Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 54.726 questões

Q2433611 Português

Texto para responder às questões de 01 a 13.


Superexposição de crianças e adolescentes e a hipersexualização de influenciadores mirins nas plataformas digitais



A sociedade contemporânea perpassou por diversas mudanças no contexto social, econômico, cultural e, sobretudo, tecnológico, as quais ensejaram o surgimento do fenômeno da hiperconexão e do hiperconsumo, que, por conseguinte, permitiram o incremento de um novo paradigma tecnológico digital.

Com o advento das plataformas digitais – Facebook, Instagram, Youtube e Tik Tok, dentre outras – se alterou profundamente os padrões de comunicações previamente estabelecidos, permitindo-se que as referidas mídias sociais se transformassem em lócus, para a implementação de uma comunicação interindividual e transfronteiriça, possibilitando assim a difusão de conteúdo de forma célere e simplificada, e, afetando, intensamente, a vida dos indivíduos em sociedade e o mercado de consumo, que diante dos avanços tecnológicos se transforma em um mercado de consumo digital.

Nesse cenário, surgem personalidades digitais denominadas de digital influencers ou influenciadores digitais, os quais passaram a produzir conteúdo temático em diversas áreas (entretenimento, moda, medicina, jurídico, pets, games, lifestyle, finanças, dentre outros) e a realizar atividade publicitária para marcas, produtos ou serviços nas redes sociais.

A atuação dos influenciadores digitais, na última década, remodelou os padrões de comunicação, informação, opinião, comportamento e, especificamente, hábitos de consumo de seu público-alvo (seguidores-consumidores) no ambiente digital.

Dentre os diversos nichos de atuação dos influencers, assume especial destaque, o segmento dos influenciadores mirins, o qual atrai significativo contingente do público infantojuvenil, na qualidade de seguidores dessas webcelebridades, no âmbito das plataformas digitais.

Com efeito, a fama, prestígio e rentabilidade econômica em se tornar um influenciador digital é um grande atrativo para inúmeras crianças e adolescentes, de modo que “ser um youtuber mirim de sucesso é um negócio bastante promissor, e isso se constata pelo comportamento da família diante da atividade desenvolvida pelos pequenos”. Logo, não é incomum que os pais invistam na carreira digital de seus filhos, os quais, por vezes, se tornam a principal fonte de renda do núcleo familiar.

Os influenciadores mirins se apresentam como crianças e adolescentes, que produzem conteúdo específico para o público infantojuvenil, com o objetivo de se alcançar engajamento e contrapartidas econômicas nas mídias sociais. Muitos destes influenciadores são representados, por seus pais ou responsáveis legais, que administram suas plataformas digitais e incentivam a produção de conteúdo reiterado e em larga escala.

Destaca-se, por oportuno, que o compartilhamento realizado, nestes termos, não é, em princípio, considerado ilegal ou imoral. O problema, contudo, reside no compartilhamento excessivo, imoderado, desarrazoado, promovido pelos responsáveis legais dos infantes, que caracteriza a prática do (over)sharenting, que se configura como um exercício abusivo (disfuncional) da autoridade parental.

Um dos casos de maior notoriedade relativamente à prática do (over)sharenting e do abuso da autoridade parental envolveu o canal do YouTube Toy Freaks”, o qual à época da controvérsia contava com mais de oito milhões de seguidores. O referido canal publicou vídeos nos quais as crianças tinham que agir como se bebês fossem, inclusive, vestindo-as com roupas de bebês, forçando-as a mastigar e cuspir alimentos e, até mesmo, urinar nas próprias roupas. Logo, diante de inúmeras denúncias dos usuários da plataforma, o YouTube, em 2017, retirou o canal do ar, por violação às políticas internas de prevenção a abusos infantis.

Múltiplos são os impactos psicoemocionais advindos dessa exposição desmedida ou erotizada dos infantes, ao longo de sua vida, ensejando um processo de adultização precoce. Nesse giro, as fotos e os vídeos publicizados nas redes sociais, podem ser utilizadas de modo indevido e ilegal, como, por exemplo, por pedófilos com a finalidade de satisfazer a lascívia, pelo roubo de identidade, pela criação de memes, dentre outras situações indesejadas.

Neste ínterim, crianças e adolescentes devem ser resguardados de situações que possam implicar em riscos e danos psicoemocionais, bem como que deixem pegadas digitais que impactem o livre desenvolvimento de sua personalidade ao longo da vida. Logo, os pais e responsáveis legais, devem se abster de publicar, ou mesmo consentir que os infantes publiquem, conteúdos que ensejem à hipersexualização, posto que tais condutas configuram o exercício abusivo da autoridade parental.

Por fim, salienta-se, ainda, que inexistem regramentos legislativos e jurídicos específicos para o tratamento da controvérsia relacionada à superexposição e a hipersexualização de crianças e adolescentes no Brasil. A despeito disso, as disposições previstas na Constituição da República de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente preconizam a primazia do melhor interesse das crianças e adolescentes, dos seus direitos fundamentais e da sua proteção integral, bem como o respeito a dignidade humana dos infantes, como pilares essenciais a serem observados pelos pais/responsáveis legais, pelas plataformas digitais, pelo Estado e por toda a sociedade, com a finalidade de se garantir a adequada tutela de crianças e adolescentes no ambiente digital.


