Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3120249 Português
TEXTO III


Desidratação



O calor excessivo faz o corpo aumentar a produção de suor na tentativa de resfriar o organismo. No entanto, isso leva a uma perda significativa de líquidos, o que pode resultar em desidratação caso a pessoa não beba água suficiente.


Os principais sintomas da desidratação são: boca seca, urina escura, fraqueza, tonturas e até desmaios. Por isso, é fundamental aumentar a ingestão de água nos dias mais quentes, mesmo quando não sentir sede. O ideal é beber 2 litros ou mais de água, para adultos saudáveis e sem restrições para ingestão de líquidos.


Disponível em: https://dasa.com.br/blog/saude/calorexcessivo/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta o objetivo do texto III.
Alternativas
Q3120246 Português
TEXTO II


Evento em Belo Horizonte promove as rotas
do queijo de Minas


Um evento que integra a valorização de dois patrimônios de Minas Gerais: o queijo e o turismo cultural. É com este tema que o Museu das Minas e do Metal (MM Gerdau), no Circuito Liberdade, região Centro-sul da Capital, abre as portas para apresentar ao público o evento “Made in Minas Gerais: Rota do Queijo de Minas – Sabores que Conectam”.


Com entrada gratuita, mas com espaço sujeito à lotação, a programação do evento pretende celebrar a tradição queijeira do Estado e conectar produtores e consumidores para o fomento dos negócios.


Durante os dias de programação, o projeto inclui uma série de ações formativas, dentre elas: degustações de queijos artesanais, intervenções artísticas e uma feira de queijos para negócios e fomento a circuitos turísticos.


“Nesta quinta edição, o Made in Minas Gerais se junta oficialmente à Rota do Queijo de Minas para promover o turismo cultural e de experiências pelas regiões e fazendas produtoras dessa iguaria”, detalha o curador gastronômico e idealizador do evento.


[...]


Disponível em: https://diariodocomercio.com.br/turismo/evento-belohorizonte-rotas-queijo-minas/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa que traz uma informação noticiada no texto II.
Alternativas
Q3120245 Português

TEXTO I


Exposição inédita sobre Salvador Dalí chega ao Brasil


“Desafio Salvador Dalí” será exibida no Museu de Arte

Brasileira da Faap entre maio e junho



Estreou a exposição “Desafio Salvador Dalí” no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. A mostra é dedicada à vida e à obra do renomado pintor espanhol, conhecido por suas obras surrealistas.


Mais de 100 obras inéditas de Dalí poderão ser vistas juntas pela primeira vez no Brasil, através de uma tecnologia de impressão que assegura reprodução e ampliação mantendo as cores e texturas originais.


As obras foram enviadas da Espanha sob supervisão da Fundação Gala-Salvador Dalí, para o público explorar o universo surrealista do artista, conhecer mais sobre sua personalidade vanguardista, o respeito pelo ofício de pintor, a admiração pelas artes clássicas e a relação pouco convencional com a esposa Gala.


[...]



Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/

exposicao-inedita-sobre-salvador-dali-chega-ao-brasilsaiba-tudo/. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).

Com base no texto I, analise as afirmativas a seguir.

I. A exposição chamada “Desafio Salvador Dalí” é dedicada à vida e à obra do renomado pintor espanhol.
II. Através de uma tecnologia de impressão, mais de 100 obras inéditas de Salvador Dalí poderão ser vistas juntas.
III. A exposição “Desafio Salvador Dalí” estreou no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3120208 Português
Poeminha sentimental

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vaise embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vaise embora.
A última que passou
Limitouse a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!

QUINTANA, Mario. Disponível em: https://lituraterre. com/2011/07/02/poeminha-sentimental-por-marioquintana/. Acesso em: 12 set. 2024. [Fragmento]
No segundo verso do texto, o eu lírico emprega uma figura de linguagem cujo objetivo é
Alternativas
Q3120206 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



Por que a situação citada no segundo quadrinho da tirinha constitui um exemplo de paradoxo?
Alternativas
Q3120204 Português
Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil


Diante de tantos desafios que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos – pandemia e a discussão sobre vacinas, retorno da inflação, [...] para ficarmos só com alguns –, talvez a educação seja o maior deles. Porque a crise na educação brasileira não é recente, não é de hoje, apesar de ter sido exponenciada nos últimos anos [...]. O fato é que a educação brasileira é como um grande e pesado avião que tem tido vários percalços em sua viagem rumo ao futuro. Só que, diferentemente das viagens dos aviões de carreira, a turbulência intermitente é a regra, não a exceção. E o destino ainda parece incerto.

