Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Assinale V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
De acordo com esse pensamento de Paulo Freire, as classes dominantes
( ) procuram defender a ordem social vigente no país.
( ) têm como preocupação maior a manutenção do status quo.
( ) tentam evitar críticas pelo fato de nem sempre serem justas.
( ) buscam impedir mudanças de forma desordenada e destrutiva.
( ) cuidam para que não se analisem, criticamente, as injustiças sociais.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para
baixo, é a
Refrigerantes açucarados
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O tecido adiposo acumulado em excesso gera um processo inflamatório crônico que, somado aos hormônios e aos mediadores químicos produzidos e liberados no organismo da pessoa obesa, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: cerca de 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Amsterdã distribuiu refrigerantes com e sem açúcar para 641 crianças de 5 a 12 anos. As bebidas vinham sem nenhuma indicação no rótulo que permitisse à criança identificar se continham açúcar ou adoçante artificial. Depois de 18 meses, os que recebiam os refrigerantes com açúcar pesavam em média 1,02 kg a mais, apresentavam maior relação cintura/altura e maior quantidade de gordura no corpo. Isso mostra que as recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados, além de aumentar os níveis de atividade física, devem ser levadas à sério.
(Drauzio Varella, www1.folha.uol.com.br, 15.12.2012. Adaptado)
Refrigerantes açucarados
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O tecido adiposo acumulado em excesso gera um processo inflamatório crônico que, somado aos hormônios e aos mediadores químicos produzidos e liberados no organismo da pessoa obesa, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: cerca de 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Amsterdã distribuiu refrigerantes com e sem açúcar para 641 crianças de 5 a 12 anos. As bebidas vinham sem nenhuma indicação no rótulo que permitisse à criança identificar se continham açúcar ou adoçante artificial. Depois de 18 meses, os que recebiam os refrigerantes com açúcar pesavam em média 1,02 kg a mais, apresentavam maior relação cintura/altura e maior quantidade de gordura no corpo. Isso mostra que as recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados, além de aumentar os níveis de atividade física, devem ser levadas à sério.
(Drauzio Varella, www1.folha.uol.com.br, 15.12.2012. Adaptado)
Refrigerantes açucarados
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O tecido adiposo acumulado em excesso gera um processo inflamatório crônico que, somado aos hormônios e aos mediadores químicos produzidos e liberados no organismo da pessoa obesa, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: cerca de 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Amsterdã distribuiu refrigerantes com e sem açúcar para 641 crianças de 5 a 12 anos. As bebidas vinham sem nenhuma indicação no rótulo que permitisse à criança identificar se continham açúcar ou adoçante artificial. Depois de 18 meses, os que recebiam os refrigerantes com açúcar pesavam em média 1,02 kg a mais, apresentavam maior relação cintura/altura e maior quantidade de gordura no corpo. Isso mostra que as recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados, além de aumentar os níveis de atividade física, devem ser levadas à sério.
(Drauzio Varella, www1.folha.uol.com.br, 15.12.2012. Adaptado)
O equilibrista bêbado
Girar pratos constitui um tradicional ato circense, no qual um malabarista mantém um grande número de pratos girando sobre varetas. Frequentemente, o ato é combinado com acrobacias e sequências humorísticas. Girar pratos é também uma conhecida metáfora para o trabalho gerencial. Muitos executivos, quando interrogados sobre sua rotina, respondem com a frase: “continuo tentando manter os pratos no ar”.
Colin Price, diretor da consultoria McKinsey & Company, em Londres, fez eco ao senso comum: publicou, há alguns meses, um artigo na revista da empresa, sugerindo que liderança se tornou, de fato, a arte de girar pratos. O consultor refere-se aos paradoxos característicos da vida nas organizações e à necessidade de os executivos buscarem posições de equilíbrio, nem sempre triviais.
Sua principal premissa é que a forma racional para buscar melhores resultados nas organizações, com foco em questões financeiras e operacionais, com metas, pode não ser a maneira mais eficaz. Não deixa de parecer irônico, dado sua empresa ter construído um impressionante portfólio de clientes com a venda justamente desse tipo de abordagem. Price parece ter descoberto que, embora gostemos de ver as empresas como manifestações da racionalidade, a realidade frequentemente nos mostra que ações e decisões corporativas são comumente marcadas pela imprevisibilidade e pela excentricidade do comportamento humano.
