Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Após a leitura desses textos, comparando-os ao conteúdo do Texto 1, é CORRETO afirmar que
Leia estes trechos e assinale V diante de afirmativas verdadeiras e F diante das falsas.
( ) No trecho “Essa última condição nega a possibilidade de haver uma classe que viva apenas de rendimentos de seu capital, sem tomar parte no trabalho.” [linhas 28 e 29], o autor remete à condição de que os que trabalham na empresa solidária sejam seus donos por igual.
( ) No trecho “É o que acontece quando se associam, de forma igualitária, em geral para aproveitar as vantagens pecuniárias de compras e vendas em comum, sem renunciar à autonomia de produtores individuais ou familiares.” [linhas 9 a 11], o autor explica os meios de produção associados à concentração de renda.
( ) No trecho “Em última análise, a livre competição leva à sua própria superação, ao ser substituída por modalidades monopólicas ou oligopólicas de competição.” [linhas 15 a 17], o autor explana o funcionamento da empresa solidária.
A sequência CORRETA é
Considere as seguintes assertivas.
I. O capitalismo prevê hierarquia nas relações de trabalho, diferentemente dos princípios da economia solidária.
II. A propriedade privada de meios “individuais” de produção não exclui trabalhadores que possuem seus próprios meios de produção.
III. O capitalismo apresenta uma tendência de maximizar os lucros em detrimento da livre competição entre encarregados e operários.
IV. A economia solidária e o capitalismo são instrumentos que trazem inegáveis benefícios sociais para todos.
Com base na leitura do texto, são CORRETAS apenas as assertivas
Texto 3