(Caio César do Nascimento Barbosa, Glayder Daywerth Pereira Guimarães e Michael César Silva. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/coluna/migalhas-de-responsabilidadecivil/385461/superexposicao-de-criancas-e-a-hipersexualizacao-deinfluenciadores. Acesso em: 27/04/2023. Adaptado.)

Segundo com as estratégias argumentativas empregadas no desenvolvimento do texto, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2433607 Português

Texto para responder às questões de 01 a 13.


Superexposição de crianças e adolescentes e a hipersexualização de influenciadores mirins nas plataformas digitais



A sociedade contemporânea perpassou por diversas mudanças no contexto social, econômico, cultural e, sobretudo, tecnológico, as quais ensejaram o surgimento do fenômeno da hiperconexão e do hiperconsumo, que, por conseguinte, permitiram o incremento de um novo paradigma tecnológico digital.

Com o advento das plataformas digitais – Facebook, Instagram, Youtube e Tik Tok, dentre outras – se alterou profundamente os padrões de comunicações previamente estabelecidos, permitindo-se que as referidas mídias sociais se transformassem em lócus, para a implementação de uma comunicação interindividual e transfronteiriça, possibilitando assim a difusão de conteúdo de forma célere e simplificada, e, afetando, intensamente, a vida dos indivíduos em sociedade e o mercado de consumo, que diante dos avanços tecnológicos se transforma em um mercado de consumo digital.

Nesse cenário, surgem personalidades digitais denominadas de digital influencers ou influenciadores digitais, os quais passaram a produzir conteúdo temático em diversas áreas (entretenimento, moda, medicina, jurídico, pets, games, lifestyle, finanças, dentre outros) e a realizar atividade publicitária para marcas, produtos ou serviços nas redes sociais.

A atuação dos influenciadores digitais, na última década, remodelou os padrões de comunicação, informação, opinião, comportamento e, especificamente, hábitos de consumo de seu público-alvo (seguidores-consumidores) no ambiente digital.

Dentre os diversos nichos de atuação dos influencers, assume especial destaque, o segmento dos influenciadores mirins, o qual atrai significativo contingente do público infantojuvenil, na qualidade de seguidores dessas webcelebridades, no âmbito das plataformas digitais.

Com efeito, a fama, prestígio e rentabilidade econômica em se tornar um influenciador digital é um grande atrativo para inúmeras crianças e adolescentes, de modo que “ser um youtuber mirim de sucesso é um negócio bastante promissor, e isso se constata pelo comportamento da família diante da atividade desenvolvida pelos pequenos”. Logo, não é incomum que os pais invistam na carreira digital de seus filhos, os quais, por vezes, se tornam a principal fonte de renda do núcleo familiar.

Os influenciadores mirins se apresentam como crianças e adolescentes, que produzem conteúdo específico para o público infantojuvenil, com o objetivo de se alcançar engajamento e contrapartidas econômicas nas mídias sociais. Muitos destes influenciadores são representados, por seus pais ou responsáveis legais, que administram suas plataformas digitais e incentivam a produção de conteúdo reiterado e em larga escala.

Destaca-se, por oportuno, que o compartilhamento realizado, nestes termos, não é, em princípio, considerado ilegal ou imoral. O problema, contudo, reside no compartilhamento excessivo, imoderado, desarrazoado, promovido pelos responsáveis legais dos infantes, que caracteriza a prática do (over)sharenting, que se configura como um exercício abusivo (disfuncional) da autoridade parental.

Um dos casos de maior notoriedade relativamente à prática do (over)sharenting e do abuso da autoridade parental envolveu o canal do YouTube Toy Freaks”, o qual à época da controvérsia contava com mais de oito milhões de seguidores. O referido canal publicou vídeos nos quais as crianças tinham que agir como se bebês fossem, inclusive, vestindo-as com roupas de bebês, forçando-as a mastigar e cuspir alimentos e, até mesmo, urinar nas próprias roupas. Logo, diante de inúmeras denúncias dos usuários da plataforma, o YouTube, em 2017, retirou o canal do ar, por violação às políticas internas de prevenção a abusos infantis.

Múltiplos são os impactos psicoemocionais advindos dessa exposição desmedida ou erotizada dos infantes, ao longo de sua vida, ensejando um processo de adultização precoce. Nesse giro, as fotos e os vídeos publicizados nas redes sociais, podem ser utilizadas de modo indevido e ilegal, como, por exemplo, por pedófilos com a finalidade de satisfazer a lascívia, pelo roubo de identidade, pela criação de memes, dentre outras situações indesejadas.

Neste ínterim, crianças e adolescentes devem ser resguardados de situações que possam implicar em riscos e danos psicoemocionais, bem como que deixem pegadas digitais que impactem o livre desenvolvimento de sua personalidade ao longo da vida. Logo, os pais e responsáveis legais, devem se abster de publicar, ou mesmo consentir que os infantes publiquem, conteúdos que ensejem à hipersexualização, posto que tais condutas configuram o exercício abusivo da autoridade parental.

