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Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q384524 Português
O trabalho na agricultura é considerado desgastante, mal remunerado, socialmente desprestigiado e executado apenas por pessoas que não têm qualificação para serviços melhores. Diante da desvalorização desse trabalho, os pais desejam outras ocu­pações laborais para os filhos. Sonham com um trabalho mais valorizado, mais limpo, mais leve e mais bem remunerado, nas cidades, que pode ser proporcionado por meio da escolarização. Todavia, os trabalhadores infantis estão envolvidos numa teia de relações contraditórias. Premidos pela necessidade, a sua incorporação nas atividades remuneradas na agricultura é a pos­sibilidade concreta de ajuda à família, considerando a escassez de mercado de trabalho local. Porém, essa ocupação impede o bom desempenho nos estudos e inviabiliza o sonho de superação da precariedade.

De acordo com o texto, o trabalho na agricultura é encarado como algo.
Alternativas
Q384523 Português
O trabalho na agricultura é considerado desgastante, mal remunerado, socialmente desprestigiado e executado apenas por pessoas que não têm qualificação para serviços melhores. Diante da desvalorização desse trabalho, os pais desejam outras ocu­pações laborais para os filhos. Sonham com um trabalho mais valorizado, mais limpo, mais leve e mais bem remunerado, nas cidades, que pode ser proporcionado por meio da escolarização. Todavia, os trabalhadores infantis estão envolvidos numa teia de relações contraditórias. Premidos pela necessidade, a sua incorporação nas atividades remuneradas na agricultura é a pos­sibilidade concreta de ajuda à família, considerando a escassez de mercado de trabalho local. Porém, essa ocupação impede o bom desempenho nos estudos e inviabiliza o sonho de superação da precariedade.

A frase – … os trabalhadores infantis estão envolvidos numa teia de relações contraditórias. – no contexto em que está inserida, significa que os trabalhadores infantis.
Alternativas
Q384522 Português
No contexto em que está empregada, a frase do texto II – É mencionado em antigas cantigas de roda como fonte de água potável – deixa claro que o dique, antigamente,
Alternativas
Q384521 Português
A partir da leitura dos textos, é correto afirmar:
Alternativas
Q383809 Português
Prezados Senhores,


Desde maio de 2000, o filósofo Olavo de Carvalho tem escrito semanalmente artigos para o jornal O Globo e para a revista Época, nos quais tem abordado, de forma cristalina e muitas vezes contundente, sempre com impressionantes inteligência e erudição, temas fundamentais para o homem moderno, e principalmente pontos cruciais da história e da política nacional e internacional. Olavo tem sido um dos poucos se não o único intelectual brasileiro a analisar os problemas e a história do pensamento nacional por um ângulo que não seja o esquerdista, normalmente unilateral e engessado pelos dogmas marxistas. Se seu texto só tivesse essa única qualidade, já mereceria nosso louvor, ou no mínimo nossa atenção. Mas Olavo tem sido uma “vox clamantis in deserto”. Em vez de encetar diálogos honestos e dignos, como convêm a todo intelectual digno do nome, seus artigos tem sido solenemente ignorados pela intelligentsia esquerdista, por motivos que podemos detectar, mas que não vêm ao caso agora. E, para nossa surpresa, justamente a revista Época, que vinha possibilitando a um número expressivo de leitores a oportunidade de ler os excelentes textos de O. de Carvalho, parece ter decidido impor-lhe o mesmo silêncio com que nossa intelligentsia tem “reagido” aos seus textos, vetando-lhe o artigo que seria publicado na edição de 03/11. Não podemos aceitar que uma revista prestigiosa como a Época, que vinha demonstrando ser imparcial e aberta às diversas tendências e enfoques de análise jornalística e intelectual, venha perpetrar tal censura (essa é a palavra) a um de seus mais importantes articulistas. Ressalte-se o fato de que na Época (e também em O Globo) os textos de Olavo saem (ou saíam?) sempre na sessão “Opinião”, o que exime a revista de qualquer responsabilidade ou compromisso com as ideias do articulista. Ainda assim seu último texto foi proibido. O que (ou quem) levou Época a tal decisão? Reconhecemos que os editores (e os donos) de um veículo de imprensa devem ter autonomia para decidir o que publicar, mas nos causa espécie o fato de um articulista acima da média ser sumariamente censurado, sobretudo nesse país em que a palavra “censura” se tornou um verdadeiro anátema, principalmente nos meios esquerdistas. Manifesto aqui o meu repúdio à censura imposta por Época ao filósofo Olavo de Carvalho, na esperança de que não percamos o privilégio e a oportunidade de ler, nessa conceituada revista, os textos de um dos maiores intelectuais que o Brasil já teve. Pois não será outro o requisito que diferencia um veículo de imprensa dos demais se não a imparcialidade.