A sugestão de Price é abraçar a condição paradoxal da vida corporativa e buscar situações de equilíbrio. Assim como os malabaristas tentam manter seus pratos no ar, os executivos devem tentar direcionar esforços para incentivar os comportamentos capazes de alinhar as organizações com as suas maiores prioridades.
O consultor identifica grandes paradoxos da vida corporativa. Dois deles merecem destaque. O primeiro envolve mudanças e estabilidade. Toda empresa que deseja sobreviver precisa manter-se no passo de mudança de seu ambiente. Frequentemente, isso implica realizar alterações na estratégia, reformar estruturas, renovar quadros e acelerar o desenvolvimento e o lançamento de produtos. No entanto, o excesso de mudanças causa estresse e gera resistência. Mais sensato é procurar o equilíbrio entre mudança e estabilidade, com respeito aos limites das pessoas e dos processos.
O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
A mensagem de Price tem méritos. De fato, para enfrentar
os desafios do dia a dia, os executivos devem reconhecer que sua
atividade é permeada por contradições. Infelizmente, muitos parecem
agir como equilibristas bêbados. Sobra-lhes desinibição e
falta-lhes consciência. Se trabalhassem “sóbrios”, talvez fossem
capazes de reconhecer a real natureza de sua tarefa e manter todos
os pratos no ar.
(Thomaz Wood Jr., www.cartacapital.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
Releia o penúltimo parágrafo para responder a questão.
O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
Considere as frases e a relação de sentido que estabelecem no parágrafo:
(a) Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras.
(b) Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento.
É correto afirmar que as frases (a) e (b) estabelecem, entre
si, uma relação de
O equilibrista bêbado
Girar pratos constitui um tradicional ato circense, no qual um malabarista mantém um grande número de pratos girando sobre varetas. Frequentemente, o ato é combinado com acrobacias e sequências humorísticas. Girar pratos é também uma conhecida metáfora para o trabalho gerencial. Muitos executivos, quando interrogados sobre sua rotina, respondem com a frase: “continuo tentando manter os pratos no ar”.
Colin Price, diretor da consultoria McKinsey & Company, em Londres, fez eco ao senso comum: publicou, há alguns meses, um artigo na revista da empresa, sugerindo que liderança se tornou, de fato, a arte de girar pratos. O consultor refere-se aos paradoxos característicos da vida nas organizações e à necessidade de os executivos buscarem posições de equilíbrio, nem sempre triviais.
Sua principal premissa é que a forma racional para buscar melhores resultados nas organizações, com foco em questões financeiras e operacionais, com metas, pode não ser a maneira mais eficaz. Não deixa de parecer irônico, dado sua empresa ter construído um impressionante portfólio de clientes com a venda justamente desse tipo de abordagem. Price parece ter descoberto que, embora gostemos de ver as empresas como manifestações da racionalidade, a realidade frequentemente nos mostra que ações e decisões corporativas são comumente marcadas pela imprevisibilidade e pela excentricidade do comportamento humano.
A sugestão de Price é abraçar a condição paradoxal da vida corporativa e buscar situações de equilíbrio. Assim como os malabaristas tentam manter seus pratos no ar, os executivos devem tentar direcionar esforços para incentivar os comportamentos capazes de alinhar as organizações com as suas maiores prioridades.
O consultor identifica grandes paradoxos da vida corporativa. Dois deles merecem destaque. O primeiro envolve mudanças e estabilidade. Toda empresa que deseja sobreviver precisa manter-se no passo de mudança de seu ambiente. Frequentemente, isso implica realizar alterações na estratégia, reformar estruturas, renovar quadros e acelerar o desenvolvimento e o lançamento de produtos. No entanto, o excesso de mudanças causa estresse e gera resistência. Mais sensato é procurar o equilíbrio entre mudança e estabilidade, com respeito aos limites das pessoas e dos processos.
O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
A mensagem de Price tem méritos. De fato, para enfrentar
os desafios do dia a dia, os executivos devem reconhecer que sua
atividade é permeada por contradições. Infelizmente, muitos parecem
agir como equilibristas bêbados. Sobra-lhes desinibição e
falta-lhes consciência. Se trabalhassem “sóbrios”, talvez fossem
capazes de reconhecer a real natureza de sua tarefa e manter todos
os pratos no ar.