[...]

Entre esses dilemas parece estar a inescapável questão tecnológica e o chamado letramento digital – tanto solução quanto problema quando o quadro a ser compreendido é o da educação. Para o professor sênior do Instituto de Física da USP (IF) e coordenador acadêmico da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA, Luís Carlos de Menezes, se os anos de pandemia “escancararam e aprofundaram as desigualdades do País, especialmente na educação”, eles também tiveram outro condão: “difundir recursos tecnológicos de informação e comunicação que se mostraram importantes para o ensino”, afirmou ele recentemente ao Jornal da USP. E aí talvez residam o problema e o dilema tecnológico. O pesquisador e professor da Faculdade de Educação, Ocimar Alavarse, comenta que os dados indicam uma defasagem na leitura e resolução de problemas matemáticos por parte dos alunos. “Essas duas competências são muito importantes”, diz. “A capacidade de leitura interfere no aproveitamento de todas as disciplinas da escola, assim como na resolução de problemas, que, embora associada à matemática, diz respeito à lógica e ao raciocínio”, afirmou ele, em entrevista à Rádio USP [...].


ROLLEMBERG, Marcello. Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil. Jornal da USP. Disponível em: https:// jornal.usp.br/atualidades/caminhos-e-descaminhos-daeducacao-no-brasil/. Acesso em: 12 set. 2024. [Fragmento]
De acordo com o texto, no campo da educação, a questão tecnológica se configura ao mesmo tempo como solução e como problema porque
Alternativas
Q3120203 Português
Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil


Diante de tantos desafios que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos – pandemia e a discussão sobre vacinas, retorno da inflação, [...] para ficarmos só com alguns –, talvez a educação seja o maior deles. Porque a crise na educação brasileira não é recente, não é de hoje, apesar de ter sido exponenciada nos últimos anos [...]. O fato é que a educação brasileira é como um grande e pesado avião que tem tido vários percalços em sua viagem rumo ao futuro. Só que, diferentemente das viagens dos aviões de carreira, a turbulência intermitente é a regra, não a exceção. E o destino ainda parece incerto.

[...]

Entre esses dilemas parece estar a inescapável questão tecnológica e o chamado letramento digital – tanto solução quanto problema quando o quadro a ser compreendido é o da educação. Para o professor sênior do Instituto de Física da USP (IF) e coordenador acadêmico da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA, Luís Carlos de Menezes, se os anos de pandemia “escancararam e aprofundaram as desigualdades do País, especialmente na educação”, eles também tiveram outro condão: “difundir recursos tecnológicos de informação e comunicação que se mostraram importantes para o ensino”, afirmou ele recentemente ao Jornal da USP. E aí talvez residam o problema e o dilema tecnológico. O pesquisador e professor da Faculdade de Educação, Ocimar Alavarse, comenta que os dados indicam uma defasagem na leitura e resolução de problemas matemáticos por parte dos alunos. “Essas duas competências são muito importantes”, diz. “A capacidade de leitura interfere no aproveitamento de todas as disciplinas da escola, assim como na resolução de problemas, que, embora associada à matemática, diz respeito à lógica e ao raciocínio”, afirmou ele, em entrevista à Rádio USP [...].


ROLLEMBERG, Marcello. Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil. Jornal da USP. Disponível em: https:// jornal.usp.br/atualidades/caminhos-e-descaminhos-daeducacao-no-brasil/. Acesso em: 12 set. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“O fato é que a educação brasileira é como um grande e pesado avião que tem tido vários percalços em sua viagem rumo ao futuro. Só que, diferentemente das viagens dos aviões de carreira, a turbulência intermitente é a regra, não a exceção.”

Nesse fragmento, a estratégia argumentativa usada pelo autor é pautada em uma
Alternativas
Q3120201 Português
Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil


Diante de tantos desafios que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos – pandemia e a discussão sobre vacinas, retorno da inflação, [...] para ficarmos só com alguns –, talvez a educação seja o maior deles. Porque a crise na educação brasileira não é recente, não é de hoje, apesar de ter sido exponenciada nos últimos anos [...]. O fato é que a educação brasileira é como um grande e pesado avião que tem tido vários percalços em sua viagem rumo ao futuro. Só que, diferentemente das viagens dos aviões de carreira, a turbulência intermitente é a regra, não a exceção. E o destino ainda parece incerto.

