Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2540497 Português

Leia o excerto da reportagem exposta na Superinteressante e responda à questão.


O FIM DA SUPERPOPULAÇÃO  (Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro)


Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os limites do Crescimento”. [...] O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de COe esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população – que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global”– poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais. E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental. [...] No ano passado, o Clube de Roma publicou um novo estudo, que projeta cenários totalmente diferentes daqueles dos anos 1960. Agora, os cientistas do grupo (que foi ampliado, numa iniciativa batizada de Earth4All) afirmam que, no cenário considerado mais “otimista”, a população global cairá para 6,1 bilhões em 2100. Ainda é muita gente. Mas bem menos do que hoje. A ONU, mais conservadora, ainda acredita que a população vai se estabilizar em torno de 10 bilhões; ao mesmo tempo, também já trabalha com outro cenário, de 7 bilhões. Mas, antes de entrar nisso, vale explorar uma questão que parece até simples, mas revela respostas surpreendentes: por que, afinal, as taxas de natalidade estão caindo tanto?


O dinheiro e as políticas -  O primeiro fator é econômico: ter filhos, e cuidar deles, custa dinheiro. Nos anos 1970, o economista americano Gary Becker, da Universidade de Chicago, publicou uma série de trabalhos científicos mostrando que o desenvolvimento dos países, e consequente aumento nos padrões de vida, tendem a resultar em taxas de natalidade mais baixas. O ingresso das mulheres no mercado de trabalho (o que reduz seu tempo para ter filhos) e a evolução dos sistemas educacionais (com escolas mais caras, nas quais as crianças passam mais tempo) tornam financeiramente mais custoso gerar descendentes. [...] É totalmente diferente do cenário anterior, que prevaleceu na maior parte da história humana, em que ter muitos descendentes significava contar com mais mão de obra para a agricultura de subsistência ou empregos nas cidades, que ajudavam a sustentar a família. Hoje, os filhos não são mais encarados pela família como potencial força de trabalho; eles dão trabalho. Essa mudança de paradigma tornou mais comum, de certo tempo para Essa mudança de paradigma cá, ver homens e mulheres falando abertamente que não desejam ter filhos – uma posição que costumava ser mal vista pela sociedade. [...] A redução global nas taxas de natalidade tem várias possíveis explicações, mas a contribuição de cada uma permanece um mistério. Já o outro lado da moeda vai ficando cada vez mais claro. O encolhimento da população terá grandes consequências para o futuro do mundo – tanto as boas quanto as ruins.

Um mundo menos lotado - Combater o aquecimento global não é só uma questão de vontade e esforço: também há um problema de escala envolvido. Isso porque, mesmo com todo o crescimento das fontes renováveis nos últimos anos, 80% de toda a energia consumida pela humanidade ainda é de origem fóssil. Algumas nações, como o Brasil e a França, já têm matrizes energéticas bem limpas; mas os demais, incluindo os países que mais consomem energia no mundo, ainda são totalmente dependentes da queima de carvão e gás. Descarbonizar tudo isso (ou uma parte grande o suficiente para frear o aquecimento global), com as tecnologias existentes hoje, será bem difícil. [...] Em 2017, cientistas do Canadá e da Suécia calcularam que, nos países desenvolvidos, ter um filho a menos reduz a emissão de CO2 de uma pessoa em 58,6% toneladas por anos. É muito mais do que abandonar o carro [...], evitar viagens de avião [...] ou parar de comer carne. [...] Porém, ao contrário do que você pode pensar, a redução populacional não é só alegria; ela também pode ter consequências danosas. Esses efeitos se espalham por diferentes aspectos da vida, mas têm um nexo central: o Esses efeitos impacto sobre a economia. Com menos gente nascendo, a idade média da população vai aumentar – e haverá menos trabalhadores para contribuir com a previdência e pagar as aposentadorias dos idosos. [...] Em suma: não há uma saída simples para a redução – e consequente envelhecimento – populacional. Outro problema decorrente disso é que, com menos pessoas produzindo e consumindo, o padrão de vida pode cair. [...] A redução populacional também tende a aumentar os desníveis sociais, já que a taxa de natalidade é maior já que nos países pobres. Segundo a ONU, 71% da humanidade vive em países onde a desigualdade cresceu nas últimas décadas. [...] Mas um ponto parece certo: continuar crescendo explosivamente e sem limites, como nos últimos 100 anos, não é o caminho para um futuro viável.


