Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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NAVEGAÇÃO SOLAR
A vela solar LightSail 2, lançada em junho de 2019 como uma demonstração de navegação impulsionada pela luz do Sol na órbita baixa da Terra, recebeu uma missão estendida. A missão havia sido planejada para durar um ano, mas agora a nave movida a vela terá mais uma tarefa a cumprir.
Implantada em julho de 2019, a vela de 32 metros quadrados provou ser capaz de alterar a órbita do seu pequeno satélite. A Sociedade Planetária (SP) declarou a missão financiada por ela um sucesso no final do mesmo mês. "Estamos indo para uma altitude orbital mais alta sem combustível, apenas pelo impulso da luz do Sol", disse Bill Nye, executivo-chefe da SP.
Acontece que os desenvolvedores da vela acreditavam que ela iria se deteriorar e que o satélite entraria na atmosfera após cerca de um ano. Já que isso não aconteceu, nada mais lógico do que aproveitar o equipamento para mais experimentos. Assim, no dia 25 de junho de 2020, no aniversário de um ano do lançamento, um webinar foi realizado pela Sociedade Planetária e o início da missão estendida do LightSail 2 foi oficialmente anunciado.
Eles relataram que o “objetivo principal, tecnologicamente, era demonstrar a propulsão controlada por vela solar", de acordo com Bruce Betts, gerente do programa LightSail e cientista chefe da SP. "Nós fizemos isso", concluiu Bruce. Agora, eles querem otimizar o desempenho da vela.
A sonda permanece em órbita a uma altitude média de mais de 700 km, mas quando a vela solar é controlada, a órbita do equipamento controlado pela vela decai cerca de 20 metros por dia. Quando a vela não é controlada ativamente, a órbita decai a uma taxa de 34 metros por dia. A diferença, de acordo com a equipe, "é o efeito que estamos obtendo em termos de controle de vela, usando a pressão solar para combater o arrasto atmosférico".
Na missão estendida, os controladores da nave continuarão otimizando o desempenho da vela e tentarão resolver os problemas encontrados na navegação. No entanto, ainda não se sabe quanto tempo a LightSail 2 permanecerá em órbita – isso vai depender da eficiência da equipe na navegação solar. De acordo com as previsões da equipe, é provável que a nave permaneça em órbita até 2021.
Disponível em: https://bit.ly/3fA6XTW. Com adaptações.
Leia o texto 'NAVEGAÇÃO SOLAR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a leitura atenta e cuidadosa do texto, o leitor pode concluir que a missão citada no texto havia sido planejada para durar dois anos, mas agora a nave movida a vela terá mais uma tarefa a cumprir com duração adicional de mais três anos. Nesse período extra, o equipamento poderá ser utilizado para o desenvolvimento de pesquisas microbiológicas na atmosfera terrestre.
II. De acordo com Bruce Betts, gerente do programa LightSail e cientista chefe da SP, o objetivo principal da missão, tecnologicamente, era demonstrar a propulsão controlada por vela solar, como descreve o texto.
III. A vela solar LightSail 2 foi lançada em junho de 2019 como uma demonstração de navegação impulsionada pela luz do Sol na órbita baixa da Terra, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Gosto de ovo...
Por José Carlos L. Poroca (executivo do segmento de shopping centers)
Observem que o título está, no mínimo, comprometido, meio sem graça. Gosto de ovos, sim – fritos ou cozidos. E fiquei muito tempo regulando a quantidade que poderia ter ingerido, porque havia uma ‘crença’ e uma recomendação que ovos produziam excesso de colesterol. O que deixei de comer (ovos) durante anos poderá fazer falta adiante e não vou perdoar os que difundiam essa crença. Nada farei, sob o ponto de vista do direito do consumidor. Vou apenas rogar uma praga para os que incentivaram a economia no hábito de comer ovos: que nasçam furúnculos nas bochechas, nas partes internas das coxas e em outras partes do corpo.
O título correto seria “gosto de ovo e de enxofre”. O gosto do título e da frase era para ter um acento circunflexo, acento que foi derrubado pela “nova ortografia” – que nem é tão nova assim. Resultado: surgem interpretações mil em cima de uma única palavra ou de uma frase. Não havia necessidade de mudança e, aí, vêm as perguntas: pra quê? por quê? a troco de quê? Evidente que alguém ganhou nessa história, não sei de que forma. Mas sei que essa mudança continua causando confusão, sob vários aspectos.