Por fim, salienta-se, ainda, que inexistem regramentos legislativos e jurídicos específicos para o tratamento da controvérsia relacionada à superexposição e a hipersexualização de crianças e adolescentes no Brasil. A despeito disso, as disposições previstas na Constituição da República de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente preconizam a primazia do melhor interesse das crianças e adolescentes, dos seus direitos fundamentais e da sua proteção integral, bem como o respeito a dignidade humana dos infantes, como pilares essenciais a serem observados pelos pais/responsáveis legais, pelas plataformas digitais, pelo Estado e por toda a sociedade, com a finalidade de se garantir a adequada tutela de crianças e adolescentes no ambiente digital.


(Caio César do Nascimento Barbosa, Glayder Daywerth Pereira Guimarães e Michael César Silva. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/coluna/migalhas-de-responsabilidadecivil/385461/superexposicao-de-criancas-e-a-hipersexualizacao-deinfluenciadores. Acesso em: 27/04/2023. Adaptado.)

Conforme as informações e ideias apresentadas no texto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2433559 Português

I. A concepção de alfabetização como o ensino das habilidades de codificação e decodificação, predominante durante o século XX, foi pedagogicamente efetivada por meio da criação de diferentes métodos de alfabetização - métodos sintéticos (fônicos e silábicos, por exemplo) x métodos analíticos (método global, por exemplo) - que padronizaram a aprendizagem da leitura e da escrita.

II. As cartilhas como método de alfabetização passaram a ser amplamente utilizadas como livro didático para o ensino nessa área e se constituíam, na maioria das vezes, no único ou no principal material de ensino da leitura e da escrita.

III. Ensinar a ler e escrever com base nos métodos analíticos ou sintéticos exigia que as crianças apresentassem uma prontidão para o início do processo de alfabetização. Essa prontidão estava relacionada ao desenvolvimento de habilidades somente motoras e, na maioria das vezes, era desenvolvida a partir do 1º ano de ensino fundamental.


Qual alternativa é entendida como afirmação que o(s) item(ns) é(são) correto(s)?

Alternativas
Q2433558 Português

Analise os itens:


I. O uso da língua varia sempre que imposto, de acordo com a necessidade do usuário, uma mesma pessoa pode se expressar utilizando diferentes maneiras a depender da situação.

II. Em uma conversa com colegas ou familiares, a linguagem usada é mais descontraída, com o uso de gírias, palavras informais, reduzidas e gestos.

III. Quando se trata de uma conversa no ambiente de trabalho, com chefe, ou ao enviar documentos usando as redes sociais via e-mail ou outras redes, tende-se a usar a norma inculta.


É correto afirmar em:

Alternativas
Q2433555 Português

Baktin (2006) apregoa que a ________ não é uma atividade individual, mas um legado histórico-cultural da humanidade, e a enunciação humana mais primitiva, ainda que realizada por um organismo individual é, do ponto de vista do seu conteúdo, de sua significação, organizada fora do indivíduo pelas condições extraorgânicas do meio social.


Qual palavra conceitual preenche corretamente a lacuna?

Alternativas
Q2433554 Português

Sobre a relação professor-aluno-PCN, no sucesso da aprendizagem, é correto afirmar que:


I. Os PCNs de Língua Portuguesa consideram as especificidades das situações de comunicação (gêneros discursivos e conhecimentos compartilhados e não compartilhados pelos interlocutores).

II. Para que o aluno adquira habilidades em organizar o discurso de forma adequada, deve apropriar-se da linguagem.

III. O primeiro passo do professor de língua portuguesa, em sala de aula, é fazer um espaço onde cada sujeito tenha o direito à palavra reconhecido como legítimo.

Alternativas
Q2433553 Português

Paulo Freire (1990) traz a seguinte reflexão: “[...] o ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra”. É possível atrelar esse pensamento quanto à estratégia de ensino de língua portuguesa:

Alternativas
Q2433552 Português

A gramática gerativista proposta por Noam Chomsky:

Alternativas
Q2433551 Português

É correto afirmar que:


I. A Linguística é a ciência da linguagem verbal, eminentemente humana.

II. Ferdinand de Saussure credenciou a Linguística com status, métodos e resultados suficientemente relevantes para que passasse a ser considerada ciência.

III. A linguagem está nos animais, a linguagem está no homem, a linguagem está na natureza.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto Ágata Órgão: Prefeitura de Medicilândia - PA Provas: Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Analista Ambiental | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Arquiteto | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Arquivista | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Assistente Educacional Inclusivo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Assistente Social | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Biólogo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Bioquímico | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Educador Ambiental | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Enfermeiro | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Educador Físico | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Engenheiro Agrônomo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Engenheiro Ambiental | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Engenheiro Civil | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Engenheiro Florestal | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Engenheiro Sanitarista | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Farmacêutico | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Fisioterapeuta | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Odontólogo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Nutricionista | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Pedagogo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Ciências Naturais | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Geografia | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor Pedagogo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Língua Portuguesa | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Educação Física | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Língua Inglesa | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Psicólogo | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Veterinário | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Professor de Matemática |
Q2433130 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10:

Todo mundo, em algum momento da vida, já fez planos. Ainda que em curto prazo, fazer planos dá um sentido para a rotina, sejam planos de viagem, planos de férias ou planos para mudar de casa. Mas e plano de vida, você tem um?

Provavelmente, você já fez planos para sua carreira profissional, mas talvez nunca tenha pensado em fazer um planejamento detalhado para sua vida em geral, para colocar em prática em um futuro próximo. Vamos entender melhor o que é um plano de vida, quais as vantagens de ter um e como criar o seu.

