Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 51.983 questões
A exclusão da realidade trivial da vida corrente faz parte da experiência vivida pelo espectador de cinema.
Do ponto de vista psicológico, na situação que o autor denomina “situação cinema”, é essencial a ausência de luz e de sons externos ao ambiente de exibição do filme.
Conforme o texto, o cinema ideal não pode existir no mundo real, já que a colocação de letreiros luminosos de emergência e saída é obrigatória, nesses ambientes, por questões de segurança.
O indivíduo que vai ao cinema o faz em busca de isolamento, distração, entretenimento e(ou) instrução.
I. O ICMS (que, além de mercadorias, incide sobre os serviços) deu origem ao ICM, imposto considerado, pelo autor, uma versão confusa do anterior.
II. No método do valor agregado para tributação, em cada etapa, abate-se o imposto devido e registra-se o valor pago na anterior.
III. O imposto praticado na Europa nasceu na década de 1950 na França, com a denominação, traduzida, de taxa sobre o valor agregado (TVA), mais tarde correspondente às siglas IVA e VAT, conforme o idioma dos países que o adotaram.
IV. O TVA independe de quantas forem as etapas, por isso favorece tanto especialização quanto a descentralização e estimula a competitividade.
V. O IVA nacional foi atribuído à União (ICM) e aos estados (IPI).
Estão CORRETOS apenas os enunciados:
Essa mesma formação de plural é encontrada em todas as palavras do seguinte grupo:
O trecho que comprova essa afirmativa é:
Esse fato é descrito na seguinte passagem do Texto I:
O objetivo do autor é discutir
O texto, depois de analisar os efeitos do consumismo sobre o meio ambiente, apresenta os

Fonte: Jornal Zero Hora, 11/03/2013. (adaptado)
Uma das estratégias dos textos publicitários é inter-relacionar palavras de campos semânticos distintos, criando-se o efeito de uma ruptura como que vinha sendo apresentado. Introduz-se um elemento novo que, apesar de estabelecer coerência no texto, rompe com a coesão lexical.
Leve em conta essa informação na análise dos fragmentos a seguir.
I - casa é o ponto de partida e chegada. / todos os dias.(l.6-7)
II - porque casa é templo, / é clube, é cinema, / e é amor. (l.20-22)
III - em casa você vê seu mundo: / seus amigos, sua família, / seu amanhã. (l.23-25)
A estratégia descrita acima está exemplificada
É um mundo estranho este. De repente, começaram a ser apresentados fósseis de animais pré-históricos descobertos recentemente no estado. Parece até coisa de novela. Primeiro foram as ossadas encontradas em São Gabriel, agora as de Dona Francisca. E eu que achava que os nossos mais antigos ancestrais eram os açorianos. Pois soube agora que tivemos Tiarajudens e Decuriasuchus residentes. Tivemos, e ainda temos.
Estou só esperando tocarem a campainha aqui de casa. Posso imaginar os paleontólogos entrando com suas escovinhas e pás, buscando embaixo do meu porcelanato algum resíduo de esqueleto. “Soubemos que dinossauros habitaram esse pedaço de chão milhões de anos atrás, exatamente aqui, onde a senhora vive.” E eu responderei muito circunspecta: “Habitaram, não. Habita ainda. Muito prazer”.
Sou uma dinossaura gaúcha.
Outro dia, num encontro entre amigas, me xingaram por não estar no Facebook. Em vez de uma liberdade de escolha, consideraram minha ausência uma afronta. Não estar no Facebook significa que você é uma esnobe com mania de ser diferente. Mas não é nada disso, tenho um bom argumento de defesa: é que me sinto obrigada a dar retorno a todos os contatos que recebo e, se entrar no Facebook, somando os e-mails que recebo (sim, e-mails – é condizente com minha espécie) não terei paz. Sou uma dinossaura. Relevem.
Eu ainda uso aparelho celular com teclas. Poderia ter um iPad, um tablet ou qualquer outro equipamento de última geração lançado dois minutos atrás, mas gosto do meu telefone simplificado, que só serve para fazer e receber chamadas e torpedos (eu ainda chamo de torpedo, e não de SMS). Não leio mensagens fora de casa. Dinossaura.
Lembram quando comentei outro dia sobre a entrevista que fiz com a Patrícia Pillar? A revista que me contratou me ofereceu um gravador. Aceitei. E pedi: não esqueçam de mandar as fitas! É um mistério terem mantido a missão que me confiaram. Gravador digital era coisa que eu ainda não tinha manuseado. Poderia ter gravado a conversa pelo celular também. Mas vocês sabem: não se extraem os resíduos paleolíticos do DNA assim no mais.
Outro dia contei pro escritor Fabrício Carpinejar que, quando estou no escuro do cinema, durante a projeção, costumo anotar nas folhas do talão de cheque as frases que me tocam durante o filme. Ele ficou bege. “Tu usa cheque???”.
E ainda acredito no amor. Podem me empalhar.