Vejam alguns exemplos que a “revisão” trouxe: insosso – de estar sem sal e do (a) cara que é “sem sal”; choro – tão fácil: choro, de chorar; choro, variação do verbo chorar; pelo – com acento, a gente sabia que havia cabelo, pelo ou pentelho; hoje, ficamos na incerteza, porque se confundiu com outros pelos; o doce, sem o circunflexo, ficou menos doce, menos saboroso. Os exemplos, até por falta de espaço, não são poucos, são inúmeros.
O título completo seria “‘gôsto’ de ovo e de enxofre”, que é o sabor que fica na parte sensorial da minha língua, quando leio determinados depoimentos e certas justificativas de alguém que cometeu um erro crasso, a chamada justificativa sem explicação, como a declaração do moço que escondeu “money” na parte traseira do corpo e, ainda por cima, com vestígios do material que se deposita no cofre traseiro. Quem já nasce torto não tem jeito, morre como nasceu, ou seja, por mais que tente, não adianta mostrar o que a folhinha não marca. O ascendente de José Carlos “Carlinhos” de Oliveira, Jacó (ou Jacob) do Pinto, judeu que se converteu sob a navalha no pescoço ao catolicismo, foi visto lendo a Bíblia de trás pra frente, no século XVII, no Recife, PE, quando os holandeses foram expulsos pelos portugueses. Não teve segunda chance. A chamada desculpa esfarrapada ou justificativa inservível para corrigir o que está errado é o mesmo que ovo podre: intragável, incomestível, mal cheiroso e com mau gosto.
(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em:
https://bit.ly/3oiRw6N. Acesso em 21 nov. 2020).
Leia o texto 'Gosto de ovo...' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Um recurso evidente no texto é o uso do presente progressivo, como nos trechos “... essa mudança continua causando confusão, sob vários aspectos”; “E fiquei muito tempo regulando a quantidade que poderia ter ingerido...”. Nesse caso, trata-se de ações pontuais e de propriedade permanente.
II. A ideia principal do texto é a de que apenas a língua portuguesa possui palavras homônimas e que, por isso, ela é uma língua complexa e difícil de ser aprendida.
III. O texto procura traçar um paralelo entre as bases históricas da língua portuguesa e as influências trazidas pelas redes sociais, em relação à forma como os jovens têm se comunicado, para, por fim, criticar o sistema de ensino brasileiro.
Marque a alternativa CORRETA:
NAVEGAÇÃO SOLAR
A vela solar LightSail 2, lançada em junho de 2019 como uma demonstração de navegação impulsionada pela luz do Sol na órbita baixa da Terra, recebeu uma missão estendida. A missão havia sido planejada para durar um ano, mas agora a nave movida a vela terá mais uma tarefa a cumprir.
Implantada em julho de 2019, a vela de 32 metros quadrados provou ser capaz de alterar a órbita do seu pequeno satélite. A Sociedade Planetária (SP) declarou a missão financiada por ela um sucesso no final do mesmo mês. "Estamos indo para uma altitude orbital mais alta sem combustível, apenas pelo impulso da luz do Sol", disse Bill Nye, executivo-chefe da SP.
Acontece que os desenvolvedores da vela acreditavam que ela iria se deteriorar e que o satélite entraria na atmosfera após cerca de um ano. Já que isso não aconteceu, nada mais lógico do que aproveitar o equipamento para mais experimentos. Assim, no dia 25 de junho de 2020, no aniversário de um ano do lançamento, um webinar foi realizado pela Sociedade Planetária e o início da missão estendida do LightSail 2 foi oficialmente anunciado.
Eles relataram que o “objetivo principal, tecnologicamente, era demonstrar a propulsão controlada por vela solar", de acordo com Bruce Betts, gerente do programa LightSail e cientista chefe da SP. "Nós fizemos isso", concluiu Bruce. Agora, eles querem otimizar o desempenho da vela.
A sonda permanece em órbita a uma altitude média de mais de 700 km, mas quando a vela solar é controlada, a órbita do equipamento controlado pela vela decai cerca de 20 metros por dia. Quando a vela não é controlada ativamente, a órbita decai a uma taxa de 34 metros por dia. A diferença, de acordo com a equipe, "é o efeito que estamos obtendo em termos de controle de vela, usando a pressão solar para combater o arrasto atmosférico".
Na missão estendida, os controladores da nave continuarão otimizando o desempenho da vela e tentarão resolver os problemas encontrados na navegação. No entanto, ainda não se sabe quanto tempo a LightSail 2 permanecerá em órbita – isso vai depender da eficiência da equipe na navegação solar. De acordo com as previsões da equipe, é provável que a nave permaneça em órbita até 2021.