Fonte: Revista Superinteressante, ed. 459, jan. 2024.


O propósito comunicativo central do texto é:
Alternativas
Q2540166 Português
Ex-Cirque du Soleil vai disputar primeira Olimpíada aos 45 anos

    Durante décadas, Bill May sonhou em competir nas Olimpíadas. Não foi a capacidade atlética que o impediu de atingir esse objetivo até agora, mas uma questão muito mais fundamental: ele é um homem.
    Até recentemente, os nadadores artísticos do sexo masculino eram excluídos da competição nos Jogos Olímpicos. Há pouco mais de um ano, a regra mudou, e o veterano de 45 anos finalmente poderá realizar este sonho.
    “Não há nada no mundo que me faça mal neste momento”, diz ele à CNN, compreensivelmente exultante após a qualificação dos EUA para os Jogos deste ano, em Paris. “Tudo é lindo, incrível, maravilhoso. Nós vamos para as Olimpíadas.” Poucos atletas serão mais merecedores da vaga nos Jogos deste ano, que começam em julho, do que Bill May, e poucos terão tido um caminho tão oneroso e tortuoso para chegar lá.
    Há precisamente 20 anos, quando os homens ainda eram proibidos no nado artístico (ex-nado sincronizado), May assistiu da beira da piscina a seleção dos EUA conquistar o bronze em Atenas. Depois disso, ele se afastou do esporte, juntando-se ao Cirque du Soleil em sua produção aquática, “O”. A vida no espetáculo seguiu pelos próximos 10 anos, pelo menos até que sua carreira competitiva ganhasse um novo capítulo.
    Quando os atletas masculinos receberam permissão para competir no Mundial da modalidade, em 2015, May mais uma vez se viu trocando de faixa. Ele se tornou o primeiro vencedor do evento técnico de dueto misto ao lado de Christina Jones naquele ano e agora está, finalmente, pronto para competir no Olimpo do esporte.
    Em dezembro de 2022, a World Aquatics anunciou que até dois nadadores artísticos masculinos de equipes de oito poderiam competir nas Olimpíadas de Paris.

Fonte: Ex-Cirque du Soleil vai disputar primeira Olimpíada aos 45 anos; leia entrevista | CNN Brasil 
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2540126 Português
Ataques diretos entre Israel e Irã acabaram, diz fonte de inteligência regional.


Ataque israelense em província a 350 quilômetros do Teerã aconteceu nas primeiras horas desta sextafeira (19), de acordo com os EUA.



Uma fonte regional de inteligência, com conhecimento da potencial reação do Irã ao ataque israelense nesta sexta-feira (19), segundo uma autoridade dos EUA, disse que os ataques diretos entre os dois inimigos estavam “encerrados”. Fontes dos EUA confirmaram que Israel realizou um ataque na província de Isfahan, a cerca de 350 quilômetros da capital Teerã. O sistema de defesa iraniano foi ativado, e abateu o que seriam três drones israelenses. A fonte, que não estava autorizada a falar publicamente, falou à CNN sob condição de anonimato cerca de duas horas e meia depois de a CNN ter relatado pela primeira vez os ataques. A fonte disse que, tanto quanto é do seu conhecimento, não se esperava que o Irã respondesse aos ataques, mas não deu uma certeza. Autoridades do governo iraniano tentaram até agora minimizar o impacto do ataque desta sexta-feira. Os militares israelenses não comentaram e o Irã não identificou a origem do ataque.


O ataque


Israel realizou um ataque direto contra o Irã nesta sexta-feira (19), segundo confirmou um oficial dos Estados Unidos à CNN. O alvo não era uma instalação nuclear, ainda segundo a fonte. Uma televisão estatal iraniana também afirmou que instalações nucleares não foram atingidas. Um radar do Exército pode ser um dos alvos do ataque, e janelas de vários edifícios de escritórios foram quebradas na área, segundo a agência iraniana Fars. Sistemas de defesa aérea foram ativados na província de Isfahan, e derrubaram três drones, segundo a agência estatal iraniana. Uma autoridade do Irã afirmou à Reuters que não houve ataque com mísseis, e que as explosões ouvidas foram resultado da ativação da defesa aérea.



Nic Robertson da CNN
Jerusalém
19/04/2024 às 06:11 | Atualizado 19/04/2024 às 07:41.
Ao ler o texto é possível afirmar que:
Alternativas
Q2540098 Português

Leia o excerto da reportagem exposta na Superinteressante e responda à questão.


