Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1058819 Português

RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)

Exportações e importações

A desaceleração da economia internacional e o marasmo da atividade local estão afetando o ritmo de venda e compra de produtos do Brasil. Neste ano, entre janeiro e agosto, a corrente de comércio do país somou US$ 265,7 bilhões e está quase 5% menor do que o observado no mesmo período de 2018.

Resultado da soma das exportações e importações, a corrente de comércio é considerada um importante termômetro da atividade econômica. Se a queda se confirmar ao longo do ano, será o primeiro recuo desde 2016, quando a economia brasileira enfrentava um quadro de recessão.

Alguns números mostram a fraqueza do comércio do Brasil: neste ano, por exemplo, as exportações recuaram 5,9%, influenciadas pela redução de preços das commodities (produtos básicos, como soja e minério de ferro) e pela crise na Argentina. No mesmo período, as importações caíram 3,4% por conta da fraqueza da economia brasileira, que faz com que empresários demandem menos produtos.

G1 Economia. Disponível em: https://glo.bo/2lGi4DU (com adaptações)


Com base no texto 'Exportações e importações', leia as afirmativas a seguir:

I. A redução de preços das commodities, a crise na Argentina e a redução nas importações em mais de 3% são alguns números que mostram a fraqueza do comércio do Brasil neste ano, de acordo com o texto.

II. De acordo com o texto, a corrente de comércio do Brasil já ultrapassa a marca de US$ 200 bilhões no ano corrente e esse resultado representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano de 2018.

III. O texto apresenta informações que permitem ao leitor compreender um conceito econômico: a corrente de comércio. Esse conceito refere-se ao resultado da soma das exportações e importações, sendo utilizado pelo autor para discorrer sobre a economia do Brasil, inclusive traçando relações com a crise na Argentina.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058787 Português
RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. De modo geral, o texto mostra que o livro preteriu a historiografia brasileira para traçar um perfil dos modos de vida do Brasil Colônia a fim de compreender as relações sociais do presente (neste caso, o século XX). II. Sérgio Buarque, em Raízes do Brasil, como pontua o texto, cria a teoria que costumou chamar de “essência do homem brasileiro”. Após traçar um panorama da história do povo brasileiro, Holanda chega à tese do “homem cordial”.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058785 Português
RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. A referência temporal da obra, citada no texto, é do século XX. O livro de Sérgio Buarque foi inovador ao iniciar a inserção de conceitos como patrimonialismo e burocracia. II. Sérgio Buarque de Holanda, como mostra o texto, criou a ideia de “homem cordial” inspirado na exegese da história colonial brasileira em que observou as origens dos problemas nacionais. Para isso, utilizou-se do positivismo para analisar os tipos humanos pertencentes a cada estrato social. III. Segundo o texto, a obra de Sérgio Buarque mostra que as famílias patriarcais e escravagistas do Brasil Colônia foram responsáveis pela violência e o domínio personalista. Desse comportamento resultou a teoria do “homem cordial”, que valoriza a equidade no cumprimento da lei.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058729 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto deixa claro que a relação dualística entre corpo e alma formulada pelos egípcios, que está intimamente ligada à religião, é anterior ao pensamento grego, nesse sentido. II. Infere-se do texto que a obstinação de Osíris em não recompensar os homens enquanto estavam na Terra se dava pela ideia de reencarnação, descrita no livro dos mortos como uma espécie de manual de receitas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058728 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Depreende-se do texto que, por estarem essencialmente ligados, os elementos “natureza, vida e morte” eram discrepantes e absortos, quando se fala na vida religiosa dos egípcios. II. De acordo com o texto, o livro dos mortos era uma espécie de manual de receitas e práticas com o qual, após a passagem para o plano espiritual, o morto teria contato. Caso seguisse as regras, seria perdoado no tribunal de Osíris.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058727 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Os elementos da natureza e até o rio Nilo, conforme pontua o texto, compunham a ligação entre corpo e alma. Isso decorre da intrínseca religiosidade do povo egípcio que deu o pseudônimo de Osíris a um de seus faraós. II. De acordo com o texto, o respeito dedicado aos mortos e a forma como os egípcios viviam fez os gregos os descreverem como o povo mais religioso da terra.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058726 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, com receio de ser execrado no tribunal de Osíris, o povo egípcio se utilizava da arte da mumificação como principal recurso, acreditando que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal. II. O povo egípcio, segundo o texto, possuía um livro da morte, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser inocentado no tribunal de Osíris.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058725 Português

MORTE


Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.