Disponível em: https://bit.ly/3fA6XTW. Com adaptações.
Leia o texto 'NAVEGAÇÃO SOLAR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No dia 25 de junho de 2020, no aniversário de um ano do lançamento da LightSail 2, um webinar foi realizado pela Sociedade Planetária, e o início da missão estendida da vela solar foi oficialmente anunciado, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. Quando a vela solar é controlada, a órbita do equipamento utilizado no experimento decai cerca de 20 metros por hora, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
III. A Sociedade Planetária declarou a missão financiada por ela um sucesso no final do mês de abril de 2004, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Gestão de estoque para farmácias
Por Luciana Silva (adaptado).
O controle de estoque começa pela entrada da mercadoria. Nessa hora, é preciso levar em conta o quanto você confia no seu fornecedor, pois erros no processo de logística e entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e repercutir nos serviços prestados.
Lembre-se de que tudo é sistêmico, uma coisa afeta a outra. Portanto, se estão ocorrendo problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em sua farmácia, procure resolver o quanto antes.
E, para assegurar de que não faltou nenhum produto na entrega do estoque e que não houve outro erro, sempre que o fornecedor realizar a entrega, faça a conferência do que foi entregue.
Se você possui em sua farmácia um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, use-o. Se você não possui um software com essa funcionalidade, realize a conferência visualmente para confirmar se os produtos e quantidades descritos na nota estão de acordo com o que foi entregue pelo fornecedor.
Outro ponto muito importante em uma gestão de estoque para farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
Nas farmácias, esse controle já é vastamente utilizado para os medicamentos controlados, porém, existem vários outros medicamentos e produtos comercializados que também possuem prazo de validade, por isso é importante fazer esse controle. Isso vai lhe assegurar uma grande diminuição no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada e, consequentemente, evitará que você esteja perdendo dinheiro com isso.
Outra ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente na sua farmácia é a contagem periódica do estoque. O ideal é que essa checagem seja feita, pelo menos, uma vez ao mês, para dar validade aos processos de gestão da sua farmácia.
A realização de um simples balanço de estoque é capaz de validar vários problemas na gestão de caixa de um negócio, pois um resultado positivo ou negativo em qualquer uma dessas gestões está diretamente vinculado ao outro. Por isso, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da sua farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, faça uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou criando poeira na prateleira.
Disponível em: https://bit.ly/2I7wVmm.
Leia o texto 'Gestão de estoque para farmácias' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que, sempre que o fornecedor realizar a entrega, é recomendável evitar fazer qualquer conferência do que foi entregue.
II. O texto recomenda que, se há problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em uma farmácia, deve-se evitar resolver o quanto antes esse problema, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Gestão de estoque para farmácias
Por Luciana Silva (adaptado).
O controle de estoque começa pela entrada da mercadoria. Nessa hora, é preciso levar em conta o quanto você confia no seu fornecedor, pois erros no processo de logística e entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e repercutir nos serviços prestados.
Lembre-se de que tudo é sistêmico, uma coisa afeta a outra. Portanto, se estão ocorrendo problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em sua farmácia, procure resolver o quanto antes.
E, para assegurar de que não faltou nenhum produto na entrega do estoque e que não houve outro erro, sempre que o fornecedor realizar a entrega, faça a conferência do que foi entregue.
Se você possui em sua farmácia um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, use-o. Se você não possui um software com essa funcionalidade, realize a conferência visualmente para confirmar se os produtos e quantidades descritos na nota estão de acordo com o que foi entregue pelo fornecedor.
Outro ponto muito importante em uma gestão de estoque para farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
Nas farmácias, esse controle já é vastamente utilizado para os medicamentos controlados, porém, existem vários outros medicamentos e produtos comercializados que também possuem prazo de validade, por isso é importante fazer esse controle. Isso vai lhe assegurar uma grande diminuição no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada e, consequentemente, evitará que você esteja perdendo dinheiro com isso.
Outra ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente na sua farmácia é a contagem periódica do estoque. O ideal é que essa checagem seja feita, pelo menos, uma vez ao mês, para dar validade aos processos de gestão da sua farmácia.
A realização de um simples balanço de estoque é capaz de validar vários problemas na gestão de caixa de um negócio, pois um resultado positivo ou negativo em qualquer uma dessas gestões está diretamente vinculado ao outro. Por isso, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da sua farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, faça uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou criando poeira na prateleira.
