Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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O setor público enfrenta o desafio particular de oferecer serviços públicos cada vez melhores a uma população gradualmente mais bem informada, mais consciente de seus direitos e com expectativas crescentes quanto ao papel do Estado. Devido aos recursos limitados, desenvolver serviços públicos inovadores tem sido visto crescentemente como fator fundamental para sustentar um alto nível de serviços para cidadãos e negócios, bem como para enfrentar desafios sociais e aprimorar o bem-estar social da população.
Diante desse cenário, o discurso científico sobre inovação em compras públicas ganhou maior atenção nas últimas décadas. A União Europeia reconheceu as compras públicas como instrumento de inovação e de provimento de mercados pioneiros para novos produtos, definindo-as como compras de bens e serviços que ainda não existem, que precisam ser aperfeiçoados ou que requerem pesquisa e inovação para atender às necessidades especificadas pelos usuários.
As compras públicas representam grande parte da execução da despesa pública. Entre países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média de gastos públicos representa 12% do GDP (equivalente ao PIB) por ano. No Brasil, anualmente o governo federal gasta, em média, 5% do PIB em compras apenas de bens e serviços. Quando se incluem nos cálculos as despesas efetuadas por estados, municípios e estatais, o percentual chega próximo a 15% do PIB, ou R$ 900 bilhões.
Internet: <www.realp.unb.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Entende-se da leitura do texto que o desenvolvimento de
serviços públicos inovadores é considerado essencial para o
enfrentamento de desafios sociais e o aprimoramento do
bem-estar social da população.
O setor público enfrenta o desafio particular de oferecer serviços públicos cada vez melhores a uma população gradualmente mais bem informada, mais consciente de seus direitos e com expectativas crescentes quanto ao papel do Estado. Devido aos recursos limitados, desenvolver serviços públicos inovadores tem sido visto crescentemente como fator fundamental para sustentar um alto nível de serviços para cidadãos e negócios, bem como para enfrentar desafios sociais e aprimorar o bem-estar social da população.
Diante desse cenário, o discurso científico sobre inovação em compras públicas ganhou maior atenção nas últimas décadas. A União Europeia reconheceu as compras públicas como instrumento de inovação e de provimento de mercados pioneiros para novos produtos, definindo-as como compras de bens e serviços que ainda não existem, que precisam ser aperfeiçoados ou que requerem pesquisa e inovação para atender às necessidades especificadas pelos usuários.
As compras públicas representam grande parte da execução da despesa pública. Entre países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média de gastos públicos representa 12% do GDP (equivalente ao PIB) por ano. No Brasil, anualmente o governo federal gasta, em média, 5% do PIB em compras apenas de bens e serviços. Quando se incluem nos cálculos as despesas efetuadas por estados, municípios e estatais, o percentual chega próximo a 15% do PIB, ou R$ 900 bilhões.
Internet: <www.realp.unb.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue.
De acordo com o texto, o acesso à informação pela
população, o aumento da consciência sobre seus direitos e a
expectativa crescente com relação ao papel do Estado têm
sido importantes entraves para o oferecimento de serviços
públicos de qualidade.
Eu sou
Eu sou o olho
Eu sou o olho do furacão
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho
Eu sou Eu.
Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.
In: 111 poemas. 26. ed.
Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.
Eu sou
Eu sou o olho
Eu sou o olho do furacão
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho
Eu sou Eu.
Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.
In: 111 poemas. 26. ed.
Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.
Eu sou
Eu sou o olho
Eu sou o olho do furacão
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão que espia: casas, telhados, ruas, brinquedos pra levar num arrastão.
Eu sou o olho do furacão que espia
Eu sou o olho do furacão Eu sou o olho
Eu sou Eu.
Sérgio Capparelli. “O olho do furacão”.
In: 111 poemas. 26. ed.
Porto Alegre: L&PM, 2018. p. 128.
TEXTO 2

Alexandre Beck. Vendo pôr do sol. Armandinho Três.
Florianópolis, 2014. p. 45.
TEXTO 2

Alexandre Beck. Vendo pôr do sol. Armandinho Três.
Florianópolis, 2014. p. 45.

I. Para o autor, a forma como os outros analisam nosso passado e nossas ações é o que vai determinar nosso entendimento sobre ele.
II. O autor tenta manter comportamentos que estejam de acordo com aquilo que ele fala.
III. Ter uma vida saudável demanda autoconhecimento e a tolerância para com o outro melhora a qualidade das relações.
Quais estão corretas?

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).
I. O PS era útil quando se escrevia cartas à mão, bem como na máquina de escrever, e surgia a necessidade de acrescentar informações após a carta já ter sido escrita.
II. O PS é uma prática exclusivamente brasileira, sem equivalentes em outras culturas.
III. Com o surgimento do computador, o PS perdeu parte de sua utilidade, pois é possível editar o texto para adicionar informações.
Quais estão corretas?
TEXTO 4
“Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição”
(ANDRADE, Carlos Drummond. Eu etiqueta Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16-1-. 1982, Caderno B)
TEXTO 4
“Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição”
(ANDRADE, Carlos Drummond. Eu etiqueta Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16-1-. 1982, Caderno B)
TEXTO 3

A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Conforme as ideias do texto, a distinção entre mente e corpo
como objetos de estudo já era conhecida desde a
Antiguidade, mas apenas com René Descartes essa distinção
foi teorizada e difundida.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Conclui-se da leitura do texto que seu autor tem uma visão
negativa do trabalho de Descartes, o que se comprova pelo
emprego, no terceiro período do segundo parágrafo, do
adjetivo “reducionista” e da expressão “análise mecânica da
mente humana”.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A obsessão em um relacionamento ocorre quando uma pessoa não consegue se envolver emocionalmente com o parceiro.
II. O livre-arbítrio é mantido de forma plena mesmo em relacionamentos obsessivos.
III. Relacionamentos obsessivos podem persistir mesmo após a quebra de confiança, infidelidade ou comportamentos inadequados do parceiro.
Quais estão corretas?