O que é um plano de vida?

Existem várias opiniões e teorias sobre o segredo para ter uma vida feliz. Trabalhar muito, ter foco, disciplina e resiliência são apenas alguns exemplos. No entanto, um dos fatores essenciais para alcançar sucesso em qualquer coisa na vida é ter um planejamento. Todo mundo tem metas ou desejos na vida que geralmente giram em torno de afirmações como “quero ganhar mais dinheiro”, “quero ser feliz”, “quero ter um trabalho de que eu goste” ou “quero fazer uma viagem ao redor do mundo”, entre vários outros exemplos. No entanto, a maioria não tem um plano específico para atingir esses objetivos, com detalhes sobre como alcançar seus sonhos e metas.

Planejar sua vida é uma das maneiras mais poderosas de alcançar o que você deseja. Ninguém planeja falhar na vida, mas, sem um planejamento, a probabilidade de fracasso é bem maior. Planejar sua vida é como ter um mapa que ajuda você a chegar ao seu destino. Apesar disso, muitas pessoas não planejam suas vidas e acabam se sentindo perdidas ou estagnadas.

Por que um plano de vida é tão importante?

Quando você planeja sua vida, está dando os primeiros passos necessários não apenas para identificar e alcançar seus objetivos, mas também para fazer isso da maneira mais eficiente. Sem um plano, as coisas acontecem totalmente ao acaso. Com um plano de vida, você sabe qual o caminho a seguir. Usando um exemplo simples: quando você vai viajar, você planeja sua viagem; se você vai se casar, você planeja seu casamento; quando você decide dar uma festa em casa, você planeja o evento.

Qualquer uma dessas ações exige um planejamento prévio. Planejar sua vida é a mesma coisa e é muito importante para ajudar você a conquistar seus objetivos e a se sentir no controle do seu presente e futuro. Ao criar um plano de vida, você identifica seus valores, determina o que é importante para você e o que deseja em sua vida. Dessa maneira, você avalia suas opções em relação aos seus valores e escolhe a alternativa que melhor atende as suas prioridades.

Seja uma decisão mais simples, como comprar o carro dos seus sonhos, ou uma decisão importante, como mudar de carreira ou investir seu dinheiro na criação da sua própria empresa, um plano de vida o ajuda a decidir o que é adequado para você.

Faça-se as perguntas certas

Você pode propor as seguintes questões antes de traçar seu plano de vida:

a) Quais objetivos você deseja alcançar? O que você precisa melhorar? É importante saber que suas metas podem mudar com o tempo. As prioridades aos 30 anos de idade são diferentes das prioridades que se tem aos 50 ou 60 anos.

b) Quem são as pessoas e quais são os aspectos mais importantes da sua vida? O mais importante para você pode ser crescer na carreira, criar sua própria empresa, criar uma família ou um projeto de vida sustentável. Concentre-se e pense em suas prioridades.

c) O que inspira você em suas metas? Todo mundo deseja ter liberdade financeira e um ambiente de trabalho saudável. Mas o que mais inspira você? Ao se fazer essa pergunta, você descobrirá o que o motiva. Assim, será mais fácil começar a criar um plano de vida.

d) Como conseguirei atingir esses objetivos? Um plano de vida define metas que sejam viáveis, mensuráveis e alinhadas com os resultados que você pretende obter. Fazer uma lista de etapas práticas transforma seu plano em algo que é real.

.

(ADAPATDO. A Importância do Plano de Vida para Alcançar seus Objetivos | Indeed.com Brasil)

Segundo o texto, falhar na vida pode ser por conta:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2023 - IF-MT - Técnico em Contabilidade |
Q2432724 Português

O texto III serve de base para as questões 07 e 08.


Texto III


Meu nome é Sebastião. Filho de Emerenciano Baptista. Neto e Bisneto de Sebastião. Conheci o cangaço por dentro. Virgulino e Maria Bonita. Estive no centro do rodamoinho quando o vento fazia a última curva. Macho e fêmea nesse mundo de meu Deus. Vi com meus próprios olhos quando o enamoramento dos dois começou. Chave e fechadura encadeando sentimentos obtusos como o amor, a glória, o engavetamento emocional.


PINTO, Luiz Renato. Xibio. Cuiabá : Calini & Caniato, 2018, p.96.

No fragmento (Texto III), ocorre:

Alternativas
Q2432723 Português

O texto II serve de base para as questões de 03 a 06.


TEXTO II


COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP


01 O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de

queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam

marco, dizem especialistas.

Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54

05 A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um

recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. É a pior marca em

15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no

bioma.

Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas

10 Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semana, a data mais recente a registrar

um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007, quando o satélite que

monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.

Desde essa data, não houve período de 24 horas com número maior do que o desta

segunda-feira, 22 de agosto. De acordo com o próprio lnpe, os números deste dia

15 são compatíveis com valores dos "anos de ocorrências de queimadas mais críticos da

série, de 2004 a 2007".

Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'

Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em

uma data emblemática na história de destruição do bioma: o "Dia do Fogo".

20 O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019, quando fazendeiros no Pará se articularam

criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao

todo, foram 1.173 registrados no "Dia do Fogo".

Aquele mês foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que

a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas

25 na região da Amazônia.

O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

(lnpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as

duas datas.