Disponível em: https://bit.ly/2I7wVmm.
Leia o texto 'Gestão de estoque para farmácias' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, deve-se fazer uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou que não esteja criando poeira na prateleira.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que uma ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente em uma farmácia é a contagem periódica do estoque.
Marque a alternativa CORRETA:
Gestão de estoque para farmácias
Por Luciana Silva (adaptado).
O controle de estoque começa pela entrada da mercadoria. Nessa hora, é preciso levar em conta o quanto você confia no seu fornecedor, pois erros no processo de logística e entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e repercutir nos serviços prestados.
Lembre-se de que tudo é sistêmico, uma coisa afeta a outra. Portanto, se estão ocorrendo problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em sua farmácia, procure resolver o quanto antes.
E, para assegurar de que não faltou nenhum produto na entrega do estoque e que não houve outro erro, sempre que o fornecedor realizar a entrega, faça a conferência do que foi entregue.
Se você possui em sua farmácia um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, use-o. Se você não possui um software com essa funcionalidade, realize a conferência visualmente para confirmar se os produtos e quantidades descritos na nota estão de acordo com o que foi entregue pelo fornecedor.
Outro ponto muito importante em uma gestão de estoque para farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
Nas farmácias, esse controle já é vastamente utilizado para os medicamentos controlados, porém, existem vários outros medicamentos e produtos comercializados que também possuem prazo de validade, por isso é importante fazer esse controle. Isso vai lhe assegurar uma grande diminuição no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada e, consequentemente, evitará que você esteja perdendo dinheiro com isso.
Outra ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente na sua farmácia é a contagem periódica do estoque. O ideal é que essa checagem seja feita, pelo menos, uma vez ao mês, para dar validade aos processos de gestão da sua farmácia.
A realização de um simples balanço de estoque é capaz de validar vários problemas na gestão de caixa de um negócio, pois um resultado positivo ou negativo em qualquer uma dessas gestões está diretamente vinculado ao outro. Por isso, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da sua farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, faça uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou criando poeira na prateleira.
Disponível em: https://bit.ly/2I7wVmm.
Leia o texto 'Gestão de estoque para farmácias' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível inferir que existem vários medicamentos e produtos comercializados em farmácias que possuem prazo de validade, por isso é importante fazer o controle de estoque.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que a realização de um simples balanço de estoque não é capaz de contribuir para a resolução de qualquer problema no almoxarifado de uma farmácia.
Marque a alternativa CORRETA:
Gestão de estoque para farmácias
Por Luciana Silva (adaptado).
O controle de estoque começa pela entrada da mercadoria. Nessa hora, é preciso levar em conta o quanto você confia no seu fornecedor, pois erros no processo de logística e entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e repercutir nos serviços prestados.
Lembre-se de que tudo é sistêmico, uma coisa afeta a outra. Portanto, se estão ocorrendo problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em sua farmácia, procure resolver o quanto antes.
E, para assegurar de que não faltou nenhum produto na entrega do estoque e que não houve outro erro, sempre que o fornecedor realizar a entrega, faça a conferência do que foi entregue.
Se você possui em sua farmácia um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, use-o. Se você não possui um software com essa funcionalidade, realize a conferência visualmente para confirmar se os produtos e quantidades descritos na nota estão de acordo com o que foi entregue pelo fornecedor.
Outro ponto muito importante em uma gestão de estoque para farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
Nas farmácias, esse controle já é vastamente utilizado para os medicamentos controlados, porém, existem vários outros medicamentos e produtos comercializados que também possuem prazo de validade, por isso é importante fazer esse controle. Isso vai lhe assegurar uma grande diminuição no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada e, consequentemente, evitará que você esteja perdendo dinheiro com isso.
Outra ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente na sua farmácia é a contagem periódica do estoque. O ideal é que essa checagem seja feita, pelo menos, uma vez ao mês, para dar validade aos processos de gestão da sua farmácia.
A realização de um simples balanço de estoque é capaz de validar vários problemas na gestão de caixa de um negócio, pois um resultado positivo ou negativo em qualquer uma dessas gestões está diretamente vinculado ao outro. Por isso, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da sua farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, faça uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou criando poeira na prateleira.
Disponível em: https://bit.ly/2I7wVmm.
Leia o texto 'Gestão de estoque para farmácias' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que um ponto que deve ser ignorado na gestão de estoque das farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que o controle do estoque de medicamentos causa um grande aumento no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada.