(Thomaz Wood Jr., www.cartacapital.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
Texto 2
Estudar o português é investir na carreira
por Mariana Niederauer
O domínio da língua portuguesa é determinante para a seleção no mercado de trabalho, mas as empresas têm encontrado dificuldades em recrutar profissionais que preencham esse pré-requisito. O uso de jargões corporativos que outros funcionários não entendem e até erros gramaticais básicos, como a grafia incorreta das palavras e a falta de coesão entre as frases, comprometem a comunicação e expõem profissionais desde o nível operacional até os cargos de gestão. Em tempos em que a troca de informações on-line virou rotina, torna-se essencial prestar atenção ao uso correto da norma culta. Vale, inclusive, participar de cursos de reciclagem para atualizar os conhecimentos.
Falhas no domínio do português prejudicam qualquer profissional, pois não são perceptíveis apenas na correção gramatical do texto escrito, podem comprometer, também, habilidades em outras áreas. A escritora e professora aposentada do Instituto de Letras da Universidade de Brasília Lucília Garcez afirma que a língua aprimora características cognitivas importantes, como a capacidade de fazer avaliações. “Tudo isso é construído no desenvolvimento da linguagem”, explica.
Para a especialista, é somente por meio da leitura que se desenvolve essa habilidade. Ela sugere que os trabalhadores busquem jornais de grande circulação, revistas semanais e obras literárias, meios que usam a língua em sua possibilidade plena. Lucília lembra ainda que, sem o domínio do português, fica mais difícil aprender outro idioma.
A servidora pública Maria Abadia Silva, 49 anos, trabalha com a elaboração de pareceres e faz um curso de português para atualizar os conhecimentos. “A redação oficial tem de estar impecável, por isso, acho importante me reciclar”, diz. Ela possui três graduações no currículo e fala inglês. Mesmo assim, acredita que, por causa da evolução da língua, o aprendizado precisa ser constante. O principal objetivo da servidora é dominar o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Colega de Maria Abadia no curso, Jonas Ricardo Rossi Cardoso, 24 anos, atua em uma área que costuma ser lembrada por concentrar profissionais pouco capacitados na leitura e na escrita. Ele é bancário e trabalha com informática. O jovem relata que, ao longo da graduação, não teve aulas de língua portuguesa, já que o conteúdo não constava do currículo. Esse é um dos motivos que o fez buscar a reciclagem. Jonas conta que alguns amigos não compreendem sua motivação para ter voltado a estudar.
A editora de Opinião do Correio, Dad Squarisi, afirma que o domínio da língua portuguesa conta muito no recrutamento de candidatos. “Em geral, nos testes de conhecimentos técnicos, as pessoas se saem bem. O que define a seleção é a redação e o domínio da norma culta”, destaca. Dad explica que é preciso ter um texto bom e coerente. A mesma regra vale para a entrevista: saber expor com clareza e correção as ideias faz toda a diferença. Ela lembra que, por causa da Internet, a escrita passou a ser mais valorizada, já que tudo fica registrado no meio eletrônico. Por isso, o cuidado deve ser redobrado. “A redação profissional é o cartão de visita. Quando tem erros de grafia ou de acentuação, a pessoa está dando um atestado de que não tem domínio da língua.”
Escrever errado pode, inclusive, prejudicar o profissional em uma possível promoção. Ler muito — o que inclui gramáticas e o dicionário — e buscar cursos de português são as dicas para driblar o problema. Dad Squarisi ressalta que redigir bem não é questão de talento, nem dom divino, depende de treino. “Um bom texto é aquele que dá o recado: eu digo o que tenho que dizer e a pessoa entende o que eu quero que ela entenda. Para isso, tem que ser claro, preciso, conciso e sedutor, para que a pessoa embarque no meu texto”, conclui.
Disponível em: < http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2012/08/27>.
Acesso em: 29 ago. 2013. Texto adaptado para fins de avaliação.

De acordo como o Texto 1, é correto afirmar que
Os dados apresentados no Texto 3 levam às seguintes conclusões:
I- Há uma diferença de aproximadamente 4% entre a primeira e a última cidade apresentada no infográfico sobre o saneamento no Brasil, indicando os locais que ainda necessitam de maior acesso ao saneamento básico.
II- O país precisa investir prioritariamente nas regiões Norte e Nordeste, pois as regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam índices excelentes de saneamento básico.
