Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3153730 Português
OS AVÓS QUE NÃO QUEREM SER EXPLORADOS


Em playgrounds de parques, é comum se ver, durante as tardes de dias de semana, avós cuidando dos netos após a escola. A imagem pode ser bonita e tocante, transmitindo a impressão de que essas avós ou esses avôs gostam de cuidar dos netos e estão felizes em poder ajudar seus filhos nessa tarefa. Mas a imagem engana. 

Catarina Campos comunicou aos quatro filhos sua indisposição em passar a velhice cuidando de neto(s), quando eles começaram a ter parceiros estáveis. Para essa mulher de 67 anos, uma coisa é ajudar os filhos quando surge um problema específico e outra é cuidar dos netos em tempo integral, diariamente.

"Se um dia eles não puderem e precisarem que eu vá buscar a criança na escola, por exemplo, não há problema. Mas pegar o neto de manhã e ficar com ele o dia todo até os pais voltarem do trabalho, definitivamente, não é correto, porque eu tenho a minha vida e quero aproveitar o meu tempo agora que me aposentei", afirma.

"Tenho visto avós que vão buscar os netos de manhã, os levam à escola, dão alimentação e, às vezes, até os filhos saem de férias e deixam os pequenos com eles", acrescenta sobre idosos que passam a ser os principais cuidadores dos netos.

Embora admita que seus filhos gostariam de poder contar mais com ela, eles não reagiram mal diante de sua negativa. "Pra mim, isso de deixar o filho comigo e aproveitar a vida não é justo. Só tenham filhos se puderem cuidar deles! A minha obrigação eu já cumpri!", diz Catarina.

Ela critica a suposição, que muitos têm, de que "você pode ter filhos, que os avós cuidarão deles".

"Há avós que estão, praticamente, criando os netos", ela diz.

Catarina tem muitas amigas que, assim como ela, se recusam a cuidar dos netos o tempo todo, mas também conhece avós que, pressionados pelos filhos, cuidam dos netos em tempo integral.

Nem todos têm a força de Catarina em estabelecer limites.

Avós autônomos, que curtem a vida e aproveitam o tempo do qual dispõem, que não querem assumir a responsabilidade de cuidar dos filhos dos filhos, costumam ser vistos como egoístas. No entanto, é importante lembrar que priorizar o próprio conforto e bem-estar em detrimento das necessidades dos filhos é um direito daqueles que, por muitos anos, já trabalharam, cumprindo com suas obrigações, os quais merecem gozar de paz e tranquilidade.

É legítimo o direito de uma velhice digna e saudável, podendo usufruir do tempo que o não ter de trabalhar proporciona.

Não é justo que recaia sobre os avós, por vezes cansados e com limitações quanto à saúde inerentes à idade, a obrigação de assumir o cuidado de netos, uma vez que aqueles já honraram com sua obrigação. Igualmente, não é justo que os filhos cuidem de seus irmãos, o que pode comprometer a infância. 
Após ler e interpretar o texto "Os avós que não querem ser explorados", assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3153592 Português
Moradores de cidades com maior espaço verde têm melhor saúde mental

Achado é de pesquisa que mostrou que, quanto maior o contato com a natureza, menor a chance de desenvolver transtornos mentais

Gabriela Maraccini, 23/02/2024 às 11:47

Morar em cidade grande com maiores espaços de área verde, como parques, praças públicas e jardins, pode ser benéfico para a saúde mental. Um novo estudo mostrou que moradores de áreas urbanas que são mais expostos a espaços verdes apresentam melhor bem-estar mental. O estudo foi publicado no "International Journal of Environmental Research and Public Health" no início de fevereiro e mostrou que, quanto maior a exposição a áreas verdes urbanas, menor é a necessidade de serviços de saúde mental, como consultas com psiquiatras e tratamentos para transtornos mentais.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Texas A&M University usaram uma ferramenta chamada NatureScore, que usa vários conjuntos de dados relacionados a poluição atmosférica, sonora e luminosa, presença de parques e copas de árvores para calcular a quantidade e qualidade de elementos naturais para qualquer endereço conhecido nos Estados Unidos e outros países do mundo.

O NatureScore avalia a qualidade da exposição à natureza de acordo com a seguinte pontuação: deficiente: 0 a 19 pontos; leve: de 20 a 40 pontos; adequada: de 40 a 60 pontos; rica: de 60 a 80 pontos; utópica: de 80 a 100 pontos.

