Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4103808 Português
O texto apresenta a seguinte afirmativa: “Eles são ostracizados e afastados por ex-amigos, seguidores, apoiadores e adversários, levando a um grave prejuízo na carreira do indivíduo cancelado”. Assinale a alternativa que NÃO contém um sinônimo para a palavra sublinhada.
Alternativas
Q4103806 Português
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. Cancelamento é o que acontece às pessoas, em geral celebridades, quando apresentam atitudes questionáveis ou controversas, ou quando já tiveram comportamentos ofensivos nas redes sociais.

II. A “cultura do cancelamento” é um aplicativo usado pelas celebridades para se expressarem.

III. A “cultura do cancelamento” é também um fenômeno de integração política, econômica e cultural a nível mundial.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4103598 Português
O texto apresenta a seguinte afirmativa: “Eles são ostracizados e afastados por ex-amigos, seguidores, apoiadores e adversários, levando a um grave prejuízo na carreira do indivíduo cancelado”. Assinale a alternativa que NÃO contém um sinônimo para a palavra sublinhada.
Alternativas
Q4103596 Português
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. Cancelamento é o que acontece às pessoas, em geral celebridades, quando apresentam atitudes questionáveis ou controversas, ou quando já tiveram comportamentos ofensivos nas redes sociais.

II. A “cultura do cancelamento” é um aplicativo usado pelas celebridades para se expressarem.

III. A “cultura do cancelamento” é também um fenômeno de integração política, econômica e cultural a nível mundial.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UPF Órgão: CODEPAS - RS Prova: UPF - 2023 - CODEPAS - RS - Caixa |
Q4103538 Português

A Companhia de Desenvolvimento de Passo Fundo (Codepas) foi criada pela Lei n. 2.115, de 1° de dezembro de 1984. É uma empresa pública sob forma de sociedade anônima, em que a Prefeitura Municipal é acionista majoritária, com 98,8% do capital social, e a Capasemu é acionista minoritária, com 1,2% do capital.


Disponível em: https://www.codepas.com.br/site/a-codepas/. Acesso em: 15 ago. 2023.



Sobre a Codepas, analise as seguintes afirmações:



I. No final de 1993, a Codepas desvinculou-se da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSU) e assumiu a forma de empresa pública de economia mista, com sede própria.


II. A Codepas trabalha para melhorar a vida das pessoas, incentivando o desenvolvimento econômico e social da comunidade.


III. A Codepas conta hoje com, aproximadamente, 400 funcionários, todos concursados pelo regime da CLT, uma diretoria formada por 5 diretores e 2 Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipa).



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4102906 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No relato que compõe o texto, usam-se determinadas estratégias argumentativas, com exceção de: 
Alternativas
Q4102905 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
A construção do texto apresenta a seguinte estrutura, nesta ordem: 
Alternativas
Q4102904 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
 Em relação ao conteúdo do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102902 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A fenomenologia requer certo encanto pelo fenômeno ou, para não irmos tão longe, um interesse genuíno – algo que me chama a atenção e eu me predisponho a observar, com um olhar vivo, estimulado e aguçado pelo meu interesse particular. Portanto, não se trata apenas de ver, mas de observar com toda a nossa corporalidade. O que nos dizem também, a partir dessa atenção, a escuta, o olfato, o tato? Desse modo, olhar para um fenômeno inclui “todos os olhos do corpo”.

Você já parou para pensar que o fato de algo nos chamar a atenção é um convite para a observação? Podemos não saber exatamente por que certo detalhe nos afeta, mas é nele que o processo se inicia. E, sem precisar explicar, é importante confiar que aquela determinada ação, que chamou o olhar, é o início do diálogo entre você e o fenômeno. Esse olhar vivo e interessado convida, sobretudo, a presença integral, a abertura para as coisas do mundo, a disponibilidade. Requer também treino, insistência, prudência. Repetição, todo dia um pouco mais desse exercício, para que o fenômeno em dado momento se deixe ver para além do que se mostra de relance, para que ele se revele e não que o revelemos. Buscamos o que ele é, não uma impressão só minha, mas o que nos atravessa a todos. Aos poucos, na constância da prática, somos levados a um local de assombro, por percebermos no nosso cotidiano o que antes não era apreendido.