(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. A necessidade da mumificação, dentre outras práticas elaboradas pelos egípcios para os que faleciam, estava relacionada à concepção de que a alma dos mortos voltaria a habitar seu corpo carnal. II. Os rituais pós-morte cultivados pelos egípcios, como as práticas de mumificação ou até a construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos, traduzem-se em uma cultura que revela o respeito dedicado aos que se foram.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058668 Português

RAÍZES DO BRASIL

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem  cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.

(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)

Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:

I. Segundo o texto, a ideia de “homem cordial” é resultado da história da nação brasileira, em cuja origem está a colonização portuguesa. Nesse contexto, insere-se uma visão patriarcal e escravagista que gerou uma estrutura política, econômica e social completamente desequilibrada.

II. De acordo com o texto, a predileção do brasileiro pelo que é íntimo, pessoal, em detrimento da observância das leis objetivas e parciais proporcionou a descrição do que o autor da obra chamou de “homem cordial”.

Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1058638 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:
I. Como pontua o autor, a mediação das ações dos agentes pela linguagem (comportamentos verbais, orais ou escritos) ancora-se em um movimento catártico de avaliação dos outros. II. O texto afirma que as ações são sequências organizadas de comportamentos e podem ser atribuídas a um agente, caso ele não esteja inserido em um contexto social.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1058219 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. Infere-se do texto que o comportamento humano é análogo à concepção de texto mostrada pelo autor. Ou seja, é uma sequência organizada de comportamentos verbais oralizados.

II. O texto aborda a importância do ambiente social como determinante do comportamento (intenções, razões, objetivos) dos agentes das ações.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058217 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. O conceito de texto apresentado pelo autor leva em consideração apenas os fatores psicológicos para sustentar a tese de que as ações humanas são o produto da interiorização das avaliações sociais num agente individual.

II. Depreende-se do texto que, para se constituir em sociedade, o agente das ações (homem) não necessita das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas. Isso o fará sentir-se pertencente a um determinado grupo.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058216 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. A consciência dos atos de um agente, conforme o texto, decorre das representações que ele faz sobre si mesmo.

II. De acordo com o texto, a ação humana, em primeira instância, pode ser o produto das avaliações sociais, assim como, na sequência, o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058215 Português

PSICOLOGIA SOCIAL

As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.

Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.

(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)

Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:

I. A ação humana, de acordo com as ideias apresentadas, é mediada pelos textos.

II. A avaliações sociais do comportamento humano são irrelevantes na atribuição de uma ação a um agente.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058209 Português

Planejamento e organização

Todas as pessoas que buscam alternativas para melhorar a sua produtividade no trabalho acabam descobrindo a importância de fazer um planejamento do dia. O planejamento do dia fornece metas e objetivos para o seu dia de trabalho, funcionando como um norte para o que você precisa executar, evitando o desperdício de tempo, a ociosidade e, é claro, a improdutividade.


Há pessoas que acreditam que a melhor forma de planejar o seu dia de trabalho é no dia anterior. Outros defendem que o melhor período é pela manhã, no começo do dia. O certo é que não há uma regra para isso. Cada pessoa definirá qual o melhor horário para fazer isso, o importante é que esse momento de planejamento entre na sua rotina.


Uma vez definido o momento em que você planejará o seu dia de trabalho, precisamos agora definir o que entrará nessa lista.


Para fazer essa lista de tarefas você pode utilizar alguns critérios de priorização, como: prazo de entrega, impacto da entrega na vida das outras pessoas na organização, tamanho do trabalho que deve ser executado e outros fatores que você julgar importante.


A sua lista não pode ser tão rígida que não permita que novos itens sejam adicionados, até porque a rotina da maioria das pessoas exige esse tipo de adaptação. Por isso, planeje o que fazer quando tarefas não previstas surgirem.


Fonte: http://bit.ly/2m3v32H (com adaptações)

Com base no texto 'Planejamento e organização', leia as afirmativas a seguir:

I. O texto afirma que são critérios a serem considerados na priorização de uma lista de tarefas os seguintes: o prazo de entrega, o custo do serviço, o interesse do servidor pelo trabalho, o risco de acidente e a disponibilidade de pessoal qualificado para o trabalho. Assim, de acordo com o autor, o servidor deve priorizar a realização de tarefas com objetivos contrários aos interesses da organização e ao princípio da legalidade.

