Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/anuncio-publicitario.htm)
A seguir, são apresentadas as principais práticas que você deve seguir para produzir um anúncio publicitário, EXCETO:
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.
Conheça a história da educação para relações étnico-raciais no Brasil
O Ministério da Educação (MEC) tem promovido ações e programas educacionais voltados para a superação das desigualdades étnico-raciais, com o intuito de avançar significativamente na construção de uma educação mais inclusiva e plural. Nesse sentido, a Pasta lançou, em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq).
Coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), a política tem, entre suas metas, a formação de profissionais da educação para gestão e docência em educação para as relações étnico-raciais (Erer) e em educação escolar quilombola (EEQ). Assim, o MEC investirá, até 2027, R$ 2 bilhões para formação de 215 mil gestores e professores em todo o país.
Outra meta da política é o reconhecimento de avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas. Além disso, a política busca consolidar a EEQ com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, instituídas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) por meio da Resolução nº 8/2012.
De acordo com a secretária da Secadi, Zara Figueiredo, a Pneerq surgiu em meio a desafios para a concretização da Erer e da EEQ na prática. Entre as dificuldades enfrentadas, estava a ausência de monitoramento da implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo das escolas de educação básica. Mais tarde, essa legislação foi modificada pela Lei nº 11.645/2008, que incluiu o ensino da história e cultura indígena na obrigatoriedade. Por isso, a primeira ação da Política Nacional de Equidade foi realizar um levantamento das ações para o cumprimento dessas leis entre as redes de ensino de todo o país.
Além disso, a política visa abordar o baixo número de docentes com formação voltada à gestão escolar para a Erer e a EEQ; a ausência de ações oficiais para a prevenção e o enfrentamento de ações racistas na escola e nas universidades; a elevada desigualdade no percurso de estudantes da educação básica; a baixa implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola; e a inadequada estrutura física e pedagógica nas escolas quilombolas, entre outras problemáticas.
"No que toca aos avanços e aos desafios após 20 anos de promulgação da Lei nº 10.639/2003, a Pneerq objetiva implementar ações e programas voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo na educação brasileira e à promoção da política educacional para a população quilombola", explicou a secretária da Secadi.
Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/conheca-a-historia-da-educacao-para-relacoes-etnico-raciais-no-brasil (adaptado).
Aprendermos a aceitar a realidade da vida. (Autor desconhecido).
“Por vezes custa muito aceitarmos a realidade da vida. Lutamos para que tudo seja perfeito e acabamos percebendo que poucas coisas são como esperamos. A verdadeira sabedoria está em sabermos lidar com tudo o que o dia a dia nos reserva e tirarmos proveito daquilo que realmente vale a pena.
que realmente vale a pena. As pessoas que nos rodeiam, por mais que nos amem, acabam sempre por nos magoar. Até a melhor das amizades em algum momento nos decepciona. Aprendermos a perdoar o que os outros nos fazem é o primeiro passo para vivermos em paz conosco. Sentiremos ao longo do tempo que tudo muda e que aqueles que nos são importantes também. Percebermos que a imprevisibilidade da nossa existência fará de nós humanos mais estáveis. Nada estranharemos à medida que formos crescendo e acumulando mais experiência. Por mais dolorosos que sejam certos acontecimentos, eles sempre nos ensinarão algo e nunca serão em vão.”
https://leouve.com.br/comportamento/mensagem-do-dia-aprendermos-a-aceitar-a-realidade da-vida/ - adaptado.
"Adolescentes, grandes vítimas da cultura digital, sucumbem ao imediatismo e seguem 'influencers' sem questionar. Essa submissão à mediocridade resulta na simplificação da linguagem e no empobrecimento da comunicação, tornando-a rasteira e fácil de manipular."
É possível inferir que o autor:
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.