"A associação entre a exposição à natureza e uma melhor saúde mental está bem estabelecida nos Estados Unidos e em outros lugares, mas a maioria dos estudos utiliza apenas uma ou duas medições desta exposição", disse Jay Maddock, um dos autores do estudo em comunicado à imprensa. "Nosso estudo foi o primeiro a usar o NatureScore, que fornece dados mais complexos, para estudar a correlação entre a exposição à natureza urbana e a saúde mental"

Os investigadores também usaram dados sobre consultas de saúde mental contidos nos arquivos de dados públicos de pacientes ambulatoriais do Texas Hospital, de 2014 a 2019. Neles, havia informações como idade, sexo, raça/etnia, escolarização, situação profissional e socioeconômica, diagnóstico e CEP do paciente. Ainda assim, a identidade dos pacientes não foi divulgada. Foram selecionados um total de 61.391.400 consultas ambulatoriais de adultos em cidades do Texas para depressão, transtornos bipolares, estresse e ansiedade. Além disso, a pesquisa incluiu dados de 1.169 endereços na área urbana do Texas, cuja nota média do NatureScore era de 85,8 pontos. Metade dos CEPs tinha notas elevadas (acima de 80 pontos) e cerca de 22% tinham notas abaixo de 40 pontos.

Resultados do estudo

De acordo com o estudo, quanto maior era a pontuação de um bairro no NatureScore, menor era a tendência de os moradores fazerem consultas ambulatoriais devido à saúde mental. Segundo os resultados, as taxas de consultas médicas foram 50% menores em bairros com pontuação acima de 60 pontos, em comparação com bairros que possuem pontuação mais baixa. "Descobrimos que um NatureScore acima de 40 – considerado adequado – parece ser o limite para uma boa saúde mental", disse Maddock. "As pessoas nesses bairros têm uma probabilidade 51% menor de desenvolver depressão e uma probabilidade 63% menor de desenvolver transtornos bipolares".

Para Omar M. Makram, principal autor do estudo, essas descobertas podem ter implicações importantes para o planejamento urbano. "Aumentar os espaços verdes nas cidades poderia promover o bem-estar e a saúde mental, o que é extremamente importante, dado que mais de 22% da população adulta nos Estados Unidos sofre de um distúrbio de saúde mental", disse ele, em comunicado.
Assinale a alternativa que apresenta a relação CORRETA estabelecida pelos pronomes no texto.
Alternativas
Q3153591 Português
Moradores de cidades com maior espaço verde têm melhor saúde mental

Achado é de pesquisa que mostrou que, quanto maior o contato com a natureza, menor a chance de desenvolver transtornos mentais

Gabriela Maraccini, 23/02/2024 às 11:47

Morar em cidade grande com maiores espaços de área verde, como parques, praças públicas e jardins, pode ser benéfico para a saúde mental. Um novo estudo mostrou que moradores de áreas urbanas que são mais expostos a espaços verdes apresentam melhor bem-estar mental. O estudo foi publicado no "International Journal of Environmental Research and Public Health" no início de fevereiro e mostrou que, quanto maior a exposição a áreas verdes urbanas, menor é a necessidade de serviços de saúde mental, como consultas com psiquiatras e tratamentos para transtornos mentais.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Texas A&M University usaram uma ferramenta chamada NatureScore, que usa vários conjuntos de dados relacionados a poluição atmosférica, sonora e luminosa, presença de parques e copas de árvores para calcular a quantidade e qualidade de elementos naturais para qualquer endereço conhecido nos Estados Unidos e outros países do mundo.

O NatureScore avalia a qualidade da exposição à natureza de acordo com a seguinte pontuação: deficiente: 0 a 19 pontos; leve: de 20 a 40 pontos; adequada: de 40 a 60 pontos; rica: de 60 a 80 pontos; utópica: de 80 a 100 pontos.