"No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que

30 contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto,

os focos estão mais distribuídos em três estados", analisa Albert Setzer.

No episódio atual, respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e

Mato Grosso (22%).

"De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173

35 em 10 de agosto de 2019 no bioma Amazônia", explica o coordenador do programa.


Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.

Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.

Considerando as informações apresentadas no texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I. Em 22 de agosto de 2022, foram registrados 3.358 focos de incêndio no bioma Amazônia, quase o triplo dos 1.173 ocorridos no Dia do Fogo, ficando abaixo apenas dos 3.936, ocorridos em 2007.


PORQUE


II. No episódio atual, os focos estão mais distribuídos em três estados: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).


A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q2432720 Português

O texto II serve de base para as questões de 03 a 06.


TEXTO II


COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP


01 O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de

queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam

marco, dizem especialistas.

Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54

05 A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um

recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. É a pior marca em

15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no

bioma.

Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas

10 Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semana, a data mais recente a registrar

um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007, quando o satélite que

monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.

Desde essa data, não houve período de 24 horas com número maior do que o desta

segunda-feira, 22 de agosto. De acordo com o próprio lnpe, os números deste dia

15 são compatíveis com valores dos "anos de ocorrências de queimadas mais críticos da

série, de 2004 a 2007".

Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'

Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em

uma data emblemática na história de destruição do bioma: o "Dia do Fogo".

20 O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019, quando fazendeiros no Pará se articularam

criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao

todo, foram 1.173 registrados no "Dia do Fogo".

Aquele mês foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que

a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas

25 na região da Amazônia.

O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

(lnpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as

duas datas.

"No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que

30 contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto,

os focos estão mais distribuídos em três estados", analisa Albert Setzer.

No episódio atual, respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e

Mato Grosso (22%).

"De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173

35 em 10 de agosto de 2019 no bioma Amazônia", explica o coordenador do programa.


Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.

Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.

Acerca do Texto II, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Q2432719 Português

O texto I serve de base para as questões 01 e 02.


TEXTO 1



Disponível em: <https://vejasp.abril.com.br/coluna/arte-ao-redor/15-tirinhas-mafalda-quino/>.

Acesso em 14 ago. 2022.

A tira (texto I) traz

Alternativas
Q2432657 Português

Leia o Texto Il para responder às questões de 7 a 10.


TEXTO II

O que é Inovação no Setor Público?


A inovação pode ser definida como o processo de geração e implementação de novas ideias com vistas a criação de valor para a sociedade, com foco interno ou externo à administração pública (Comissão Europeia, 2013).

Organizações públicas passaram cada vez mais a se preocupar com o fomento da prática inovadora em resposta às constantes mudanças econômicas, políticas, sociais e tecnológicas em um mundo mais globalizado e em rede. Ao mesmo tempo, tais instituições têm suas ações limitadas por expectativas crescentes dos cidadãos, problemas complexos e orçamentos apertados.

O argumento central é que a atuação do setor público tanto é voltada à viabilização da inovação no setor privado quanto à interna ao aparato estatal, ultrapassando a visão restrita do papel do Estado meramente para fins de correção de falhas de mercado. Incorporam-se, assim, outras perspectivas, como a construção de (e a participação em) sistemas de Inovação.

Em uma tentativa de enquadrar as funções do Estado na temática de inovação, Karo e Kattel (2016) as dividem em seis grandes formatos, os quais também podem ser exemplificativos do caso brasileiro.

1) Investimento público em ciência, tecnologia e inovação (CTI): forma mais tradicional de atuação do Estado. Na forma de pesquisa básica e aplicada, o setor público cria as condições para o mercado inovar e também gera as grandes fontes de inovação (Mazzucato, 2013). Isso ocorre com a atuação de órgãos brasileiros de fomento, a exemplo da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

2) Inovação via compras públicas: muitas inovações surgem como consequência de exigências expressas pelo Estado sobre produção e aquisição de novas tecnologias e produtos que estão sendo desenvolvidos pelo mercado, incorporando valores e princípios, tais como a sustentabilidade. Essas exigências de compras se materializam, por exemplo, nas contratações públicas sustentáveis do governo federal.

3) Inovações institucionais econômicas: são novas soluções institucionais que visam alterar as regras do jogo na economia, como no caso da criação de agências reguladoras pelo governo federal brasileiro pós-reforma gerencial de 1995.

4) Inovações institucionais políticas: inovações que alteram as regras do jogo político. São exemplos as iniciativas voltadas a aumentar a participação da sociedade no processo decisório, como o orçamento participativo ou a criação de conselhos deliberativos de políticas públicas.

5) Inovações nos serviços públicos: são os esforços governamentais para modificar substantivamente a forma como um serviço é prestado, como, por exemplo, para a simplificação e/ou digitalização do atendimento na saúde ou na previdência. Esse seria o formato mais usual e remete, sobretudo, à incorporação das tendências de gestão com vistas à melhoria de processos administrativos e/ou prestação de serviços à sociedade.

6) Inovação organizacional: criação de organizações ou alteração de processos decisórios ou de gestão, inclusive mediante a utilização de laboratórios de inovação, voltados a processos de aprendizagem e experimentação.

Disponível em: https://www2.ufjf.br/inovacaogv/2022/10/24/0-que-e-inovacao-no-setor-publico/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan. 2023.