Marque a alternativa CORRETA:
Gestão de estoque para farmácias
Por Luciana Silva (adaptado).
O controle de estoque começa pela entrada da mercadoria. Nessa hora, é preciso levar em conta o quanto você confia no seu fornecedor, pois erros no processo de logística e entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e repercutir nos serviços prestados.
Lembre-se de que tudo é sistêmico, uma coisa afeta a outra. Portanto, se estão ocorrendo problemas de fornecimento ou com a entrega do estoque em sua farmácia, procure resolver o quanto antes.
E, para assegurar de que não faltou nenhum produto na entrega do estoque e que não houve outro erro, sempre que o fornecedor realizar a entrega, faça a conferência do que foi entregue.
Se você possui em sua farmácia um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, use-o. Se você não possui um software com essa funcionalidade, realize a conferência visualmente para confirmar se os produtos e quantidades descritos na nota estão de acordo com o que foi entregue pelo fornecedor.
Outro ponto muito importante em uma gestão de estoque para farmácias é o controle dos lotes de produtos e seus respectivos vencimentos.
Nas farmácias, esse controle já é vastamente utilizado para os medicamentos controlados, porém, existem vários outros medicamentos e produtos comercializados que também possuem prazo de validade, por isso é importante fazer esse controle. Isso vai lhe assegurar uma grande diminuição no risco de perda de produtos devido à data de vencimento ultrapassada e, consequentemente, evitará que você esteja perdendo dinheiro com isso.
Outra ação muito importante para garantir uma gestão de estoque eficiente na sua farmácia é a contagem periódica do estoque. O ideal é que essa checagem seja feita, pelo menos, uma vez ao mês, para dar validade aos processos de gestão da sua farmácia.
A realização de um simples balanço de estoque é capaz de validar vários problemas na gestão de caixa de um negócio, pois um resultado positivo ou negativo em qualquer uma dessas gestões está diretamente vinculado ao outro. Por isso, a cada 15 ou 30 dias, de acordo com o tamanho da sua farmácia, a rotatividade do estoque e a sua preferência, faça uma avaliação do estoque para garantir que não há nenhum produto próximo de acabar ou criando poeira na prateleira.
Disponível em: https://bit.ly/2I7wVmm.
Leia o texto 'Gestão de estoque para farmácias' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, se uma farmácia possui um software de gestão com a funcionalidade de conferir de forma automatizada o estoque, deve-se usá-lo.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que o controle de estoque começa pela entrada da mercadoria, quando possíveis erros no processo de logística e de entrega do estoque podem deixar sua farmácia com falta de alguns produtos e isso pode repercutir nos serviços prestados.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que praticamente todos os hospitais do Brasil possuem serviços formalizados de farmacovigilância.
II. Atualmente, a maioria dos serviços de farmacovigilância é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A farmacovigilância é uma ciência que cria conhecimentos, procedimentos e métodos que auxiliam os profissionais farmacêuticos na elaboração de laudos sobre viroses e bacterioses, a fim de determinar o diagnóstico de uma infecção difusa.
II. As informações presentes no texto levam o leitor a entender que a farmacovigilância representa um conjunto de processos necessários para a validação de um medicamento para uso em humanos antes de serem finalizados os testes em laboratórios ou em cobaias.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a entender que a farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”.
II. A farmacovigilância, de acordo com o texto, compreende o conjunto de medidas adotadas por um indivíduo para garantir que a própria rotina de administração enteral de um medicamento está sendo cumprida.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem inferir que a Política Nacional de Medicamentos afirmava que as ações de farmacovigilância devem tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que, cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor uma série de protocolos de farmacovigilância que passarão a ser obrigatórios no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2021. Em linhas gerais, afirma o texto, tais protocolos devem elevar a segurança em procedimentos farmacológicos no cenário de uma pandemia.
II. O texto leva o leitor a inferir que, ao definir o conceito de farmacovigilância, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto sugere que a Política Nacional de Medicamentos afirmava que as ações de farmacovigilância devem ser utilizadas também para assegurar o uso racional de medicamentos, reorientando procedimentos relativos ao registro, à forma de comercialização, à prescrição e à dispensação de produtos.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que efeitos adversos com medicamentos nunca acontecem pacientes hospitalizados, pois eles estão sob supervisão médica constante.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que os farmacêuticos hospitalares brasileiros estão constantemente atendendo às solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos.