"A associação entre a exposição à natureza e uma melhor saúde mental está bem estabelecida nos Estados Unidos e em outros lugares, mas a maioria dos estudos utiliza apenas uma ou duas medições desta exposição", disse Jay Maddock, um dos autores do estudo em comunicado à imprensa. "Nosso estudo foi o primeiro a usar o NatureScore, que fornece dados mais complexos, para estudar a correlação entre a exposição à natureza urbana e a saúde mental"

Os investigadores também usaram dados sobre consultas de saúde mental contidos nos arquivos de dados públicos de pacientes ambulatoriais do Texas Hospital, de 2014 a 2019. Neles, havia informações como idade, sexo, raça/etnia, escolarização, situação profissional e socioeconômica, diagnóstico e CEP do paciente. Ainda assim, a identidade dos pacientes não foi divulgada. Foram selecionados um total de 61.391.400 consultas ambulatoriais de adultos em cidades do Texas para depressão, transtornos bipolares, estresse e ansiedade. Além disso, a pesquisa incluiu dados de 1.169 endereços na área urbana do Texas, cuja nota média do NatureScore era de 85,8 pontos. Metade dos CEPs tinha notas elevadas (acima de 80 pontos) e cerca de 22% tinham notas abaixo de 40 pontos.

Resultados do estudo

De acordo com o estudo, quanto maior era a pontuação de um bairro no NatureScore, menor era a tendência de os moradores fazerem consultas ambulatoriais devido à saúde mental. Segundo os resultados, as taxas de consultas médicas foram 50% menores em bairros com pontuação acima de 60 pontos, em comparação com bairros que possuem pontuação mais baixa. "Descobrimos que um NatureScore acima de 40 – considerado adequado – parece ser o limite para uma boa saúde mental", disse Maddock. "As pessoas nesses bairros têm uma probabilidade 51% menor de desenvolver depressão e uma probabilidade 63% menor de desenvolver transtornos bipolares".

Para Omar M. Makram, principal autor do estudo, essas descobertas podem ter implicações importantes para o planejamento urbano. "Aumentar os espaços verdes nas cidades poderia promover o bem-estar e a saúde mental, o que é extremamente importante, dado que mais de 22% da população adulta nos Estados Unidos sofre de um distúrbio de saúde mental", disse ele, em comunicado.
A palavra "Achado", na submanchete da notícia, expressa qual sentido acerca da manchete?
Alternativas
Q3153590 Português
Moradores de cidades com maior espaço verde têm melhor saúde mental

Achado é de pesquisa que mostrou que, quanto maior o contato com a natureza, menor a chance de desenvolver transtornos mentais

Gabriela Maraccini, 23/02/2024 às 11:47

Morar em cidade grande com maiores espaços de área verde, como parques, praças públicas e jardins, pode ser benéfico para a saúde mental. Um novo estudo mostrou que moradores de áreas urbanas que são mais expostos a espaços verdes apresentam melhor bem-estar mental. O estudo foi publicado no "International Journal of Environmental Research and Public Health" no início de fevereiro e mostrou que, quanto maior a exposição a áreas verdes urbanas, menor é a necessidade de serviços de saúde mental, como consultas com psiquiatras e tratamentos para transtornos mentais.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Texas A&M University usaram uma ferramenta chamada NatureScore, que usa vários conjuntos de dados relacionados a poluição atmosférica, sonora e luminosa, presença de parques e copas de árvores para calcular a quantidade e qualidade de elementos naturais para qualquer endereço conhecido nos Estados Unidos e outros países do mundo.

O NatureScore avalia a qualidade da exposição à natureza de acordo com a seguinte pontuação: deficiente: 0 a 19 pontos; leve: de 20 a 40 pontos; adequada: de 40 a 60 pontos; rica: de 60 a 80 pontos; utópica: de 80 a 100 pontos.

"A associação entre a exposição à natureza e uma melhor saúde mental está bem estabelecida nos Estados Unidos e em outros lugares, mas a maioria dos estudos utiliza apenas uma ou duas medições desta exposição", disse Jay Maddock, um dos autores do estudo em comunicado à imprensa. "Nosso estudo foi o primeiro a usar o NatureScore, que fornece dados mais complexos, para estudar a correlação entre a exposição à natureza urbana e a saúde mental"

Os investigadores também usaram dados sobre consultas de saúde mental contidos nos arquivos de dados públicos de pacientes ambulatoriais do Texas Hospital, de 2014 a 2019. Neles, havia informações como idade, sexo, raça/etnia, escolarização, situação profissional e socioeconômica, diagnóstico e CEP do paciente. Ainda assim, a identidade dos pacientes não foi divulgada. Foram selecionados um total de 61.391.400 consultas ambulatoriais de adultos em cidades do Texas para depressão, transtornos bipolares, estresse e ansiedade. Além disso, a pesquisa incluiu dados de 1.169 endereços na área urbana do Texas, cuja nota média do NatureScore era de 85,8 pontos. Metade dos CEPs tinha notas elevadas (acima de 80 pontos) e cerca de 22% tinham notas abaixo de 40 pontos.

