Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2125893 Português
Após a leitura da matéria exposta em Superinteressante (set/22), responda à questão.


A quantidade de dinheiro de papel já está diminuindo?


Está, sim. Existem R$ 323,5 bilhões na forma de cédulas e moedas no Brasil (85% circulando, 15% nos cofres dos bancos). Só que já foi mais. Em janeiro de 2021, havia R$ 368,5 bilhões. E esse foi o recorde histórico – dali em diante, a quantidade passou a cair. “Culpa” do Pix, que estreou em novembro de 2020. Note que o dinheiro físico representa uma quantidade ínfima do total de reais na economia. Contando depósitos em conta corrente, fundos, títulos públicos, etc., há R$ 10,1 trilhões. Ou seja: só 3,2% da grana existe na forma de cédulas e moedas. O resto é tudo bit. Entre as notas, a mais popular é a de R$ 50. São 2,5 bilhões de unidades, que representam 130 bilhões. As moedas, juntas, somam só R$ 10,8 bilhões. A quantidade de dinheiro de papel varia porque os bancos entregam ao Banco Central as notas muito gastas que chegam à boca do caixa. O BC, então, devolve a quantia na forma de dinheiro eletrônico. E os bancos só pedem mais cédulas se precisarem. Como a demanda por saques está caindo, eles têm pedido cada vez menos.
As relações semânticas entre as unidades informacionais que formam o texto tornam-se mais claras quando da existência de elementos de conexão. A respeito desses itens, apenas uma afirmação dentre as mencionadas na sequência NÃO é válida. Indique-a. 
Alternativas
Q2125749 Português
Como funciona o cérebro dos gênios

  O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
   Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
   Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
   Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
   Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
   No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.

    O que é um gênio?

   Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
   “Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
   “Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
   Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
  “O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.

    Conexões cerebrais

   Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
   Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
   Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.

   Confronto entre gênio e QI

   A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
   Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
   Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
   “Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
   Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
   “No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
   “Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
   Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
   “O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
De acordo com o texto, os gênios 
Alternativas
Q2125748 Português
Como funciona o cérebro dos gênios

  O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
   Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
   Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
   Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
   Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
   No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.

    O que é um gênio?

   Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
   “Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
   “Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
   Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
  “O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.

    Conexões cerebrais

   Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
   Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
   Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.

   Confronto entre gênio e QI

   A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
   Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
   Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
   “Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
   Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
   “No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
   “Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
   Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
   “O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
Sobre o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2125747 Português
Como funciona o cérebro dos gênios

  O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
   Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
   Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
   Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
   Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
   No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.

    O que é um gênio?

   Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
   “Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
   “Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
   Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
  “O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.

    Conexões cerebrais

   Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
   Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
   Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.

   Confronto entre gênio e QI

   A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
   Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
   Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
   “Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
   Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
   “No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
   “Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
   Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
   “O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
“Antes de tentarmos navegar pelas mentes ‘dos prodígios’ mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio”. O trecho destacado se refere
Alternativas
Q2125645 Português
Bolo de Café
6_.png (201×156)

Ingredientes:

4 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de fermento
1 xícara de café coado
Meia xícara de óleo
Margarina e farinha de trigo para untar a fôrma

Modo de preparo:

Misture os ovos e o açúcar até esbranquiçar.
Acrescente a farinha de trigo, o fermento, o café e o óleo, mexendo a cada adição.
Fica uma massa bem lisinha e bonita, asse em uma fôrma untada e enfarinhada em forno preaquecido por 40 minutos.
O bolo deve ficar no forno por
Alternativas
Q2125644 Português
Bolo de Café
6_.png (201×156)

Ingredientes:

4 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de fermento
1 xícara de café coado
Meia xícara de óleo
Margarina e farinha de trigo para untar a fôrma

Modo de preparo:

Misture os ovos e o açúcar até esbranquiçar.
Acrescente a farinha de trigo, o fermento, o café e o óleo, mexendo a cada adição.
Fica uma massa bem lisinha e bonita, asse em uma fôrma untada e enfarinhada em forno preaquecido por 40 minutos.
Os primeiros ingredientes a serem misturados são
Alternativas
Q2125643 Português
Bolo de Café
6_.png (201×156)

Ingredientes:

4 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de fermento
1 xícara de café coado
Meia xícara de óleo
Margarina e farinha de trigo para untar a fôrma

Modo de preparo:

