Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1388105 Português

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Disponível em: <http://www.blogdozebrao.com.br/v1/2013/04/28/> . Acesso em: 23 out. 2017.


Dadas as afirmativas, levando em consideração as diferentes linguagens e a construção do gênero textual em questão,


I. A linguagem não verbal, no texto, pode ser interpretada como uma atitude de afastamento ou denúncia.

II. A linguagem verbal é apresentada com uma oração, cujo sujeito classifica-se como indeterminado.

III. Os elementos visuais do cartaz podem indicar que ele faz parte de uma campanha de conscientização.



verifica-se que está(ão) correta(s) apenas

Alternativas
Q1387600 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
“Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.” (7º§) Acerca de “nossa vida consciente”, que o autor menciona no trecho anterior, é correto afirmar que trata-se
Alternativas
Q1387597 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
No texto o autor citou o astrônomo Hubble, o papa Francisco, o biólogo Christian de Duve e o cosmólogo Brian Swimme com o seguinte objetivo:
Alternativas
Q1387596 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
Assinale a alternativa cujo termo sublinhado apresenta o correspondente corretamente indicado.
Alternativas
Q1387595 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
De acordo com as informações apresentadas no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1387594 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
“É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.” (2º§) Acerca do período em evidência, é correto afirmar que
Alternativas
Q1387593 Português
A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto

    Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos 20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
    Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
    Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos), complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
    São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica. Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina e citosina).
    Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
    Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.     
    Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
    Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme, que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
    Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
O assunto principal do texto é:
Alternativas
Q1386678 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.

Língua escrita – língua falada – nível de linguagem

A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]

SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1386677 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.

Língua escrita – língua falada – nível de linguagem

A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]

SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, ser bilíngue em sua própria língua é:
Alternativas
Q1386673 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quando nasce uma língua nova?

A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os linguistas sabem com precisão onde termina uma língua e onde começa outra. Nada mais distante da verdade! Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos linguistas — que há séculos confessam ser impossível enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo que se chama ideologia. Sim, a definição do que é uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre reconheceram a existência de uma língua chamada servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]

BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. Fatores externos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua. II. Os linguistas reconhecem a imprecisão existente para caracterizar uma língua. III. Fatores internos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua.
De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1386672 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quando nasce uma língua nova?

A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os linguistas sabem com precisão onde termina uma língua e onde começa outra. Nada mais distante da verdade! Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos linguistas — que há séculos confessam ser impossível enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo que se chama ideologia. Sim, a definição do que é uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre reconheceram a existência de uma língua chamada servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]

BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, pode-se afirmar:
Alternativas
Q1386671 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.

Preconceito linguístico
[...]
O preconceito linguístico resulta da comparação indevida entre o modelo idealizado de língua que se apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade, modos de falar que são muitos e bem diferentes entre si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada, nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e dicionaristas, nas regras da gramática latina (que serviu durante séculos como modelo para a produção das gramáticas das línguas modernas), etc. No caso brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna simplesmente impossível que alguém escreva e, principalmente, fale segundo essas regras normativas, porque elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma língua artificial, ultrapassada, que não reflete os usos reais de nenhuma comunidade atual falante de português, nem no Brasil, nem em Portugal, nem em qualquer outro lugar do mundo onde a língua é falada.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale de dois rótulos: o “errado” e o “feio” que, mesmo sem nenhum fundamento real, já se solidificaram como estereótipos. Quando analisado de perto, o preconceito linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua, pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar um indivíduo ou um grupo social por suas características socioculturais e socioeconômicas: gênero, raça, classe social, grau de instrução, nível de renda, etc.
A instituição escolar tem sido há séculos a principal agência de manutenção e difusão do preconceito linguístico e de outras formas de discriminação. Uma formação docente adequada, com base nos avanços das ciências da linguagem e com vistas à criação de uma sociedade democrática e igualitária, é um passo importante na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. Ceale. Disponível em: <https://goo.gl/UeoHoH>. Aceso em: 10 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
Alternativas
Q1386667 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.

Preconceito linguístico
[...]
O preconceito linguístico resulta da comparação indevida entre o modelo idealizado de língua que se apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade, modos de falar que são muitos e bem diferentes entre si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada, nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e dicionaristas, nas regras da gramática latina (que serviu durante séculos como modelo para a produção das gramáticas das línguas modernas), etc. No caso brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna simplesmente impossível que alguém escreva e, principalmente, fale segundo essas regras normativas, porque elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma língua artificial, ultrapassada, que não reflete os usos reais de nenhuma comunidade atual falante de português, nem no Brasil, nem em Portugal, nem em qualquer outro lugar do mundo onde a língua é falada.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale de dois rótulos: o “errado” e o “feio” que, mesmo sem nenhum fundamento real, já se solidificaram como estereótipos. Quando analisado de perto, o preconceito linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua, pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar um indivíduo ou um grupo social por suas características socioculturais e socioeconômicas: gênero, raça, classe social, grau de instrução, nível de renda, etc.
A instituição escolar tem sido há séculos a principal agência de manutenção e difusão do preconceito linguístico e de outras formas de discriminação. Uma formação docente adequada, com base nos avanços das ciências da linguagem e com vistas à criação de uma sociedade democrática e igualitária, é um passo importante na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. Ceale. Disponível em: <https://goo.gl/UeoHoH>. Aceso em: 10 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
Em relação ao texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1386599 Português