II. O texto procura destacar que os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Marque a alternativa CORRETA:
Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a farmacovigilância representa uma prática antiga e defasada da ciência farmacológica. Ainda de acordo com o texto, muitos pesquisadores defendem a substituição dos protocolos de farmacovigilância pelos protocolos de biossegurança nas instituições farmacêuticas.
II. O texto leva o leitor a concluir que são exemplos de problemas com medicamentos: como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Marque a alternativa CORRETA:
Elasticidade
Por Denise C. Cyrillo (adaptado).
A elasticidade é um conceito econômico que se refere à sensibilidade de uma variável econômica ao efeito de outra variável. Essa ideia pode ser aplicada a muitas variáveis, porém, as mais comuns são as elasticidades preço (demanda e oferta) e renda.
A elasticidade preço da demanda de um bem indica a mudança na quantidade demandada em resposta a uma variação do seu preço. De modo mais preciso, a elasticidade preço da demanda indica a variação percentual da quantidade demandada em resposta a uma variação percentual do preço. Suponhamos que o preço de um determinado bem aumente de R$8 para R$10 (aumento de 25%) e que, em razão disso, a quantidade demandada caia de 20 unidades para 10 unidades (queda de 50%). Nesse caso, a elasticidade preço da demanda daquele bem é dada pela razão entre a variação percentual da quantidade (50%) e a variação percentual do preço (25%), o que resulta uma elasticidade igual a dois.
A elasticidade preço da oferta indica a variação percentual da quantidade ofertada em resposta a uma variação percentual do preço. O cálculo da elasticidade preço da oferta é, portanto, análogo ao da elasticidade preço da demanda.
As ofertas e demandas podem ser classificadas em três categorias principais, de acordo com as elasticidades preço.
a) Inelástica: Quando uma elasticidade é inferior a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda é inelástica, ou seja, uma variação percentual do preço do bem leva a uma variação percentual menor na quantidade ofertada/demandada.
b) Elasticidade Unitária: Quando a elasticidade é igual a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda tem elasticidade unitária, ou seja, uma variação percentual do preço implicará uma variação percentual de igual magnitude da quantidade ofertada/demandada.
c) Elástica: Quando a elasticidade é maior do que 1 (um) (em módulo), diz-se que há uma oferta/demanda elástica, ou seja, uma variação percentual do preço provoca uma variação percentual maior na quantidade ofertada/demandada.
Também se pode aplicar o conceito de elasticidade preço da demanda à relação entre diferentes bens. Essa é denominada elasticidade cruzada da demanda, que indica a mudança na demanda de um bem, por exemplo, café, em resposta a uma mudança no preço de outro bem, como, por exemplo, chá. De acordo com a elasticidade cruzada, podese classificar os bens em substitutos (quando a elasticidade cruzada é positiva), complementares (quando a elasticidade cruzada é negativa) e independentes (quando a elasticidade cruzada é nula).
A elasticidade renda da demanda de um bem indica a mudança na demanda desse bem em resposta a uma variação da renda dos consumidores. De acordo com a elasticidade renda, pode-se classificar o bem em normal (quando a elasticidade renda é positiva), superior ou supérfluo (quando a elasticidade renda é positiva e maior do que a unidade) e inferior (quando a elasticidade renda é negativa).
(Disponível em: https://bit.ly/36okmg1)
Leia o texto 'Elasticidade' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto procura deixar claro para o leitor que quando a elasticidade é igual a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda tem elasticidade unitária, ou seja, uma variação percentual do preço implicará uma variação percentual de igual magnitude da quantidade ofertada/demandada.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que as ofertas e demandas podem ser classificadas em três categorias principais, de acordo com as elasticidades preço: inelástica, elasticidade unitária e elástica.
Marque a alternativa CORRETA:
Elasticidade
Por Denise C. Cyrillo (adaptado).
A elasticidade é um conceito econômico que se refere à sensibilidade de uma variável econômica ao efeito de outra variável. Essa ideia pode ser aplicada a muitas variáveis, porém, as mais comuns são as elasticidades preço (demanda e oferta) e renda.
A elasticidade preço da demanda de um bem indica a mudança na quantidade demandada em resposta a uma variação do seu preço. De modo mais preciso, a elasticidade preço da demanda indica a variação percentual da quantidade demandada em resposta a uma variação percentual do preço. Suponhamos que o preço de um determinado bem aumente de R$8 para R$10 (aumento de 25%) e que, em razão disso, a quantidade demandada caia de 20 unidades para 10 unidades (queda de 50%). Nesse caso, a elasticidade preço da demanda daquele bem é dada pela razão entre a variação percentual da quantidade (50%) e a variação percentual do preço (25%), o que resulta uma elasticidade igual a dois.