[...]

Entre esses dilemas parece estar a inescapável questão tecnológica e o chamado letramento digital – tanto solução quanto problema quando o quadro a ser compreendido é o da educação. Para o professor sênior do Instituto de Física da USP (IF) e coordenador acadêmico da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA, Luís Carlos de Menezes, se os anos de pandemia “escancararam e aprofundaram as desigualdades do País, especialmente na educação”, eles também tiveram outro condão: “difundir recursos tecnológicos de informação e comunicação que se mostraram importantes para o ensino”, afirmou ele recentemente ao Jornal da USP. E aí talvez residam o problema e o dilema tecnológico. O pesquisador e professor da Faculdade de Educação, Ocimar Alavarse, comenta que os dados indicam uma defasagem na leitura e resolução de problemas matemáticos por parte dos alunos. “Essas duas competências são muito importantes”, diz. “A capacidade de leitura interfere no aproveitamento de todas as disciplinas da escola, assim como na resolução de problemas, que, embora associada à matemática, diz respeito à lógica e ao raciocínio”, afirmou ele, em entrevista à Rádio USP [...].


ROLLEMBERG, Marcello. Caminhos e descaminhos da Educação no Brasil. Jornal da USP. Disponível em: https:// jornal.usp.br/atualidades/caminhos-e-descaminhos-daeducacao-no-brasil/. Acesso em: 12 set. 2024. [Fragmento]
Um elemento usado no texto para reforçar sua argumentatividade é a
Alternativas
Q3120182 Português
TEXTO II


O que é a umidade do ar?


A umidade do ar é um fator climático de grande importância para a saúde humana, afetando diretamente o bem-estar e podendo desencadear uma série de problemas respiratórios e outros desconfortos.


O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) define a umidade relativa do ar como a quantidade de vapor de água presente na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia existir, considerando a temperatura vigente. Níveis mais baixos de umidade são comuns no final do inverno e início da primavera, bem como durante a tarde, entre 12h e 16h.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a faixa de umidade ideal para o organismo humano situa-se entre 40% e 70%. Quando essa taxa cai para 30%, já se configura uma situação de alerta, com prejuízos evidentes para a saúde.


Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/
redacao/2023/09/19/baixa-umidade-do-ar-como-driblar-o-temposeco-e-proteger-sua-saude.htm. Acesso em: 5 set. 2024.
De acordo com o texto II,
Alternativas
Q3120180 Português
TEXTO II


O que é a umidade do ar?


A umidade do ar é um fator climático de grande importância para a saúde humana, afetando diretamente o bem-estar e podendo desencadear uma série de problemas respiratórios e outros desconfortos.


O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) define a umidade relativa do ar como a quantidade de vapor de água presente na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia existir, considerando a temperatura vigente. Níveis mais baixos de umidade são comuns no final do inverno e início da primavera, bem como durante a tarde, entre 12h e 16h.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a faixa de umidade ideal para o organismo humano situa-se entre 40% e 70%. Quando essa taxa cai para 30%, já se configura uma situação de alerta, com prejuízos evidentes para a saúde.


Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/
redacao/2023/09/19/baixa-umidade-do-ar-como-driblar-o-temposeco-e-proteger-sua-saude.htm. Acesso em: 5 set. 2024.
Com base no texto II, analise as afirmativas a seguir.

I. A umidade relativa do ar é definida como a quantidade de vapor de água presente na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia existir, considerando a temperatura atual.
II. A umidade do ar é um fator climático de grande importância para a saúde humana porque afeta diretamente o bem-estar.
III. A taxa de umidade menor do que 30% é comum no inverno, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3120176 Português
TEXTO I



Pescadores encontram cavalo-marinho da Patagônia
no litoral do Rio de Janeiro



Animal passou por reabilitação e foi devolvido
ao mar por pesquisadores



Um cavalo-marinho da Patagônia, raro no litoral do Rio de Janeiro, foi capturado por engano por pescadores na Baía de Guanabara e devolvido ao mar após passar por reabilitação no laboratório do projeto Cavalos-Marinhos, na Universidade Santa Úrsula.