Resultados do estudo

De acordo com o estudo, quanto maior era a pontuação de um bairro no NatureScore, menor era a tendência de os moradores fazerem consultas ambulatoriais devido à saúde mental. Segundo os resultados, as taxas de consultas médicas foram 50% menores em bairros com pontuação acima de 60 pontos, em comparação com bairros que possuem pontuação mais baixa. "Descobrimos que um NatureScore acima de 40 – considerado adequado – parece ser o limite para uma boa saúde mental", disse Maddock. "As pessoas nesses bairros têm uma probabilidade 51% menor de desenvolver depressão e uma probabilidade 63% menor de desenvolver transtornos bipolares".

Para Omar M. Makram, principal autor do estudo, essas descobertas podem ter implicações importantes para o planejamento urbano. "Aumentar os espaços verdes nas cidades poderia promover o bem-estar e a saúde mental, o que é extremamente importante, dado que mais de 22% da população adulta nos Estados Unidos sofre de um distúrbio de saúde mental", disse ele, em comunicado.
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3151738 Português
AS INSTITUIÇÕES E O PRÊMIO NOBEL





Luiz Carlos Bresser Pereira. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/11/as-instituicoes-e-o-premio-nobel.shtml. Acesso em: 6 nov. 2024. 
Em relação à leitura do texto e suas possíveis inferências, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3151578 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
O principal objetivo do texto em evidência, trata-se de 
Alternativas
Q3150589 Português
A importância dos Conselhos de Medicina
A população ganha com o trabalho dos Conselhos de Medicina, pois recebe deles o apoio na luta por melhor qualidade no atendimento e por ampliação no acesso aos diferentes serviços. Por outro lado, é esse sistema que estabelece os critérios para uma relação médico-paciente equilibrada e com respeito às autonomias para ambas as partes. Além disso, cabe à autarquia validar os procedimentos médicos com base na sua segurança e eficácia, o que significa, em outras palavras, reduzir os riscos de sequelas e de mortes.
GALLO. José Hiran da Silva. Disponível em: <https://cremero.org.br/ artigos/a-importancia-dos-conselhos-de-medicina>. Acesso em: 20 set. 2024, com adaptações.
A informação veiculada pelo título é justificada
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Q3150231 Português
CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO OLÍMPICA

O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o que já é algo a se destacar.

Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não poderia sequer estar presente na competição em homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.

Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as mulheres daquela época não podiam competir. Foram até proibidas de frequentar o recinto sagrado do Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de Zeus.

Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2 dC. Segundo esse registro, essa competição era organizada e supervisionada por uma comissão de 16 mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os cabelos soltos.

Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então Cinisca também não poderia participar desses jogos. Então, como ela conseguiu a vitória se a competição olímpica era tão cuidadosamente reservada aos homens?

Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer, nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.

Essa foi uma honra importante; o local era reservado para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.

Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para uma mulher para comemorar vitórias em competições pan-helênicas.

Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a Grécia, que conquistou esta coroa."

Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/
"O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o que já é algo a se destacar."
O fato que deu louros à  Cinisca está diretamente ligado
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Q3150128 Português
O ENCONTRADO NAS PROFUNDEZAS DE ROCHAS DE MARTE


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda Insight, da Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.

A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água líquida. As descobertas foram publicadas na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de 2021, essas evidências foram questionadas por artigos científicos, os quais indicaram que provavelmente os italianos haviam encontrado argila, e não água.

A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas descobriram por qual material elas têm mais probabilidade de terem se movido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores do estudo. A análise revelou reservatórios de água em profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana. "Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para entender a evolução do clima, da superfície e do interior [do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da Universidade da Califórnia em San Diego. Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta". Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta. No entanto, a localização dessa água subterrânea marciana não é necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a 10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk, seria difícil", diz Manga à BBC News.

