente não é necessariamente igual àquilo que é manifesto publicamente”, afirma a especialista. Então, você pode estar se sentindo muito ansioso e não deixar transparecer. Ou seja, se sua mente está preocupada, a ansiedade pode estar presente, mesmo que seu corpo aparente tranquilidade.


Segundo Fink, outras manifestações comuns nesse período são medo de contágio pela Covid-19, pensamentos invasivos e pessimistas, insônia e aumento ou redução da ingestão de alimentos. Na origem deles, está novamente a incerteza em relação ao futuro, fruto da falta de controle sobre a situação. Um ponto de vista interessante a se reforçar é que essa falta de controle não é total. É preciso dar valor ao que está ao nosso alcance e colocar em prática as ações que nos devolvem a sensação de controle.


[...]

Reconhecer e mitigar efeitos da ansiedade precocemente são essenciais para qualidade de vida e para prevenir maiores problemas futuros. “Quanto menos controle a gente tem e quanto mais prolongado for esse contexto de restrição da liberdade, além da ansiedade pode entrar em cena um fenômeno chamado ‘desamparo aprendido’, que se parece mais com a depressão”, afirma Fink. É uma condição em que, de tanto ser submetido a um quadro opressivo ou doloroso, o paciente torna-se mais apático e deixa de tomar atitudes para combater esse quadro. Se você identificar sinais de ansiedade, acione sua rede de amigos e familiares para relaxar e, se necessário, procure ajuda especializada.


Adaptado
https://drauziovarella.uol.com.br
“Se você identificar sinais de ansiedade, acione sua rede de amigos e familiares para relaxar [...].” 5º§
A vírgula foi empregada na frase acima para separar:
Alternativas
Q2016797 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Crescimento em Grupo

Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar.
Após algumas semanas, o mestre do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O mestre encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem saudou-lhe, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando.
O mestre se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente. Após alguns minutos, o mestre examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.
Então foi-se diminuindo a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto. Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial.
O mestre, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o mestre alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: - Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo.

https://semeandocatequese.wordpress.com/category/mensagem/page/2/ - Adaptado
No trecho "Após algumas semanas, o mestre do grupo decidiu visitá-lo .", a vírgula destacada foi empregada para:
Alternativas
Q2014294 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Realidades da vida

(...)

A vida é um grande banquete. Se fecharmos os olhos e ouvidos não conseguiremos ver nem escutar os sons e imagens que acontecem ao nosso redor. Se fecharmos as portas do coração, somos incapazes de sentir afeto, amor e gratidão.

A vida é agora! Todas as flores do futuro estão nas sementes do seu sorriso e do seu amor. Por mais dura que seja a sua angústia, tenha sempre uma flor reservada para alguém que está precisando sentir o seu perfume.

(...)


José Geraldo da Rocha Barros Palmeira.Acesso https://www.diariodecuiaba. com.br/artigo/realidades-da-vida/141399

No fragmento "Por mais dura que seja a sua angústia, tenha sempre uma flor reservada para alguém que está precisando sentir o seu perfume ", as orações relacionam-se sintaticamente por meio do processo de: 
Alternativas
Q2007048 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

AMOR NA DIMENSÃO DA FELICIDADE




Felicidade não tem peso, nem tem medida, não pode ser comprada, não se empresta, não se toma emprestada, não resiste a cálculos, porque não está nos padrões materiais do nosso mundo.

Felicidade só pode ser legítima.

Felicidade falsa não é felicidade, é ilusão.

Mas, se eu soubesse fazer contas na medida do bem, diria que a felicidade pode ter tamanho, pode ser grande, pequena, cabendo nas conchas da mão, ou ser do tamanhão do mundo.

Felicidade é sabedoria, esperança, vontade de ir, vontade de voltar, vontade de ficar, e permanecer feliz!

Felicidade é o presente, o passado, o futuro.

Felicidade é confiança: fé e crença, trabalho e ação.

Não se pode ter pressa de ser feliz, porque a felicidade vem devagarinho,

como quem não quer nada, sem ser percebida, mas chega e contenta a alma.

Ser feliz não depende de dinheiro, não depende de saúde, nem de poder.

Felicidade não é fruto da ostentação, nem do luxo.

Felicidade é desprendimento, não é ambição.

Só é feliz quem sabe suportar, perder, sofrer e perdoar.