Fonte: Miradas. Instituto Alana, São Paulo, 2019.  
No segmento: “E, sem precisar explicar, é importante confiar que aquela determinada ação, que chamou o olhar, é o início do diálogo entre você e o fenômeno”, o pronome “você”:
Alternativas
Q4102898 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A fenomenologia requer certo encanto pelo fenômeno ou, para não irmos tão longe, um interesse genuíno – algo que me chama a atenção e eu me predisponho a observar, com um olhar vivo, estimulado e aguçado pelo meu interesse particular. Portanto, não se trata apenas de ver, mas de observar com toda a nossa corporalidade. O que nos dizem também, a partir dessa atenção, a escuta, o olfato, o tato? Desse modo, olhar para um fenômeno inclui “todos os olhos do corpo”.

Você já parou para pensar que o fato de algo nos chamar a atenção é um convite para a observação? Podemos não saber exatamente por que certo detalhe nos afeta, mas é nele que o processo se inicia. E, sem precisar explicar, é importante confiar que aquela determinada ação, que chamou o olhar, é o início do diálogo entre você e o fenômeno. Esse olhar vivo e interessado convida, sobretudo, a presença integral, a abertura para as coisas do mundo, a disponibilidade. Requer também treino, insistência, prudência. Repetição, todo dia um pouco mais desse exercício, para que o fenômeno em dado momento se deixe ver para além do que se mostra de relance, para que ele se revele e não que o revelemos. Buscamos o que ele é, não uma impressão só minha, mas o que nos atravessa a todos. Aos poucos, na constância da prática, somos levados a um local de assombro, por percebermos no nosso cotidiano o que antes não era apreendido.


Fonte: Miradas. Instituto Alana, São Paulo, 2019.  
A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q4102893 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
Em relação ao que diz o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102891 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
O objetivo central do texto é:
Alternativas
Q4102802 Português
A questão devem ser respondidas com base no texto 3.


Texto 3


Figurinha 9


No tempo em que as crianças podiam brincar tranqüilas nas ruas do bairro, na praça ou na frente de casa, sempre havia a turma. Na hora certa, todos apareciam. Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabra-cega. Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada. Conforme a época, um ou outro brinquedo era o preferido, virava mania de temporada: pandorga, carrinho de rolimã, bolita, bilboquê, ioiô, bambolê, pião, cincomarias, sapata. O importante era estar com a turma, na brincadeira combinada. Às vezes, a gente ficava só conversando. Primeiro cada um dizia o que ia ser, depois todos acabavam falando sobre o futuro. Ainda não havia televisão, videogame e computador. O futuro era uma imensa luz, bem longe.


URBIM, Carlos. Álbum de figurinhas. Porto Alegre: Editora Age, 2002.
Os elementos “televisão, computador e videogame” ilustram:
Alternativas
Q4102800 Português
A questão devem ser respondidas com base no texto 3.


Texto 3


Figurinha 9


No tempo em que as crianças podiam brincar tranqüilas nas ruas do bairro, na praça ou na frente de casa, sempre havia a turma. Na hora certa, todos apareciam. Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabra-cega. Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada. Conforme a época, um ou outro brinquedo era o preferido, virava mania de temporada: pandorga, carrinho de rolimã, bolita, bilboquê, ioiô, bambolê, pião, cincomarias, sapata. O importante era estar com a turma, na brincadeira combinada. Às vezes, a gente ficava só conversando. Primeiro cada um dizia o que ia ser, depois todos acabavam falando sobre o futuro. Ainda não havia televisão, videogame e computador. O futuro era uma imensa luz, bem longe.


URBIM, Carlos. Álbum de figurinhas. Porto Alegre: Editora Age, 2002.
Na oração “Na hora certa, todos apareciam”, o pronome “todos” se refere:
Alternativas
Q4102799 Português
A questão devem ser respondidas com base no texto 3.


Texto 3


Figurinha 9


No tempo em que as crianças podiam brincar tranqüilas nas ruas do bairro, na praça ou na frente de casa, sempre havia a turma. Na hora certa, todos apareciam. Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabra-cega. Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada. Conforme a época, um ou outro brinquedo era o preferido, virava mania de temporada: pandorga, carrinho de rolimã, bolita, bilboquê, ioiô, bambolê, pião, cincomarias, sapata. O importante era estar com a turma, na brincadeira combinada. Às vezes, a gente ficava só conversando. Primeiro cada um dizia o que ia ser, depois todos acabavam falando sobre o futuro. Ainda não havia televisão, videogame e computador. O futuro era uma imensa luz, bem longe.


URBIM, Carlos. Álbum de figurinhas. Porto Alegre: Editora Age, 2002.
Observe a construção do texto: “Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabracega”. Em relação a essa construção, afirma-se que:

I. Há um desdobramento narrativo que garante a especificidade da informação.
II. A expressão “de tudo um pouco” tem sentido genérico.
III. A listagem de brincadeiras, em “De pegar, esconder, cabra-cega”, poderia ser omitida do texto, sem prejuízo da informação pretendida.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4102798 Português
A questão devem ser respondidas com base no texto 3.