A elasticidade preço da oferta indica a variação percentual da quantidade ofertada em resposta a uma variação percentual do preço. O cálculo da elasticidade preço da oferta é, portanto, análogo ao da elasticidade preço da demanda.
As ofertas e demandas podem ser classificadas em três categorias principais, de acordo com as elasticidades preço.
a) Inelástica: Quando uma elasticidade é inferior a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda é inelástica, ou seja, uma variação percentual do preço do bem leva a uma variação percentual menor na quantidade ofertada/demandada.
b) Elasticidade Unitária: Quando a elasticidade é igual a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda tem elasticidade unitária, ou seja, uma variação percentual do preço implicará uma variação percentual de igual magnitude da quantidade ofertada/demandada.
c) Elástica: Quando a elasticidade é maior do que 1 (um) (em módulo), diz-se que há uma oferta/demanda elástica, ou seja, uma variação percentual do preço provoca uma variação percentual maior na quantidade ofertada/demandada.
Também se pode aplicar o conceito de elasticidade preço da demanda à relação entre diferentes bens. Essa é denominada elasticidade cruzada da demanda, que indica a mudança na demanda de um bem, por exemplo, café, em resposta a uma mudança no preço de outro bem, como, por exemplo, chá. De acordo com a elasticidade cruzada, podese classificar os bens em substitutos (quando a elasticidade cruzada é positiva), complementares (quando a elasticidade cruzada é negativa) e independentes (quando a elasticidade cruzada é nula).
A elasticidade renda da demanda de um bem indica a mudança na demanda desse bem em resposta a uma variação da renda dos consumidores. De acordo com a elasticidade renda, pode-se classificar o bem em normal (quando a elasticidade renda é positiva), superior ou supérfluo (quando a elasticidade renda é positiva e maior do que a unidade) e inferior (quando a elasticidade renda é negativa).
(Disponível em: https://bit.ly/36okmg1)
Leia o texto 'Elasticidade' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a elasticidade cruzada permite classificar os bens em substitutos (quando a elasticidade cruzada é positiva), complementares (quando a elasticidade cruzada é negativa) e independentes (quando a elasticidade cruzada é nula).
II. O cálculo da elasticidade preço da demanda é baseado na relação entre a variação do índice de preços ao consumidor e a oferta de ativos no mercado financeiro, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Elasticidade
Por Denise C. Cyrillo (adaptado).
A elasticidade é um conceito econômico que se refere à sensibilidade de uma variável econômica ao efeito de outra variável. Essa ideia pode ser aplicada a muitas variáveis, porém, as mais comuns são as elasticidades preço (demanda e oferta) e renda.
A elasticidade preço da demanda de um bem indica a mudança na quantidade demandada em resposta a uma variação do seu preço. De modo mais preciso, a elasticidade preço da demanda indica a variação percentual da quantidade demandada em resposta a uma variação percentual do preço. Suponhamos que o preço de um determinado bem aumente de R$8 para R$10 (aumento de 25%) e que, em razão disso, a quantidade demandada caia de 20 unidades para 10 unidades (queda de 50%). Nesse caso, a elasticidade preço da demanda daquele bem é dada pela razão entre a variação percentual da quantidade (50%) e a variação percentual do preço (25%), o que resulta uma elasticidade igual a dois.
A elasticidade preço da oferta indica a variação percentual da quantidade ofertada em resposta a uma variação percentual do preço. O cálculo da elasticidade preço da oferta é, portanto, análogo ao da elasticidade preço da demanda.
As ofertas e demandas podem ser classificadas em três categorias principais, de acordo com as elasticidades preço.
a) Inelástica: Quando uma elasticidade é inferior a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda é inelástica, ou seja, uma variação percentual do preço do bem leva a uma variação percentual menor na quantidade ofertada/demandada.
b) Elasticidade Unitária: Quando a elasticidade é igual a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda tem elasticidade unitária, ou seja, uma variação percentual do preço implicará uma variação percentual de igual magnitude da quantidade ofertada/demandada.
c) Elástica: Quando a elasticidade é maior do que 1 (um) (em módulo), diz-se que há uma oferta/demanda elástica, ou seja, uma variação percentual do preço provoca uma variação percentual maior na quantidade ofertada/demandada.