O FIM DA SUPERPOPULAÇÃO  (Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro)


Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os limites do Crescimento”. [...] O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de COe esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população – que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global”– poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais. E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental. [...] No ano passado, o Clube de Roma publicou um novo estudo, que projeta cenários totalmente diferentes daqueles dos anos 1960. Agora, os cientistas do grupo (que foi ampliado, numa iniciativa batizada de Earth4All) afirmam que, no cenário considerado mais “otimista”, a população global cairá para 6,1 bilhões em 2100. Ainda é muita gente. Mas bem menos do que hoje. A ONU, mais conservadora, ainda acredita que a população vai se estabilizar em torno de 10 bilhões; ao mesmo tempo, também já trabalha com outro cenário, de 7 bilhões. Mas, antes de entrar nisso, vale explorar uma questão que parece até simples, mas revela respostas surpreendentes: por que, afinal, as taxas de natalidade estão caindo tanto?


O dinheiro e as políticas -  O primeiro fator é econômico: ter filhos, e cuidar deles, custa dinheiro. Nos anos 1970, o economista americano Gary Becker, da Universidade de Chicago, publicou uma série de trabalhos científicos mostrando que o desenvolvimento dos países, e consequente aumento nos padrões de vida, tendem a resultar em taxas de natalidade mais baixas. O ingresso das mulheres no mercado de trabalho (o que reduz seu tempo para ter filhos) e a evolução dos sistemas educacionais (com escolas mais caras, nas quais as crianças passam mais tempo) tornam financeiramente mais custoso gerar descendentes. [...] É totalmente diferente do cenário anterior, que prevaleceu na maior parte da história humana, em que ter muitos descendentes significava contar com mais mão de obra para a agricultura de subsistência ou empregos nas cidades, que ajudavam a sustentar a família. Hoje, os filhos não são mais encarados pela família como potencial força de trabalho; eles dão trabalho. Essa mudança de paradigma tornou mais comum, de certo tempo para Essa mudança de paradigma cá, ver homens e mulheres falando abertamente que não desejam ter filhos – uma posição que costumava ser mal vista pela sociedade. [...] A redução global nas taxas de natalidade tem várias possíveis explicações, mas a contribuição de cada uma permanece um mistério. Já o outro lado da moeda vai ficando cada vez mais claro. O encolhimento da população terá grandes consequências para o futuro do mundo – tanto as boas quanto as ruins.

Um mundo menos lotado - Combater o aquecimento global não é só uma questão de vontade e esforço: também há um problema de escala envolvido. Isso porque, mesmo com todo o crescimento das fontes renováveis nos últimos anos, 80% de toda a energia consumida pela humanidade ainda é de origem fóssil. Algumas nações, como o Brasil e a França, já têm matrizes energéticas bem limpas; mas os demais, incluindo os países que mais consomem energia no mundo, ainda são totalmente dependentes da queima de carvão e gás. Descarbonizar tudo isso (ou uma parte grande o suficiente para frear o aquecimento global), com as tecnologias existentes hoje, será bem difícil. [...] Em 2017, cientistas do Canadá e da Suécia calcularam que, nos países desenvolvidos, ter um filho a menos reduz a emissão de CO2 de uma pessoa em 58,6% toneladas por anos. É muito mais do que abandonar o carro [...], evitar viagens de avião [...] ou parar de comer carne. [...] Porém, ao contrário do que você pode pensar, a redução populacional não é só alegria; ela também pode ter consequências danosas. Esses efeitos se espalham por diferentes aspectos da vida, mas têm um nexo central: o Esses efeitos impacto sobre a economia. Com menos gente nascendo, a idade média da população vai aumentar – e haverá menos trabalhadores para contribuir com a previdência e pagar as aposentadorias dos idosos. [...] Em suma: não há uma saída simples para a redução – e consequente envelhecimento – populacional. Outro problema decorrente disso é que, com menos pessoas produzindo e consumindo, o padrão de vida pode cair. [...] A redução populacional também tende a aumentar os desníveis sociais, já que a taxa de natalidade é maior já que nos países pobres. Segundo a ONU, 71% da humanidade vive em países onde a desigualdade cresceu nas últimas décadas. [...] Mas um ponto parece certo: continuar crescendo explosivamente e sem limites, como nos últimos 100 anos, não é o caminho para um futuro viável.


