Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3020761 Português

        O setor público enfrenta o desafio particular de oferecer serviços públicos cada vez melhores a uma população gradualmente mais bem informada, mais consciente de seus direitos e com expectativas crescentes quanto ao papel do Estado. Devido aos recursos limitados, desenvolver serviços públicos inovadores tem sido visto crescentemente como fator fundamental para sustentar um alto nível de serviços para cidadãos e negócios, bem como para enfrentar desafios sociais e aprimorar o bem-estar social da população.


        Diante desse cenário, o discurso científico sobre inovação em compras públicas ganhou maior atenção nas últimas décadas. A União Europeia reconheceu as compras públicas como instrumento de inovação e de provimento de mercados pioneiros para novos produtos, definindo-as como compras de bens e serviços que ainda não existem, que precisam ser aperfeiçoados ou que requerem pesquisa e inovação para atender às necessidades especificadas pelos usuários.


        As compras públicas representam grande parte da execução da despesa pública. Entre países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média de gastos públicos representa 12% do GDP (equivalente ao PIB) por ano. No Brasil, anualmente o governo federal gasta, em média, 5% do PIB em compras apenas de bens e serviços. Quando se incluem nos cálculos as despesas efetuadas por estados, municípios e estatais, o percentual chega próximo a 15% do PIB, ou R$ 900 bilhões.


Internet: <www.realp.unb.br> (com adaptações).



Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. 


Entende-se da leitura do texto que o desenvolvimento de serviços públicos inovadores é considerado essencial para o enfrentamento de desafios sociais e o aprimoramento do bem-estar social da população.  

Alternativas
Q3020760 Português

        O setor público enfrenta o desafio particular de oferecer serviços públicos cada vez melhores a uma população gradualmente mais bem informada, mais consciente de seus direitos e com expectativas crescentes quanto ao papel do Estado. Devido aos recursos limitados, desenvolver serviços públicos inovadores tem sido visto crescentemente como fator fundamental para sustentar um alto nível de serviços para cidadãos e negócios, bem como para enfrentar desafios sociais e aprimorar o bem-estar social da população.


        Diante desse cenário, o discurso científico sobre inovação em compras públicas ganhou maior atenção nas últimas décadas. A União Europeia reconheceu as compras públicas como instrumento de inovação e de provimento de mercados pioneiros para novos produtos, definindo-as como compras de bens e serviços que ainda não existem, que precisam ser aperfeiçoados ou que requerem pesquisa e inovação para atender às necessidades especificadas pelos usuários.


        As compras públicas representam grande parte da execução da despesa pública. Entre países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média de gastos públicos representa 12% do GDP (equivalente ao PIB) por ano. No Brasil, anualmente o governo federal gasta, em média, 5% do PIB em compras apenas de bens e serviços. Quando se incluem nos cálculos as despesas efetuadas por estados, municípios e estatais, o percentual chega próximo a 15% do PIB, ou R$ 900 bilhões.


Internet: <www.realp.unb.br> (com adaptações).



Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. 


De acordo com o texto, o acesso à informação pela população, o aumento da consciência sobre seus direitos e a expectativa crescente com relação ao papel do Estado têm sido importantes entraves para o oferecimento de serviços públicos de qualidade. 

Alternativas
Q3020628 Português
Que verso remete às consequências que um furacão pode deixar onde passa?
Alternativas
Q3020627 Português

Eu sou

Eu sou o olho

Eu sou o olho do furacão

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho

Eu sou Eu.

Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.

In: 111 poemas. 26. ed.

Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.

No poema:
Alternativas
Q3020626 Português

Eu sou

Eu sou o olho

Eu sou o olho do furacão

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho

Eu sou Eu.

Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.

In: 111 poemas. 26. ed.

Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.

Quem é o eu lírico do poema?
Alternativas
Q3020625 Português

Eu sou

Eu sou o olho

Eu sou o olho do furacão

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.

Eu sou o olho do furacão que espia

Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho

Eu sou Eu.

Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.

In: 111 poemas. 26. ed.

Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3020620 Português

TEXTO 2


Q6_7.png (427×137)



Alexandre Beck. Vendo pôr do sol. Armandinho Três. Florianópolis, 2014. p. 45.