A descoberta também pode contribuir para a A contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora no subsolo profundo."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
"Na verdade, essas são as mesmas1 técnicas que usamos para prospectar água na Terra."
"Perfurar um buraco a 10 km da superfície em Marte, mesmo2 para [Elon] Musk, seria difícil"
Sobre o uso dos termos 1 e 2, nos contextos em análise, verdadeiro afirmar que
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Q3150088 Português
O Folhetinista


Machado de Assis

Uma das plantas europeias que dificilmente se têm aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.

Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum caso de aclimatação séria. O que não estiver contido nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e mesquinho de formas.

O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde maiores proporções tomava o grande veículo do espírito moderno; falo do jornal.

Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar a economia vital de sua organização às conveniências das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo apenas.

Mas comecemos por definir a nova entidade literária.

O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é que desenha as saliências fisionômicas na moderna criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos, heterogêneos como água e fogo, casam-se perfeitamente na organização do novo animal.

Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo; é capital próprio.

O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence; até mesmo a política. [...]


Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029 .pdf
No trecho "Uma das plantas europeias que dificilmente se têm aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade", é possível perceber que o autor compara o folhetinista a uma planta denotando
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Q3149943 Português
Desabafo
(Ramires Linhares)

     Essa não está sendo uma semana fácil. Definitivamente.

  Imaginem que ontem recebi uma ligação do Banco do Brasil, dizendo que haviam entrado criminosamente na minha conta e retirado sem minha autorização a quantia de 8 mil reais. Minha tranquilidade acabou. Havia algo errado, com certeza. Fiquei chocado.

   Mesmo que os bancos vivam dizendo que é seguro fazer transações pela internet e que só o verdadeiro dono da conta pode entrar nela e realizar os serviços, o risco de hackers invadirem sistemas e mesmo contas particulares sempre existe.

     Mesmo que o crime cometido tenha sido cibernético e somente dinheiro foi levado, há o prejuízo e aquela sensação de vazio e raiva nos invade. Qualquer valor que a pessoa guarda em uma conta é fruto do seu trabalho e está ali para uma emergência qualquer. Quando ocorre um roubo passa um filme na cabeça, pois o valor poderia ter sido usado para fazer ou comprar algo legal e, de repente, ficamos só na vontade.

     Quando recebi a notícia da invasão da conta fiquei assustado e pensativo, com a certeza de que havia algo ruim acontecendo. Ainda com as pernas trêmulas, coloquei os pensamentos em ordem e raciocinei direito. Aí lembrei que não tenho conta no Banco do Brasil e muito menos 8 mil depositado em qualquer lugar.

      Mas vejam bem: e se eu não fosse pobre?

      Por isso é bom tomar cuidado com a tecnologia quando envolve o seu dinheiro.


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/desabafo-35970# 
De acordo com o texto, as garantias oferecidas pelas instituições bancárias não são suficientes, pois:
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Q3149801 Português




(Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/ quadrinhos/?date=2024-8-22&limit=1, Acesso em 24 de agosto de 2024.)

A estratégia argumentativa empregada pelo animal, para persuasão e convencimento do seu interlocutor, constitui uma estratégia de
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Q3149794 Português
TODAS
O risco de ser mulher


   Há 18 anos a Lei Maria da Penha define como crime a violência doméstica e familiar contra a mulher. Ainda assim, o Brasil bate recordes de delitos dessa natureza no ano em que a legislação (que é considerada pela Organização das Nações UnidasONU uma das melhores do mundo) chega à maioridade.

   Prova de que não basta ter lei, é preciso que o Estado aja sem preconceito e dê crédito à palavra das vítimas. Contudo, em boa parte dos casos, as mulheres são responsabilizadas direta ou indiretamente. E, além do trauma da agressão, têm de viver assombradas pela culpa e pela vergonha.

   A violência de gênero contra a mulher compreende, afora a agressão física, os âmbitos psicológico, moral, patrimonial e sexual. A compilação dos dados recentes sobre esse crime deixa explícito o risco de ser mulher no nosso país. É aterrorizante!