Marcos Grillo/RJ
[email protected]
Adaptado de http://www.olavodecarvalho.org/textos/


Quanto ao texto e a opinião de seu autor, podemos afrmar que
Alternativas
Q379185 Português
            Livro, um alvará de soltura

            Costumo brincar que, para conseguir ler todos os livros que me enviam, só se eu pegasse uma prisão perpétua. Pois é de estranhar que, habituada a fazer essa conexão entre isolamento e livros, tenha me passado despercebida a matéria que saiu recentemente nos jornais (da qual fui gentilmente alertada por uma leitora) de que os detentos de penitenciárias federais que se dedicarem à leitura de obras literárias, clássicas, científicas ou filosóficas poderão ter suas penas reduzidas.
            A cada publicação lida, a pena será diminuída em quatro dias, de acordo com a Portaria 276 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). No total, a redução poderá chegar a 48 dias em um ano, com a leitura de até 12 livros. Para provar que leu mesmo, o detento terá que elaborar uma resenha que será analisada por uma comissão de especialistas em assistência penitenciária.
            A ideia é muito boa, então, por favor , não compliquem. Não exijam resenha (eles lá sabem o que é resenha?) nem nada assim inibidor. Peçam apenas que o sujeito, em poucas linhas, descreva o que sentiu ao ler o livro, se houve identificação com algum personagem, algo simples, só para confirmar a leitura. Não ameacem o pobre coitado com palavras difíceis, ou ele preferirá ficar encarcerado para sempre.
            Há presos dentro e fora das cadeias. Muitos adolescentes estão presos a maquininhas tecnológicas que facilitam sua conexão com os amigos, mas não consigo mesmo. Adultos estão presos às telenovelas e aos reality shows, quando poderiam estar investindo seu tempo em algo muito mais libertador. Milhares de pessoas acreditam que ler é difícil, ler é chato, ler dá sono, e com isso atrasam seu desenvolvimento, atrofiam suas ideias, dão de comer a seus preconceitos, sem imaginar o quanto a leitura as libertaria dessa vida estreita.
            Ler civiliza.
            Essa boa notícia sobre atenuação de pena é praticamente uma metáfora. Leitura = liberdade. Não é preciso ser um criminoso para estar preso. O que não falta é gente confinada na ignorância, sem saber como escrever corretamente as palavras, como se vive em outras culturas, como deixar o pensamento voar. O livro é um passaporte para um universo irrestrito. O livro é a vista panorâmica que o presídio não tem, a viagem pelo mundo que o presídio impede. O livro transporta, transcende, tira você de onde você está.
            Por receber uma quantidade inquietante de livros, e sem ter onde guardá-los todos, costumo fazer doações com frequência para escolas e bibliotecas. Poucos meses atrás, doei alguns exemplares para um presídio do Rio de Janeiro, e sugiro que todas as pessoas que tenham livros servindo de enfeite em casa façam o mesmo. Que se cumpram as penas, mas que se deixe a imaginação solta.

            (Martha Medeiros - publicado na revista de O Globo, em 8 de julho de 2012, página 24.)


Os princípios gramaticais que devem ser aplicados à redação oficial são respeitados na seguinte frase:
Alternativas
Q366783 Português

Falta civilidade no trânsito de São Paulo 


Estas situações são cotidianas: motoristas fecham o cruzamento, param sobre a faixa de pedestres, atravessam o sinal vermelho, fazem manobras bruscas, estacionam em faixa dupla e buzinam sem parar. E por aí vai.
É no trânsito de São Paulo que mais falta civilidade, segundo 57% dos 1 927 internautas que responderam a uma pesquisa do jornal O Estado de S.Paulo.
Para a socióloga Alessandra Olivato, a raiz do problema está na falta de entendimento do que é público, isto é, do espaço onde todos têm direitos iguais, e do que é privado, onde prevalece a lógica do interesse particular. “No Brasil, é histórico o uso de privilégios em benefício próprio.”
A socióloga entrevistou 54 motoristas de ônibus, lotação, táxi, carros; motoboys e pedestres. “Todos relataram razões particulares, como pressa ou estresse, que julgavam dar-lhes direito de cometer as faltas, mesmo que isso significasse desrespeitar o outro.”