Só é feliz quem sabe, sobretudo, amar!

Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_ felicidade/8/)
Marque a alternativa com análise INCORRETA:
Alternativas
Q2001621 Português

Observe a tirinha abaixo e responda a questão.


8.png (334×103)


piadastirinhasefrases.blogspot.com

No terceiro e último quadrinho, a primeira fala caracteriza-se por ser um período em que há uma oração: 
Alternativas
Q1878193 Português

TEXTO 20

FRAGMENTO DA LETRA DE A CIDADE



CHICO SCIENCE | Francisco de Assis França nasceu em Olinda, Pernambuco, em 13 de março de 1966, e faleceu em Recife, em 2 de fevereiro de 1997. Cantor e compositor, foi um dos principais colaboradores do movimento manguebeat em meados da década de 1990. Líder da banda Chico Science & Nação Zumbi.



(1) O Sol nasce (2) e ilumina as pedras evoluídas,

Que cresceram com a força de pedreiros suicidas.

Cavaleiros circulam vigiando as pessoas,

Não importa se são ruins, nem importa se são

boas.

(…)

A cidade não para, a cidade só cresce

O de cima sobe e o debaixo desce.

(…)



Quanto ao verso sublinhado, pode-se afirmar que a oração (2) é:

Alternativas
Q1873357 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

O homem deve reencontrar o paraíso

   Naus e navegação têm sido uma das mais poderosas imagens na mente dos poetas. Não só os poetas. C. Wright Mills, um sociólogo sábio, comparou a nossa civilização a uma galera que navega pelos mares. Nos porões estão os remadores. Remam com precisão cada vez maior. A cada novo dia recebem remos novos, mais perfeitos. O ritmo das remadas acelera. Sabem tudo sobre a ciência do remar. A galera navega cada vez mais rápido. Mas, inquiridos sobre o porto do destino, respondem os remadores: o porto não nos importa. O que importa é a velocidade com que navegamos.
   C. Wright Mills usou esta metáfora para descrever a nossa civilização por meio duma imagem plástica: multiplicam-se os meios técnicos e científicos ao nosso dispor, que fazem com que as mudanças sejam cada vez mais rápidas; mas não temos ideia alguma de para onde navegamos. Para onde? Somente um navegador louco ou perdido navegaria sem ter ideia do para onde. Em relação à vida da sociedade, ela contém a busca de uma utopia. Utopia, na linguagem comum, é usada como sonho impossível de ser realizado. Mas não é isso. Utopia é um ponto inatingível que indica uma direção. 
    Mário Quintana explicou a utopia com um verso: Se as coisas são inatingíveis … ora! Não é motivo para não querê-las … Que tristes os caminhos, se não fora a mágica presença das estrelas! Karl Mannheim, outro sociólogo sábio que poucos leem, já na década de 1920 diagnosticava a doença da nossa civilização: não temos consciência de direções, não escolhemos direções. Faltam-nos estrelas que nos indiquem o destino.
    Hoje, dizia ele, as únicas perguntas que são feitas, determinadas pelo pragmatismo da tecnologia (o importante é produzir o objeto) e pelo objetivismo da ciência (o importante é saber como funciona), são: como posso fazer tal coisa? Como posso resolver este problema concreto particular? E conclui: E em todas essas perguntas sentimos o eco otimista: não preciso de me preocupar com o todo, ele tomará conta de si mesmo. 

(Rubem Alves. Gaiolas ou Asas. A arte do voo ou a
busca da alegria de aprender). 
Analise o trecho abaixo.

“(...) multiplicam-se os meios técnicos e científicos ao nosso dispor, ‘mas não temos ideia alguma de para onde navegamos’”.

Assinale a alternativa que apresenta uma oração coordenada do mesmo tipo da destacada acima.  
Alternativas
Q1867177 Português

Leia o texto apresentado a seguir:


Conheça a história do Cristo Redentor, da idealização à sua construção


Inaugurada em 12 de outubro de 1931, a estátua foi erguida com auxílio da população. Neste "Quer Que Eu Desenhe?", conheça o passado de um dos maiores símbolos do país.


Bernardo França e Tiemi Osato

12 out. 2021


Há 90 anos, era inaugurada uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Em 12 de outubro de 1931, peregrinos do mundo inteiro se dirigiram para onde hoje é o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e viram, pela primeira vez, o monumento do Cristo Redentor.