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a violência doméstica aumentou 10% em 2023. A cada seis minutos uma mulher foi estuprada, sendo 60% das vítimas menor de 13 anos e o criminoso um parente; 1467 mulheres vítimas de feminicídio, a maioria (63%) negra; 80% dos assassinos eram parceiros ou ex-parceiros íntimos; 778 mil mulheres foram ameaçadas; a Justiça concedeu 540 mil medidas protetivas de urgência; A violência psicológica cresceu 33%; a divulgação de cenas de estupro, sexo ou pornografia teve alta de 47%. [...]

  Nesse cenário, o enfrentamento à violência de gênero deveria encontrar amplo respaldo no Congresso Nacional com vistas a ampliar a proteção das vítimas. Mas não é o que acontece. Além do "Projeto de Lei do Estupro" (PL 1.904/2024), que equipara a interrupção da gestação com mais de 22 semanas ao crime de homicídio mesmo em casos de violência sexual, estão em tramitação os PL’s 1.920 e 2.499/2024, que também ameaçam o direito ao aborto legal.

   Em vez de cercear políticas sobre direitos reprodutivos, o parlamento deveria se dedicar a garantir a eficácia da rede de proteção às mulheres.


ANA CRISTINA ROSA. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/ 2024/08/ Acesso em 24 de agosto de 2024.
Com os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a autora considera que
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Q3149793 Português
TODAS
O risco de ser mulher


   Há 18 anos a Lei Maria da Penha define como crime a violência doméstica e familiar contra a mulher. Ainda assim, o Brasil bate recordes de delitos dessa natureza no ano em que a legislação (que é considerada pela Organização das Nações UnidasONU uma das melhores do mundo) chega à maioridade.

   Prova de que não basta ter lei, é preciso que o Estado aja sem preconceito e dê crédito à palavra das vítimas. Contudo, em boa parte dos casos, as mulheres são responsabilizadas direta ou indiretamente. E, além do trauma da agressão, têm de viver assombradas pela culpa e pela vergonha.

   A violência de gênero contra a mulher compreende, afora a agressão física, os âmbitos psicológico, moral, patrimonial e sexual. A compilação dos dados recentes sobre esse crime deixa explícito o risco de ser mulher no nosso país. É aterrorizante!

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a violência doméstica aumentou 10% em 2023. A cada seis minutos uma mulher foi estuprada, sendo 60% das vítimas menor de 13 anos e o criminoso um parente; 1467 mulheres vítimas de feminicídio, a maioria (63%) negra; 80% dos assassinos eram parceiros ou ex-parceiros íntimos; 778 mil mulheres foram ameaçadas; a Justiça concedeu 540 mil medidas protetivas de urgência; A violência psicológica cresceu 33%; a divulgação de cenas de estupro, sexo ou pornografia teve alta de 47%. [...]

  Nesse cenário, o enfrentamento à violência de gênero deveria encontrar amplo respaldo no Congresso Nacional com vistas a ampliar a proteção das vítimas. Mas não é o que acontece. Além do "Projeto de Lei do Estupro" (PL 1.904/2024), que equipara a interrupção da gestação com mais de 22 semanas ao crime de homicídio mesmo em casos de violência sexual, estão em tramitação os PL’s 1.920 e 2.499/2024, que também ameaçam o direito ao aborto legal.

   Em vez de cercear políticas sobre direitos reprodutivos, o parlamento deveria se dedicar a garantir a eficácia da rede de proteção às mulheres.


ANA CRISTINA ROSA. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/ 2024/08/ Acesso em 24 de agosto de 2024.
A autora considera que, com a lei Maria da Penha,
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Ano: 2024 Banca: IADES Órgão: CFM Prova: IADES - 2024 - CFM - Bibliotecário |
Q3149426 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://vidadesuporte.com.br/wp- content/uploads/2020/05/Suporte_2522.jpg>. Acesso em: 22 set. 2024.


A tirinha lida tem como propósito principal

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Ano: 2024 Banca: IADES Órgão: CFM Prova: IADES - 2024 - CFM - Bibliotecário |
Q3149424 Português
Atesta CFM
    De mãos dadas com a tecnologia, o Conselho Federal de Medicina (CFM) avança na proteção da prática médica e no combate às fraudes na emissão de atestados. Com a plataforma Atesta CFM, médicos, pacientes e empregadores contam com uma solução segura e eficiente, que respeita todas as normas legais e éticas.
Disponível em: <https://www.facebook.com/conselhofederaldemedicina>. Acesso em: 22 set. 2024, com adaptações.
Com base nas questões gramaticais que envolvem o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3149217 Português
TEXTO 01





Bullying no trabalho


O bullying no trabalho é mais comum do que se imagina nos ambientes profissionais. É uma das principais causas de problemas psicológicos e desmotivação no trabalho.