Assinale a alternativa que contém uma afirmação correta sobre os sinais de pontuação no Texto II.

Alternativas
Q2432655 Português

Leia o Texto Il para responder às questões de 7 a 10.


TEXTO II

O que é Inovação no Setor Público?


A inovação pode ser definida como o processo de geração e implementação de novas ideias com vistas a criação de valor para a sociedade, com foco interno ou externo à administração pública (Comissão Europeia, 2013).

Organizações públicas passaram cada vez mais a se preocupar com o fomento da prática inovadora em resposta às constantes mudanças econômicas, políticas, sociais e tecnológicas em um mundo mais globalizado e em rede. Ao mesmo tempo, tais instituições têm suas ações limitadas por expectativas crescentes dos cidadãos, problemas complexos e orçamentos apertados.

O argumento central é que a atuação do setor público tanto é voltada à viabilização da inovação no setor privado quanto à interna ao aparato estatal, ultrapassando a visão restrita do papel do Estado meramente para fins de correção de falhas de mercado. Incorporam-se, assim, outras perspectivas, como a construção de (e a participação em) sistemas de Inovação.

Em uma tentativa de enquadrar as funções do Estado na temática de inovação, Karo e Kattel (2016) as dividem em seis grandes formatos, os quais também podem ser exemplificativos do caso brasileiro.

1) Investimento público em ciência, tecnologia e inovação (CTI): forma mais tradicional de atuação do Estado. Na forma de pesquisa básica e aplicada, o setor público cria as condições para o mercado inovar e também gera as grandes fontes de inovação (Mazzucato, 2013). Isso ocorre com a atuação de órgãos brasileiros de fomento, a exemplo da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

2) Inovação via compras públicas: muitas inovações surgem como consequência de exigências expressas pelo Estado sobre produção e aquisição de novas tecnologias e produtos que estão sendo desenvolvidos pelo mercado, incorporando valores e princípios, tais como a sustentabilidade. Essas exigências de compras se materializam, por exemplo, nas contratações públicas sustentáveis do governo federal.

3) Inovações institucionais econômicas: são novas soluções institucionais que visam alterar as regras do jogo na economia, como no caso da criação de agências reguladoras pelo governo federal brasileiro pós-reforma gerencial de 1995.

4) Inovações institucionais políticas: inovações que alteram as regras do jogo político. São exemplos as iniciativas voltadas a aumentar a participação da sociedade no processo decisório, como o orçamento participativo ou a criação de conselhos deliberativos de políticas públicas.

5) Inovações nos serviços públicos: são os esforços governamentais para modificar substantivamente a forma como um serviço é prestado, como, por exemplo, para a simplificação e/ou digitalização do atendimento na saúde ou na previdência. Esse seria o formato mais usual e remete, sobretudo, à incorporação das tendências de gestão com vistas à melhoria de processos administrativos e/ou prestação de serviços à sociedade.

6) Inovação organizacional: criação de organizações ou alteração de processos decisórios ou de gestão, inclusive mediante a utilização de laboratórios de inovação, voltados a processos de aprendizagem e experimentação.

Disponível em: https://www2.ufjf.br/inovacaogv/2022/10/24/0-que-e-inovacao-no-setor-publico/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan. 2023.

Considerando que o Texto Il foi publicado em uma página de Internet, identifique, entre as alternativas abaixo, qual não indica uma característica da estrutura composicional condizente com as condições:

Alternativas
Q2432653 Português

Leia o Texto I para responder às questões de 1 a 6.


TEXTO I


Curadoria de conteúdo e engajamento do aluno - uma jornada única


Daiana Rocha



Recentemente o site Época Negócios publicou um breve artigo mencionando que a curadoria é o novo marketing. O artigo traz exemplos de como grandes empresas, como Itaú, McDonalds e HBO, têm utilizado a curadoria como geração de conteúdo eficaz e propositivo. O mesmo artigo fala sobre como o ensino se tornou granular e como se encontra conteúdo sobre tudo nas redes e que cada vez mais diferentes tipos de influencers qualificam tais conteúdos.

Pois bem, se aprendemos o tempo todo e a curadoria já faz parte de áreas diversas como uma alternativa de se manter próximo da sociedade, por que não falar mais sobre como a curadoria de conteúdo educacional pode tornar o engajamento dos alunos mais significativo?

Como a curadoria de conteúdo influencia na jornada do aluno

A jornada de estudos de um aluno precisa ser única. Mas, para além disso, o aluno precisa enxergar as conexões que existem entre sua vida e a curadoria de conteúdo que permeia desde as redes sociais que consome, até o conteúdo educacional que descobre durante sua formação. Isso é possível; pode não ser fácil, mas possível é.

Não é fácil porque, como professores curadores, sabemos que precisamos atender objetivos de aprendizagem, competências, legislação e conteúdo programático. Tudo isso em um tempo específico determinado pelos currículos, que muitas vezes ainda seguem uma lógica de aprendizagem tradicional e linear.

Mas é possível, se enxergarmos tudo isso como um grande mapa. Como uma jornada única que conecta emoção e significado aos conteúdos que intercalam teoria e aplicabilidade à resolução de problemas reais.

Ou seja, a seleção do conteúdo precisa ser realizada atendendo as diretrizes educacionais. No entanto, o diferencial da curadoria vai além de selecionar conteúdo. Ela envolve também excluir o excesso de informação, dar evidência ao que é confiável e que vai além da sala de aula.