Conheça a história da educação para relações étnico-raciais no Brasil
O Ministério da Educação (MEC) tem promovido ações e programas educacionais voltados para a superação das desigualdades étnico-raciais, com o intuito de avançar significativamente na construção de uma educação mais inclusiva e plural. Nesse sentido, a Pasta lançou, em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq).
Coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), a política tem, entre suas metas, a formação de profissionais da educação para gestão e docência em educação para as relações étnico-raciais (Erer) e em educação escolar quilombola (EEQ). Assim, o MEC investirá, até 2027, R$ 2 bilhões para formação de 215 mil gestores e professores em todo o país.
Outra meta da política é o reconhecimento de avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas. Além disso, a política busca consolidar a EEQ com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, instituídas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) por meio da Resolução nº 8/2012.
De acordo com a secretária da Secadi, Zara Figueiredo, a Pneerq surgiu em meio a desafios para a concretização da Erer e da EEQ na prática. Entre as dificuldades enfrentadas, estava a ausência de monitoramento da implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo das escolas de educação básica. Mais tarde, essa legislação foi modificada pela Lei nº 11.645/2008, que incluiu o ensino da história e cultura indígena na obrigatoriedade. Por isso, a primeira ação da Política Nacional de Equidade foi realizar um levantamento das ações para o cumprimento dessas leis entre as redes de ensino de todo o país.
Além disso, a política visa abordar o baixo número de docentes com formação voltada à gestão escolar para a Erer e a EEQ; a ausência de ações oficiais para a prevenção e o enfrentamento de ações racistas na escola e nas universidades; a elevada desigualdade no percurso de estudantes da educação básica; a baixa implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola; e a inadequada estrutura física e pedagógica nas escolas quilombolas, entre outras problemáticas.
"No que toca aos avanços e aos desafios após 20 anos de promulgação da Lei nº 10.639/2003, a Pneerq objetiva implementar ações e programas voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo na educação brasileira e à promoção da política educacional para a população quilombola", explicou a secretária da Secadi.
Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/conheca-a-historia-da-educacao-para-relacoes-etnico-raciais-no-brasil (adaptado).
O texto 2 a seguir serve de base para responder à questão.
Os dados são referentes aos dias da Operação, que ocorreu entre 19 e 24 de setembro.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) torna público o balanço final da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024, que apresentou resultados importantes em diversos aspectos. A principal conquista foi a redução de 33% no número de acidentes graves em comparação com o ano anterior. Em 2023, foram registrados 12 acidentes graves, enquanto em 2024 esse número caiu para 8. Esse dado ressalta o impacto positivo das ações preventivas e da intensificação das fiscalizações nas rodovias federais.
A operação também se destacou pelo aumento expressivo nas ações de fiscalização. Em 2024, a PRF abordou 3.578 pessoas, o que representa um aumento de 36% em relação ao ano anterior, quando foram fiscalizadas 2.631 pessoas. O número de veículos inspecionados também cresceu de forma significativa, subindo de 2.403 em 2023 para 3.251 em 2024, uma variação positiva de 35%.
Esse incremento nas fiscalizações reflete o esforço da PRF em ampliar a cobertura e a atuação nas rodovias federais, com o objetivo de inibir comportamentos de risco e prevenir acidentes. Um exemplo desse trabalho é o aumento de 62% nos testes de alcoolemia realizados durante a operação. Em 2023, foram feitos 1.587 testes de bafômetro, enquanto em 2024 esse número subiu para 2.571. A elevação no número de testes resultou em um maior número de flagrantes de motoristas dirigindo sob efeito de álcool: 28 condutores foram autuados, um aumento de 27% em relação aos 22 casos registrados no ano anterior.
Entretanto, apesar do crescimento no número de fiscalizações e testes, o combate à embriaguez ao volante segue sendo um desafio. O aumento nos flagrantes demonstra que, embora a PRF tenha ampliado suas ações, ainda há uma parcela significativa de motoristas que insistem em desrespeitar a lei e colocar em risco a própria vida e a dos demais usuários das rodovias.