Para ser mais específico, o bullying nas empresas já atinge quase 50% dos jovens nos ambientes de trabalho.


O que é bullying no trabalho?


Quando ouvimos a palavra 'bullying' costumamos associá-la a escolas, jovens e crianças, mas na verdade, esse comportamento também tem se mostrado presente nos ambientes laborativos.


O termo bullying vem da palavra em inglês bully e significa um comportamento contínuo e violento em relação a outra pessoa com a intenção de intimidar ou oprimir.


O que diferencia o bullying no ambiente de trabalho das outras formas de assédio profissional, é a repetição, pois ele é uma agressão feita continuamente.


Nas empresas, ele costuma ocorrer através de ações discriminatórias ou vexatórias constantes.


As práticas mais comuns de bullying nas empresas são:


-receber críticas sem sentido; 


- ser alvo de intimidações, xingamentos ou piadas;


-ser tratado de forma diferente do restante da equipe;


-ser excluído de atividades e decisões.


O bullying profissional também pode ocorrer de forma vertical dentro da hierarquia de uma empresa, quando o chefe persegue algum de seus subalternos.


Entretanto, também acontece de forma horizontal, quando o comportamento é realizado entre os empregados.


A vítima dos ataques costuma apresentar sintomas psicológicos como angústia e queda de autoestima. Consequentemente, dependendo do caso, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão, entre outros sintomas.


Dessa forma, devido a continuidade, o trabalhador fica cada vez mais fragilizado para reagir aos ataques e para conseguir exercer uma rotina produtiva.
Imagem associada para resolução da questão Em relação ao texto 1 e ao texto 2, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3149216 Português
TEXTO 01





Bullying no trabalho


O bullying no trabalho é mais comum do que se imagina nos ambientes profissionais. É uma das principais causas de problemas psicológicos e desmotivação no trabalho.


Para ser mais específico, o bullying nas empresas já atinge quase 50% dos jovens nos ambientes de trabalho.


O que é bullying no trabalho?


Quando ouvimos a palavra 'bullying' costumamos associá-la a escolas, jovens e crianças, mas na verdade, esse comportamento também tem se mostrado presente nos ambientes laborativos.


O termo bullying vem da palavra em inglês bully e significa um comportamento contínuo e violento em relação a outra pessoa com a intenção de intimidar ou oprimir.


O que diferencia o bullying no ambiente de trabalho das outras formas de assédio profissional, é a repetição, pois ele é uma agressão feita continuamente.


Nas empresas, ele costuma ocorrer através de ações discriminatórias ou vexatórias constantes.


As práticas mais comuns de bullying nas empresas são:


-receber críticas sem sentido; 


- ser alvo de intimidações, xingamentos ou piadas;


-ser tratado de forma diferente do restante da equipe;


-ser excluído de atividades e decisões.


O bullying profissional também pode ocorrer de forma vertical dentro da hierarquia de uma empresa, quando o chefe persegue algum de seus subalternos.


Entretanto, também acontece de forma horizontal, quando o comportamento é realizado entre os empregados.


A vítima dos ataques costuma apresentar sintomas psicológicos como angústia e queda de autoestima. Consequentemente, dependendo do caso, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão, entre outros sintomas.


Dessa forma, devido a continuidade, o trabalhador fica cada vez mais fragilizado para reagir aos ataques e para conseguir exercer uma rotina produtiva.
Imagem associada para resolução da questão
O bullying vertical é aquele sustentado pela filosofia hierárquica. O texto 2 evidencia essa relação de hierarquia através:
Alternativas
Q3149215 Português
TEXTO 01





Bullying no trabalho


O bullying no trabalho é mais comum do que se imagina nos ambientes profissionais. É uma das principais causas de problemas psicológicos e desmotivação no trabalho.


Para ser mais específico, o bullying nas empresas já atinge quase 50% dos jovens nos ambientes de trabalho.


O que é bullying no trabalho?


Quando ouvimos a palavra 'bullying' costumamos associá-la a escolas, jovens e crianças, mas na verdade, esse comportamento também tem se mostrado presente nos ambientes laborativos.