Fonte: Revista Superinteressante, ed. 459, jan. 2024.

Ao expor as pesquisas cujo foco é a relação entre o número da população e as condições de vida da sociedade, uma série de descobertas vem à tona nesse percurso, a saber:
I- Há uma estreita relação entre crescimento populacional, aumento da emissão de CO2 e estagnação de recursos naturais, levantando um alerta para se pôr freio às taxas de natalidade. II- A dificuldade em conter o aquecimento global se deve à dependência, principalmente de países mais desenvolvidos, dos combustíveis fósseis, levando à crença de que a redução populacional leva à queda do consumo de energia, promovendo, pois a descarbonização. III- O fator determinante para o aquecimento global são as populações mais pobres, pois, nestas, as taxas de natalidade são mais altas, e, dada a grande desigualdade social, eis mais um ponto negativo da superpopulação.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2540092 Português
O texto abaixo é um excerto de uma reportagem publicada em um periódico semanal. Leia-o, de forma a responder à questão. 

Estudo encerra polarização: bem-estar pressupõe cuidar do corpo e da alma


    Foi sempre uma coisa ou outra, sem concessões — a alma ou o corpo. Durante muito mais tempo do que se deveria, a relevância para o ser humano de se movimentar um pouquinho que seja foi relegada ao fundo das prioridades. O bom mesmo era pensar, cuidar da cabeça, estar psicologicamente bem. Mas então, em meados do século XX, estudos mostraram que o exercício físico é fundamental. Nos anos 1940, um revolucionário trabalho de um médico inglês com cobradores de ônibus demonstrou que a ocorrência cada vez maior de problemas cardíacos estava ligada muito mais ao sedentarismo do que à idade ou ao estresse crônico. E então o mundo percebeu que não poderia ficar parado — e dá-lhe abandonar os fundamentais cuidados com a cuca.
    Mas, como a roda não para de girar, em eterno vaivém, por mais de uma vez foram dadas ordens contrárias, isso ou aquilo. De um lado, os fervorosos defensores do chamado mindfulness, a técnica para acalmar os pensamentos e trabalhar a atenção plena. Do outro, mindfulness os amantes dos exercícios físicos e toda a prazerosa cascata hormonal que eles desencadeiam. Aqui e ali algumas vozes apontaram o caminho do bom senso, mas o tempo tratou de calá-las. 
    A polarização incessável virou mau hábito, um labirinto sem saída, de portas fechadas e donos da verdade. Seria preciso algum freio de arrumação, o necessário equilíbrio para pôr as duas frentes na balança, sem privilégios, em igualdade de condições. Parece, enfim, ter chegado a hora. Um robusto trabalho da Universidade de Bath, na Inglaterra, revela que costurar os dois aspectos — a cabeça e o organismo — é o que nos faz viver mais e melhor. Soa simples, quase banal, talvez seja, mas eis aí uma conclusão que merece ser celebrada. Os estudiosos mergulharam em mais de 7. 500 referências científicas sobre o tema. Buscaram os prós e contras de cada vertente e do combo extraíram um enredo — uma postura ajuda a outra, simples assim. “Ficar mais atento, com a mente alerta, ajuda a treinar as forças psicológicas que precisamos para praticar exercícios corporais”, disse a VEJA Masha Remskar, cientista comportamental de Bath, uma das responsáveis pelo pioneiro levantamento.  “mindfulness e o fitness se complementam mindfulness fitnessincrivelmente bem, multiplicando os benefícios para a saúde mental”.
    Os dados existentes comprovam as respostas de cada linha, isoladamente. A movimentação física é alimento para o ânimo, o bem-estar fundamental para tocar a vida. O zelo mental é atalho para a satisfação no dia a dia. A junção das duas pontas — e adeus polarização — tem extraordinário poder multiplicador. É o que revela a mineração da vasta pesquisa agora divulgada e que muitos especialistas recomendam com veemência. 
    Tudo resolvido? Não. As evidências ajudam a abrir avenidas e a demolir os lugares-comuns. Os xiitas da ginástica e os fanáticos pela reflexão vão naturalmente perder espaço, mas as dificuldades do cotidiano da vida moderna oferecem obstáculos, muitos intransponíveis. Como, por exemplo, ter força para abandonar o smartphone e as redes sociais? Como associar o personal trainer com o terapeuta de consultório, com tempo curto e dinheiro escasso? [...] Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais mostrou que, no Brasil, os transtornos mentais levam à perda de 4,7% do PIB todos os anos, com menor produtividade e redução de postos de trabalho. [...] Vale, portanto, como resolução para o ano que mal começou, a vigilância permanente.