Texto 2

Texto 2


Considerando a relação entre o Texto 1 e o Texto 2, analise as assertivas a seguir:
I. Ambos tratam do mesmo assunto: a ofensa (virtual, no caso do Texto 1, e face a face, no caso do Texto 2).
II. Os textos mostram diferentes resultados frente a atitudes de ofensas e depreciação das quais pode-se ser vítima.
III. O Texto 1 procura causar conscientização acerca do fato explorado, ao passo que o Texto 2 procura fazer uma sátira em relação a ele, sem problematizá-lo ou provocar reflexão.
Quais estão corretas?
Analise as assertivas a seguir a respeito do texto:
I. Trata-se de uma notícia de jornal, visando, unicamente, transmitir informações acerca de um fato ocorrido: o suicídio de uma blogueira, sem objetivar formação de opinião ou conscientização a respeito do tema.
II. De acordo com especialistas, o cyberbullying pode ser um dos principais fatores que levam uma pessoa ao suicídio.
III. Após o suicídio de uma pessoa, levantar hipóteses sobre o ocorrido ou, ainda, tecer julgamentos sobre ele pode acarretar sentimentos negativos para aqueles que tinham a vítima como ente querido.
Quais estão corretas?
Ficadas e rolos. (Adriane Schultz)
Você é completamente apaixonada por um garoto [...] e sabe que não existe mais a mínima chance de ficar com ele, mas mesmo assim não consegue ficar um minuto sem pensar nele... Você sabe que isso não é nada saudável, afinal ele não te quer! Mas... calma, a gente sabe como é estar nesta situação! Você sabe muito bem que não pode pensar nele, mas pensa, mesmo sem querer! Sabe por quê? A gente não manda no coração.
Apaixonar-se é fácil, mas esquecer é muuuuuito difícil! Depende bastante de um bom esforço da sua parte e, claro, de paciência para esperar o tempo curar as cicatrizes. A Atrê dá dicas que vão ajudar você a pensar cada vez menos no gato até esquecê-lo de vez, sendo ele ex-namorado, ex-ficante ou simplesmente uma paixão platônica!
1 - Mantenha distância.
É muito complicado esquecer alguém que você convive e conversa o tempo todo! Por isso, o importante, neste momento, é manter-se o mais distante que puder: [...] Também não precisa fingir que não o conhece e passar reto por ele. Se ele faz isso com você, não se rebaixe a ponto de fazer igual. Além disso, passar reto pode fazer com que ele pense que você está toda magoada e chateada com ele. Não se entregue! Saiba ser educada, mesmo que por dentro você esteja morrendo de raiva!
[...] Se pode evitar uma convivência, ótimo. Mas não deixe de ir a festas de amigos ou encontros da galera só porque ele vai estar presente. Não deixe de fazer as suas coisas por causa dele. Com certeza, esse cara não merece!
2 - Corte contatos.
[...] Proiba-se de perseguir o gato pelas redes sociais ou ficar iludida esperando uma mensagem dele! Leia esta matéria 1.000.000 de vezes quando estiver pensando em dar um pulinho na página dele para fuçar. Isso não faz bem para a saúde de nenhuma garota, ok?! Ninguém merece ver as fotos em que ele foi marcado, descobrir onde e com quem esteve no final de semana ou ver aqueles recadinhos bobos de meninas que possam estar afim dele! Poupe-se de passar nervoso e lembre-se de que, para esquecê-lo, precisa parar de saber da vida dele!
Se for preciso, bloqueie temporariamente o garoto no Facebook e MSN, ou saia por um tempinho das redes sociais. Assim, não vai ter chance de você saber que ele está on-line e sentir o coração disparar só de ver ele entrando no MSN.
3 - Distancie-se das lembranças, mas não as jogue no lixo!
[...] Você não precisa rasgar todas as fotos, nem jogar no lixo as cartas antigas ou os presentes que ele já te deu! Apenas, se distancie de tudo isso por um tempo, pois não vale a pena jogar nas recordações e passar horas chorando e pensando que tudo aquilo não irá voltar. Você não merece isso!
Se não conseguir parar de olhar fotos antigas, guarde todas as lembranças em uma caixa e peça a uma amiga que guarde na casa dela. Só peça a ela a caixa de volta depois de uns meses, quando se sentir mais tranquila, ok?
4 - Desabafe com as amigas.
[...] O ideal nessas horas é chorar e desabafar com as amigas! Depois disso, com certeza, seu coração vai ficar mais leve! Mas não deixe essa deprê tomar conta do seu dia a dia, ok? Programe uma sessão de cinema com as BFFs,(sigla derivada da expressão best friend forever, ou melhor amiga para sempre, em português) um passeio ao shopping ou até uma viagem rápida. Faça um esforço para manter sua mente ocupada. Recaídas acontecem! Não se sinta culpada se de repente acordar e sentir vontade de chorar...
Acontece!
5 - Viva sua vida!
Chegou a hora de olhar para si mesma! Resolva pendências, faça coisas que já estava para fazer há um tempo e deixou para depois... Dedique-se mais à escola, lendo livros e conversando com os colegas. Comece a prestar mais atenção naquele carinha que sempre te olhou diferente e você nunca deu bola! Quem sabe não vira romance?
(Fonte: SINGULAR E PLURAL - ENSINO FUNDAMENTAL II - 7º ANO - LEITURA, PRODUÇAO E ESTUDOS DE LINGUAGEM – Figueiredo, Laura de; GOULART, Shirley.)
Analise as afirmações sobre o texto:
I- A notícia é uma espécie de fake news (notícia falsa), que serve apenas para assustar o leitor, já que um animal de 25 metros de comprimento causaria pânico nas ruas;
II- O Austroposeidon magnificus tem cauda e pescoço compridos, cabeça pequena, corpo volumoso e viveu em áreas de selvas e rios na África, Índia, Antártida e Austrália;
III- O grupo de paleontólogos que descobriu um dinossauro gigante é brasileiro, mas o animal não viveu no Brasil e sim em Gondwana, localizado na América do Sul;
IV- O Dinoprata era o maior exemplar encontrado no Brasil, medindo 13 metros, até a descoberta do Austroposeidon magnificus pelos paleontólogos do Museu de Ciências da Terra;
V- O exemplar encontrado no Brasil é maior do que o dinossauro que aparece no filme Jurassic Park: o parque dos dinossauros.
Dos itens acima:
Leia o texto a seguir.
Gêmeos no trabalho em julho de 2019
Se você estava esperando o momento ideal para ampliar seus ganhos, então esse momento chegou. Aproveite, pois até o dia 6 de julho seu poder de convencimento estará em alta.
Seja gentil com seus superiores e colegas de trabalhos. Eles reconhecerão as suas qualidades sem que seja necessário você forçar a barra. O que é seu já está a caminho, não precisa ficar ansioso, pois tal atitude acabará afastando a energia positiva que os astros estão te enviando.
Tome cuidado e evite trazer à tona assuntos do passado. Pense, o que importa é o agora, portanto, curta o momento e espere que o que é seu ninguém vai roubar — os astros estão do seu lado.
[...]
Disponível em:<https://tinyurl.com/y5n5j32x> . Acesso em: 17 jul. 2019.
A partir do observado nesse texto, pode-se afirmar que as características a seguir estão presentes no gênero textual horóscopo, à exceção de:
Óleo de rícino
Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.
Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.
Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.
A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.
Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.
O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.
Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens.
O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.
O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.
[...]
A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.
Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>
Releia o trecho a seguir.
“O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.”
Considerando o contexto em que está inserido, pode-se afirmar que nesse trecho o autor
Óleo de rícino
Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.
Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.
Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.
A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.
Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.
O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.
Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens.
O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.
O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.
[...]
A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.
Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>
O texto propõe uma contraposição entre a medicina científica e a medicina antiga. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Segundo o texto, a experiência de outros pacientes não é importante para a conduta do médico na atualidade.
II. Até hoje utilizam-se práticas relacionadas à saúde que não têm comprovação científica.
III. O conhecimento científico corrobora a ideia de uma prática da medicina baseada em teorias pré-concebidas.
Está correto o que se afirma em