A jornada da curadoria de conteúdo que proporciona engajamento deve considerar:

  1. O perfil do aluno e a modalidade de ensino;
  2. A seleção do conteúdo de maneira objetiva e prática;
  3. A diversificação de formatos de conteúdo;
  4. A criação de trilhas de aprendizagem significativa, aplicada à realidade do mercado, da profissão.

Para isso, professores e gestores precisam estar conectados com todo o aparato tecnológico de que a IES dispõe, sejam bibliotecas virtuais, portais de objetos de aprendizagem, bancos de questões, laboratórios virtuais.

Saber utilizá-los e acessá-los é fundamental para a realização da curadoria, mas, principalmente, para a concepção da trilha de aprendizagem. E ela que vai conduzir os alunos na sua jornada de estudos antes, durante e após cada período letivo.

Quando a curadoria de conteúdo contempla etapas que cruzam credibilidade do conteúdo, aspectos pedagógicos da aprendizagem, tecnologia e inovação, estamos conectando a qualidade acadêmica com as exigências do mundo digital.

Portanto, cada vez mais precisamos discutir sobre os desafios da curadoria de conteúdo na área educacional. Dessa maneira, podemos preparar nossos professores para tal atividade e pensar em jornadas que levem os alunos para caminhos diferentes conforme suas escolhas.

Receber feedback de nossos alunos sobre o conteúdo curado, por fim, também se torna um requisito primordial para aperfeiçoar as trilhas e cada vez mais tornar a aprendizagem digital próxima da vivência de outras curadorias que consumimos no nosso dia a dia.



Disponível em: https://desafiosdaeducacao.com.br/curadoria-de-conteudo-e-engajamento-do-aluno/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan 2023.

Assinale, entre as alternativas a seguir, aquela que apresenta uma proposta de paráfrase que acarreta mudança no sentido do texto.

Alternativas
Q2432650 Português

Leia o Texto I para responder às questões de 1 a 6.


TEXTO I


Curadoria de conteúdo e engajamento do aluno - uma jornada única


Daiana Rocha



Recentemente o site Época Negócios publicou um breve artigo mencionando que a curadoria é o novo marketing. O artigo traz exemplos de como grandes empresas, como Itaú, McDonalds e HBO, têm utilizado a curadoria como geração de conteúdo eficaz e propositivo. O mesmo artigo fala sobre como o ensino se tornou granular e como se encontra conteúdo sobre tudo nas redes e que cada vez mais diferentes tipos de influencers qualificam tais conteúdos.

Pois bem, se aprendemos o tempo todo e a curadoria já faz parte de áreas diversas como uma alternativa de se manter próximo da sociedade, por que não falar mais sobre como a curadoria de conteúdo educacional pode tornar o engajamento dos alunos mais significativo?

Como a curadoria de conteúdo influencia na jornada do aluno

A jornada de estudos de um aluno precisa ser única. Mas, para além disso, o aluno precisa enxergar as conexões que existem entre sua vida e a curadoria de conteúdo que permeia desde as redes sociais que consome, até o conteúdo educacional que descobre durante sua formação. Isso é possível; pode não ser fácil, mas possível é.

Não é fácil porque, como professores curadores, sabemos que precisamos atender objetivos de aprendizagem, competências, legislação e conteúdo programático. Tudo isso em um tempo específico determinado pelos currículos, que muitas vezes ainda seguem uma lógica de aprendizagem tradicional e linear.

Mas é possível, se enxergarmos tudo isso como um grande mapa. Como uma jornada única que conecta emoção e significado aos conteúdos que intercalam teoria e aplicabilidade à resolução de problemas reais.

Ou seja, a seleção do conteúdo precisa ser realizada atendendo as diretrizes educacionais. No entanto, o diferencial da curadoria vai além de selecionar conteúdo. Ela envolve também excluir o excesso de informação, dar evidência ao que é confiável e que vai além da sala de aula.

A jornada da curadoria de conteúdo que proporciona engajamento deve considerar:

  1. O perfil do aluno e a modalidade de ensino;
  2. A seleção do conteúdo de maneira objetiva e prática;
  3. A diversificação de formatos de conteúdo;
  4. A criação de trilhas de aprendizagem significativa, aplicada à realidade do mercado, da profissão.

Para isso, professores e gestores precisam estar conectados com todo o aparato tecnológico de que a IES dispõe, sejam bibliotecas virtuais, portais de objetos de aprendizagem, bancos de questões, laboratórios virtuais.

Saber utilizá-los e acessá-los é fundamental para a realização da curadoria, mas, principalmente, para a concepção da trilha de aprendizagem. E ela que vai conduzir os alunos na sua jornada de estudos antes, durante e após cada período letivo.

Quando a curadoria de conteúdo contempla etapas que cruzam credibilidade do conteúdo, aspectos pedagógicos da aprendizagem, tecnologia e inovação, estamos conectando a qualidade acadêmica com as exigências do mundo digital.

Portanto, cada vez mais precisamos discutir sobre os desafios da curadoria de conteúdo na área educacional. Dessa maneira, podemos preparar nossos professores para tal atividade e pensar em jornadas que levem os alunos para caminhos diferentes conforme suas escolhas.