(http://g1.globo.com. Publicado em 25.03.2007. Adaptado)
Assinale a alternativa correta de acordo com as informações do texto.
Alternativas
Q356672 Português

*Nome trocado para proteger privacidade.
Jánská, Lucie.
Disponível em: http://www.selecoes.com.br/jaleco-branco-nariz-vermelho-cavaquinho.
Acesso em: 24/04/2013. – Adaptado.

No que se refere à entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, é correto afirmar que
Alternativas
Q353176 Português
Com base nas informações do texto acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q351540 Português
imagem-002.jpg

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.

A autora do texto busca evidenciar que a modernização das sociedades valoriza conhecimentos tecnológicos em detrimento de conhecimentos relativos às ciências naturais, o que, de acordo com o ponto de vista do gerente, desqualifica, na estrutura social e na organização profissional, as atividades laborais no comércio, como o de sapatos.
Alternativas
Q351534 Português
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Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).


No que se refere à linguagem, à tipologia textual, às ideias e aos aspectos gramaticais do texto ao lado — Teoria do Medalhão, de Machado de Assis —, julgue os itens a seguir.

O segmento “foi um sonho da minha mocidade” (l.13) é um termo explicativo acerca da fase de ocorrência da expressão “o [ofício] de medalhão” (l.12-13).
Alternativas
Q350458 Português
O título do texto – Foi no Varandá – sinaliza o lugar onde se deu um evento marcante para o autor, evento este caracterizado pela

Alternativas
Q347822 Português
Com base no texto acima, julgue o  item. 

Sem prejuízo das relações sintático-semânticas do texto, os dois últimos períodos do primeiro parágrafo do texto poderiam ser corretamente reescritos da seguinte forma: Penso que as pessoas não torceram apenas pela condenação dos principais suspeitos, tendo torcido também — e principalmente — para que a versão que inculpou o pai e a madrasta fosse verdadeira.
Alternativas
Q346646 Português
A alternativa que corresponde à ideia de acordo ortográfico transmitida pelo texto é:

Alternativas
Q346645 Português
Segundo o texto, um dos pontos previstos no último Acordo Ortográfico é ;

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: IDECI Prova: IBFC - 2013 - IDECI - Advogado |
Q346592 Português
Considere as afirmativas a seguir.

I. As falas da professora e do aluno indicam que ambos entenderam a palavra “sujeito” no mesmo sentido.

II. O termo “mané” foi empregado no sentido conotativo.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q346256 Português

Linha Tênue 
Maria Gadu

Todo lugar que chego, você não fica 
Tudo o que eu te peço, você não dá 
Se dou opinião, você implica 
Toda vez que ligo você não está 
Por que fazer questão deste jogo duro? 
De me mostrar o muro a nos dividir? 
Seu coração de fato está escuro 
Ou por de trás do muro 
Tem mais coisa aí?


Toda vez que passo você não nota 
Eu conto uma lorota você nem ri 
Me faço fina flor vem e desbota 
Me boto numa fria não socorre 
Eu cavo um elogio isso nem te ocorre 
A indiferença escorre fria a me ferir 
Será porque você não me suporta? 
Ou dentro desta porta 
Tem mais coisa aí
Entre o bem e o mal a linha é tênue, meu bem 
Entre o amor e o ódio a linha é tênue também.



Considere as afirmações abaixo.

I. A licença poética permite que alguns versos sejam iniciados por próclise, o que contraria a norma culta.

II. Há uniformidade no tratamento do interlocutor a quem se dirige o eu-lírico da música.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q346248 Português
Considere as afirmações abaixo.

I. O autor considera que o atendimento médico no Brasil é equivalente ao de países desenvolvidos, como Canadá e Estados Unidos.

II. O autor mostra-se contrário ao anúncio da presidente em criar mais vagas em universidades para a medicina.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q346247 Português
Considere as afirmações abaixo.

I. O autor posiciona-se contra a vinda de médicos estrangeiros porque temos médicos em quantidade suficiente para atender a toda a população, bem distribuídos pelo território nacional.

II. O autor considera que são necessárias políticas que estimulem a interiorização dos médicos.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
46181: E
46182: B
46183: C
46184: A
46185: E
46186: D
46187: D
46188: C
46189: E
46190: B
46191: E
46192: E
46193: B
46194: E
46195: B
46196: C
46197: B
46198: A
46199: D
46200: B