O termo bullying vem da palavra em inglês bully e significa um comportamento contínuo e violento em relação a outra pessoa com a intenção de intimidar ou oprimir.


O que diferencia o bullying no ambiente de trabalho das outras formas de assédio profissional, é a repetição, pois ele é uma agressão feita continuamente.


Nas empresas, ele costuma ocorrer através de ações discriminatórias ou vexatórias constantes.


As práticas mais comuns de bullying nas empresas são:


-receber críticas sem sentido; 


- ser alvo de intimidações, xingamentos ou piadas;


-ser tratado de forma diferente do restante da equipe;


-ser excluído de atividades e decisões.


O bullying profissional também pode ocorrer de forma vertical dentro da hierarquia de uma empresa, quando o chefe persegue algum de seus subalternos.


Entretanto, também acontece de forma horizontal, quando o comportamento é realizado entre os empregados.


A vítima dos ataques costuma apresentar sintomas psicológicos como angústia e queda de autoestima. Consequentemente, dependendo do caso, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão, entre outros sintomas.


Dessa forma, devido a continuidade, o trabalhador fica cada vez mais fragilizado para reagir aos ataques e para conseguir exercer uma rotina produtiva.
Em relação aos elementos que estabelecem conexão entre parágrafos, avalie as afirmações.

I.Em "Quando ouvimos a palavra 'bullying' costumamos [...]", a palavra grifada apresenta uma ideia de tempo.
II.Em "Entretanto, também acontece de forma horizontal, quando o comportamento é realizado entre os empregados.", o termo grifado introduz uma ação que acontece no mesmo intervalo de tempo.
III.Em "Dessa forma, devido a continuidade dos ataques [...]", a expressão grifada poderia ser substituída por "Sendo assim", sem gerar prejuízo à compreensão do texto.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3149213 Português
TEXTO 01





Bullying no trabalho


O bullying no trabalho é mais comum do que se imagina nos ambientes profissionais. É uma das principais causas de problemas psicológicos e desmotivação no trabalho.


Para ser mais específico, o bullying nas empresas já atinge quase 50% dos jovens nos ambientes de trabalho.


O que é bullying no trabalho?


Quando ouvimos a palavra 'bullying' costumamos associá-la a escolas, jovens e crianças, mas na verdade, esse comportamento também tem se mostrado presente nos ambientes laborativos.


O termo bullying vem da palavra em inglês bully e significa um comportamento contínuo e violento em relação a outra pessoa com a intenção de intimidar ou oprimir.


O que diferencia o bullying no ambiente de trabalho das outras formas de assédio profissional, é a repetição, pois ele é uma agressão feita continuamente.


Nas empresas, ele costuma ocorrer através de ações discriminatórias ou vexatórias constantes.


As práticas mais comuns de bullying nas empresas são:


-receber críticas sem sentido; 


- ser alvo de intimidações, xingamentos ou piadas;


-ser tratado de forma diferente do restante da equipe;


-ser excluído de atividades e decisões.


O bullying profissional também pode ocorrer de forma vertical dentro da hierarquia de uma empresa, quando o chefe persegue algum de seus subalternos.


Entretanto, também acontece de forma horizontal, quando o comportamento é realizado entre os empregados.


A vítima dos ataques costuma apresentar sintomas psicológicos como angústia e queda de autoestima. Consequentemente, dependendo do caso, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão, entre outros sintomas.


Dessa forma, devido a continuidade, o trabalhador fica cada vez mais fragilizado para reagir aos ataques e para conseguir exercer uma rotina produtiva.
Partindo do sentido global do Texto 1, avalie as afirmações a seguir.

I.É um texto informativo, por isso faz uso da linguagem objetiva.

II.Apesar de ser mais comum em escolas, o bullying também atinge o ambiente de trabalho, porém o comportamento das vítimas difere 50% das que sofrem bullying no sistema educacional.

III.O autor se mostra contrário ao uso da expressão em inglês "bullying" para designar o ato de agressão continuamente sofrida por funcionários de empresas.


Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
6821: C
6822: C
6823: C
6824: E
6825: C
6826: C
6827: E
6828: A
6829: A
6830: B
6831: B
6832: B
6833: C
6834: A
6835: B
6836: B
6837: B
6838: A
6839: C
6840: B