III- As regiões Sul e Sudeste apresentam os melhores índices de saneamento básico do país, enquanto Nordeste e Centro-Oeste ainda carecem de muitos investimentos.
IV- As cidades apresentadas no infográfico servirão de vitrine do país na Copa de 2014, e seus índices de saneamento básico indicam a necessidade de maior investimento do país nessa área.
Estão corretas as afirmações
"No mundial de futebol dos Estados Unidos, o locutor Evaldo José repetiu que a partida Romênia X Suécia ia ser decidida por penalidade máxima. E sempre me impressiona a capacidade de se falar sem pensar (psitacismo). Naturalmente a coisa só é penalidade (penalty) quando alguma falta foi cometida. Como na disputa final não houve qualquer falta se trata apenas de um tiro livre ou chute livre, em gol".
(Millôr Fernandes, adaptado)
TEXTO 02
LÍNGUA: PRA QUE TE QUERO?
Gestos, desenhos, movimentos, símbolos, palavras, silêncio... O ser humano dispõe de diferentes linguagens para se comunicar com o mundo e com as pessoas. No entanto, parece que a palavra tem sido o instrumento preferido para objetivar seu pensamento, interagir com o outro e se fazer compreender.
CEREJA, William Roberto e MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva. Atual Editora. 1999. p.01.
Texto 01
SESC Ler
Os Centros Educacionais Sesc Ler fazem parte de um programa de educação integrada à cidadania. Sua concepção pedagógica utiliza os conhecimentos prévios dos próprios alunos para construção do aprendizado. Com isso, busca-se o fortalecimento da capacidade intelectual, estimulando a formação da autonomia e de uma consciência crítica sobre suas relações com o meio físico, cultural, social e político.
Instalados em municípios com baixo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, o Sesc Ler contribui com o poder público para minimizar os números do analfabetismo no Brasil, servindo como referência para que outras instituições possam também abraçar esta causa.
Em Pernambuco, os Centros Educacionais Sesc Ler oferecem:
• EJA (Educação de Jovens e Adultos) – alfabetização 1º e 2º ciclo
• Educação Infantil
• Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série)
• PHE (Projeto Habilidades de Estudo)
• Investimento da formação continuada dos educadores
• Trabalho com Grupos da Terceira Idade
Os Centros Educacionais Sesc Ler têm um projeto arquitetônico despojado com:
• Salas de aula dotadas de iluminação e ventilação adequadas
• Biblioteca com acervo atualizado e informatizado
• Laboratório de Informática
• Refeitório
• Espaço de convivência
• Quadras Poliesportivas
• Parque aquático, com piscina semiolímpica e infantil
• Campo de futebol oficial
Todos esses espaços contribuem para o desenvolvimento de um trabalho de excelência didático-pedagógica, integrando os objetivos curriculares às demais atividades que o Sesc desenvolve nas áreas de cultura, lazer, saúde e assistência. Dessa forma, o Sesc Ler recebe periodicamente exposições de artes plásticas, espetáculos de teatro e dança, cursos de capacitação profissional, assistência odontológica através do projeto OdontoSesc.
Disponível em: www.sesc-pe.com.br
Texto 01
SESC Ler
Os Centros Educacionais Sesc Ler fazem parte de um programa de educação integrada à cidadania. Sua concepção pedagógica utiliza os conhecimentos prévios dos próprios alunos para construção do aprendizado. Com isso, busca-se o fortalecimento da capacidade intelectual, estimulando a formação da autonomia e de uma consciência crítica sobre suas relações com o meio físico, cultural, social e político.
Instalados em municípios com baixo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, o Sesc Ler contribui com o poder público para minimizar os números do analfabetismo no Brasil, servindo como referência para que outras instituições possam também abraçar esta causa.
Em Pernambuco, os Centros Educacionais Sesc Ler oferecem:
• EJA (Educação de Jovens e Adultos) – alfabetização 1º e 2º ciclo
• Educação Infantil
• Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série)
• PHE (Projeto Habilidades de Estudo)
• Investimento da formação continuada dos educadores
• Trabalho com Grupos da Terceira Idade
Os Centros Educacionais Sesc Ler têm um projeto arquitetônico despojado com:
• Salas de aula dotadas de iluminação e ventilação adequadas
• Biblioteca com acervo atualizado e informatizado
• Laboratório de Informática
• Refeitório
• Espaço de convivência
• Quadras Poliesportivas
• Parque aquático, com piscina semiolímpica e infantil
• Campo de futebol oficial
Todos esses espaços contribuem para o desenvolvimento de um trabalho de excelência didático-pedagógica, integrando os objetivos curriculares às demais atividades que o Sesc desenvolve nas áreas de cultura, lazer, saúde e assistência. Dessa forma, o Sesc Ler recebe periodicamente exposições de artes plásticas, espetáculos de teatro e dança, cursos de capacitação profissional, assistência odontológica através do projeto OdontoSesc.