Outro dado relevante foi o número total de acidentes, que aumentou levemente em 8%, passando de 25 ocorrências em 2023 para 27 em 2024. Apesar desse crescimento, o número de pessoas feridas nas estradas caiu de 27 para 22, uma redução de 18% no total de feridos, o que mostra que, embora tenha havido mais acidentes, a gravidade das ocorrências diminuiu. Esse dado pode ser atribuído, em parte, à intensificação da fiscalização e à maior presença de equipes da PRF nas rodovias, o que contribuiu para a redução de comportamentos de risco e aumento do uso de medidas de segurança, como o cinto de segurança e o respeito aos limites de velocidade.
Em relação aos acidentes com morte, os números se mantiveram estáveis, com 2 acidentes fatais em ambos os anos e 2 vítimas fatais em 2023 e 2024. Apesar da manutenção desses números, a PRF destaca que o combate a acidentes letais continua sendo prioridade e que esforços serão redobrados para prevenir esse tipo de ocorrência.
Esforço contínuo da PRF e conscientização dos motoristas
Os resultados da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024 mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a segurança nas rodovias depende de uma combinação de fatores. As ações da PRF, como aumento das fiscalizações e campanhas educativas, têm demonstrado efeito positivo, especialmente na redução de acidentes graves e no maior controle de infrações, como o uso de álcool ao volante.
Nesse sentido, a PRF reforça que a conscientização dos motoristas é fundamental para que o trânsito seja cada vez mais seguro. A imprudência ainda é uma realidade nas estradas, e o número de infrações ligadas ao consumo de álcool é um alerta para a necessidade de seguir intensificando ações educativas. Para a instituição, a colaboração de todos os usuários das rodovias é essencial para atingir resultados mais expressivos e reduzir os índices de mortalidade no trânsito.
A Operação Semana Nacional do Trânsito é parte de um esforço contínuo da PRF para promover a segurança e conscientizar sobre a importância do comportamento responsável nas estradas. Além das fiscalizações, a PRF investe em parcerias e campanhas de conscientização para orientar os motoristas sobre as melhores práticas de segurança e o cumprimento das normas de trânsito.
Veja outros dados:
129 veículos recolhidos
20 motocicletas recolhidas
1.757 autos de infração
Disponível em HYPERLINK "https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacao-semana-nacional-do-transito-2024-prf-registraqueda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes" \h https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacaosemana-nacional-do-transito-2024-prf-registra-queda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes. Acesso em 15/11/2024.
Assinale a opção que apresenta a melhor paráfrase do texto original acima, ou seja, a que não fere a correção gramatical e mantém o sentido o mais próximo possível do original:
O texto 2 a seguir serve de base para responder à questão.
Os dados são referentes aos dias da Operação, que ocorreu entre 19 e 24 de setembro.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) torna público o balanço final da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024, que apresentou resultados importantes em diversos aspectos. A principal conquista foi a redução de 33% no número de acidentes graves em comparação com o ano anterior. Em 2023, foram registrados 12 acidentes graves, enquanto em 2024 esse número caiu para 8. Esse dado ressalta o impacto positivo das ações preventivas e da intensificação das fiscalizações nas rodovias federais.
A operação também se destacou pelo aumento expressivo nas ações de fiscalização. Em 2024, a PRF abordou 3.578 pessoas, o que representa um aumento de 36% em relação ao ano anterior, quando foram fiscalizadas 2.631 pessoas. O número de veículos inspecionados também cresceu de forma significativa, subindo de 2.403 em 2023 para 3.251 em 2024, uma variação positiva de 35%.