Misture os ovos e o açúcar até esbranquiçar.
Acrescente a farinha de trigo, o fermento, o café e o óleo, mexendo a cada adição.
Fica uma massa bem lisinha e bonita, asse em uma fôrma untada e enfarinhada em forno preaquecido por 40 minutos.
Assinale a alternativa que apresenta apenas ingredientes utilizados no bolo. 
Alternativas
Q2125638 Português
A Canoa

Em um largo rio de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

O advogado pergunta ao barqueiro:
– Companheiro, você entende de leis?
– Não – respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido:
– É uma pena, você perdeu metade da vida.
A professora entra na conversa:
– Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
– Também não – respondeu o barqueiro.
– Que pena! Você perdeu metade de sua vida.
Nesse momento chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro, preocupado, pergunta:
– Vocês sabem nadar?
– Não! – responderam o advogado e a professora.
– Então – disse o barqueiro – é uma pena. Vocês perderam toda a vida!

(Paulo Freire. https://ejaemais.blogspot.com/2017/07/textos-para-eja.html. Adaptado).
De acordo com o texto, é correto afirmar que o barqueiro atravessava as pessoas 
Alternativas
Q2125637 Português
A Canoa

Em um largo rio de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

O advogado pergunta ao barqueiro:
– Companheiro, você entende de leis?
– Não – respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido:
– É uma pena, você perdeu metade da vida.
A professora entra na conversa:
– Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
– Também não – respondeu o barqueiro.
– Que pena! Você perdeu metade de sua vida.
Nesse momento chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro, preocupado, pergunta:
– Vocês sabem nadar?
– Não! – responderam o advogado e a professora.
– Então – disse o barqueiro – é uma pena. Vocês perderam toda a vida!

(Paulo Freire. https://ejaemais.blogspot.com/2017/07/textos-para-eja.html. Adaptado).
De acordo com o texto, apenas o barqueiro
Alternativas
Q2125163 Português

TEXTO 4:


Fonte: https://maioamarelo.com/

As placas que as pessoas seguram na imagem do Texto 4 se utilizam de um registro linguístico: 

Alternativas
Q2125162 Português

TEXTO 4:


Fonte: https://maioamarelo.com/

O Texto 4 é uma reprodução de uma peça publicitária da campanha Maio Amarelo, de 2018, que foi premiada no Mídia Festival pela sua inovação e originalidade. A partir da sua leitura, pode-se inferir que a campanha se trata de: 
Alternativas
Q2125160 Português
Sobre o termo “furúnculo,” é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2125159 Português
A tirinha em questão faz uma crítica bem-humorada a uma situação cotidiana. O que provoca o efeito de humor do Texto 3? 
Alternativas
Q2125158 Português
Ainda sobre o primeiro quadrinho do Texto 3, pode-se afirmar que o médico, ao citar o nome da enfermidade do paciente, utiliza-se de uma linguagem:
Alternativas
Q2125157 Português
Observa-se no Texto 3 o diálogo entre um médico e seu paciente. A fala do médico no primeiro quadrinho gera uma reação desproporcional no paciente quanto à gravidade de sua enfermidade. Tal reação resulta:
Alternativas
Q2125153 Português
A tirinha de Quino apresenta a personagem Mafalda, outrora definida por Umberto Eco como “uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é”. É comum, além de críticas sociais, Mafalda fazer reflexões filosóficas acerca daquilo que a incomoda no mundo. Neste sentido, pode-se afirmar que, no segundo e no terceiro quadrinho, a personagem reflete: 
Alternativas
Q2125152 Português
Após a leitura atenta do Texto 2, pode-se afirmar que ele, além de outros temas:
Alternativas
Q2125149 Português
O Texto 1 é exemplo de um gênero jornalístico que tematiza e discute questões atuais e denota o posicionamento do veículo em que é publicado, com a finalidade de refletir criticamente acerca de um tema específico. Neste sentido, o texto em questão discute: 
Alternativas
Q2125147 Português
Toda situação comunicativa se manifesta pela ação da linguagem. Neste sentido, é necessária a utilização de recursos que possam contribuir para a compreensão e interpretação no ato comunicativo que denota a ação de um emissor e de um receptor. Sobre o texto em questão, pode-se afirmar que o seu autor comunica através:
Alternativas
Q2125123 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
De acordo com o texto, o que é o Curupira? 
Alternativas
Respostas
18001: D
18002: B
18003: D
18004: A
18005: C
18006: C
18007: A
18008: D
18009: B
18010: A
18011: B
18012: A
18013: E
18014: B
18015: D
18016: E
18017: B
18018: A
18019: D
18020: A