Disponível em: www.sesc-pe.com.br
Observe o trecho abaixo:
“Sua concepção pedagógica utiliza os conhecimentos prévios dos próprios alunos para construção do aprendizado. Com isso, busca-se o fortalecimento da capacidade intelectual, estimulando a formação da autonomia e de uma consciência crítica sobre suas relações com o meio físico, cultural, social e político.”
Sobre ele, está CORRETO o que se afirma na alternativa
Texto 01
SESC Ler
Os Centros Educacionais Sesc Ler fazem parte de um programa de educação integrada à cidadania. Sua concepção pedagógica utiliza os conhecimentos prévios dos próprios alunos para construção do aprendizado. Com isso, busca-se o fortalecimento da capacidade intelectual, estimulando a formação da autonomia e de uma consciência crítica sobre suas relações com o meio físico, cultural, social e político.
Instalados em municípios com baixo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, o Sesc Ler contribui com o poder público para minimizar os números do analfabetismo no Brasil, servindo como referência para que outras instituições possam também abraçar esta causa.
Em Pernambuco, os Centros Educacionais Sesc Ler oferecem:
• EJA (Educação de Jovens e Adultos) – alfabetização 1º e 2º ciclo
• Educação Infantil
• Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série)
• PHE (Projeto Habilidades de Estudo)
• Investimento da formação continuada dos educadores
• Trabalho com Grupos da Terceira Idade
Os Centros Educacionais Sesc Ler têm um projeto arquitetônico despojado com:
• Salas de aula dotadas de iluminação e ventilação adequadas
• Biblioteca com acervo atualizado e informatizado
• Laboratório de Informática
• Refeitório
• Espaço de convivência
• Quadras Poliesportivas
• Parque aquático, com piscina semiolímpica e infantil
• Campo de futebol oficial
Todos esses espaços contribuem para o desenvolvimento de um trabalho de excelência didático-pedagógica, integrando os objetivos curriculares às demais atividades que o Sesc desenvolve nas áreas de cultura, lazer, saúde e assistência. Dessa forma, o Sesc Ler recebe periodicamente exposições de artes plásticas, espetáculos de teatro e dança, cursos de capacitação profissional, assistência odontológica através do projeto OdontoSesc.
Disponível em: www.sesc-pe.com.br
Texto 01
SESC Ler
Os Centros Educacionais Sesc Ler fazem parte de um programa de educação integrada à cidadania. Sua concepção pedagógica utiliza os conhecimentos prévios dos próprios alunos para construção do aprendizado. Com isso, busca-se o fortalecimento da capacidade intelectual, estimulando a formação da autonomia e de uma consciência crítica sobre suas relações com o meio físico, cultural, social e político.
Instalados em municípios com baixo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, o Sesc Ler contribui com o poder público para minimizar os números do analfabetismo no Brasil, servindo como referência para que outras instituições possam também abraçar esta causa.
Em Pernambuco, os Centros Educacionais Sesc Ler oferecem:
• EJA (Educação de Jovens e Adultos) – alfabetização 1º e 2º ciclo
• Educação Infantil
• Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série)
• PHE (Projeto Habilidades de Estudo)
• Investimento da formação continuada dos educadores
• Trabalho com Grupos da Terceira Idade
Os Centros Educacionais Sesc Ler têm um projeto arquitetônico despojado com:
• Salas de aula dotadas de iluminação e ventilação adequadas
• Biblioteca com acervo atualizado e informatizado
• Laboratório de Informática
• Refeitório
• Espaço de convivência
• Quadras Poliesportivas
• Parque aquático, com piscina semiolímpica e infantil
• Campo de futebol oficial
Todos esses espaços contribuem para o desenvolvimento de um trabalho de excelência didático-pedagógica, integrando os objetivos curriculares às demais atividades que o Sesc desenvolve nas áreas de cultura, lazer, saúde e assistência. Dessa forma, o Sesc Ler recebe periodicamente exposições de artes plásticas, espetáculos de teatro e dança, cursos de capacitação profissional, assistência odontológica através do projeto OdontoSesc.