Texto 3


Figurinha 9


No tempo em que as crianças podiam brincar tranqüilas nas ruas do bairro, na praça ou na frente de casa, sempre havia a turma. Na hora certa, todos apareciam. Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabra-cega. Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada. Conforme a época, um ou outro brinquedo era o preferido, virava mania de temporada: pandorga, carrinho de rolimã, bolita, bilboquê, ioiô, bambolê, pião, cincomarias, sapata. O importante era estar com a turma, na brincadeira combinada. Às vezes, a gente ficava só conversando. Primeiro cada um dizia o que ia ser, depois todos acabavam falando sobre o futuro. Ainda não havia televisão, videogame e computador. O futuro era uma imensa luz, bem longe.


URBIM, Carlos. Álbum de figurinhas. Porto Alegre: Editora Age, 2002.
Ao afirmar que: “Às vezes, a gente ficava só conversando”, o texto permite ao leitor deduzir que: 
Alternativas
Q4102793 Português
A questão deve ser respondidas com base no texto 2.


Texto 2


1 Um ciclone extratropical que se formou sobre o oceano nesta quarta-feira (26) provoca pancadas de chuva em todo o

2 RS. A precipitação pode ser acompanhada por rajadas de vento de até 60 km/h. Os efeitos, porém, são menos intensos

3 do que em fenômenos do mesmo tipo registrados em junho e no início de julho no estado.

4 A precipitação mais volumosa é prevista para a manhã, com tendência de diminuição no decorrer da tarde.

5 As temperaturas seguem mais altas pela influência do vento quente que vem do norte do Brasil; porém, a tendência 6 é que, após a passagem do ciclone, volte a esfriar — já na noite de quarta-feira.


ZH Digital. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2023/07/video-confira-a-movimentacao-dociclone-que-atua-na-costa-do-rs-clkjqhdzf002f01546eeu0yab.html. Acesso em: 26 jul. 2023. 
O advérbio “já”, na última linha do texto, expressa ideia de: 
Alternativas
Q4102785 Português
A questão deve ser respondidas com base no texto 2.


Texto 2


1 Um ciclone extratropical que se formou sobre o oceano nesta quarta-feira (26) provoca pancadas de chuva em todo o

2 RS. A precipitação pode ser acompanhada por rajadas de vento de até 60 km/h. Os efeitos, porém, são menos intensos

3 do que em fenômenos do mesmo tipo registrados em junho e no início de julho no estado.

4 A precipitação mais volumosa é prevista para a manhã, com tendência de diminuição no decorrer da tarde.

5 As temperaturas seguem mais altas pela influência do vento quente que vem do norte do Brasil; porém, a tendência 6 é que, após a passagem do ciclone, volte a esfriar — já na noite de quarta-feira.


ZH Digital. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2023/07/video-confira-a-movimentacao-dociclone-que-atua-na-costa-do-rs-clkjqhdzf002f01546eeu0yab.html. Acesso em: 26 jul. 2023. 
O objetivo principal do texto em relação ao leitor é: 
Alternativas
Q4102784 Português
A questão deve ser respondidas com base no texto 2.


Texto 2


1 Um ciclone extratropical que se formou sobre o oceano nesta quarta-feira (26) provoca pancadas de chuva em todo o

2 RS. A precipitação pode ser acompanhada por rajadas de vento de até 60 km/h. Os efeitos, porém, são menos intensos

3 do que em fenômenos do mesmo tipo registrados em junho e no início de julho no estado.

4 A precipitação mais volumosa é prevista para a manhã, com tendência de diminuição no decorrer da tarde.

5 As temperaturas seguem mais altas pela influência do vento quente que vem do norte do Brasil; porém, a tendência 6 é que, após a passagem do ciclone, volte a esfriar — já na noite de quarta-feira.


ZH Digital. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2023/07/video-confira-a-movimentacao-dociclone-que-atua-na-costa-do-rs-clkjqhdzf002f01546eeu0yab.html. Acesso em: 26 jul. 2023. 
O assunto principal do texto é:
Alternativas
Q4102781 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1 

Q1_7.png (696×232)
A mensagem do texto 1 é direcionada ao público: 
Alternativas
Respostas
13421: E
13422: A
13423: E
13424: A
13425: B
13426: B
13427: A
13428: C
13429: C
13430: D
13431: B
13432: C
13433: E
13434: D
13435: B
13436: D
13437: A
13438: C
13439: D
13440: C