Também se pode aplicar o conceito de elasticidade preço da demanda à relação entre diferentes bens. Essa é denominada elasticidade cruzada da demanda, que indica a mudança na demanda de um bem, por exemplo, café, em resposta a uma mudança no preço de outro bem, como, por exemplo, chá. De acordo com a elasticidade cruzada, podese classificar os bens em substitutos (quando a elasticidade cruzada é positiva), complementares (quando a elasticidade cruzada é negativa) e independentes (quando a elasticidade cruzada é nula).
A elasticidade renda da demanda de um bem indica a mudança na demanda desse bem em resposta a uma variação da renda dos consumidores. De acordo com a elasticidade renda, pode-se classificar o bem em normal (quando a elasticidade renda é positiva), superior ou supérfluo (quando a elasticidade renda é positiva e maior do que a unidade) e inferior (quando a elasticidade renda é negativa).
(Disponível em: https://bit.ly/36okmg1)
Leia o texto 'Elasticidade' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A elasticidade preço da oferta de um bem indica a mudança na quantidade demandada em resposta a uma variação do seu preço, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a elasticidade preço da demanda indica a variação percentual da quantidade ofertada em resposta a uma variação percentual do preço.
Marque a alternativa CORRETA:
Elasticidade
Por Denise C. Cyrillo (adaptado).
A elasticidade é um conceito econômico que se refere à sensibilidade de uma variável econômica ao efeito de outra variável. Essa ideia pode ser aplicada a muitas variáveis, porém, as mais comuns são as elasticidades preço (demanda e oferta) e renda.
A elasticidade preço da demanda de um bem indica a mudança na quantidade demandada em resposta a uma variação do seu preço. De modo mais preciso, a elasticidade preço da demanda indica a variação percentual da quantidade demandada em resposta a uma variação percentual do preço. Suponhamos que o preço de um determinado bem aumente de R$8 para R$10 (aumento de 25%) e que, em razão disso, a quantidade demandada caia de 20 unidades para 10 unidades (queda de 50%). Nesse caso, a elasticidade preço da demanda daquele bem é dada pela razão entre a variação percentual da quantidade (50%) e a variação percentual do preço (25%), o que resulta uma elasticidade igual a dois.
A elasticidade preço da oferta indica a variação percentual da quantidade ofertada em resposta a uma variação percentual do preço. O cálculo da elasticidade preço da oferta é, portanto, análogo ao da elasticidade preço da demanda.
As ofertas e demandas podem ser classificadas em três categorias principais, de acordo com as elasticidades preço.
a) Inelástica: Quando uma elasticidade é inferior a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda é inelástica, ou seja, uma variação percentual do preço do bem leva a uma variação percentual menor na quantidade ofertada/demandada.
b) Elasticidade Unitária: Quando a elasticidade é igual a 1 (um) (em módulo), diz-se que a oferta/demanda tem elasticidade unitária, ou seja, uma variação percentual do preço implicará uma variação percentual de igual magnitude da quantidade ofertada/demandada.
c) Elástica: Quando a elasticidade é maior do que 1 (um) (em módulo), diz-se que há uma oferta/demanda elástica, ou seja, uma variação percentual do preço provoca uma variação percentual maior na quantidade ofertada/demandada.
Também se pode aplicar o conceito de elasticidade preço da demanda à relação entre diferentes bens. Essa é denominada elasticidade cruzada da demanda, que indica a mudança na demanda de um bem, por exemplo, café, em resposta a uma mudança no preço de outro bem, como, por exemplo, chá. De acordo com a elasticidade cruzada, podese classificar os bens em substitutos (quando a elasticidade cruzada é positiva), complementares (quando a elasticidade cruzada é negativa) e independentes (quando a elasticidade cruzada é nula).
A elasticidade renda da demanda de um bem indica a mudança na demanda desse bem em resposta a uma variação da renda dos consumidores. De acordo com a elasticidade renda, pode-se classificar o bem em normal (quando a elasticidade renda é positiva), superior ou supérfluo (quando a elasticidade renda é positiva e maior do que a unidade) e inferior (quando a elasticidade renda é negativa).
(Disponível em: https://bit.ly/36okmg1)
Leia o texto 'Elasticidade' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que quando a elasticidade é maior do que 1 (um) (em módulo), diz-se que há uma oferta/demanda elástica, ou seja, uma variação percentual do preço provoca uma variação percentual maior na quantidade ofertada/demandada.
II. Pode-se aplicar o conceito de elasticidade preço da demanda à relação entre diferentes bens, afirma o texto. Essa é a denominada elasticidade cruzada da demanda, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA: