Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Na tirinha abaixo, qual é a causa da insônia do personagem?

GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 29 de novembro de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/11/29/niquel-nausea-fernandogonsales.shtml. Acesso em: 01 dez. 2024.
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
Guardar rancor pode fazer muito mal ao coração
Estudos apontam a conexão entre a raiva e doenças cardíacas, derrame e outros problemas cardiovasculares
Anna Marina | 30/11/2024
Sabia que guardar rancor afeta o coração? Estudo recente liderado por Adam O'Riordan e Aisling M. Costello [______] que a maneira como expressamos raiva pode impactar diretamente nossa saúde cardiovascular.
Já ouviu falar que “fulano engole sapo e faz a digestão”? Na verdade, quem engole sapo não faz digestão alguma. Guarda todas as raivas que passa na vida, um dia explode[,] ou melhor[,] implode – e o estudo vem comprovar isso.
Há algumas semanas, uma amiga passou mal e foi levada ao hospital pelo filho. Fiquei preocupada e liguei dois dias depois para saber a causa das fortes dores. O diagnóstico da médica foi síndrome de burnout, que nada mais é que estresse elevado devido a1 pressão exagerada de trabalho.
Eu já tinha cantado a pedra para ela. Essa amiga é workaholic [viciada em trabalho], extremamente exigente consigo mesma, além de perfeccionista. Não consegue se impor limites, e o resultado foi o problema de saúde.
Estudos anteriores encontraram ligações entre a raiva e doenças cardíacas, derrame e outros problemas cardiovasculares. Uma dessas pesquisas foi realizada com 669 participantes do conjunto de dados Midlife Development in the United States, que passaram por teste de estresse controlado. A pressão arterial e a frequência cardíaca do grupo [______].
As2 pessoas foram divididas em três categorias, com base em suas reações: “raiva reprimida”, “direcionando a raiva” e “regulando o temperamento e a raiva”. Pessoas que frequentemente sentiam raiva apresentaram menor aumento dos níveis de frequência cardíaca e pressão arterial, enquanto aquelas que reprimiam esse sentimento demonstraram aumento ainda menor nos níveis de pressão arterial e frequência cardíaca. Pessoas rápidas em responder a3 gatilhos apresentaram ligeiro aumento da pressão e frequência cardíaca. Já os participantes com alto controle da raiva apresentaram aumentos maiores da pressão arterial e da frequência cardíaca durante o teste.
Esse estudo veio reafirmar como a4 expressão da raiva pode ter impacto significativo no coração. De acordo com o que declarou o autor Adam O'Riordan, [______]-se claramente o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca em pessoas que costumam reprimir a raiva.
Fica o alerta.
MARINA, Anna. Guardar rancor pode fazer muito mal ao coração. Estado de Minas, 30 de novembro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/annamarina/2024/11/7000537-guardar-rancorpode-fazer-muito-mal-ao-coracao.html. Acesso em: 01 dez. 2024. Adaptado para esta avaliação.
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
Guardar rancor pode fazer muito mal ao coração
Estudos apontam a conexão entre a raiva e doenças cardíacas, derrame e outros problemas cardiovasculares
Anna Marina | 30/11/2024
Sabia que guardar rancor afeta o coração? Estudo recente liderado por Adam O'Riordan e Aisling M. Costello [______] que a maneira como expressamos raiva pode impactar diretamente nossa saúde cardiovascular.
Já ouviu falar que “fulano engole sapo e faz a digestão”? Na verdade, quem engole sapo não faz digestão alguma. Guarda todas as raivas que passa na vida, um dia explode[,] ou melhor[,] implode – e o estudo vem comprovar isso.
Há algumas semanas, uma amiga passou mal e foi levada ao hospital pelo filho. Fiquei preocupada e liguei dois dias depois para saber a causa das fortes dores. O diagnóstico da médica foi síndrome de burnout, que nada mais é que estresse elevado devido a1 pressão exagerada de trabalho.
Eu já tinha cantado a pedra para ela. Essa amiga é workaholic [viciada em trabalho], extremamente exigente consigo mesma, além de perfeccionista. Não consegue se impor limites, e o resultado foi o problema de saúde.
Estudos anteriores encontraram ligações entre a raiva e doenças cardíacas, derrame e outros problemas cardiovasculares. Uma dessas pesquisas foi realizada com 669 participantes do conjunto de dados Midlife Development in the United States, que passaram por teste de estresse controlado. A pressão arterial e a frequência cardíaca do grupo [______].
As2 pessoas foram divididas em três categorias, com base em suas reações: “raiva reprimida”, “direcionando a raiva” e “regulando o temperamento e a raiva”. Pessoas que frequentemente sentiam raiva apresentaram menor aumento dos níveis de frequência cardíaca e pressão arterial, enquanto aquelas que reprimiam esse sentimento demonstraram aumento ainda menor nos níveis de pressão arterial e frequência cardíaca. Pessoas rápidas em responder a3 gatilhos apresentaram ligeiro aumento da pressão e frequência cardíaca. Já os participantes com alto controle da raiva apresentaram aumentos maiores da pressão arterial e da frequência cardíaca durante o teste.
Esse estudo veio reafirmar como a4 expressão da raiva pode ter impacto significativo no coração. De acordo com o que declarou o autor Adam O'Riordan, [______]-se claramente o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca em pessoas que costumam reprimir a raiva.
Fica o alerta.
MARINA, Anna. Guardar rancor pode fazer muito mal ao coração. Estado de Minas, 30 de novembro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/annamarina/2024/11/7000537-guardar-rancorpode-fazer-muito-mal-ao-coracao.html. Acesso em: 01 dez. 2024. Adaptado para esta avaliação.
"Pode soar irônico lembrar que estamos vivendo tempos de paz e não de guerra, tão sombrio e impregnado de profundo mal-estar e insegurança é o clima de nossa geração. As contradições parecem insolúveis. Sem dúvida, a sociedade de consumo continua nos enriquecendo materialmente, com um progresso e um avanço tecnológico antes inimagináveis. Mas, diante da destruição a que assistimos - tanto ao nível físico, destruição ecológica das bases elementares da vida, como ao nível espiritual, destruição do acervo de valores humanistas e erosão de responsabilidades — esse tipo de progresso está se tornando cada vez mais questionável: em vez de se ampliarem as condições de uma vida mais humana e mais plena para a humanidade, elas parecem se reduzir.
À primeira vista, certas coisas se apresentam até bastante positivas. Através do livre acesso a informações sobre acontecimentos atuais e com a grande variedade de materiais e processamentos modernos que existem agora, nosso conhecimento inteligente e todo nosso ser sensível é estimulado de mil maneiras, devendo se enriquecer e desenvolver nesse processo.
Entretanto, no contexto da sociedade de consumo, as coisas se viciam. Isso porque ocorre ao mesmo tempo, com tantas oportunidades que se oferecem, um processo orientado exatamente em sentido inverso, um processo que aliena as pessoas de sua espontaneidade criativa e de seu potencial sensível, um verdadeiro processo de dessensibilização das pessoas, que as incapacita, para o uso das oportunidades oferecidas. Num bombardeio ininterrupto através dos diversos canais de persuasão cultural e meios de comunicação - bombardeio que vai da casa à rua, à escola, ao trabalho, ao lazer, e ao qual o indivíduo está sendo exposto praticamente desde o momento em que nasce - procura-se impor os valores do consumismo como únicos valores reais, única meta de vida e única forma de realização social. A curiosidade natural do jovem diante da vida, os anseios, as aspirações e as necessidades do adulto, tudo é sumariamente reduzido ao nível de mercadorias, a fim de ser considerado realidade. Fora da mercadoria não há realidade. O próprio homem, portador de tantas capacidades criativas e produtivas, só interessa enquanto mercadoria. O resto é mero sonho, mundo utópico, romântico, enfim, irreal. Caminhos de vida? Intuição? Sensibilidade? Realização de um íntimo potencial criador? Tudo irreal. Não sendo negociáveis nem substituíveis, não farão parte das realidades. Cabe entender ainda que dessensibilizadas e despojadas de suas faculdades criativas, as pessoas são mais facilmente condicionadas a abdicar de critérios críticos.
É preciso levar tudo isso em conta quando se analisa o que está ocorrendo em nossos dias "
(Fayga P. Ostrower Universos da arte. São Paulo, Campus, 1986)
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



I – A publicação dos livros de contos Urupês, Ideias de Jeca Tatu, Cidades mortas e Negrinha solidificam a popularidade e o prestígio de Monteiro Lobato.
II – O obra de Monteiro Lobato é composta tanto pela chamada literatura adulta quanto pela literatura infantil que, além do caráter moralista e pedagógico, não abandona a luta pelos interesses nacionais empreendida pelo autor.
III – No livro O escândalo do petróleo, rebatizado como O poço do Visconde, a ficção e a realidade se misturam em torno do problema do petróleo, desencadeado pelo calamitoso Ministério da Agricultura.
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



I – Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Di Cavalcanti revoltaram-se com o conservadorismo de Lobato porque eram avessos à verdadeira revolução artística que se iniciava em terras paulistas.
II – O fato de ficção e realidade se misturam em torno do problema do petróleo na obra "O poço do Visconde" é um exemplo de que a literatura infantil lobatiana, além do caráter moralista e pedagógico, não abandona a luta pelos interesses nacionais empreendida pelo autor.
III – Um tema abordado por Monteiro Lobato em Negrinha foi o preconceito racial e a situação dos negros após a abolição.
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



I – O Jornal O Estado de S. Paulo percebeu o valor da escrita de Monteiro Lobato depois de este publicar uma crítica à obra de Anita Malfatti no texto "Paranoia ou mistificação?".
II – A Companhia Editora Nacional, fundada em 1944 por Monteiro Lobato, servia para expor ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura atuava para impedir a exploração de petróleo no Brasil.
III – A vasta obra de Monteiro Lobato tornou-se pública depois que o autor integrou o grupo literário do Minarete, quando inicou seus estudos na Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



I – Monteiro Lobato trabalhou na divisão "Queixas e Reclamações" do jornal O Estado de S. Paulo, depois de denunciar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos na fazenda que herdou de seu avô.
II – A popularidade de Monteiro Lobato aumentou após ser preso pela ditadura Vargas por causa da publicação do livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936.
III – Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882 e faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO
Monteiro Lobato
(José de Nicola)



I – Monteiro Lobato escreveu o artigo "Paranoia ou mistificação" para rebater as denúncias de Anita Malfatti, publicadas na exposição "O escândalo do petróleo".
II – Monteiro Lobato foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção por suas posições antimodernistas, desenvolvidas no tempo em que ele viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial.
III – Monteiro Lobato vendeu a fazenda que herdou de seu avô para exercer a promotoria em Areias, na região do Vale do Paraíba em 1911.

Com base nesse texto, é possível extrair a seguinte reflexão
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/