Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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( ) O Analista Administrativo fez o levantamento de dados, informações e legislações pertinentes, dando-lhes tratamento técnico, a fim de subsidiar trabalhos específicos. Ao terminar, ele entregou o trabalho ao chefe do departamento. ( ) Ela era extremamente atenciosa e dedicada ao trabalho, minha colega! ( ) Os três primeiros colocados no concurso para Analista Administrativo são estes: João, Maria e José. ( ) Este pesquisador já entregou a proposta. Vi-o aqui na semana passada.
"Isso, sem dúvida, é uma ferramenta que auxilia os pequenos, médios e grandes produtores de gado. O mesmo pode ocorrer para todas as culturas agrícolas. A chamada abre um leque de possibilidades e de fomento a tecnologias que, com certeza, ajudarã9 na assistência técnica ao produtor", finaliza.
I. A FAPESP e a Finep apoiarão pesquisas voltadas ao setor agropecuário, que visam ao desenvolvimento de procedimentos que aumentam a eficiência e a produtividade, propostos para a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. II. No que concerne aos recursos alocados para financiamento, 7,5 milhões de reais referem-se a recursos que devem ser disponibilizados pela FAPESP. Deste montante, 20% serão disponibilizados para empresas cujo faturamento seja inferior a 5 milhões de reais. Os outros 20% ficam a cargo da Finep. III. O levantamento das demandas, baseadas nas necessidades reais dos produtores, foi possível devido à aproximação com o produtor rural do estado de São Paulo. A tecnologia ajudará o agricultor rural a planejar, tomar decisões mais rápidas, fazendo com que aumente a produtividade e melhore a renda.
É correto o que se afirma em
“Dizem que o rapaz morreu de pneumonia.”
O banheiro e a cirurgia
A segurança jurídica é uma das bandeiras mais recorrentes dos transgêneros. Há no Supremo Tribunal Federal (STF) duas ações que envolvem os direitos de quem porta essa condição. Uma delas nasceu do caso de uma mulher trans que exige reparação por danos morais depois de ter sido proibida de usar o banheiro feminino de um shopping em Florianópolis, Santa Catarina. Ela teria sido retirada à força do local por um agente de segurança sob o argumento de que sua presença causaria constrangimentos. “Não respeitar essas pessoas é não respeitar a natureza”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF. O julgamento, no entanto, está parado desde novembro de 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu mais tempo para analisar o tema. Na decisão inicial, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina entendeu que não houvera dano moral, mas “mero dissabor”.
O outro processo no STF discute a possibilidade de alteração do gênero no registro civil mesmo sem a realização da cirurgia de mudança de sexo. No recurso, um homem trans questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que permitiu a alteração de seu nome, mas não a mudança do sexo feminino para o masculina no registro civil. O tribunal entendeu que ele não havia realizado a cirurgia de adequação sexual. O julgamento da ação, iniciado em 2014, foi interrompido em abril deste ano. Foi retomado em junho. Quem defende o homem trans no caso é Gisele Alessandra Schmidt, da ONG Dignidade, a primeira advogada trans a subir à tribuna no plenário do STF. “Muitas pessoas não querem fazer a cirurgia de readequação genital, por ser invasiva”, diz Gisele. “É inadmissível atrelar a mudança de gênero a uma operação”.
(VEJA no
. 42. 18 de outubro, 2017, p. 81)
O banheiro e a cirurgia
A segurança jurídica é uma das bandeiras mais recorrentes dos transgêneros. Há no Supremo Tribunal Federal (STF) duas ações que envolvem os direitos de quem porta essa condição. Uma delas nasceu do caso de uma mulher trans que exige reparação por danos morais depois de ter sido proibida de usar o banheiro feminino de um shopping em Florianópolis, Santa Catarina. Ela teria sido retirada à força do local por um agente de segurança sob o argumento de que sua presença causaria constrangimentos. “Não respeitar essas pessoas é não respeitar a natureza”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF. O julgamento, no entanto, está parado desde novembro de 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu mais tempo para analisar o tema. Na decisão inicial, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina entendeu que não houvera dano moral, mas “mero dissabor”.
O outro processo no STF discute a possibilidade de alteração do gênero no registro civil mesmo sem a realização da cirurgia de mudança de sexo. No recurso, um homem trans questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que permitiu a alteração de seu nome, mas não a mudança do sexo feminino para o masculina no registro civil. O tribunal entendeu que ele não havia realizado a cirurgia de adequação sexual. O julgamento da ação, iniciado em 2014, foi interrompido em abril deste ano. Foi retomado em junho. Quem defende o homem trans no caso é Gisele Alessandra Schmidt, da ONG Dignidade, a primeira advogada trans a subir à tribuna no plenário do STF. “Muitas pessoas não querem fazer a cirurgia de readequação genital, por ser invasiva”, diz Gisele. “É inadmissível atrelar a mudança de gênero a uma operação”.
(VEJA no
. 42. 18 de outubro, 2017, p. 81)
Observe os quadrinhos abaixo, da Turma do Snoopy, para
responder à questão .

Conforme a conversa entre Lucy e Charlie Brown, é correto
afirmar que
I. a personagem principal se despediu do padre, acreditando nunca mais o ver, por isso disse Adeus. II. a personagem principal se despediu dizendo Adeus, pois não se identificou com a cidade visitada. III. o padre se mostrou uma pessoa pouco simpática.
É correto o que se afirma apenas em
Envelhecer: com mel ou fel?
[...]
Envelhecer deveria ser como plainar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.
Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, nem da ruga do tempo e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo e mesmo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos grandes permitida.
Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.
O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E, no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma faca nova.
Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem de modo diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria a suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até desaparecer sem dor, como quem, caminhando contra o vento, de repente, se evaporasse. E iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria – gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.
[...]
SANT’ANNA, Affonso R. de. Coleção melhores crônicas. São Paulo: Global, 2003.
Leia o texto a seguir.
Sempre quis ser professora. Em 2001, me formei no magistério, mas cursar uma faculdade de pedagogia era um sonho muito distante. Nasci em Santana, no Amapá, mas desde os meus sete anos vivo em Afuá, na ilha de Marajó, no Pará. A cidade grande mais perto é Macapá, que fica de duas a seis horas daqui, dependendo da embarcação e da maré. Nessas condições, seria bem difícil fazer uma graduação presencial, por causa do deslocamento e também da questão financeira. Em 2012, me tornei professora da rede municipal. Depois de um ano de trabalho, fui transferida para o interior do município, na ilha do Caldeirão, que fica de seis a oito horas de barco daqui. Dava aula para uma sala de 26 alunos, que tinha desde crianças de pré-escola até o quinto ano do ensino fundamental. Eram filhos de trabalhadores que fazem extração de palmito e açaí nessa região. Lá, eu morava num quartinho na própria escola e só conseguia voltar uma vez por mês à cidade para ver minha família. (...)
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/.shtml. Acesso em 06/08/2017. Adaptado.)
Os elementos coesivos são responsáveis pelas relações de sentido construídas no texto. Sobre esses elementos,
assinale a afirmativa INCORRETA.

( ) A expressão salto nas vendas cria uma relação de sentido com o sapato feminino de salto, atribuindo às mulheres o aumento nas vendas do comércio. ( ) A expressão todas as outras refere-se às mulheres que não são tecnólogas em Comércio Exterior. ( ) O anúncio publicitário pode ser compreendido em sua totalidade sem a parte visual. ( ) A imagem do sapato sugere que todas as mulheres trabalham utilizando salto.
Assinale a sequência correta.