Fonte: Revista VEJA, ed. 2876, 10 jan. 2024.
O texto apresenta diferentes percepções sobre como cuidar da saúde e do bem-estar. Avalie a veracidade das afirmações abaixo a respeito das posturas que vão se definindo na trajetória dos estudos.
I- Houve uma época em que a descoberta de que problemas de saúde, como os distúrbios cardíacos, estariam associados à falta de atividade física levou à negligência quanto aos problemas ligados à mente. II- A inconsistência dos argumentos, seja dos que se preocupam com o equilíbrio da mente, seja dos adeptos à atividade física como suporte para o bem-estar e a saúde, implicou uma nova tendência: a aceitação de que as duas posturas devem caminhar juntas. III- Dado o enfraquecimento de posturas radicais, surgem novos focos de atenção: a reeducação de hábitos relacionados ao uso das redes sociais e as restrições financeiras, fatores que constituem barreiras ao enfrentamento dos cuidados com o corpo em sua totalidade.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2539802 Português
Frutas típicas do verão e seus benefícios nutricionais


Por Dani Borges









(Disponível em: www.vitat.com.br/frutas-tipicas-do-verao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Sobre o texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2539762 Português
Uso do celular ao volante: perigo constante


Por Josy Braga











(Disponível em: www.agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2022-09/usar-celular-notransito-e-terceira-causa-de-morte-no-transito– texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o texto, o uso do celular ao volante:
Alternativas
Q2539761 Português
Uso do celular ao volante: perigo constante


Por Josy Braga











(Disponível em: www.agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2022-09/usar-celular-notransito-e-terceira-causa-de-morte-no-transito– texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é o assunto principal do texto?
Alternativas
Q2539722 Português
Curiosidades sobre o verão



Por Rafaela Sousa









(Disponível em: www.brasilescola.uol.com.br/geografia/verao – texto adaptado especialmente para prova). 

Segundo o texto, é uma característica do verão causar:
Alternativas
Q2539721 Português
Curiosidades sobre o verão



Por Rafaela Sousa









(Disponível em: www.brasilescola.uol.com.br/geografia/verao – texto adaptado especialmente para prova). 

Segundo o texto, uma das estações do ano é o(a): 
Alternativas
Q2539648 Português

______ soluçamos?







(Disponível em: ______ soluçamos. Mundo Estranho: os segredos do corpo humano, São Paulo, v. 02, p. 35, 2015. – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise as assertivas abaixo sobre informações retiradas do texto:

I. O normal e/ou esperado é que o soluço dure não mais do que alguns minutos.

II. A contração do diafragma é um reflexo incontrolável, ocasionado por alguma irritação do nervo que o controla.

III. Para parar o soluço, é necessário ativar o nervo frênico de alguma forma.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2539647 Português

______ soluçamos?







(Disponível em: ______ soluçamos. Mundo Estranho: os segredos do corpo humano, São Paulo, v. 02, p. 35, 2015. – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a ordem de fatores que contribuem para a ocorrência do soluço, conforme o texto expõe.
Alternativas
Q2539646 Português

______ soluçamos?







(Disponível em: ______ soluçamos. Mundo Estranho: os segredos do corpo humano, São Paulo, v. 02, p. 35, 2015. – texto adaptado especialmente para esta prova). 

De acordo com o texto, são possíveis causas do soluço, EXCETO:
Alternativas
Q2539482 Português

O jeans é ruim para o meio ambiente, mas uma nova descoberta pode ajudar


Por Olivia Ferrari








(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/05/o-jeans-e-ruim-para-o-meioambiente-mas-uma-nova-descoberta-pode-ajudar – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento adaptado “A enzima recém-projetada é extremamente estável e, portanto, pode suportar melhor o processo de fabricação industrial do que os métodos anteriores de uso do indican”, infere-se predominantemente que:
Alternativas
Q2539480 Português

O jeans é ruim para o meio ambiente, mas uma nova descoberta pode ajudar


Por Olivia Ferrari








(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/05/o-jeans-e-ruim-para-o-meioambiente-mas-uma-nova-descoberta-pode-ajudar – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Embora o índigo em si seja naturalmente derivado de uma planta, a crescente demanda por jeans azuis ao longo do século 20 deu origem ao índigo sintético, que agora é mais comumente usado”, retirado do texto, infere-se predominantemente que:
Alternativas
Q2539479 Português

O jeans é ruim para o meio ambiente, mas uma nova descoberta pode ajudar


Por Olivia Ferrari








(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/05/o-jeans-e-ruim-para-o-meioambiente-mas-uma-nova-descoberta-pode-ajudar – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O índigo precisa ser modificado por meio do uso de produtos químicos agressivos.