Disponível em: www.sesc-pe.com.br
Texto II - A Economia de Goiás
Localizado na região Centro-Oeste, na qual a atividade agropecuária tem grande destaque, Goiás apresenta extensas áreas de pastagens e lavouras. Quase metade do território goiano é formada por latifúndios rurais, ou seja, propriedades com mais de mil hectares.
Em 2008, a contribuição de Goiás para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 2,5% e, no âmbito regional, sua participação foi de 27,6%. (...)
Goiás é um dos maiores produtores de tomate, milho e soja do Brasil. Responsável por 33% da produção nacional de sorgo, é o principal produtor desse grão no país. Outros cultivos importantes são: algodão, cana-de-açúcar, café, arroz, feijão, trigo e alho.
A pecuária, por sua vez, está em constante expansão. O estado possui, atualmente, o terceiro maior rebanho bovino do país. O aspecto negativo com relação à agropecuária é que ela é a principal atividade responsável pela destruição do bioma Cerrado, visto que desencadeia constantes desmatamentos e degradação do solo. Por Wagner de Cerqueira e Francisco.
Disponível em:< http://www.brasilescola.com/brasil/a-economia-goias.htm> Acesso em: 18 nov. 2013, com adaptações.
Texto II - A Economia de Goiás
Localizado na região Centro-Oeste, na qual a atividade agropecuária tem grande destaque, Goiás apresenta extensas áreas de pastagens e lavouras. Quase metade do território goiano é formada por latifúndios rurais, ou seja, propriedades com mais de mil hectares.
Em 2008, a contribuição de Goiás para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 2,5% e, no âmbito regional, sua participação foi de 27,6%. (...)
Goiás é um dos maiores produtores de tomate, milho e soja do Brasil. Responsável por 33% da produção nacional de sorgo, é o principal produtor desse grão no país. Outros cultivos importantes são: algodão, cana-de-açúcar, café, arroz, feijão, trigo e alho.
A pecuária, por sua vez, está em constante expansão. O estado possui, atualmente, o terceiro maior rebanho bovino do país. O aspecto negativo com relação à agropecuária é que ela é a principal atividade responsável pela destruição do bioma Cerrado, visto que desencadeia constantes desmatamentos e degradação do solo. Por Wagner de Cerqueira e Francisco.
Disponível em:< http://www.brasilescola.com/brasil/a-economia-goias.htm> Acesso em: 18 nov. 2013, com adaptações.
Para responder à questão, leia a tirinha abaixo.



As afirmativas a seguir comparam os dois textos:
1. A charge, ao contrário do texto de Schwartsman, se mostra desfavorável à revisão da Lei da Anistia.
2. Ambos os textos reconhecem que houve excessos e os responsáveis seriam os militares que atuaram na época.
3. Ambos os textos explicitam, cada um ao seu modo, que houve um decurso significativo de tempo da época em que ocorreram os fatos até o momento.
4. Ambos os textos põem em xeque o conceito de crime imprescritível.
Assinale a alternativa correta.

(Latuff,<http://torturanuncamaispr.wordpress.com/2013/01/21/charges-sobre-a-ditadura-e-a-anistia/> . Acesso em 31 de maio de 2013.)
A charge do Latuff foi publicada sob o título “O sono dos injustos”. É possível reconhecer nessa charge aspectos citados por Hélio Schwartsman no texto “Revendo a Anistia”. Numere a coluna da direita, relacionando trechos do texto com imagens veiculadas na charge e apresentadas na coluna da esquerda.
1. O velhinho deitado na cama.
2. As caveiras sob a cama.
3. A bandeira brasileira usada como coberta e a palavra que substitui "Ordem e Progresso".
4. O boné na cabeceira da cama.
( ) “subterrâneos da ditadura e o paradeiro dos desaparecidos”.
( ) “eventuais condenados no processo se a lei da anistia fosse revista”.
( ) “é improvável que essa decisão venha a ser modificada tão cedo”.
( ) “40 anos depois dos fatos já não atingem os autores dos delitos, mas encontram pessoas totalmente distintas, tanto em suas células como em suas ideias”.Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta na coluna da direita, de cima para baixo.