A estátua começou a ser idealizada em meados do século 19, quando o padre francês Pierre Marie Boss exercia suas atividades em uma igreja com vista para o Monte Corcovado. A ideia de erguer um monumento religioso foi resgatada em 1888 pela princesa Isabel.

Após a assinatura da Lei Áurea, abolicionistas sugeriram homenagear a princesa com uma escultura no alto do Corcovado. Paroquiana do padre Boss e apelidada de “redentora”, ela negou a proposta e sugeriu uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, para ela o verdadeiro redentor.

Embora tenha sido promulgado um decreto para viabilizar o monumento, a proclamação da República e a separação entre Igreja e Estado, em 1889, interromperam os planos. O projeto só saiu do papel em 1921, com os preparativos para a comemoração do centenário da Independência.

Com altura de um prédio de 13 andares, a maior parte da estátua foi construída no Brasil, no estilo art déco. As 50 peças da face e as oito das mãos foram moldadas em Paris e vieram para cá como um quebra-cabeça, com cada parte numerada para ser montada em solo brasileiro.

O Cristo é feito de concreto armado, revestido com pedra-sabão. Sua construção engajou a população tanto na arrecadação de fundos quanto no processo de montagem dos mosaicos que o constituem. E assim nasceu um dos maiores símbolos do país.


Disponível em: . Acesso em: 19 out. 2021.

Analise a oração destacada no trecho: “As 50 peças da face e as oito das mãos foram moldadas em Paris e vieram para cá como um quebra-cabeça”. A sentença destacada classifica-se como
Alternativas
Q1864307 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

VEJO A VIDA 

A vida tem duas faces:
positiva e negativa
o passado foi duro
mas deixou o seu legado
(...)
Aceitar suas limitações
e me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo.
Aprendi a viver.

Cora Coralina
Nos versos “e me fazer pedra de segurança / dos valores que vão desmoronando”, a oração grifada se classifica como:
Alternativas
Q1839687 Português

Analise a oração abaixo:

“Cheguei em casa, fui dormir.” 


A frase acima pode ser classificada como: 

Alternativas
Q1835129 Português

Leia o texto para responder a questão.


Especialista esclarece mitos e verdades sobre

a alimentação saudável

Da Redação, com Melhor da Tarde

Levar uma vida saudável é o dilema para muitos brasileiros.

Uma alimentação saudável ajuda na melhora do sistema imunológico,

na qualidade do sono, humor, na perda de peso e até na capacidade de concentração.


    Por estes motivos, o Melhor Da Tarde entrevistou nesta quinta-feira, 3, o especialista Cláudio Mutti, nutrólogo que esclareceu dúvidas, mitos e verdades sobre os alimentos que são bons e aqueles que são uma verdadeira bomba-relógio para o nosso corpo. Veja a seguir:

     Tomar leite faz bem para a saúde?

    Mito. Segundo Mutti, o leite faz bem para saúde do bezerro. O leite para o ser humano é inflamatório e não faz bem pois ele é a secreção da vaca. Ele esclarece que o leite tem a caseína, que chega a ser pior que a lactose. O nutrólogo recomenda dar leite a criança até os 8 anos, após isso não mais. Ele recomenda os derivados que também são ruins, mas não tanto quanto o leite.

    O adoçante é melhor que o açúcar?

    Mito. Ambos são ruins, porém o adoçante é péssimo pois cada vez que consumimos o adoçante aumentamos a insulina do nosso corpo, a insulina é o hormônio mais inflamatório que temos e doenças como infarto, derrame, Alzheimer e Parkinson são causadas por inflamação. Então, ambos são ruins para a saúde. O aconselhável é diminuir a quantidade até o corpo se acostumar a ficar sem.

       O ovo é o vilão do colesterol alto?

    Mito, pois o próprio corpo produz o próprio colesterol. Mutti deixa claro que obviamente tudo que consumimos em grande quantidade é muito ruim. Quando se tem um aumento do colesterol no corpo, significa que seus hormônios não estão funcionando bem. Segundo o nutrólogo, o colesterol não é o vilão da história e o ovo também não. O ovo é considerado o segundo melhor alimento do mundo e o consumo dele sem exageros é aceitável.

    Consumir ou não consumir legumes por causa dos agrotóxicos?