O efeito de humor é criado a partir:
Alternativas
Q3020619 Português

TEXTO 2


Q6_7.png (427×137)



Alexandre Beck. Vendo pôr do sol. Armandinho Três. Florianópolis, 2014. p. 45.

É correto afirma sobre o texto 2 que:
Alternativas
Q3020549 Português
A escolha é sua!


Por Gilmar Marcílio









(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2024/08/a-escolha-e suacm0h5vfeb001m015s41uymgk8.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Para o autor, a forma como os outros analisam nosso passado e nossas ações é o que vai determinar nosso entendimento sobre ele.

II. O autor tenta manter comportamentos que estejam de acordo com aquilo que ele fala.

III. Ter uma vida saudável demanda autoconhecimento e a tolerância para com o outro melhora a qualidade das relações.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3020503 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o fragmento “E mais, a gente podia se valer de vários PSs, se necessário fosse. PS2, PS3, PS4. Hoje em dia, os desavisados ficariam boiando: que que tem o PlayStation a ver com isso?”, a autora apresenta predominantemente o contraste entre:
Alternativas
Q3020502 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o fragmento “Um amigo disse que, em tempos de comunicação digital, o PS perdeu a sua razão de ser”, infere-se predominantemente que o PS:
Alternativas
Q3020501 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Segundo o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O PS era útil quando se escrevia cartas à mão, bem como na máquina de escrever, e surgia a necessidade de acrescentar informações após a carta já ter sido escrita.
II. O PS é uma prática exclusivamente brasileira, sem equivalentes em outras culturas.
III. Com o surgimento do computador, o PS perdeu parte de sua utilidade, pois é possível editar o texto para adicionar informações.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3020472 Português

TEXTO 4


“Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

minha gravata e cinto e escova e pente,

meu copo, minha xícara,

minha toalha de banho e sabonete,

meu isso, meu aquilo,

Com que inocência demito-me de ser

eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim-mesmo,

ser pensante, sentinte e solidário

com outros seres diversos e conscientes

de sua humana, invencível condição”

(ANDRADE, Carlos Drummond. Eu etiqueta Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16-1-. 1982, Caderno B)

A expressão ‘demito-me de ser eu’ indica que o eu lírico:
Alternativas
Q3020471 Português

TEXTO 4


“Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

minha gravata e cinto e escova e pente,

meu copo, minha xícara,

minha toalha de banho e sabonete,

meu isso, meu aquilo,

Com que inocência demito-me de ser

eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim-mesmo,

ser pensante, sentinte e solidário

com outros seres diversos e conscientes

de sua humana, invencível condição”

(ANDRADE, Carlos Drummond. Eu etiqueta Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16-1-. 1982, Caderno B)

Assinale a alternativa correta sobre o trecho do poema do texto 4
Alternativas
Q3020469 Português
É correto afirmar sobre a tirinha que:
Alternativas
Q3020341 Português

        A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.


        Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.


Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue. 


Conforme as ideias do texto, a distinção entre mente e corpo como objetos de estudo já era conhecida desde a Antiguidade, mas apenas com René Descartes essa distinção foi teorizada e difundida. 

Alternativas
Q3020340 Português

        A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.


        Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.


Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari. São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue. 


Conclui-se da leitura do texto que seu autor tem uma visão negativa do trabalho de Descartes, o que se comprova pelo emprego, no terceiro período do segundo parágrafo, do adjetivo “reducionista” e da expressão “análise mecânica da mente humana”. 

Alternativas
Q3020260 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento entre as linhas 38 e 40, infere-se predominantemente que:
Alternativas
Q3020258 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a respeito da obsessão em um relacionamento “Mas não é querer terminar, é poder terminar”, infere-se predominantemente que:
Alternativas
Q3020257 Português


(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A obsessão em um relacionamento ocorre quando uma pessoa não consegue se envolver emocionalmente com o parceiro.
II. O livre-arbítrio é mantido de forma plena mesmo em relacionamentos obsessivos.
III. Relacionamentos obsessivos podem persistir mesmo após a quebra de confiança, infidelidade ou comportamentos inadequados do parceiro.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
8901: C
8902: E
8903: C
8904: B
8905: A
8906: B
8907: A
8908: A
8909: E
8910: A
8911: B
8912: D
8913: B
8914: B
8915: D
8916: E
8917: E
8918: A
8919: A
8920: C