II. O texto afirma que, ao inserir o planejamento do dia na própria rotina, o profissional poderá obter diversos benefícios, como o aumento da produtividade, a redução da eficiência, o aumento da produtividade, a redução dos riscos de acidentes e a manutenção da qualidade do atendimento na instituição.

III. Na perspectiva do texto, o trabalhador deve regularmente reavaliar as suas prioridades no trabalho, desconsiderando os prazos de entrega e o tamanho do trabalho pelo qual é responsável. O autor alega, ainda, que o planejamento do dia deve ser realizado aos finais de semana, sempre.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1058208 Português

Planejamento e organização

Todas as pessoas que buscam alternativas para melhorar a sua produtividade no trabalho acabam descobrindo a importância de fazer um planejamento do dia. O planejamento do dia fornece metas e objetivos para o seu dia de trabalho, funcionando como um norte para o que você precisa executar, evitando o desperdício de tempo, a ociosidade e, é claro, a improdutividade.


Há pessoas que acreditam que a melhor forma de planejar o seu dia de trabalho é no dia anterior. Outros defendem que o melhor período é pela manhã, no começo do dia. O certo é que não há uma regra para isso. Cada pessoa definirá qual o melhor horário para fazer isso, o importante é que esse momento de planejamento entre na sua rotina.


Uma vez definido o momento em que você planejará o seu dia de trabalho, precisamos agora definir o que entrará nessa lista.


Para fazer essa lista de tarefas você pode utilizar alguns critérios de priorização, como: prazo de entrega, impacto da entrega na vida das outras pessoas na organização, tamanho do trabalho que deve ser executado e outros fatores que você julgar importante.


A sua lista não pode ser tão rígida que não permita que novos itens sejam adicionados, até porque a rotina da maioria das pessoas exige esse tipo de adaptação. Por isso, planeje o que fazer quando tarefas não previstas surgirem.


Fonte: http://bit.ly/2m3v32H (com adaptações)

Com base no texto 'Planejamento e organização', leia as afirmativas a seguir:

I. Na perspectiva do autor, a lista de tarefas de um profissional deve ser tão rígida que não permita que novos itens sejam adicionados, pois a maioria das pessoas não precisa desse tipo de adaptação. Por isso, afirma o texto, o profissional deve planejar o que fazer quando tarefas não previstas surgirem.

II. No texto, o autor utiliza-se de uma linguagem clara para transmitir ao leitor a ideia de que o planejamento do dia é um importante aliado da organização do trabalho. Assim, evitar o desperdício de tempo, a ociosidade e a improdutividade são alguns dos benefícios do planejamento do dia, de acordo com o texto.

III. De acordo com o texto, é importante para o trabalhador inserir na própria rotina o planejamento do dia devendo, também, priorizar quais tarefas entrarão na própria lista de tarefas. Assim, através de uma atitude voltada para o planejamento, o profissional poderá ter metas e objetivos para o seu dia de trabalho, de acordo com o autor.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1057855 Português
Leia a tira para responder à questão.


(Bill Watterson. O melhor de Calvin, 07.07.2019. https://cultura.estadao.com.br)
A “mente científica”, anunciada no 1° quadro, fica representada na tira por meio 
Alternativas
Q1057849 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.

(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado)
A autora do texto afirma que
Alternativas
Q1057798 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado) 
Segundo o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1057754 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Uma comparação que ajuda a entender o ponto de vista de quem critica a meritocracia como sistema de seleção e também por que ela tem relação com a desigualdade é que o mercado de trabalho funciona como uma competição para a qual o participante começa a se preparar desde a infância. As pessoas acumulam capital humano, termo usado por economistas para denominar o conjunto de capacidades, competências e atributos de personalidade que favorecem a produção de trabalho. Para isso, contam com três recursos: os privados, os públicos e seus próprios talentos – daí a importância da educação. Como os recursos públicos e, principalmente, os privados não são os mesmos para todos, ao observar somente o final da corrida, vê-se que o sistema privilegia poucos.

(Marília Marasciulo, “Como a meritocracia contribui para a desigualdade”. Galileu. https://revistagalileu.globo.com. Adaptado)
De acordo com o texto, a meritocracia tem relação com a desigualdade porque
Alternativas
Respostas
34401: C
34402: D
34403: B
34404: B
34405: D
34406: C
34407: C
34408: A
34409: A
34410: D
34411: C
34412: D
34413: C
34414: B
34415: A
34416: C
34417: B
34418: E
34419: C
34420: E