    Segundo o nutrólogo, se você tiver condições de consumir os legumes orgânicos, consuma, mas caso não seja possível é melhor consumir legumes que usam agrotóxicos do que consumir alimentos industrializados. Ele aconselha a fazer “mais feira” e “menos mercado”.

    Suco de fruta faz bem?

    Segundo ele, suco é ruim. As frutas tem de ser consumidas com a casca para obtermos as fibras. O suco natural de laranja irá se transformar em frutose e depois irá se tornar gordura, então o suco nunca é bom. Caso tenha que beber, escolha o natural. Ao invés de mandar suco de caixinha para escola com seu filho substitua por água de coco.

    Melhor gordura de porco ou óleo de soja?

    Óleo de soja jamais, utilize óleo de coco. A gordura de porco é boa, mas é preciso saber a procedência dessa gordura e desse porco. A gordura boa é daquele porco que é criado sem o consumo de hormônios, então por via das dúvidas utilize o óleo de coco.

    Alimentos integrais são realmente mais nutritivos que os considerados “normais”? 

    Os integrais são bem melhores, pois têm mais fibras e ajudam o nosso intestino. Os produtos com poucas fibras são mais inflamatórios.

    Manteiga ou margarina? Qual melhor opção?

    A margarina, segundo o nutrólogo, é um veneno para o nosso corpo e aumenta chances de desenvolver doenças. A manteiga é boa para flora intestinal, então ela é a melhor opção.

    Leite de soja gera disfunção sexual nos homens?

    Isso é uma verdade. Segundo Mutti, o leite de soja não deve ser consumido por homens, principalmente os meninos. O leite diminui a velocidade do desenvolvimento dos homens e para as meninas também podem ter uma menstruação precoce. A soja não é boa pois é um alimento transgênico, mudou a genética da soja então foi contra a natureza. Para o nutrólogo, o alimento é péssimo.


Disponível em https://www.band.uol.com.br/entretenimento/especialista-esclarece-mitos-e-verdades-sobre-a-alimentacao-saudavel-16318002 

Analise: “O leite diminui a velocidade do desenvolvimento dos homens e para as meninas também podem ter uma menstruação precoce” e assinale a alternativa que classifica corretamente as orações.
Alternativas
Q1835061 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país. 

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Analise o último parágrafo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1827745 Português

Leia o texto para responder a questão.


Projeto quer dar mais visibilidade às cientistas brasileiras A Open Box da Ciência destaca o trabalho de 250 pesquisadoras de cinco áreas de pesquisa

Por Juliana Morales


    A plataforma online Open Box da Ciência foi lançada na última quarta-feira (12). É uma iniciativa da organização Gênero e Número, apoiada pelo Instituto Serrapilheira. Seu objetivo é visibilizar o trabalho da mulher da dentro da ciência a partir de histórias e dados.

    Combinando jornalismo de dados e design interativo, foi criada, então, uma cartografia com 250 pesquisadoras. São 50 protagonistas em cinco grandes áreas: Ciências Biológicas, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Exatas e da Terra, Engenharia e Ciências da Saúde. Para cada pesquisadora mapeada, é possível ter acesso a um artigo relevante da sua produção científica. Além de conhecer o rosto e a história delas em reportagens.

    O levantamento foi feito com dados do Censo da Educação Superior com informações de outras bases de dados oficiais, como a Plataforma Lattes, levando em consideração o número de artigos científicos publicados, prêmios recebidos, eventos organizados pelas cientistas e se estão engajadas em divulgação científica.

    A partir da análise desses dados, foram criados conteúdos, que também estão disponíveis na plataforma, mostrando o cenário brasileiro de desigualdade na área de pesquisa. Por exemplo: as mulheres representam 46% das docentes de Ensino Superior, mas apenas 23% delas são pretas e pardas. Apenas 15% de todas as mulheres que pesquisam e também são docentes no Ensino Superior do Brasil têm acesso à bolsa de apoio à pesquisa.


Disponível em https://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/projeto-quer-darmais-visibilidade-as-cientistas-brasileiras/

Analise: “as mulheres representam 46% das docentes de Ensino Superior, mas apenas 23% delas são pretas e pardas.” E assinale a classificação dessas orações.
Alternativas
Respostas
161: E
162: B
163: D
164: A
165: C
166: C
167: B
168: A
169: D
170: C
171: C
172: D
173: A
174: A
175: A
176: B
177: C
178: A
179: A
180: C