( ) O jeans é considerado o item básico mais clássico no mundo inteiro.

( ) Em relação à pegada ambiental, o jeans possui o maior índice de todos os artigos de moda.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2539478 Português

O jeans é ruim para o meio ambiente, mas uma nova descoberta pode ajudar


Por Olivia Ferrari








(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2024/05/o-jeans-e-ruim-para-o-meioambiente-mas-uma-nova-descoberta-pode-ajudar – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. A pesquisa dinamarquesa desenvolveu um método de tingimento de jeans utilizando uma enzima que elimina o uso de produtos químicos agressivos.

II. O uso da luz para tingir com indican não mostrou redução significativa nos impactos ambientais em comparação com os métodos convencionais de tingimento de jeans.

III. O uso de combustíveis fósseis foi uma das categorias de impacto analisadas pelos pesquisadores da equipe de Ditte Hededam Welner.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2539296 Português
Pão com vina de Curitiba: conheça o autêntico e tradicional, desde 1945

    Qual memória o pão com vina desperta em você? Para alguns, tem gosto de infância, de pão de leite com salsicha ao molho nos aniversários, ou quem sabe aquele dogão super recheado no fim da noite. Eu lembro das reuniões com os amigos, no Boqueirão. Passávamos no mercado para garantir o molho, a vina, o pãozinho francês, maionese, batata palha. A festa era completa no fim de semana com a turma. 
    Popular já há tantas décadas, pode até ser que um jovem hoje não reconheça como cachorro-quente o mais autêntico pão com vina de Curitiba – símbolo completo da curitibanice [só aqui a gente consegue entender o significado de vina].
    Num dos cartões-postais da cidade, no Calçadão da Rua XV de Novembro, entre os bares com as mesas embaixo das coberturas roxas de acrílico assinadas por Abrão Assad, o Bar Mignon mantém no cardápio o autêntico lanche curitibano.
    Pão d’água, duas vinas e cebolinha verde picadinha, acompanhados de molho de pimenta e mostarda escura (R$ 15). Esse é o pão com vina, um dos mais antigos da cidade. Duvida? Quem confirma a história é o gerente da casa, Paulo Roberto Cordeiro. “É o mais antigo que você vai achar. Não vai encontrar mais nada nesse tipo. Hoje em dia o cachorro-quente segue outro padrão, do cachorro de carrinho, com um monte de coisa. Tudo é questão de gosto, da clientela”, comenta.
    A história conta que um açougueiro alemão, vindo de Viena, resolveu inventar um novo tipo de salsicha em 1805. Johann Georg Lahner misturou carne bovina e suína e criou a Wienerwust. Anos depois, em 1845, Curitiba começou a receber imigrantes europeus. E, adivinha? A Wienerwust veio de carona. O nome é difícil, complicado. Para simplificar, o povo passou a chamar Wienerwust de salsicha de Viena, a vina. 

Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/rangobarateza/o-autentico-pao-com-vina-de-curitiba-eservido-no-cartao-postal-da-cidade/
Qual o nome do açougueiro alemão que criou a Wienerwust? 
Alternativas
Q2539200 Português

Leia o Texto para responder a questão.


    


Disponível em: <https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/campanha-sobre

transito-seguro-da-portonave-tem-criacao-da-daraujo/>. Acesso em: 22 fev.

2024.

A função desse texto é de

Alternativas
Q2539199 Português

Leia o Texto para responder a questão.


    


Disponível em: <https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/campanha-sobre

transito-seguro-da-portonave-tem-criacao-da-daraujo/>. Acesso em: 22 fev.

2024.

A imagem, também chamada de texto não-verbal, relacionase com o texto escrito, porque

Alternativas
Respostas
9161: C
9162: E
9163: D
9164: B
9165: E
9166: D
9167: B
9168: D
9169: E
9170: B
9171: D
9172: C
9173: D
9174: C
9175: D
9176: C
9177: C
9178: E
9179: C
9180: C