Receber feedback de nossos alunos sobre o conteúdo curado, por fim, também se torna um requisito primordial para aperfeiçoar as trilhas e cada vez mais tornar a aprendizagem digital próxima da vivência de outras curadorias que consumimos no nosso dia a dia.



Disponível em: https://desafiosdaeducacao.com.br/curadoria-de-conteudo-e-engajamento-do-aluno/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan 2023.

O primeiro e o segundo parágrafos do texto desempenham uma importante função do ponto de vista da progressão textual e da argumentação. Assinale a alternativa que sintetiza corretamente a função desses parágrafos para os efeitos de sentido a que o texto se pretende.

Alternativas
Q2432649 Português

Leia o Texto I para responder às questões de 1 a 6.


TEXTO I


Curadoria de conteúdo e engajamento do aluno - uma jornada única


Daiana Rocha



Recentemente o site Época Negócios publicou um breve artigo mencionando que a curadoria é o novo marketing. O artigo traz exemplos de como grandes empresas, como Itaú, McDonalds e HBO, têm utilizado a curadoria como geração de conteúdo eficaz e propositivo. O mesmo artigo fala sobre como o ensino se tornou granular e como se encontra conteúdo sobre tudo nas redes e que cada vez mais diferentes tipos de influencers qualificam tais conteúdos.

Pois bem, se aprendemos o tempo todo e a curadoria já faz parte de áreas diversas como uma alternativa de se manter próximo da sociedade, por que não falar mais sobre como a curadoria de conteúdo educacional pode tornar o engajamento dos alunos mais significativo?

Como a curadoria de conteúdo influencia na jornada do aluno

A jornada de estudos de um aluno precisa ser única. Mas, para além disso, o aluno precisa enxergar as conexões que existem entre sua vida e a curadoria de conteúdo que permeia desde as redes sociais que consome, até o conteúdo educacional que descobre durante sua formação. Isso é possível; pode não ser fácil, mas possível é.

Não é fácil porque, como professores curadores, sabemos que precisamos atender objetivos de aprendizagem, competências, legislação e conteúdo programático. Tudo isso em um tempo específico determinado pelos currículos, que muitas vezes ainda seguem uma lógica de aprendizagem tradicional e linear.

Mas é possível, se enxergarmos tudo isso como um grande mapa. Como uma jornada única que conecta emoção e significado aos conteúdos que intercalam teoria e aplicabilidade à resolução de problemas reais.

Ou seja, a seleção do conteúdo precisa ser realizada atendendo as diretrizes educacionais. No entanto, o diferencial da curadoria vai além de selecionar conteúdo. Ela envolve também excluir o excesso de informação, dar evidência ao que é confiável e que vai além da sala de aula.

A jornada da curadoria de conteúdo que proporciona engajamento deve considerar:

  1. O perfil do aluno e a modalidade de ensino;
  2. A seleção do conteúdo de maneira objetiva e prática;
  3. A diversificação de formatos de conteúdo;
  4. A criação de trilhas de aprendizagem significativa, aplicada à realidade do mercado, da profissão.

Para isso, professores e gestores precisam estar conectados com todo o aparato tecnológico de que a IES dispõe, sejam bibliotecas virtuais, portais de objetos de aprendizagem, bancos de questões, laboratórios virtuais.

Saber utilizá-los e acessá-los é fundamental para a realização da curadoria, mas, principalmente, para a concepção da trilha de aprendizagem. E ela que vai conduzir os alunos na sua jornada de estudos antes, durante e após cada período letivo.

Quando a curadoria de conteúdo contempla etapas que cruzam credibilidade do conteúdo, aspectos pedagógicos da aprendizagem, tecnologia e inovação, estamos conectando a qualidade acadêmica com as exigências do mundo digital.

Portanto, cada vez mais precisamos discutir sobre os desafios da curadoria de conteúdo na área educacional. Dessa maneira, podemos preparar nossos professores para tal atividade e pensar em jornadas que levem os alunos para caminhos diferentes conforme suas escolhas.

Receber feedback de nossos alunos sobre o conteúdo curado, por fim, também se torna um requisito primordial para aperfeiçoar as trilhas e cada vez mais tornar a aprendizagem digital próxima da vivência de outras curadorias que consumimos no nosso dia a dia.



Disponível em: https://desafiosdaeducacao.com.br/curadoria-de-conteudo-e-engajamento-do-aluno/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan 2023.

O título do artigo (“Curadoria de conteúdo e engajamento do aluno - uma jornada única”) propõe uma relação lógica entre a curadoria e o engajamento, a qual é descrita ao longo do texto. Assinale, entre as alternativas abaixo, a que sintetiza corretamente a relação estabelecida pela autora entre esses dois elementos:

Alternativas
Q2432348 Português

A leitura é um processo social, um processo de interação entre dois sujeitos, o leitor e o autor.

Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.O leitor é participante ativo do processo de interação, à medida em que busca sentido para aquilo que lê.

PORQUE

II.Deve-se considerar as sinalizações textuais dadas pelo autor e os conhecimentos do leitor, onde várias estratégias são acionadas para uma melhor compreensão do texto.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Respostas
14041: B
14042: B
14043: C
14044: B
14045: D
14046: C
14047: B
14048: B
14049: E
14050: A
14051: A
14052: B
14053: C
14054: D
14055: E
14056: E
14057: A
14058: B
14059: C
14060: E