Os pescadores procuraram o projeto ao perceberem que o animal precisava de cuidados antes de voltar para o mar.


Segundo os pesquisadores do laboratório, os cavalos-marinhos da Patagônia nadam da Argentina até o litoral brasileiro durante o inverno, para procurar abrigo em águas mais quentes. A espécie encontrada na Baía de Guanabara é um macho grávido.


O animal passou por uma semana de reabilitação e foi devolvido ao habitat natural com a ajuda de integrantes do Iate Clube do Rio de Janeiro.


[...]


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/09/
pescadores-encontram-cavalo-marinho-da-patagonia-nolitoral-do-rio-de-janeiro.shtml. Acesso em: 4 set. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação noticiada no texto I.
Alternativas
Q3120087 Português

Q17.png (437×241)

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-queimadas/. Acesso em: 21 out. 2024.



A análise da linguagem verbal e não verbal dessa charge possibilita compreender que

Alternativas
Q3120086 Português

Civilizações indígenas (1500-1556)


    As terras que hoje constituem o município de Viçosa eram compostas, antes da chegada dos brancos e negros, por mata atlântica ___________ de difícil __________, o Rio Paraíba e seus ___________ – Riacho do Meio, Caçamba e Gurungumba.


    Os habitantes da então região eram os cambembes – uma subtribo dos caetés. Esses índios viviam em constantes conflitos com os cariris e outras tribos tapuias das caatingas, e como Viçosa está no limite da zona da mata esses conflitos ocorriam principalmente em períodos de longa seca, uma vez que os índios das caatingas vinham a Viçosa à procura de água e alimentos abundantes na região. 


    No dia 16 de junho de 1556, o primeiro bispo do Brasil – Pero Fernandes Sardinha – e seus companheiros naufragaram no litoral de Alagoas. Os caetés, por sua vez, habitantes da região, seguindo os seus costumes, devoraram toda a tripulação. O reino de Portugal, diante desta situação, declarou os caetés como inimigos e estes deveriam ser exterminados, incluindo também os Cambembes. Quase todos foram mortos, os poucos que conseguiram sobreviver fugiram para as caatingas. Viçosa ficou praticamente desabitada.


Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A7osa_(Alagoas). Acesso em: 21 out. 2024.


Considerando-se o texto e os aspectos gramaticais que o constituem, dadas as afirmativas,


I. As lacunas que aparecem no primeiro parágrafo do texto podem ser preenchidas, respectivamente, de acordo com a norma-padrão, com as palavras: “espessa”, “acesso” e “afruentes”.


II. Em: “Esses índios viviam em constantes conflitos com os cariris e outras tribos tapuias das caatingas...” (2º parágrafo), o pronome sublinhado é demonstrativo de primeira pessoa e representa no espaço proximidade da pessoa que fala.


III. Em: “– e seus companheiros naufragaram no litoral de Alagoas” (3º parágrafo), o pronome possessivo concorda em gênero e número com a coisa possuída (companheiros), e em pessoa com o possuidor (o primeiro bispo do Brasil).


verifica-se que está/ão correta/s


   

Alternativas
Q3120085 Português

Lá no meu sertão pros caboclo lê

Têm que aprender um outro ABC

O jota é ji, o éle é lê

O ésse é si, mas o érre

Tem nome de rê


O jota é ji, o éle é lê

O ésse é si, mas o érre

Tem nome de rê


Até o ypsilon lá é pissilone

O eme é mê, i o ene é nê

O efe é fê, o gê chama-se guê

Na escola é engraçado ouvir-se tanto ê


A, bê, cê, dê

Fê, guê, lê, mê

Nê, pê, quê, rê

Tê, vê e zê


[...]


Disponível em: https://www.letras.mus.br/luiz-gonzaga/47079/. Acesso em: 21 out. 2024.


Levando-se em consideração a letra da música, dadas as afirmativas,


I. Luiz Gonzaga empregou, intencionalmente, a variação sociocultural e a variação geográfica em sua música para valorizar a cultura regional e permitir que os nordestinos migrantes se sentissem próximos a suas origens.


II. A letra da música pode ser usada para refletir sobre o preconceito e o julgamento depreciativo contra as variedades linguísticas.


III. Há, na composição musical, uma crítica a respeito do linguajar nordestino, que desprestigia a variante linguística que as crianças utilizam em suas relações sociais.


