Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Ao ler o texto, pode-se entender que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

(Disponível em: @minsaude.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Leão e o Rato
Um leão, ________________ de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu _________________ da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus _______________ de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Leão e o Rato
Um leão, ________________ de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu _________________ da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus _______________ de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
( )...”vadiagem das trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas.”
( )...”escutei, vinda de longe, saída das trevas profundas, uma vozinha implorar...”
( )“Na lua que vem tiro meu tempo de penitência...”
( )“E toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença.”
( )“A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes.”
Nessas condições, identifique a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cachorros nos Fazem Relaxar Mais do Que Amigos, Dizem Estudos
Eu e minha mulher, pais de quatro filhos e agora avós de dois netos, que, logicamente, não moram mais conosco, passamos a compartilhar a nossa casa com o Franc. Como geralmente acordo antes da minha mulher, ele costuma ser o primeiro com quem converso quando desperto. Quando saio para dar uma caminhada pelo bairro, é ele que tenho como companhia. É com ele também que divido muitas das minhas angústias decorrentes da vida puxada que levo e dos casos complicados que atendo.
Sabe aquela frase que diz que o cachorro é o melhor amigo do homem? De fato, ele também está entre os meus melhores amigos. Acredito que muitos dos que me leem agora têm com seus cães relação parecida com a que eu tenho com o Franc.
Que os cachorros nos fazem bem, todos sabemos. A novidade é que cada vez mais pesquisas vêm constatando que nem sempre precisamos ouvir uma palavra amiga para nos sentirmos confortados e mais calmos. Os cães conseguem gerar esse bem-estar em seus tutores com a sua simples presença.
O tal amor incondicional de que sempre falo e que descobri haver na minha relação com o Franc gera enorme impacto psicológico positivo em nós, humanos, nos dá segurança. Diferentemente do que mesmo os nossos melhores amigos humanos conseguem fazer, os nossos cãezinhos são incapazes de críticas e julgamentos. E isso nos traz calma e conforto.
Justamente por eles não nos censurarem e não nos interromperem quando desabafamos, muitos tutores se sentem mais "à vontade" para expressar suas inquietações para seus animais. Um estudo de 2018, por exemplo, mostrou que tutores estão mais dispostos a falar com seus cães do que com amigos sobre temas espinhosos para eles, como medos, ciúme e até depressão.
Nós, do campo da saúde mental, sabemos que quando expressamos em palavras a um outro algo que nos atormenta, isso tem o poder de nos tranquilizar. Verbalizar os nossos problemas tem grande efeito terapêutico.
Por fim, ao contrário do que acontece com muitos humanos com quem interagimos ao longo de nossos dias, nossos cães são capazes de "ler" as nossas microexpressões faciais e nosso comportamento, chegando mais próximos, por exemplo, quando estamos mais chateados ou tristes.
Não à toa, eles vêm sendo usados há muitos anos no que chamamos de terapia assistida por animais (TAA), da qual os cães são uma das ferramentas. Por todos esses benefícios trazidos ao homem, eles são usados para melhorar o estado geral de pessoas que estão em cuidados intensivos, de idosos com demência, de crianças com autismo ou câncer e, mais recentemente, de pacientes com dependência de álcool e drogas, especialmente daqueles que já estão em cuidados paliativos.
O Instituto Perdizes, do Hospital das Clínicas de São Paulo, organização que lidero e especializado nos cuidados de dependentes químicos, tem como o seu primeiro voluntário para auxiliar esses pacientes ninguém menos do que o meu Franc. Além de me dar suporte todos os dias, agora ele vai poder ajudar a quem tanto precisa.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/arthur-guerra-cachorros-nos -fazem-relaxar-mais-do-que-amigos-dizem-estudos/
Com base nas ideias explícitas e implícitas do texto, assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmações a seguir:
(__) Os cães podem ser considerados 'confidentes', pois, como não fazem julgamentos, seus tutores sentem-se mais confortáveis ao compartilhar suas emoções com eles.
(__) Os cães têm uma habilidade especial de "ler" os sinais emocionais dos humanos, o que os torna mais atentos e reativos às necessidades emocionais de seus tutores, especialmente em momentos de tristeza ou angústia.
(__) Ao compartilhar seus problemas com o Franc, o autor demonstra que está enfrentando dificuldades em seu casamento.
(__) Devido aos benefícios psicológicos e emocionais que os cães proporcionam aos seres humanos, eles estão sendo usados para ajudar a melhorar o estado geral de várias pessoas em diferentes situações de saúde.
A alternativa que preenche corretamente os parênteses é a:
Leia o quadro a seguir e responda a questão:

O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
I - Vale por um assentimento
II - Corresponde a confissão de sua culpa.
III – Revela total interesse pelo drama do brasileiro.
IV - Demonstra seu apreço pelo vizinho brasileiro
V – Mostra seu conhecimento pelo valor do objeto destruído.
Assinale a alternativa correta:
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)
O TAPETE PERSA
Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.
A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:
- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!
Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.
Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.
Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos
Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?
Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.
Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!
- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.
Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:
- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!
No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.
-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!
- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.
Afinal, mais calmo, preveniu:
- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?
- Let’s have a drink – propôs o americano.
(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)