Esse incremento nas fiscalizações reflete o esforço da PRF em ampliar a cobertura e a atuação nas rodovias federais, com o objetivo de inibir comportamentos de risco e prevenir acidentes. Um exemplo desse trabalho é o aumento de 62% nos testes de alcoolemia realizados durante a operação. Em 2023, foram feitos 1.587 testes de bafômetro, enquanto em 2024 esse número subiu para 2.571. A elevação no número de testes resultou em um maior número de flagrantes de motoristas dirigindo sob efeito de álcool: 28 condutores foram autuados, um aumento de 27% em relação aos 22 casos registrados no ano anterior.
Entretanto, apesar do crescimento no número de fiscalizações e testes, o combate à embriaguez ao volante segue sendo um desafio. O aumento nos flagrantes demonstra que, embora a PRF tenha ampliado suas ações, ainda há uma parcela significativa de motoristas que insistem em desrespeitar a lei e colocar em risco a própria vida e a dos demais usuários das rodovias.
Outro dado relevante foi o número total de acidentes, que aumentou levemente em 8%, passando de 25 ocorrências em 2023 para 27 em 2024. Apesar desse crescimento, o número de pessoas feridas nas estradas caiu de 27 para 22, uma redução de 18% no total de feridos, o que mostra que, embora tenha havido mais acidentes, a gravidade das ocorrências diminuiu. Esse dado pode ser atribuído, em parte, à intensificação da fiscalização e à maior presença de equipes da PRF nas rodovias, o que contribuiu para a redução de comportamentos de risco e aumento do uso de medidas de segurança, como o cinto de segurança e o respeito aos limites de velocidade.
Em relação aos acidentes com morte, os números se mantiveram estáveis, com 2 acidentes fatais em ambos os anos e 2 vítimas fatais em 2023 e 2024. Apesar da manutenção desses números, a PRF destaca que o combate a acidentes letais continua sendo prioridade e que esforços serão redobrados para prevenir esse tipo de ocorrência.
Esforço contínuo da PRF e conscientização dos motoristas
Os resultados da Operação Semana Nacional do Trânsito 2024 mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a segurança nas rodovias depende de uma combinação de fatores. As ações da PRF, como aumento das fiscalizações e campanhas educativas, têm demonstrado efeito positivo, especialmente na redução de acidentes graves e no maior controle de infrações, como o uso de álcool ao volante.
Nesse sentido, a PRF reforça que a conscientização dos motoristas é fundamental para que o trânsito seja cada vez mais seguro. A imprudência ainda é uma realidade nas estradas, e o número de infrações ligadas ao consumo de álcool é um alerta para a necessidade de seguir intensificando ações educativas. Para a instituição, a colaboração de todos os usuários das rodovias é essencial para atingir resultados mais expressivos e reduzir os índices de mortalidade no trânsito.
A Operação Semana Nacional do Trânsito é parte de um esforço contínuo da PRF para promover a segurança e conscientizar sobre a importância do comportamento responsável nas estradas. Além das fiscalizações, a PRF investe em parcerias e campanhas de conscientização para orientar os motoristas sobre as melhores práticas de segurança e o cumprimento das normas de trânsito.
Veja outros dados:
129 veículos recolhidos
20 motocicletas recolhidas
1.757 autos de infração
Disponível em HYPERLINK "https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacao-semana-nacional-do-transito-2024-prf-registraqueda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes" \h https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/piaui/2024/setembro/balanco-da-operacaosemana-nacional-do-transito-2024-prf-registra-queda-em-acidentes-graves-e-aumento-expressivo-nas-fiscalizacoes. Acesso em 15/11/2024.
O texto 1 a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

Disponível em https://www.printi.com.br/blog/dia-da-propaganda-10-ideias-criativas-para-se-inspirar. Acesso em 15/11/2024.
Com base no texto, que aborda os estudos e controvérsias sobre os efeitos do consumo de café, assinale a alternativa correta.
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta.
Considerando os elementos de coesão e coerência no texto apresentado, analise a organização e a progressão das ideias e assinale a alternativa correta.
A partir dessa compreensão, assinale a alternativa correta.