IV. Desvalorização da cultura regional e julgamentos depreciativos acerca da fala dos nordestinos são mencionados na letra da música.


verifica-se que estão corretas apenas

Alternativas
Q3120084 Português

    O mercado de trabalho está em constante transformação, e profissões que deixaram de existir dão espaço a novas ocupações para melhor atender às demandas emergentes. Nesse caso, vale a pena acompanhar essa mudança e conhecer as novas tendências. Afinal, embora alguns cargos tenham se tornado ultrapassados, pela extinção de determinadas áreas, outros segmentos também passaram por transições que visam atualizar as suas funções e, com isso, permanecerem úteis.


    Assim, é importante estar atento para as movimentações do mercado, e, ao mesmo tempo, monitorar a criação de ocupações mais modernas, que nascerão para atender às demandas futuras. Pensando nisso, separamos algumas das profissões que deixaram de existir, cargos que podem ser substituídos e funções que se tornarão uma necessidade para o mercado. [...]


Disponível em: https://www.idinheiro.com.br/financaspessoais/profissoes-que-deixaram-de-existir/. Acesso em: 27 out. 2024.



O primeiro parágrafo do fragmento de texto acima pode ser considerado uma introdução, porque 

Alternativas
Q3120079 Português
    Chegando uma Raposa a uma parreira, viu-a carregada de uvas maduras e formosas e cobiçou-as. Começou a fazer tentativas para subir; porém, como as uvas estavam altas e a subida era íngreme, por muito que tentasse não as conseguiu alcançar. Então disse:
    - Estas uvas estão muito azedas, e podem manchar-me os dentes; não quero colhê-las verdes, pois não gosto delas assim.
    E, dito isto, foi-se embora.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/a-raposa-e-as-uvas/. Acesso em: 23 out. 2024.

Considerando-se a finalidade e as características do gênero textual em questão, dadas as afirmativas,

I. Essa versão de texto apresenta a personagem personificada que desdenha daquilo que não se alcança, assemelhando-se àqueles que, na vida, desprezam ou desvalorizam o que não podem conseguir. 
II. O autor da fábula se utiliza do exemplo da raposa para generalizar os comportamentos dos homens e chamar a atenção para a reação que temos diante de uma decepção.
III. O autor do texto aproxima a história de eventos que podem acontecer no nosso dia a dia, já que muitos de nós nos comportamos como a raposa.

verifica-se que está/ão correta/s
Alternativas
Q3120073 Português

Ô, Sol 

Vê se não esquece e me ilumina

Preciso de você aqui

Ô, Sol

Vê se enriquece a minha melanina

Só você me faz sorrir


E quando você vem

Tudo fica bem mais tranquilo

Ô, tranquilo

Que assim seja, amém

O seu brilho é o meu abrigo

Meu abrigo


E toda vez que você sai

O mundo se distrai

Quem fica, ficou

Quem foi, vai, vai 


[...]


Disponível em: https://www.letras.mus.br/vitor-kley/sol/. Acesso em: 28 out. 2024.


Na primeira estrofe da letra d música, o Sol é personificado e recebe pedidos para não esquecer de iluminar e de enriquecer a melanina do eu lírico, o que pode ser interpretado como

Alternativas
Q3119936 Português

Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).  


(Crianças batem palmas nos portões).


Tem pão velho? 

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos comida farta em nossas mesas

Abençoada de toalhas de linho, talheres

Temos mulheres servis, geladeiras

Automóveis, fogão Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos asfalto, água encanada

Supermercados, edifícios

Temos pátria, pinga, prisões

Armas e ofícios

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem sua fome travestida de trapos

Nas calçadas

Que tragam seus pezinhos

De anjo faminto e frágil

Pedindo pão velho pela vida

Temos luzes sem alma pelas avenidas

Temos índias suicidas

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos mísseis, satélites

Computadores, radares

Temos canhões, navios, usinas nucleares

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

De acordo com o poema, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3119630 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


Um trecho predominantemente descritivo encontrado no texto é: 
Alternativas
Q3119629 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


O final do trecho apresentado chega a ser intrigante, porque: 
Alternativas
Respostas
5981: C
5982: B
5983: D
5984: B
5985: B
5986: A
5987: C
5988: D
5989: D
5990: A
5991: D
5992: E
5993: B
5994: A
5995: B
5996: E
5997: C
5998: A
5999: D
6000: B