Leia o cartum abaixo para responder à questão:



Fonte: http://www.opera10.com.br/2016/10/redacao-proposta-2016e-2-19-de-20.html Acesso em: 01/04/2017
A leitura dos elementos visuais do cartum nos permite inferir que:
Alternativas
Q1386595 Português

Leia o cartum abaixo para responder à questão:



Fonte: http://www.opera10.com.br/2016/10/redacao-proposta-2016e-2-19-de-20.html Acesso em: 01/04/2017
De acordo com a leitura do cartum, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1386594 Português

Leia o cartum abaixo para responder à questão:



Fonte: http://www.opera10.com.br/2016/10/redacao-proposta-2016e-2-19-de-20.html Acesso em: 01/04/2017
A partir da leitura do cartum, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1386240 Português
Quanto aos aspectos de registro, julgue as proposições abaixo como verdadeira (V) ou falsa (F):
( ) A conversa estabelecida entre o chefe da facção e o colega representa uma das normas linguísticas, um falar próprio de um grupo, marcado por gírias, estruturas sintáticas truncadas, aspectos também relacionados à economia linguística. ( ) As transgressões às regras gramaticais visíveis nos trechos da conversa a tornam ininteligível, pois há frases agramaticais. ( ) No diálogo um dos interlocutores, o chefe da facção, faz uso de estruturas de ênfase, como “quem manda é a FND” (linha 11 e 12) e “é nos quem manda” (linha 13), estrutura restrita ao gênero oral informal. ( ) A estrutura introduzida pela partícula QUE constitui outra forma de dizer “pois nós somos...”, logo o QUE assume função de conjunção explicativa. ( ) O item AQUI é um advérbio pronominal que faz remissão a “Amazonas”; e como o referente é interpretado na dependência da situação enunciativa, trata-se de uma forma referencial catafórica.
Com base na análise das proposições, a alternativa que apresenta a sequência CORRETAé
Alternativas
Q1386239 Português
A respeito da estrutura do artigo, é possível fazer os seguintes comentários:
I - O desenvolvimento do artigo revela a estratégia da comparação – entre as atitudes dos presidiários e dos políticos e executivos – e da ilustração, no caso a citação dos diálogos, utilizados pelo autor para comprovar o argumento de que a esbórnia nas prisões reflete a do planalto. II- A ilustração dos diálogos, seja dos presidiários seja dos políticos, é um recurso empregado para atribuir mais veracidade aos argumentos em favor da tese apresentada. III- A tese do artigo é a de que as investigações da polícia não resolvem o problema da criminalidade brasileira, apenas torna pública a baixaria nos altos e baixos escalões, sendo, pois, dispensáveis.
A alternativa que traz a CORRETA avaliação das asserções é:
Alternativas
Q1386237 Português
Considere as proposições a seguir a respeito das relações de sentido inferidas das orações que formam os períodos do texto:
I - Em: “Incomodado com uma reportagem sobre uma tentativa de extorsão contra sua mulher, o presidente Michel Temer acionou a Justiça na semana passada...” (linha 01) infere-se relação de causa e consequência entre oração subordinada anteposta e a oração principal. II- Em: “Sem que a íntegra da conversa venha à tona, é impossível saber se é inócua ou se compromete Temer.” (linhas 9-10), a relação semântica é de concessão. III- Em: “Como era justamente um dos conteúdos que motivavam a tentativa de extorsão, está sob sigilo...” (linhas 8-9) e “Como o governo certamente está convicto de que nada o compromete, bem faria se...censura” (linhas 10-12), a relação inferida das orações adverbiais introduzidas por como é de causa e conformidade, respectivamente.
Aponte a alternativa que avalia CORRETAMENTE as proposições:
Alternativas
Q1386235 Português
Na entrevista estão em destaque quatro períodos para os quais são propostas novas versões, nas quais há pequenas modificações:
I - Do ponto de vista médico, não se pode consumir nenhum entorpecente. II- Do ponto de vista médico, não se tem que consumir nenhum entorpecente. III- Embora se possa fumar tabaco, maconha e usar cocaína, essas não são coisas que uma pessoa deva fazer. IV - A maconha tem componentes cancerígenos, conforme o tabaco. V- Deve-se fumar tabaco, maconha e usar cocaína, mas essas não são coisas que uma pessoa possa fazer.
Indique em qual das alternativas estão mencionadas as versões cujo valor semântico equivale ao da versão original presente na fala do médico.
Alternativas
Respostas
37041: D
37042: C
37043: A
37044: A
37045: D
37046: A
37047: D
37048: C
37049: D
37050: D
37051: B
37052: B
37053: B
37054: A
37055: A
37056: B
37057: D
37058: C
37059: E
37060: D